Fanfics Brasil - Capítulo 77 Precocemente Mãe [revisada]

Fanfic: Precocemente Mãe [revisada]


Capítulo: Capítulo 77

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Dulce: Obrigada amor, também te amo. – sorriu passando o dedo no bolo e provando o glacê. – Hm, que delicia!


Anahí: Parabéns, amiga! – disse dando pinotes, enquanto colocava a bandeja de docinhos na cama. – Juro que quando chegarmos ao México eu compro um presente bem bonito pra você. – dando um abraço.


Dulce: Não precisa Annie! – piscou.


Maite: Parabéns Dulce, muito sexo na nossa vida! – deu um abraço nela. – Muita putaria, e muito rock!


Ucker: Amém!


Dulce: Cala a boca amor. – riu. – Obrigada Maite.


Christian: Parabéns mamãe! – disse com voz de bebê, colocando Laurinha na cara de Dulce.


Dulce: Oh minha princesinha. – disse a pegando no colo e lhe dando um abraço apertado e em seguida beijando sua bochechinha gordinha. – A mamãe te ama. – ela começou a se mexer incomodada com o abraço forte até demais. 


Dulce lhe deu outro beijinho. Era o primeiro aniversario dela como mãe e aquilo era maravilhoso, Laura estava ali com ela. No aniversario passado nem sexo tinha feito ainda e sequer passara pela sua cabeça que em seu próximo aniversario teria uma filhinha de três meses. Poncho e Christian também a parabenizaram e a ruiva agradeceu. 


Dulce: Onde conseguiu tudo isso? – ela perguntou apontando o bolo e todo o resto.


Ucker: Ontem enquanto a gente estava no pub  eu fui à cozinha encomendar. – sorriu.


Dulce: Eu agradeço. – botando um docinho na boca. – Meu Deus, eu não posso acreditar que eu estava esquecendo o meu próprio aniversário. – negou com a cabeça rindo.


Ucker: Para de pensar em mim um pouco meu amor. – ele beijou o ombro dela, que gargalhou. – Pensa tanto em mim que esquece até o seu aniversario.


Dulce: Que engraçado. – gargalhou.


Eles comeram e ficaram conversando ali e contando piadinhas, não demorou e o telefone da ruiva tocou, eram seus pais lhe desejando um feliz aniversario, a ruiva agradeceu, conversou alguns minutos com eles e desligou. Depois Solange e Ulisses ligaram, os pais de Christopher também. 


 


Aquele dia foi super tranquilo e divertido, Christopher mergulhou com Dulce, já que não puderam no dia anterior, em seguida foram visitar as ruínas de um antigo povoado histórico chamado Vila dos Remédios, depois foram ver os golfinho, tiraram fotos e se divertiram muito. Para o alivio de Christopher, Ana Maria não foi vista outra vez e isso o deixava muito aliviado.


 


¨¨¨¨


À noite.


Maite: Nossa, você está linda ruiva! – encarou Dulce, que se olhava no espelho.


Ela usava uma bermudinha preta, folgadinha, bem despojada e uma blusinha de manguinhas, rosa bebê, os cabelos estavam presos em um rabo de cavalo e a franja caia por seus olhos, a maquiagem leve e nos pés um meia pata também preto.


Dulce: Obrigada.. – ela sorriu finalizando a maquiagem. – Quero ver para onde o Uckermann vai me levar.


Anahí: Bom, deve ser para um encontro romântico não é? – disse obvia. – Pra comemorar seu aniversário.


Dulce: Isso eu sei... – gargalhou. – Mas eu quero saber para onde.


Maite: A curiosidade matou o gato. – deu língua.


Dulce: Que bobinha. – pôs os brincos. – Meninas, tomem cuidado com minha filha lá pelo pub, pelo amor de Deus.


Anahí: Sem problemas amiga. – piscou. – Não vamos tirar os olhos dela.


