fanfic
Capítulo : 237  

Portinon_dulce: pois é, não? Kkkkk


Vverg: complicou demais kkkkkkk


Portinon_vondy: posto sim =)


 


 


 


“Dul, a assistente social vai chegar daqui a pouco.” Anahi murmurou.


Dulce sorriu, apertando seus lábios contra o pescoço de sua esposa. “Eu sei.”


“Joan está lá em cima, pode aparecer a qualquer momento...”


“Ela está brincando, só vai descer quando pedirmos.” Dulce deitou Anahi no sofá e levantou suas mãos acima de sua cabeça, prendendo-a.


“É impressão minha ou você está cada vez mais tarada?” Anahi suspirou.


Dulce riu levemente. “Acabei de sair de uma crise emocional onde eu me comparei com uma Lebre de fábula infantil, eu estava na pior, então você veio com aquelas palavras doces e agora eu quero simplesmente aproveitar. Quero dizer, foi um período baixo até para mim.”


Anahi riu e levantou o rosto de Dulce para beijá-la. O beijo começou calmo, mas acabou se tornando mais necessitado e cheio de paixão. Elas continuaram com a seção amasso até que ouviram a campainha tocar.


Dulce pulou para fora do sofá e recolocou a camiseta, enquanto Anahi tentava ajeitar o cabelo. “A gente parece uma bagunça!” Dulce exclamou/sussurrou.


“E de quem é a culpa?”


“Você não estava reclamando disso a poucos segundos.”


“O que vamos fazer?”


“Precisamos de uma desculpa.”


“Sem desculpas, vamos apenas ir lá e fingir que nada aconteceu.”


Elas correram para a porta e abrirem, ficando cara-a-cara com a assistente social. Dulce ajeitou a camiseta novamente quando percebeu que ela estava torta e limpou a garganta. “Boa tarde.”


“Boa tarde.” A assistente social respondeu com a voz um pouco desconfiada. Não era difícil reparar nos lábios vermelhos, nas roupas desarrumadas e cabelos bagunçados.


“Anahi estava tendo um ataque de asma e eu estava fazendo respiração boca-a-boca!” Dulce exclamou rapidamente em um pequeno ataque de pânico.


Anahi revirou os olhos. “É sério, Dulce? Ataque de asma e respiração boca-a-boca?”


Dulce suspirou. “Desculpa, apenas escapou, eu fiquei nervosa.”


A assistente social riu, para surpresa das duas. “Está tudo bem. Vamos apenas conversar, sem necessidade de ficar nervosas.”


“Claro, entre.” Dulce suspirou de alívio e coçou a nuca.


Anahi lhe deu uma cotovelada nas costelas e um olhar de aviso, antes de conduzir a assistente social para a sala de estar. “Gostaria de conversar com vocês primeiro e depois vou falar com Joan. Então, como tem sido esses meses?”


“Perfeitos. Joan é uma criança incrível e nós nos conectamos rapidamente.”


“Vocês tiveram algum problema?” A mulher perguntou, anotando alguma coisa em um caderno.


“Bom, o começo foi um pouco difícil, mas já esperávamos por isso...”


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“Eu juro que se ela demorar mais cinco segundos eu vou ter um ataque.” Dulce murmurou.


Anahi sorriu. “Para quem estava morrendo de medo de ser mãe, você parece ter gostado muito da ideia.”


“Anahi, Anahi, Anahi.” Dulce balançou a cabeça. “Joan é... nossa filha.” Ela deu de ombros e sorriu. “Eu a amo já.”


“Eu também a amo. Você vai ver, vai dar tudo certo.” Anahi se inclinou para lhe dar um selinho e se afastou com um sorriso. “Vamos ser uma família.”


“Já somos.” Dulce sorriu e beijou sua testa.


Poucos minutos depois, a assistente social desceu as escadas conversando com Joan sobre um filme de princesas que havia passado na TV no dia seguinte. Ela as encontrou na sala e sorriu. “Bom, tudo parece estar em ordem. Vocês parecem terem se adequado perfeitamente e Joan está muito feliz, que é o que importa realmente, que a criança ache um lar para ela. Eu ainda tenho que emitir a papelada, mas, meus parabéns, vocês vão poder adotar Joan!”


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“Você não pode negar uma festa para isso!” Anahi exclamou, andando pelo quarto, muito animada para ficar em um lugar só. “Conseguimos, amor! Vamos adotar Joan! Temos que celebrar!”


Dulce sorriu. “Nós temos sim, mas não seria uma festa completa sem May e Poncho aqui e May não pode mais viajar nesse estágio da gravidez, ela já está de oito meses. Wow, dá pra acreditar que ela está de oito meses?”


Anahi balançou a cabeça. “É outro motivo para comemorar!”


“Podemos comemorar quando o bebê deles nascer.”


“É, mas não vai ser a mesma coisa.” Anahi fez beicinho.


Dulce revirou os olhos. “E como vamos incluir May nisso? Vamos trazê-la no colo da Cidade do México até Brentwood?” (N/A fica na Califórnia e não tenho razão especifica para querer que elas morem ali, mas vi imagens pela internet e parece um ótimo lugar, futuramente estou pensando em fazer uma mudança para uma casa mais fodástica e quem sabe mudo a cidade também =))


“Não, nós vamos levar a festa até ela.” Anahi sorriu.


“Não faz nem uma semana que voltamos de lá por causa do chá de bebê, porque vamos voltar para outra festa?”


“Essa é apenas para nós. A turma, como nos velhos tempos!”


“E Ucker está nessa turma?”


Anahi suspirou. “Amor, já conversamos sobre isso.”


Dulce também suspirou. “Eu sei, eu sei, mas sentir medo não é algo que eu posso impedir. Ainda mais esse medo.”


“Mas vai ter que engolir esse medo bobo. Ou vou ter que mandar um avião escrever no céu que te amo e sou apenas sua?”


“Você faria isso?” Dulce perguntou com um sorriso.


“É claro.”


“Pode fazer isso agora?”


“Foi uma hipótese, algo hipotético.” Anahi revirou os olhos.


“Mas você disse que faria.”


“Dulce, não complica mais as coisas.” Anahi suspirou. “Eu amo você, só você, apenas você. Sou sua, só sua, apenas sua.”


Dulce sorriu. “Pode pelo menos escrever em um outdoor?”


Anahi revirou os olhos com um sorriso. “Vou pensar no seu caso. Agora pegue meu telefone e minha agenda que eu tenho uma festa para ligar.”


“Mas o celular e a agenda estão mais perto de você. Está vendo? Bem ali no bidê do seu lado, ali.”


“Dulce, apenas faça o que eu digo.”


Dulce suspirou, atravessou o quarto, pegou o celular e a agenda e entregou-os para Anahi, sem nem precisar esticar o braço. “Qual o objetivo de me fazer de empregada?”


“Te fiz de minha secretária. Me dá um ar mais importante, não acha?” Anahi sorriu, já abrindo a agenda e discando um número.


“Ai, meu Deus. Eu me casei com um monstro!” Dulce exclamou brincando. Ela se inclinou e deu um selinho em Anahi. “Vou assistir outro filme ridículo de fadas com Joan enquanto você faz qualquer idiotice que quiser. Maite vai te matar, apenas avisando, desse jeito posso falar: eu te avisei e você vai ficar com cara de idiota.”


Anahi revirou os olhos. “Vai lá então, cadê seu apoio e companheirismo e... Ah, alô?”


Dulce sorriu e saiu do quarto. “QUEM QUER VER UM FILME DE FADAS?!” Ela gritou, descendo as escadas.



Autor(a): chavinonyportinon
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