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Fanfic: Relação Extraconjugal | Tema: Rebelde


Capítulo: 546°Capitulo

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Já estava babando no travesseiro quando o seu celular tocou. Era um numero desconhecido.


- Quem é o inútil que está me ligando às quatro da manhã? – irritou-se ainda mais. – Puta que pariu. – atende. – Que seja muito importante! – com os olhos fechados. 


- Dulce? – a ruiva reconheceu a voz, era Vinicius, irmão de Matheus.


- Vinicius? Cadê o inútil do seu irmão? Ele me deixou plantada a noite inteira!


- Dulce. – a voz dele parecia abatida. A ruiva se preocupou e sentou-se, ligando o abajur. – Aconteceu uma desgraça. – o homem danou-se a chorar deixando Dulce completamente em pânico.


- Vinicius fala logo, caralho! – disse nervosa.


- Dulce, o Matheus sofreu um acidente de carro, e foi feio ruiva, acho que ele não vai escapar.
Dulce ficou em choque.


- O que? – ela perguntou, ainda sem compreender. – Mas quando? Como foi isso? – pôs a mão na boca, ouvindo os choros de Vinicius. Naquele momento seu coração se comprimiu e ela sentiu as suas lagrimas escorrendo.


- Dulce, eu não vou conseguir explicar por telefone. – o homem disse. – Mas vem para o pronto-socorro, fazendo o favor?


- Claro, só me passa o endereço. – disse chorando. – Rápido Vinicius! – impaciente.


Vinicius lhe deu o endereço e a ruiva rapidamente se arrumou, seu desespero era tanto que estava deixando cair varias coisas no chão.


Não demorou e a porta do seu quarto se abriu.


- Minha filha? – Blanca entrou no quarto e se assustou ao ver a filha chorando. – O que houve Dulce?


- Matheus sofreu um acidente mãe! – ela disse aos prantos enquanto buscava a chave de seu fusquinha. Onde aquela droga tinha se metido?


Blanca arregalou os olhos.


- Mas como assim? – disse em choque. – Como isso aconteceu? – pôs a mão na boca.


- Não sei, mas eu tenho que ir. – não explicou e desceu as escadas correndo. – Eu preciso ir vê-lo.


- Dulce? – Blanca disse nervosa. – Você não está em condições de dirigir minha filha! – ia atrás da menina. Estava preocupada, pois Dulce estava tremendo demais pra pegar um trânsito. – Dulce! – berrou, mas não adiantou, Dulce já estava dentro do fusca, lutando para liga-lo.


- LIGA DROGA! – ela berrou e o carro ligou. – Abre o portão pra mim mamãe. – gritou.


Blanca suspirou e fez o que a filha pediu, em seguida se agachou na janela do carro. 


- Me mande noticias filha, eu vou rezar por ele. – fez o sinal da cruz na ruiva, que assentiu.


Dulce saiu e Blanca tratou de avisar ao marido do ocorrido, Fernando ficou em choque.

No caminho, Dulce dirigia nervosa. Matheus não podia morrer, não podia abandona-la.


 


Sentia as lágrimas quentes caindo pelo seu rosto e agradecia pelo fato dos gêmeos estarem com o pai.


Não demorou e chegou ao hospital. Pediu informações na recepção e logo viu Geyse, namorada de Vinicius por ali, a loira tinha olhos vermelhos, provavelmente pelo choro.


- Dulce, ainda bem que você chegou! – Geyse verdadeiramente agradeceu aos céus.


- Como ele está, Gê? – Dulce perguntou enquanto caminhavam pelo corredor.


- Está muito mal Dulce. – disse negando com a cabeça. – Foi tão de repente. 


As duas atravessaram o corredor e encontraram Vinicius, estava com a cabeça baixa ao lado de outro rapaz que aparentava ter a mesma idade, provavelmente eram amigos.


- Vinicius! – ela chamou olhando ao redor. – Onde está o Matt? Cadê ele?