Dulce: Eu sei, eu confio em vocês. – abraçou as duas ao mesmo tempo, em seguida foi até o berço inflável, onde ela estava sacudindo um chocalhinho, afobada. – Ei meu amor. – pegou ela no colo, fazendo-a derrubar o chocalho e choramingar irritada. – A mamãe já vai. – pegou o chocalho que Anahí lhe estendia. – A mamãe espera de coração que você se comporte com a tia Annie e tia Maite, sim? – ela encarou a mãe, sacudindo as perninhas. Dulce lhe devolveu o chocalho e ela parou de choramingar. – Meninas, qualquer coisa viu? Me liguem que eu volto em questão de minutos.


Anahí: Pode deixar amiga. – sorriu pegando Laura no colo.


Maite: Nem precisa dar suas mil e uma instruções, nós já sabemos de cor. – rolou os olhos e Dulce riu.


Dulce: Certo. – escuta uma batidinha. – Já vou amor. – caminhou até lá e abriu a porta. Ele se escorou no batente admirando-a, estava linda.


Ucker: Nossa... – mordeu o lábio. – Tudo isso é pra mim? – ele sorriu acariciando o maxilar.


Dulce: Acho que sim. – sorriu sem jeito. – Está lindo amor. – deu um beijinho nele.


Christopher usava uma blusa social vermelha com os primeiros botões abertos, uma calça jeans e os cabelos molhados, nos pés tinha um tênis de marca branco. Estava extremamente cheiroso.


Ucker: Você também está linda. – piscou. – Me deixa dar um beijinho na minha princesa e a gente vai sim? – Dulce assentiu e ele se aproximou de Laura que estava no colo de Anahí. – É papai... – com voz de bebê. – De novo estão me largando aqui. – beijando a mãozinha dela. – Mas hoje é por uma boa causa, é aniversario da mamãe e o papai precisa levar ela para passear não é? – beijou a cabecinha dela. – Se comporta princesinha. – suspirou. – Valeu por olharem ela pra gente. – disse as meninas. – Qualquer coisa vocês podem ligar viu?


Maite: Sim. – enfadada. – Vão logo! – agoniada.


Ucker: Calma, está expulsando por quê? – riu e saiu com Dulce de mãos dadas.


Maite: Seus pais são doidos, sim ou claro? – disse a Laurinha que olhava pra porta com os olhinhos fixos e fez um biquinho de choro ao ver que seus pais já tinha ido embora. – Anahí, ela vai chorar porra, vamos descer logo!  


Anahí concordou e as duas desceram com a neném.


 


¨¨¨¨


Dulce e Christopher chegaram ao restaurante em poucos minutos, foram caminhando mesmo, já que tudo ali era muito perto. 


Ao chegarem ao restaurante, que por sinal era bem requintado e agradável, o garçom os dirigiu até a mesa que Christopher reservara, além de ter uma vista maravilhosa para o mar ao lado ainda tinha um enorme aquário com varias espécies de peixes. Era uma mesa super discreta.


Dulce: Nossa meu amor! – sorriu maravilhada. – Como reservou essa mesa? Não me diga que mentiu pra mim ontem com aquela historia do hotel?


Ucker: Foi sim. – sorriu acariciando o rosto dela. – Às vezes é preciso contar umas mentirinhas não é? – ela negou com a cabeça e os dois se beijaram de leve.


Dulce: Eu adorei, o restaurante é muito lindo. – apertou a mão dele enquanto olhava o cardápio.


Ucker: Fico feliz. – beijando a mão dela. 


O garçom se aproxima, anota os pedidos e se retira. 


Ucker: Amor, o que acha da gente marcar logo a data do nosso casamento hein? – fazendo uma carícia na mão da ruiva. – Eu mal vejo a hora de me casar com você.


Dulce: Hm, eu também não vejo a hora amor, não queria nem tão perto nem tão longe, quero que dê tempo de organizar meu enxoval, meu vestido de noiva, a decoração do casamento, eu quero tudo do jeitinho que eu sempre quis. – com os olhinhos brilhando.


Ucker: E em quanto tempo você acha que consegue organizar tudo isso? - perguntou e Dulce pôs o dedinho no queixo e mordeu o lábio de leve.


Dulce: Creio que no máximo em cinco meses. – descendo o olhar para seu anel de noivado.


