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Fanfic: Relação Extraconjugal | Tema: Rebelde


Capítulo: 548°Capitulo

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- E é isso que resta. – disse com várias lagrimas. – Ah vida... Quando eu vou conseguir ser feliz? Quando? Por que você tinha que ir assim hein carinho? Acho que felicidade e Dulce não combinam muito. – forçou um sorriso de lado.


Aquela altura Dulce duvidava se ainda seria feliz, Matheus estava morto, e só ele estava conseguindo fazê-la desencanar daquele amor sem futuro que sentia por Uckermann, só ele conseguiria fazê-la feliz, só ele a amava com todo o coração e a queria de todas as formas. Como aceitar que tudo estava acabado? Estava sozinha outra vez, sem alguém que lhe dissesse o quanto era especial, linda e meiga.


Estava sozinha outra vez, e ela não iria mais abrir seu coração para o amor, fizera isso uma primeira vez, e sofrera como uma cachorra velha. E quando já estava começando de novo o destino vem e lhe dá essa rasteira brutal. Durante esses dois dias a ruiva se dera conta de que esse tal de amor não era pra ela.


- É Matt... – ela disse passando a mão na lápide de mármore onde estava escrito o nome dele. – Você também me fez muito feliz. – disse com um sorriso de canto. – E eu nunca vou te esquecer! Eu sei que onde você estiver, você vai estar me ajudando e me impedindo de fazer qualquer besteira... No fundo você sempre foi o meu anjo da guarda e eu acho que não vai ser agora que vai deixar de ser. – ela beijou uma rosa que tinha trago consigo e depositou ali em cima do tumulo dele. – Adeus carinho.

Levantou-se e deu mais uma olhada, se despedindo daquele que há quatro dias atrás era um dos motivos de sua felicidade, respirou fundo e secou as lágrimas. A vida continuava e ela tinha dois filhos pra criar, iria dar outro rumo a sua vida, iria se dedicar aos seus filhos! Apenas aos seus filhos que precisavam dela mais do que nunca.


Na casa de Ucker, Leila chegou e foi recebida pelas babás.


- Onde está o Ucker? – ela perguntou confusa, afinal Christopher ultimamente estava trabalhando em casa pelo fato dos gêmeos estarem por lá.


 


- Foi na empresa, ele disse que dentro de uma hora está de volta. – explicou uma das mulheres, enquanto davam mamadeira aos bebês.


- Hum, e faz tempo que ele foi? – sentou-se no sofá ao lado delas.


- Uns vinte minutos! – ela sorriu. Gabrielzinho começou a rejeitar a mamadeira, na pequena cabecinha dele, encher o saco de Leila era mais legal. – Já meu bem? – ele assentiu com a cabecinha e a babá lhe deixou sentadinho no sofá, enquanto ia lavar a mamadeira. – Fica quietinho. – entregou a chupeta pra ele que estava vidrado em Leila.


- O Biel adora a senhora não é? – a outra babá disse enquanto amamentava o outro bebê.


- Sim, ele adora me arranhar. – sorriu amarela.


- Lelê? – ele chamou ela, que rolou os olhos disfarçadamente. – Ti Lelê! – chamou de novo.


A outra babá também saiu e pôs o outro sentadinho ao lado do irmão, que ficou olhando os dois.
Gabriel cansado de chamar, foi até o braço de Leila e deu uma mordida forte.


- AAAAA! – a mulher gemeu de dor e ele abriu um sorriso mostrando seus três dentinhos. – Seu pequeno cachorrinho. – disse baixo. Pegou o bracinho do pequeno e deu um beliscão forte. Gabriel fez um biquinho e começou a chorar de dor.


- Viu? - ela disse. – Isso é pra você não sair mordendo os outros! – sussurrou dessa vez massageando o braço do bebê com medo que ficasse marca, se Christopher descobrisse lhe matava.


Dulce abriu a porta e viu Leila apertando o bracinho do bebê que chorava.


- Que merda está fazendo com o meu filho?!


- Ai que susto Dulce! – Leila pôs a mão no peito. – Podia avisar quando for aparecer.


- Não mude de assunto! – Dulce indagou colocando a bolsa no sofá. – O que está fazendo com ele?


- Ai Dulce, eu só estou fazendo uma massagem, não está vendo? – disse obvia. 


Dulce suspirou e seu rosto irritado deu lugar a uma expressão preocupada.


- O que houve? – ela perguntou pegando o filho no colo. – O que houve amorzinho? – beijou a mãozinha dele e sentando no sofá.


- O irmão dele bateu, beliscou, sei lá o que ele fez. – Leila mentiu. – Eu não estava prestando atenção.