- Dulce... – ele suspirou, brincando com os dedos, sem olha-la. – A situação tá complicada olha. – fungou.


A ruiva caiu no choro e Geyse a abraçou.


- Como isso aconteceu? – ela perguntou aos soluços.


- Ele deixou a gente na porta da boate e seguiu a rua direta, nós ainda vimos de longe o carro batendo em outro e capotando quatro vezes. – o cara desconhecido falou. – Parece que o outro motorista estava bêbado.


- Droga! – ela praguejou. – Malditos bêbados! Maldita bebida! – socou a cadeira. – Foi ao menos preso?


- A policia levou pra delegacia. – Vinicius assentiu. – Iam fazer teste do bafômetro e exames pra ver se estava com droga no sangue. – foram interrompidos pelo médico, que se aproximou. Vinicius levantou-se e encarou o médico.


- Como está o meu irmão doutor? – ele perguntou. – Ele está vivo?


O doutor os encarou sério, e suspirou descendo os olhos para a prancheta.


- É o irmão de Matheus Carvalho? – todos assentiram. O doutor respirou fundo. – A situação do seu irmão está muito delicada rapaz... Os vidros do para brisa perfuraram o pulmão e o fígado dele com brutalidade, até agora ele teve duas paradas cardíacas e não reagiu bem ao medicamento, o sangue é raro e ele está respirando com a ajuda de aparelhos.


- Não... – Dulce pôs a mão no rosto. – Droga! – chorando. – Qual é o sangue dele?


- O negativo. – o doutor suspirou.


- Vocês não conhecem ninguém com esse tipo de sangue? – Dulce perguntou ao irmão dele. 
Vinicius apenas negou, aos prantos. 


- Nós podemos vê-lo? – Vinicius perguntou.


- No momento não. – o doutor anotou algo na prancheta. – Ele está inconsciente. Enfim, qualquer coisa eu venho avisa-los. Eu preciso ver outros pacientes. – saiu.


- E agora? – Vinicius perguntou, mas pra si mesmo do que para os outros. – Como eu vou chegar na mamãe, e contar essa desgraça? – perguntou ao amigo. – Como velho? – chorou outra vez. O amigo o abraçou pelo ombro.


- A tia Neide ainda não sabe? – Dulce arregalou os olhos. Vinicius negou. – Oh céus, ela tem o direito de saber.


- Eu sei, mas cadê a coragem pra ligar e falar? – Vinicius riu sem vontade alguma. 


- Cara, eu ligo pra ela. – o amigo disse.


- Faria isso?


- É claro que sim. – assentiu e pegou o celular, se afastando. – Já volto.


Vinicius coçou a nuca, um tanto atordoado.


- Minha mãe vai querer morrer. – ele sussurrou apreensivo. – O Matheus é louco por ela e ela por ele.


Dulce apenas abraçou o próprio corpo, podia imaginar o desespero que dona Neide sentiria, afinal também era mãe e se algo acontecesse a um de seus filhos ela morreria.


Alguns minutos depois o rapaz volta com o celular na mão.


- E então?


- Ela está vindo pra cá. – ele guardou o celular no bolso e encostou-se a parede. – Ficou louca. – disse fazendo um biquinho.


Vinicius negou com a cabeça e suspirou, podia imaginar como sua mãe teria ficado.


 


Dulce pegou o celular, tinha que avisar à Anahí. Afastou-se um pouco e logo ouviu a voz sonolenta da loira.


- Que seja muito importante vaca. Se você não sabe, são cinco da manhã. – Anahí reclamou enquanto coçava a ponta do nariz.


- Annie... – Dulce disse com a voz tremida, voz essa que Anahí conhecia bem. 


- O que foi Dulce? Tá tudo bem? – ela perguntou com certa preocupação. 


- Annie, o Matt sofreu um acidente. – Dulce disse. – Estamos no hospital, e ele está muito mal.