Ucker: Tudo isso meu amor? – choroso. – Vai demorar muito. – com um biquinho.


Dulce: Que exagero meu bem. – sorriu. – Passa voando. – beijou o biquinho dele. – Vai dar tempo de organizar tudo.


Ucker: Bem, você tem razão. – teve que concordar. – Temos que organizar o apartamento, arrumar o quarto da neném, temos que deixar tudo no ponto antes de enfim, casar. – rolou os olhos, por que tinha que demorar tanto?


Dulce: Sim! – ela riu da cara dele.


Há alguns dias atrás tinham decidido que morariam no apartamento de Christopher, já que o lugar era razoavelmente grande e os dois não queriam continuar dependendo dos pais depois do casamento, afinal de contas estariam iniciando uma vida nova um com o outro e os pais já não teriam mais obrigações. 


Apesar de saber que os pais não gostariam muito da ideia, eles estavam decididos. O garçom chegou com os pedidos e os serviu, ofereceu o vinho e Christopher concordou. Depois de servi-los o garçom se retira.


Ucker: Amor. – disse colocando sua taça na mesa. Dulce o encarou. – Eu não sei o que você faz comigo. – deu um sorrisinho nervoso. 


Dulce: E o que eu faço com você? – sorriu de lado. 


Ucker: Eu não sei. – riu. – Eu não imagino mais a minha vida sem você Dulce. – entrelaçando sua mão com a pequena mão de Dulce. – Sem a nossa filha...


Dulce: E nem eu imagino a minha sem você. – mordeu o lábio, timidamente. – Eu te amo muito.


Ucker: Eu também amo você. – tomou um gole do seu vinho. – Hoje é o seu aniversario e eu queria fazer algo especial, mas eu não consigo. – suspirou.


Dulce: E quem disse que não está sendo especial? – ela o encarou. 


Ucker: Eu queria que fosse mais. – sorriu. – Bem, acho que já está na hora de te dar o seu presente de aniversario.


Dulce: Eu pensei que o meu presente fosse esse jantar. – indagou enxugando os lábios de leve no guardanapo, observando ele pegar uma caixinha roxa um pouco retangular do bolso da calça.


Ucker: Até parece. – ele riu entregando a caixinha à ruiva. – Abre, é seu, espero que goste.


Dulce sorriu e abriu a caixinha, era um cordão de ouro, ela puxou o cordão e viu que tinha um pingente lindo! Era uma pequena bailarina com mais ou menos dois centímetros, fazendo o seu passo preferido de ballet, o arabesque.


Dulce: Oh meu Deus! – pôs a mão no rosto. – Que lindo amor! – com os olhinhos brilhando. – É incrível, é o meu passo favorito! – beijou o noivo, tinha simplesmente adorado aquele presente.


Ucker: Fico feliz que tenha gostado. – sorrindo. – Eu pedi pra fazerem especialmente pra você. – Dulce arregalou os olhos. – Seu nome está escrito atrás. – afirmou apontando.


Dulce: É sério? – mordeu o lábio, olhando o pingente. 


Era verdade, estava escrito, apesar de ter que forçar um pouco a vista, lá estava seu nome, no tronco da bailarina.


Ucker: Sim, não tem igual a ele, é único e exclusivo seu. – Dulce lhe deu um selinho demorado. – Vem, deixa eu colocar ele no seu pescoço. – ela lhe deu o cordão e ele colocou no pescoço dela. – Prontinho, ficou lindo em você. – sorriu.


Dulce: Obrigada. – segurando o pingente. – Amor? – ele a encarou. – Você se importaria se eu voltasse a dançar?


Ucker: Mas é claro que não princesa. – a encarou com um sorriso de canto. – Se você quer dançar, vai em frente, eu sei que o ballet  é a sua vida e se você quer voltar, eu vou apoiar no que precisar.


Dulce: Obrigada. – ele piscou dando de ombros.


Terminaram de comer e saíram do restaurante de mãos dadas.


Ucker: Gostou do jantar? – umedeceu os lábios, enquanto caminhava abraçado com ela.