- Dodói mamã. – ele disse mostrando o bracinho.


- Tá dodói meu filho? – beijou o bracinho dele. – Pronto mamãe, vai sarar. – ela suspirou pegando


Matheus e colocando em cima da sua outra perna, dando um beijo na cabecinha dele. – Mamãe estava morrendo de saudades. – cheirou os dois. Leila rolou os olhos, disfarçadamente. – Onde está o Christopher?


- Foi à empresa. – Leila cruzou os braços, observando-a com os bebês.


- Deixou você sozinha com os gêmeos? – ela perguntou, achando estranho.


- Não, as empregadas estão aqui. – ela disse desviando o olhar e arrumando o brinco, notou que seu braço tinha ficado vermelho e dolorido devido à mordida que levara. Que ótimo, agora ela serviria de mordedor para esses dois?


- Hum... – Dulce indagou a observando. Parecia insatisfeita com algo, mas aquilo não era da sua conta e não estava com cabeça pra tentar sacar o que era.


Betina e Nádia voltaram pra sala e começam a conversar com a ruiva, que achou ótimo, não aguentaria ficar apenas olhando para a cara de Leila enquanto Christopher não voltava.


- Meninas, podem arrumar as coisinhas deles? Vou leva-los. – Dulce pediu.


- Claro, vamos lá Nádia. – Betina levantou-se.


Dulce olhou para os lados. 


- Vou ficar lá com vocês. – deu um sorrisinho falso a Leila e levantou segurando seus pequenos pela mão os botando em pé para que eles andassem. – Cuidado amores. – ela disse soltando eles, que foram andando sozinhos.


- Não tem medo deles caírem, Dulce? – Nádia perguntou achando graça de vê-los andando, eram tão fofos.


- Que nada, se cair levanta. – a ruiva sorriu olhando o pequeno Matheus correr por ali. – Vem meu filho. – o chamando pra dentro do quarto.


Quando eles entraram Leila deu graças a Deus. Não se conformava com o fato de que teria que aguentar aqueles três em sua vida pra sempre, mas que fosse!


 


 


Por Christopher ela era capaz de tudo, não o deixaria para Dulce de forma alguma.

Ficou um tempo por ali lendo uma revista qualquer e logo a porta se abre. Até que enfim Christopher tinha chegado. 


- Oi meu amor! – ela levantou e foi até ele.


- Leila? – ele perguntou, sorrindo forçado. – O que está fazendo aqui?


- Vim te ver ué. – ela cruzou os braços. – Não deveria ter vindo?


- Não, não é isso. – ele coçou a nuca. – É que eu pensei em levar os gêmeos ao parque, e não é tipo de programa que você gosta, mas agora que está aqui pode ir conosco, o que acha?


- Eu adoraria, mas eu acho que eles não vão poder ir. – ela disse, dando um selinho nele.


- E por que não? – olhando ao redor. – Falando neles onde eles estão? – confuso.


- Dulce veio busca-los. – ela informou arrumando a gravata dele.


- Mas ela foi e sequer me esperou? – perguntou perplexo.


- Está no quarto deles com as empregadas. – Leila sentou-se novamente no sofá. Agradecendo mentalmente por Dulce ter vindo busca-los, afinal teria Christopher só pra ela durante a tarde inteira.


- Bem, então eu vou lá falar com ela ok?


- Tudo bem. – ela suspirou e ficou por ali vendo a sua revista.

Christopher entrou no quarto e sorriu com a cena que viu. Dulce estava sentada no chão brincando com os bebês, parecia uma cena normal, mas ele achava engraçado, pelo fato de ser Dulce ali.


- Nossa, nem parece que há um tempo atrás, você odiava crianças. – ele sorriu fechando a porta. 


- É, a maternidade deixa a gente louca... Eu digo isso literalmente. – ela suspirou entregando o bloco para Gabriel.


- E como você está? – ele perguntou sentando no chão, ao lado dela.


- Estou melhor. – ela assentiu. – Hoje acordei mais leve... Fui ao cemitério antes de vir aqui e de alguma forma me fez bem. – ela mordeu o lábio.


- Fico feliz. – ele coçou a nuca. – Ele não gostaria de vê-la mal.


- Eu sei que não. – ela suspirou o encarando. 


Foram interrompidos pelos gêmeos que faziam a maior bagunça, Gabriel estava arranhando a bochecha do irmão, que começou a chorar com a mão na boca.


- Meu filho! – Christopher berrou. – Não faz isso com seu irmão, caramba!


