Fanfic: . Esbarrões .
- Claro. A cachorra é sua! Você deveria dar banho nesse monstro. – respondi, irritada.
- Eu vou te ajudar, chata. Pegue ela pela coleira, e a leve para o jardim da frente que eu vou pegar as coisas para o banho. – ele a soltou com uma advertência, e saiu. Ela ficou sentada me observando, de rabo sacudindo de um lado para o outro e a língua de fora, caída da boca. Suspirei.
Com o punho firme eu peguei a coleira dela, que era apenas de pescoço, e a arrastei pela lateral da casa, na entrada feita de pedras para o carro. Ela vinha resmungando. Eu acho que estava apertando seu pescoço, mas precisava manter firme, se não, eu seria arrastada. Quando chegamos ao jardim da frente, eu a coloquei perto da enorme macieira que tinha mais para o canto, onde tinha também a torneira que Christian usaria.
A fiz sentar, com muito custo, e tirei os chinelos, jogando perto da porta de entrada. Seria mais fácil descalça. Quando Christian apareceu, carregando um balde com os produtos para banho, ela começou a sacolejar e a latir para ele.
- Quieta, menina, quieta! – ele pediu, colocando as coisas no chão e sorrindo para ela.
A cachorra sentou nas patas de trás e latiu mais uma vez. Ele se encaminhou para a torneira e a conectou na mangueira. Eu peguei o sabão e a escovinha própria para aquilo, e esperei que ele a molhasse. Quando Christian ligou a mangueira, a cachorra começou a latir e ganir como uma louca.
- Laica! – eu e Christian gritamos juntos, fazendo-a parar e olhar para mim. Nesse momento, Christian a segurou pelo pescoço forte o bastante para apenas fazê-la ficar parada, e direcionou a mangueira para suas costas.
Eu comecei a rir da forma como ela abanava o rabo e saracoteava. Era engraçado também ver Christian ficar molhado ao tentar fazê-la sossegar. Ela era hiperativa desde quando á trouxemos pra casa, á quase três anos. Ela tinha apenas quarenta dias, e já não cabia mais na minha mão, como a maioria dos cachorrinhos nessa idade.
– Eu a seguro, e você a ensaboa. Vem logo! – ele disse, fazendo-a deitar de lado.
Eu me ajoelhei ao lado do corpo branco com manchas beges da cachorra que não parava de abanar o rabo. Passei o sabão e logo depois passei a escovinha de leve para não machucar.
Logo depois invertemos as posições dela, fazendo-a assim, ficar limpa, com o pelo branco brilhando pela luz do sol em todo o corpo, ainda molhado. Eu me levantei, pegando a toalha que usáramos para secá-la e passei em minhas pernas e joelho, secando. Nesse momento o portão eletrônico emitiu um barulho e meu pai apareceu na porta da sala, com o controle na mão. Olhei para ele de cenho franzido.
- O que foi? – ele apenas sacudiu a cabeça em direção ao portão e eu olhei naquela direção. De longe eu vi a cabeça de Alfonso. Ele passou pelo portão, e eu vi que Mai vinha com ele.
Onde estão ?
Prévia do próximo capítulo
- Oi Dul, Chris, tio. – disse Mai, vindo na minha direção e me dando um beijo na bochecha. - Olá Maite, Alfonso. – disse meu pai, formalmente. Revirei os olhos. - Oi. – disse Chris, sorrindo pra ela, e recebendo um selinho. Revirei os olhos novamente e Poncho riu pra mim. - Oi gente. Oi tio. – meu pai sorriu novamente e en ...
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Comentários do Capítulo:
Comentários da Fanfic 280
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eneida228 Postado em 30/11/2011 - 00:53:11
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eneida228 Postado em 30/11/2011 - 00:53:11
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eneida228 Postado em 30/11/2011 - 00:53:09
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