Dulce: Adorei! Estava delicioso. – ela olhou o pingente. – Mas eu gostei mesmo foi do meu cordão.


Ucker: Notei. – deu uns beijinhos nela. – Vamos estacionar um pouquinho na praia?


Dulce: Vamos. – assentiu. – Espero que a Laura não esteja dando trabalho, aqui o sinal pra celular é um saco. – suspirou.


Ucker: Não vamos demorar tanto. – ele riu. 


Caminharam pela areia, descalços e decidiram sentar um pouco ali e ficarem observando o mar.


Ucker: Ah amor, já ia esquecendo. – ele riu. – Vi o mar lembrei que achei uma concha quando a gente estava mergulhando.


Dulce: Uma concha? Aquelas que têm uma pérola dentro? – curiosa.


Ucker: Sim, mas a que eu achei era apenas um lado, estava aberta. – ele apertou o nariz dela, que estava encostada no peitoral dele.


Dulce: E o que tem demais, muitas pessoas encontram conchas. – deu língua. 


Ucker: Mas não uma vermelha. – ele disse apoiando o queixo no ombro dela.


Dulce: Achou uma concha vermelha? – ela disse enfezada, ele assentiu. – E onde ela está?


Ucker: No hotel.


Dulce: Me dá? – pediu com os olhinhos brilhando.


Ucker: Claro. – beijou o ombro dela. – Você manda e eu obedeço meu amor.


Dulce: Que exagero. – gargalhou.


Os dois ficaram fazendo algo que adoravam: olhar as estrelas, o céu naquela noite estava espetacular e contrastando com aquela vista impecável da natureza parecia um sonho. De repente Christopher viu algo cortando o céu.


Ucker: Olha ali amor! – olhou para o céu. – É uma estrela cadente, faz um pedido de aniversário. – disse rápido e Dulce sorriu fechando os olhos, a estrela cadente sumiu e ele a encarou. – Fez? – ela assentiu. – E o que você pediu?


Dulce: Pedi que o nosso casamento seja muito feliz e que você não nos deixe sozinhas nunca mais. – virou o olhar pra ele que sorriu.


Ucker: Só podia um pedido, danadinha. – apertou o nariz dela. 


Dulce: Mas eu pedi dois e eu tenho certeza que ela vai ser boazinha comigo. – olhando para o céu. – Estrelas são generosas. – piscou.


Ucker: Com certeza! – tomou os lábios dela em um beijo calmo. – O que acha de um banho de mar? – ergueu a sobrancelha.


Dulce: Ótima ideia! – gargalhou e ele levantou, ajudando-a levantar também. 


Os dois entraram no mar de roupa e tudo, Dulce deu um gritinho.


Ucker: O que foi? – preocupado.


Dulce: Nossos celulares! – pôs a mão na boca. – pegando o aparelho do bolso. – Ah estragou! – lamentada.


Ucker: O seu celular você quer dizer. – ele riu. – O meu está sem chip, então ficou no hotel. Pelo menos se salvou. – deu de ombros a abraçando pela cintura.


Dulce: Você ri não é? – ele ergueu a sobrancelha jogando o celular no mar de uma vez, não prestava mais mesmo. – Viu o que você fez? – o encarou com um bico. – Estragou meu Iphone! – 


Ucker: Depois você compra outro. – deu um selinho no bico dela, que abriu um sorriso. – Vem vamos mergulhar.


Dulce: A água está muito fria. – sacudiu a mão, jogando água nele. – Estou com frio amor.


Ucker: Você é muito mole Dulce. – fez uma careta, ela gargalhou.


Dulce: Se você soubesse tudo o que eu já aguentei não abriria a boca pra me chamar de mole. – gabou-se enquanto passava por ele.


Ucker: Diz isso pela TPM? – ele riu indo atrás dela. – Eu sofro com ela muito mais que você, pode ter certeza. – lamentou.


Dulce: Você não aguentaria ser mulher. – ergueu a sobrancelha.


Ucker: Eu concordo. – a abraçou por trás. – Vocês são sentimentais demais. – bufou.