- O Gabriel está terrível. – Dulce suspirou pegando o pequeno chorão no colo, enquanto Christopher pegava Gabriel, que também estava abrindo o berreiro.


- Você não pode bater no seu irmão! – Christopher disse. – Não pode machucar o maninho. – repreendia.


- Podem deixar com a gente. – Nádia disse. – A gente leva eles pra tomar um arzinho lá fora. – se olharam cumplices. – Não é Betty?


- Claro. – Betina sorriu pegando o bebê do colo de Dulce.


As duas saíram com os pequenos. Leila olhou elas irem pra varanda com os bebês com um bico na cara? O que Christopher estava fazendo sozinho com Dulce?

No quarto.


Dulce sentou na poltrona que tinha ali dentro e começou a guardar os brinquedos, dentro da caixinha.


- Vou levar eles. – ela anunciou. – Não se importa certo?


- Não, tudo bem. – ele assentiu. – Se eles podem ajudar a tirar essa sua carinha... Não tem problema nenhum. – sorriu.


Ela sorriu de leve e pôs o cabelo atrás da orelha, dava pra notar que ela ainda estava um pouco mal.


- Era muito apaixonada por ele não é? – ele perguntou com um nó na garganta.


- De que importa isso agora? – ela disse sem olha-lo, terminando de guardar os brinquedos. – Nunca mais vou vê-lo mesmo.


Ele assentiu, concordando. Mas de um jeito ou de outro sabia que Dulce estava apaixonada por Matheus e tinha se esquecido de tudo o que viveu consigo, sabia que isso aconteceria. E ele não a culpava.


 


A culpa de tudo ter dado errado entre os dois era dele, somente dele que não soube lidar com aquela relação, tampouco conduzi-la. 


- Eu não vou mais me apaixonar por ninguém. – ela disse quebrando o silencio que pairava por ali há quase cinco minutos. – Isso não é pra mim. – negou com a cabeça e ele suspirou. – Vou cuidar dos meus filhos até o meu coração sarar, e talvez eu comece de novo... – pausa. – Talvez. – enfatizou e suspirou fechando a bolsa.


- Não quero que pense assim. – ele disse. – Eu sei que tudo isso é culpa minha. – ele assentiu. – Eu sei que o único culpado da sua infelicidade sou eu Dulce, se eu não tivesse feito tanta merda com você, você não tentaria ser feliz com Matheus, não se apaixonaria por ele e não estaria sofrendo assim... – ela o interrompeu.


- Não importa mais Christopher. – ela fechou os olhos. – Na verdade a única culpada sou eu mesmo. – ela secou a lagrima. – Eu não deveria ter me metido onde não devia, foi um ato imaturo, eu nunca tinha me envolvido com um cara casado antes, e eu o fiz por impulso, eu acredito que da sua parte também foi.


- Não foi um impulso Dulce... Não se engane, você sabe que não. – ele negou com a cabeça.


- Foi sim Uckermann! O começo foi sim um impulso, eu me apaixonei por você aos poucos.


- Mas eu não, eu me apaixonei por você assim que eu te vi! – ele rebateu e ela se calou.


Ela passou a mão nos cabelos e voltou a falar.


- Como eu disse antes não importa mais. – ela suspirou. – Eu não sei por que ainda estamos falando sobre isso.


- Só me responde uma coisa. – ele disse com o olhar perdido.


- O que?


- Você ainda me ama? – ele perguntou esperançoso. Ela engoliu o seco, não esperava que ele perguntasse isso dessa forma tão direta. – Ainda me ama, Dulce? – ele repetiu.


Ela respirou fundo.


- Não Ucker. – mentiu. – Não te amo mais! – o encarou. – Acabou!


Ele engoliu o choro e a viu colocar a colocar as bolsinhas no ombro. 


- Tchau Christopher. – ela saiu deixando-o ali.


Assim que ouviu a porta bater ele caiu no choro. Não era novidade pra ele que Dulce já o considerava como parte do passado, mas ouvi-la dizer isso tão claramente doeu demais. Era muito difícil pra ele aceitar isso.


- Ucker? – ele ouviu a voz da namorada e enxugou as lagrimas rapidamente. 


- O que foi Leila? – disse ainda de costas pra ela.


- Aconteceu alguma coisa? – ela perguntou. – Dulce saiu daqui como um raio. As babás foram com ela.


- Não, não aconteceu nada. – ele se virou forçando um sorriso.


- Você está chorando? – ela perguntou, olhando o rosto dele.


- Não, foi um cisco que caiu no meu olho agorinha. – inventou sem muita paciência.