- Oh meu Deus! – Anahí pôs a mão na boca, horrorizada. – Mas em que hospital vocês estão? – disse se levantando, fazendo gestos para Poncho levantar também.


- No pronto socorro, anota aí o endereço... – ela disse o endereço e Anahí anotou em sua mente. 


- Eu estou chegando aí. – ela desligou e tratou de se vestir.

De manhã cedo, Christopher estava arrumando os bebês para leva-los de volta para a mãe. 


- GABRIEL! – o loiro berrou ao ver o pequeno quase entrando no elevador. – Meu filho, pelo amor de Deus. – o pequeno sentou e ficou encarando o pai com a mãozinha na boca. Christopher o pegou no colo. – O papai já pediu pra você ficar quietinho. – ele suspirou entrando novamente e fechando a porta, já tinha falado mil vezes para Leila fechar a porta depois de sair, mais parecia entrar por um ouvido e sair por outro. – Fica aqui com o seu irmão enquanto o papai termina de pôr a gravata. – o colocou no chão, Gabriel voltou a engatinhar por ali e logo tratou de procurar outra coisa pra se distrair, agora o alvo era a revista de esportes do pai. 


Christopher saiu já com a gravata posta e viu o filho destruindo sua revista, rolou os olhos. Gabriel era uma criança muito hiperativa, ele usava essa palavra pra não dizer aquela outra, denominada “pestinha”, afinal o pequeno sempre estava fazendo arte e aprontando alguma, quando não estava batendo em Matheus (irmão), estava atracado nos cabelos de Leila, ou destruindo tudo o que via.


Ao contrario do irmão, que brincava apenas com os próprios brinquedos, Gabriel colocava na boca tudo o que via pela frente, e sempre quebrava tudo. Tinha herdado todo o gênio de Dulce. Já Matheus era calmo e comportado (dentro do limite) às vezes aprontava alguma, mas não era como Gabriel. Gabriel era algo fora do normal.


Saiu de seus devaneios ao ouvir o celular tocar. Viu que era Dulce e atendeu prontamente.


- Alô. 


- Ucker? – ela disse. Ele estranhou a voz dela, estava parecendo abatida.


- Dulce, tá tudo bem? – ele perguntou preocupado. – Sua voz me parece mal.


- Não Ucker, tá tudo péssimo. – ela suspirou. – O Matt sofreu um acidente. 


Christopher arregalou os olhos e logo ouviu o choro da ruiva do outro lado da linha.


- Dulce, mas como isso aconteceu? – ele perguntou um pouco atordoado.


- Acidente de carro Ucker... Um maldito bêbado bateu no carro dele e ele capotou. – ela sussurrou. – Ele está muito mal e pode morrer.


- Minha nossa! – ele pôs a mão na testa. – Onde você está? Eu posso ajudar em alguma coisa?


- Eu não sei... – ela negou com a cabeça, enxugando as lagrimas. – Eu estou no pronto socorro, eu estou com medo que ele morra Ucker. – disse com a voz embargada.


Ele sentiu um nó na garganta. 


- Ele não vai morrer querida... Ouça, eu vou deixar os bebês com as meninas e vou até aí tudo bem? – ouviu um gemido do outro lado da linha. – Me diz em qual hospital você está?


Dulce disse o endereço e ele prometeu que chegava dentro de uma hora.

Antes passou na casa dela para deixar os bebês com as babás, sim agora eram duas, pois Dulce não dava conta sozinha dos dois anjinhos. Antes de ele sair, Gabriel teve uma crise de choros, pois não queria sair do colo do pai, mas Blanca conseguiu acalma-lo e ele se aquietou.

Duas horas depois Christopher chegou ao hospital, pediu algumas informações na recepção e foi até o corredor indicado, encontrou Dulce assim que chegou.


 


A ruiva estava com uma aparência péssima, seus olhos estavam vermelhos e demostravam que ela não tinha dormido nada a noite.