Dulce: Não digo pelo sentimentalismo. – ela revirou os olhos, apertando a bochecha dele.


Ucker: Então?


Dulce: Mulheres sofrem por tudo. – ela disse chorosa. – Nós mulheres, sofremos quando nascem os seios, sofremos quando menstruamos... – fez cara de nojo e ele riu. – Sim, tem aquela dor de cólica insuportável. – sentiu a espinha gelar. – Sofremos quando perdemos a virgindade. – ele gargalhou. – Não ri, é sério. – ergueu a sobrancelha se virando. – Dói muito.


Ucker: Mas isso não é culpa dos homens. – ele beijou o ombro dela. – É por culpa de Eva, que comeu o fruto proibido. – gargalhou.


Dulce: Sim... – suspirou. – Se não fosse por ela ter desobedecido a Deus, as mulheres não sofreriam tanto, não menstruariam, não sofreriam as dores do parto, não sofreria a dor da virgindade rompida.


Ucker: Não sei qual deve ser a pior... – jogando água nela.


Dulce: Todas são ruins, mas o parto supera TODAS. – o soltou para devolver as labaredas de água.


Ucker: Onw, o meu amorzinho sofreu muito? – disse com vozinha de bebê, ela fez um biquinho e assentiu.


Dulce: Sofreu. – com uma carinha triste. – Doeu muito.


Ucker: Onw, se eu pudesse eu passaria por isso no seu lugar. – disse assentindo.


Dulce: É sério? – ergueu a sobrancelha.


Ucker: Não. – deu um risinho e ela lhe deu um tapa no braço. – Ah gatinha, vamos fazer um irmãozinho pra Laura, sim? – disse todo alegre.


Dulce: Se você parir, a gente faz. – mordeu o lábio o abraçando pelo pescoço.


Ucker: Fisicamente e biologicamente impossível. – piscou.


Dulce: Então, sem irmãozinhos. – devolveu a piscadela, dando um beijinho nele. 


Ficaram brincado, nadando e namorando durante alguns minutos, até que a ruiva começou a reclamar do frio e os dois resolveram ir embora. 


Ao chegarem ao hotel trocam de roupa e em seguida vão encontrar os amigos no pub, que estava ainda mais animado que o dia anterior. Laura estava toda alegrinha no colo de Maite, parecia estar gostando da farra. 


No dia seguinte estavam voltando ao México, se sentindo revigorados e relaxados.


 


¨¨¨¨


As duas semanas de férias se passaram voando. Eis que estava todo mundo preparado para mais um ano na faculdade.


Anahí: Acordem! – disse batendo palmas. – Vamos acordar, que acabou a folga!


Maite: Está de brincadeira não é? – com os olhos fechados. – Tenho três coisas pra te dizer, primeira: eu acabei de ir dormir, segunda: primeiro dia não é importante, terceira: me deixe em paz.


Anahí: Pois você vai para o primeiro dia mesmo assim Maite, esqueceu que você está devendo uma matéria? Nós não podemos dar motivos para o professor nos reprovar.


Maite: Ai Anahí. – levantou rolando os olhos. – Uma coisa que vou pedir para o Papai Noel, será um foguete, pra te mandar para o espaço!


Anahí: Que engraçado... – rolou os olhos. – Dulce? – disse sacudindo a ruiva. – Acorda!


Dulce: Sai Annie... – chorosa, se cobrindo.


Anahí: Esteff! – jogou o ursinho de pelúcia de Dulce na cabeça da gordinha. – Acorde! Anda Dulce, aproveita que a Laura ainda está dormindo.


Dulce: É claro que ela está dormindo, ela foi dormir às cinco da manhã, juntamente comigo. – disse morrendo de sono.


Anahí: Cólicas? – Dulce assentiu, coçando os olhos enquanto sentava. – Vixe, tenta dormir a tarde.


Dulce: Tem o treino das animadoras, vai ter o campeonato de começo de ano, temos que treinar dobrado. – bocejou. – Eu estou exausta.


Anahí: Ai amiga. – mordeu o lábio. – Hoje eu quebro pra você, sem problema. - Dulce sorriu.