E Leila até podia acreditar se não estivesse atrás da porta ouvindo a conversa disfarçadamente. Sabia que ele tinha ficado dessa forma por que Dulce tinha lhe dado um fora e aquilo não lhe agradou por um lado: o fato de ele chorar por ela a incomodava profundamente. Por outro lado ficava feliz em saber que Dulce não queria mais nada com ele, assim o caminho era todo seu.

- E então? – ela sorriu abertamente. – Vamos almoçar?


Ele forçou um sorriso, não estava mais a fim de sair de casa.


- Eu acho melhor eu ficar em casa. – ele respondeu coçando o olho.


- Ah amor, que chatice, vamos sair vai? – fez um biquinho dando um selinho nele.


Ele respirou fundo, pelo jeito Leila não desistiria.


- Tudo bem. – ele sorriu de canto.


Leila era uma boa mulher, não entendia por que não conseguia esquecer Dulce com ela da mesma forma que a ruiva o esqueceu com Matheus, era complicado de entender, talvez o sentimento que Dulce dizia sentir por ele não passava de um capricho. Essa era a grande verdade.

Dulce chegou em casa e entrou no banho, tinha mentido para Christopher descaradamente. Não estava se sentindo mal, ao contrário, queria que ele fosse feliz com Leila. E ela? Ela trataria de viver sua vida sem amar, ela não nasceu pra casar, nem pra ser feliz com alguém, já estava muito claro.


 


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Autor(a): ardillacandy

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E era assim que a banda tocava. - O que começou errado jamais pode dar certo, Dulce. – ela disse pra si mesma, enquanto apoiava a cabeça na parede, sentindo o calor da água por todo seu corpo. – Cuide dos seus pirralhos, que você ganha mais... Chega de sofrer por amor! – decretou com um sorriso de lado.E foi assim que ela fez dur ...


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Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 4658



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  • annyvondy Postado em 09/05/2020 - 10:26:37

    Fic incrível que amo e que sempre voltou aqui pra ler.

  • lukinhasmathers Postado em 11/01/2019 - 11:38:18

    oi linda, aqui o se fã de suas históris. bom, gostei da história, no começo, mas depois teve mais relação deles com outras pessoas durante muito tempo e aí ficou chato, até que no final deu uma melhorada. poderia ter mais partes no final deles com os filhos, os gêmeos são demais kkkk

  • misterdumpet Postado em 18/07/2018 - 21:20:33

    Relembre a trajetória de Padre Guilherme. Um homem de bom coração que sempre seguiu um caminho de fé, porém pode ser acusado injustamente de pedofilia, devido a provas forjadas que foram feitas para lhe prejudicar. Para não ser preso e expulso da Igreja Católica, Guilherme terá que simular sua própria morte e assumir uma nova identidade, numa outra cidade, tendo uma esposa, num casamento conturbado e uma filha adolescente e revoltada. Mas os valores adquiridos não serão perdidos e no final das contas, em vez de Guilherme mudar, é ele que vai mudar a vida daqueles que estão ao seu redor, pois ele jamais se renderá ao DESVIO DE CONDUTA. Leia novamente esta saga em https://fanfics.com.br/fanfic/12089/desvio-de-conduta-terminada

  • miiranda Postado em 14/01/2018 - 19:05:07

    provavelmente eu já tenha lido essa história, mas cá estou eu novamente. :)

  • Srta_Olaf♥ Postado em 10/01/2018 - 16:18:28

    Amores passem na minha fic: https://fanfics.com.br/fanfic/52833/amarga-vinganca-vondy

  • Giullya Postado em 27/04/2017 - 00:29:36

    Oii,já faz uns 2 dias que terminei de ler,mais não tinha logado! Parabéns está fic eh mto boa,amei todos os capítulos! Jurei que eles ia se casar e tal Mais pelo menos ficaram juntos! Amei os gêmeos *-* que bom q a coelha liberou o caminho para o casal Vondy ficar junto!! Bjos!! <3

  • Girl Postado em 27/01/2017 - 10:16:47

    oie,poderiam dar uma passada nessa web? mt obg desde já https://fanfics.com.br/fanfic/55914/perdida-por-voce-vondy

  • AnaCantor/portillarbd Postado em 01/12/2016 - 22:08:03

    Mais uma vez em anos aqui estou relendo essa maravilha,pq a gente pode

  • biafangirl Postado em 01/05/2016 - 14:35:07

    Melhor fanfic!!! Amei demais!!!

  • janaynafarias Postado em 10/03/2016 - 20:30:58

    Amore comecei acompanhar essa fic e sinceramente amei, rir, chorei e me emocionei.Q fique foda cara.muito boa Parabéns flor maravilhosa amei.



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