- Ucker. – ela se levantou e o abraçou forte, sentindo o cheiro dele. – Que bom que veio. – ela disse, ainda abraçada a ele.


- Claro que vim. – ela o soltou e ele sorriu de leve e cheirou os cabelos dela. – Me atrasei por que o Gabriel começou com aquela pirraça dele. – ele disse e Dulce negou com a cabeça.


- Como eles dormiram? – Dulce sorriu pela primeira vez desde que chegou ao hospital.


- Muito bem, acordaram apenas pra mamar, como sempre. – ele disse tirando o paletó, pois ali estava um pouco abafado. Ela sentou e ele sentou ao lado dela. – Por que não me conta o que aconteceu?


Dulce assentiu e contou tudo para o loiro. Christopher ficou muito triste com a situação, qualquer um em seu lugar ficaria feliz com a noticia que Matheus podia morrer, mas ele não. Não sentia prazer nenhum naquilo, Matheus sempre fora muito gente boa com ele e tratava seus filhos e Dulce muito bem.


Não desejaria sua morte nunca.


- E pra piorar o sangue dele é um tipo raríssimo, não tem estocado. – ela terminou.


- E qual é o tipo de sangue dele? – Christopher coçou a nuca.


- O negativo. – ela suspirou.


Christopher arregalou os olhos.


- Sério? – ele perguntou e Dulce assentiu. – Esse é o meu tipo de sangue. – ele sorriu e Dulce arregalou os olhos.


- Você tem certeza? – ele assentiu. – Oh meu Deus, você doaria um pouco do seu sangue? – perguntou com os olhos esperançosos.


Christopher sorriu de leve e não pensou duas vezes.


- É claro que sim. – ele abriu um sorriso lindo e Dulce também sorriu com os olhos brilhando.


Dulce o abraçou forte, não estava acreditando que Christopher doaria seu sangue para Matt. Era uma atitude muito digna da parte dele e ela jamais esqueceria. Depois de tudo resolvido Christopher conversou com o doutor que ficou feliz por terem conseguido alguém para doar o sangue.


A família de Matheus estava um pouco mais aliviada, mas sabia que ainda tinha riscos. Christopher fez alguns exames rápidos, para ver se ele realmente tinha condições para fazer a doação e tudo estava em ordem. Em seguida tirou o sangue e a transfusão foi feita. Assim que o doutor saiu da sala todos já estavam enchendo o profissional de perguntas.


- E então doutor? Meu filho vai ficar bem? – perguntou a mãe de Matheus.


- Ei, vamos com calma... – o doutor enfatizou. – Não vou iludi-los, ainda tem muitos riscos, Matheus ainda está muito fragilizado e o organismo dele não está respondendo a nada... Portanto vamos ter paciência, e vamos ver o que vai acontecer agora depois da transfusão.


Todos se entreolharam.


- Agora eu preciso ir... Com licença. – se retirou.


Neide se pôs a chorar, estava morrendo de medo de perder seu filho, e Dulce estava morrendo de pena dela, devia ser uma dor horrível pra uma mãe. Se ela que era namorada estava a ponto de enlouquecer quanto mais a mãe.


Christopher a chamou em um canto.


- Dulce, eu preciso ir agora, tenho que entregar uns documentos que o meu pai organizou, se eu não for ele arranca o meu couro, mas assim que der eu volto pra cá, ok? – Christopher disse botando o paletó nos ombros.


- Valeu por tudo Ucker. – ela o encarou. – Obrigado por ter doado um pouco do seu sangue pra ele. – deu um sorrisinho de canto.


- Eu adoro te ver sorrir sabia? – ele apertou o queixo dela. – Pra ver o seu sorriso no dia de hoje eu seria capaz de doar todo o meu sangue se fosse possível.


Dulce sorriu e o abraçou outra vez. Não sabia se era carência por toda aquela situação, mas estava gostando de tê-lo ao seu lado naquele momento. Assim que Christopher se foi, o doutor retorna.