Dulce: Certeza? – Anahí assentiu. – Valeu amiga. - sorriu e depois fechou o sorriso. - Ah mas nem vou poder mesmo. – pôs a mão no rosto. – Lembrei agora que eu tenho hora marcada no ginecologista às três da tarde. – suspirou.


Anahí: Não me diga que você está... – gesticulou. – Outra vez? – aturdida. Dulce arregalou os olhos, negando com a cabeça.


Dulce: Não Annie! – espantada. – Está louca é? – riu. – Vou até lá para que me recomende um anticoncepcional de confiança. – bocejou outra vez. – Agora que Christopher e eu vamos casar, eu vou precisar.


Maite: Senão a Laura vai ganhar irmãozinhos. – berrou de dentro do closet.


Dulce: Sim. – riu. – Mas também para parar com a camisinha, o Ucker não gosta de usar.


Anahí: E por que? – deu um sorrisinho. 


Dulce: Sei lá. – disse sem jeito.


Maite: Homem não gosta de camisinha, por que segundo eles o prazer não é o mesmo. – disse ainda dentro do closet.


Dulce: É, é isso mesmo. – sorriu de lado, agradecendo por Maite ter respondido.


Anahí: Que nada, ainda bem que eu sou mulher e sinto prazer com ou sem camisinha. – piscou levantando, Dulce concordou. – Mas então, dorme quando chegar, deporta a bebê para o Ucker e pronto.


Dulce: Sim, farei isso! – disse concordando com a cabeça. Anahí foi em direção de Esteff que ainda dormia.


Anahí: Esteff eu vou pegar um copo de água para jogar na sua cabeça. – indo em direção a cama da gordinha e lhe descobrindo.


Esteff: Sai Anahí! – reclamou sonolenta. – Eu estou com sono!


Anahí: Alegria, alegria, vai começar as aulas! – cantou animada.


Maite: Odeio essa faculdade, odeio esse campus. – passando do closet  para o banheiro com a toalha na mão. Todas riram.


Dulce: Todo ano ela fala isso. – levantou rindo. – Me deixa ver essa dorminhoquinha... – falou baixinho enquanto se aproximava do bercinho da filha. – É mamãe, eu estou com soninho. – sorriu vendo como estava a fralda dela. – Ai parece que está limpa. – encarou Anahí. – Amém. – deu um beijinho em Laura e buscou o carrinho da pequena, trazendo-o para perto do berço. – Ai meu Deus... – olhou para o céu. – Que ela não acorde! – suspirou se virando para pegá-la, pegou no colo com todo o cuidado que pode e gelou quando ela começou a reclamar, a colocou contra seu peito para que dormisse outra vez e funcionou, sorriu satisfeita dando um cheirinho na cabecinha dela, colocando-a com cuidado no carrinho. – Ufa! – passou a mão na testa, sorrindo cansada.


Quando Maite saiu do banheiro, ela entrou e tomou seu banho rapidamente. Todas se arrumaram e em seguida desceram para o café da manhã.


 


¨¨¨¨


Dulce: Ai, eu até que estava com saudades daqui. – sorriu sentando-se na sua habitual mesa da cantina.


Maite: Ai Dulce me erra com esse seu otimismo em relação às aulas. – bufou olhando o cardápio, não estava gostando nada de ter que voltar a estudar.


Dulce: Que horror Maite. – suspirou. – Um dia você vai sentir saudades e se lembrará de mim. 


O celular da ruiva tocou, rolou os olhos ao ver que era sua mãe. Não era por nada não, mas ultimamente Blanca e Alexandra estavam um saco, esse casamento realmente estava deixando as duas à beira de uma sincope. 


Dulce: Oi mamãe. – fechou os olhos com força ao ouvir o gritinho.


 






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Autor(a): ardillacandy

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Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 10662



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  • steph Postado em 13/03/2024 - 02:37:35

    Olá tudo bem? Gostaria de convidar para ver a minha história, acabei de publicar. https://fanfics.com.br/fanfic/62268/minha-vida-tem-trilha-sonora-labirinto-a-mag ia-do-tempo

  • misssong Postado em 30/08/2023 - 20:47:03

    OI gente, tudo bem? Desde já peço desculpas por invadir assim o espaço da amiga escritora, para divulgar o meu primeiro trabalho aqui no site, espero que gostem. https://fanfics.com.br/fanfic/62162/365-dias-ao-seu-lado-original Muito obrigada pela atenção!

  • proarticlepost Postado em 07/06/2022 - 00:22:33

    https://www.proarticlepost.com

  • martinha2022 Postado em 25/05/2022 - 19:29:18

    Oi gente, convido vocês para conhecer minha fanfic, é vondy e vocês Vão amar... é bom clichêzinho, mas cheio de reviravoltas. https://fanfics.com.br/fanfic/61812/meu-namorado-de-infancia-vondy-hot

  • heling090 Postado em 27/08/2021 - 01:37:09

    Osmanthus fragrans tea is a kind of precious flower tea made from exquisite tea billet an https://www.thepopularsmart.com

  • carol_bsh Postado em 02/01/2021 - 14:49:16

    Oii gente, queria convidar vocês pra conhecer a minha fanfic: O melhor amigo do meu irmão - Vondy Poncho, na verdade, não é meu irmão. Minha mãe casou com o pai dele quando a gente tinha uns onze anos, e, desde então vivemos na mesma casa. Isso não é um problema, muito pelo contrário. A gente é bem amigo e se dá super bem. Temos gostos parecidos e a mesma roda de amigos. Ou quase a mesma... Christopher, (que vive me enchendo o saco), é o melhor amigo de Poncho, e vive em casa. Ou melhor, vivia. Agora ele tá voltando de um intercâmbio, ficou quase um ano na Austrália. O filho da puta deve tá mais gato do que saiu... E mais chato também, com certeza. Tenho postado todo dia, vão lá conhecer <3

  • anne_mx Postado em 18/10/2020 - 00:50:28

    São fanfics como essas que me fazem crer que amizade verdadeiras existem, ver todo o apoio da Any e da Mai com a Dul, eu faria exatamente a mesma coisa pelas minhas amigas, me senti como a Mai cada vez que ela defendia a Dul, mas também quando ela chorou no nascimento da Laurinha, me senti a Any quando defendeu a Dul ou a Esteff mas também quando ela cuidava da Laurinha, eu tô morrendo de amores, eu ficaria anos aqui falando sobre essa fic de tanto amor que tô sentindo <3

  • anne_mx Postado em 18/10/2020 - 00:47:44

    No começo, confesso que odiei, até falei assim comigo mesma: Vou continuar a ler só pra ver se ela vai terminar a web com o Christopher nesse relacionamento tão abusivo, só que puts, eu fui me apaixonando pelo crescimento dos personagens, Dulce de menina, se tornou uma mulher e mãe incrível e o Christopher que começou a web só pensando com a cabeça de baixo, terminou a web salvando a vida da Dul e da Clarinha e eu amo webs em que existe o crescimento do personagem como pessoa e essa é tão real que emociona muito, porque infelizmente os homens são mais imaturos que as mulheres e ver o Christopher lutando pela Dul e valorizando ela como mulher e como outro ser humano que também merece respeito foi tudo e ver a Dul valorizando o amor que sentia por ele e deixando de lado as inseguranças foi tudo, poderia passar anos aq falando dessa web q mexeu com meu coração, estou aqui no site há anos e não sei como nunca tinha lido Precocemente Mãe, agradeço por terem postado ela aq, mt amor p vcs <3

  • baah Postado em 24/06/2020 - 19:31:43

    Lá vamos nós de novo nessa web. Adoro.

  • grids Postado em 18/02/2020 - 01:43:37

    VOU FAZER IGUAL A GALERA DO YOUTUBE E PERGUNTAR ALGUÉM EM 2020? Essa fic é boa demais, sem condições, Duda Nordine é sinônimo de arraso né mores, um defeito não tem

    • mellorylamour Postado em 08/06/2020 - 20:34:20

      Coisas que a quarentena me proporciou.




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