 


- O paciente acordou, parece que a transfusão o ajudou a respirar melhor. – ele disse e todos comemoraram. – Contudo, não é querendo ser estraga prazeres, mas ele continua em uma situação delicada. – todos encararam o medico. – Implorou para ver a mãe, o irmão e a namorada. – o medico suspirou.


Dulce, Vinicius e Neide se entreolharam.


- Vou deixar vocês entrarem de um por um, por que esse é um caso especial. – o medico indagou. – Quem vai primeiro?


- Vai lá mamãe. – Vinicius pôs a mão no ombro da mãe, que assentiu. Dulce sorriu concordando.


- Então eu vou primeiro. – Neide engoliu o seco, não estava preparada pra ver seu filho, que sempre esbanjara saúde em uma cama de hospital. Mas ela precisava vê-lo, senão enlouqueceria.


A mulher seguiu o medico e vinte minutos depois voltou, morrendo de chorar.


- Droga, o meu filho está morrendo. – ela disse aos prantos e Dulce a abraçou.


- Não fala isso tia. – ela pediu. – Não fala bobagens, ele não vai morrer!


- E então? – o doutor veio logo atrás. – Quem é o próximo?


- Eu posso ir Dulce? – Vinicius perguntou e Dulce assentiu, ainda abraçada com Neide.


Vinicius foi com o médico e Dulce ajudou Neide a sentar. Depois pegou um copo de água para a mulher.


- Tenta se acalma um pouquinho tia. – ela sentou ao lado da mulher. – O Matt vai ficar bem, como se a senhora não conhecesse ele. – tentou se convencer.


- É por que você não o viu, ele está muito mal. – negando com a cabeça. – Até se despediu de mim alegando que me amava e que não queria me ver triste.


- Pense positivo! – tentou alegra-la em vão, pois a mulher só chorava.


Vinicius saiu exatamente quinze minutos depois, se encostou na parede e passou a mão no rosto. Dava pra notar que ele estava muito tocado... Logo em seguida caminhou até as duas.


- Dulce ele quer te ver. – sentou e abaixou a cabeça.


O doutor apareceu no corredor e chamou a ruiva. Dulce se levantou e o acompanhou.


Quando entrou na sala viu Matheus deitado na cama, cheio de aparelhos, ela não segurou as lágrimas.
- Dulce... – ele tentou sorrir. – Vem aqui, eu não mordo. – ele dizia imóvel, parecia uma estatua.


Ela se aproximou e pode ver que ele estava muito pálido.


- Matt. – ela disse baixinho. – Não fala, por favor. – ela pediu.


- Dulce, eu acho que... – pausa. – Eu estou indo embora. – ela negou com a cabeça sem parar de chorar.


- Não... – negou dando um selinho nele. – Que bobagem meu amor.


- Eu estou morrendo... – ele fez uma careta de dor. – Eu sinto.


- Para de falar bosta Matheus! – disse nervosa. – Você não vai morrer e pronto!


- Promete uma coisa pra mim? – ele perguntou, ignorando o que ela tinha dito.


Ela sequer conseguia falar, ele estava péssimo e falando um monte de merda, definitivamente ele não podia morrer.


- Você não vai morrer caramba! – ela disse firme.


- Eu vou sim... – deu um sorriso fraco. – Me promete que você vai ser feliz?


- Sem você eu não vou ser feliz. – ela negou, coçando a ponta do nariz. – Você é a única pessoa que me aceitou do jeito que eu sou, e eu te amo.


- Eu também amo você Dulce... – ele tossiu e em seguida gemeu de dor, parecia que tossir machucava muito, Dulce ficou com o coração apertado. – Dulce... – pausa. – Eu vou embora, mas eu quero que você saiba, que você me fez muito feliz durante esses quase dois anos que a gente ficou juntos. – ele dizia com os olhos semicerrados. Ela chorava. – Você é a garota mais incrível que eu já conheci. É linda e autentica. E eu estou indo, mas eu quero que me garanta que vai ser feliz com um cara que te mereça... E de onde eu estiver eu vou estar te cuidando. – tossiu outra vez.


- Matt para com isso, por favor. – soluçando. – Para Matt!


- Dulce eu vou morrer! – ele disse um pouco alto. – Eu quero que você siga sua vida! Mas também quero que se lembre de que um dia... Um cara te amou muito, muito Dulce... Você foi a mulher da minha vida e eu sempre soube disso.


 


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Autor(a): ardillacandy

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- E eu fui muito feliz com você, você me fez o cara mais feliz do mundo. – pausa. – Dulce, promete. – ele pediu ficando vermelho. – Promete Dulce! - Prometo. Ele começou a se debater com os olhos bem abertos. Ela deu um grito estrondoso. - MATT! – berrou. O doutor chegou correndo com duas enfermeiras e pediu pra ela se afas ...


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Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 4657



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  • lukinhasmathers Postado em 11/01/2019 - 11:38:18

    oi linda, aqui o se fã de suas históris. bom, gostei da história, no começo, mas depois teve mais relação deles com outras pessoas durante muito tempo e aí ficou chato, até que no final deu uma melhorada. poderia ter mais partes no final deles com os filhos, os gêmeos são demais kkkk

  • misterdumpet Postado em 18/07/2018 - 21:20:33

    Relembre a trajetória de Padre Guilherme. Um homem de bom coração que sempre seguiu um caminho de fé, porém pode ser acusado injustamente de pedofilia, devido a provas forjadas que foram feitas para lhe prejudicar. Para não ser preso e expulso da Igreja Católica, Guilherme terá que simular sua própria morte e assumir uma nova identidade, numa outra cidade, tendo uma esposa, num casamento conturbado e uma filha adolescente e revoltada. Mas os valores adquiridos não serão perdidos e no final das contas, em vez de Guilherme mudar, é ele que vai mudar a vida daqueles que estão ao seu redor, pois ele jamais se renderá ao DESVIO DE CONDUTA. Leia novamente esta saga em https://fanfics.com.br/fanfic/12089/desvio-de-conduta-terminada

  • miiranda Postado em 14/01/2018 - 19:05:07

    provavelmente eu já tenha lido essa história, mas cá estou eu novamente. :)

  • Srta_Olaf♥ Postado em 10/01/2018 - 16:18:28

    Amores passem na minha fic: https://fanfics.com.br/fanfic/52833/amarga-vinganca-vondy

  • Giullya Postado em 27/04/2017 - 00:29:36

    Oii,já faz uns 2 dias que terminei de ler,mais não tinha logado! Parabéns está fic eh mto boa,amei todos os capítulos! Jurei que eles ia se casar e tal Mais pelo menos ficaram juntos! Amei os gêmeos *-* que bom q a coelha liberou o caminho para o casal Vondy ficar junto!! Bjos!! <3

  • Girl Postado em 27/01/2017 - 10:16:47

    oie,poderiam dar uma passada nessa web? mt obg desde já https://fanfics.com.br/fanfic/55914/perdida-por-voce-vondy

  • AnaCantor/portillarbd Postado em 01/12/2016 - 22:08:03

    Mais uma vez em anos aqui estou relendo essa maravilha,pq a gente pode

  • biafangirl Postado em 01/05/2016 - 14:35:07

    Melhor fanfic!!! Amei demais!!!

  • janaynafarias Postado em 10/03/2016 - 20:30:58

    Amore comecei acompanhar essa fic e sinceramente amei, rir, chorei e me emocionei.Q fique foda cara.muito boa Parabéns flor maravilhosa amei.

  • brunaabcosta Postado em 13/02/2016 - 15:51:36

    Uma das melhores que já li. Parabéns!



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