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Fanfic: Relação Extraconjugal [revisada] | Tema: Rebelde


Capítulo: Capítulo 55

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No sábado convidou Anahí, Matheus e Poncho para passearem no shopping com os gêmeos, afinal o dia estava lindo e merecia ser curtido.


— Ei vocês? — Anahí indagou. — Dá pra parar com a melação, já estou ficando diabética com tanto mel. — cheirou o pescoço do namorado.


— Ai Anahí. — Dulce disse sem se importar. — Por que não faz o mesmo com Ponchito? — encostou a cabeça no ombro de Matheus.


— Não obrigada, mel demais não é com a gente. — ela deu um chupão no pescoço de Poncho. — Estou certa, tesão?


— Certíssima gata. — ele piscou, lhe puxando para um beijo.


— Ih, olha o cara... — Matheus sorriu.


— São dois tarados. — Dulce deu de ombros olhando as unhas. — E os dois, já descansaram? Anahí e eu ainda temos muitas lojas para visitar.


Poncho e Matheus se entreolharam com uma caretinha. Com muito custo tinha conseguido aqueles minutos de descanso, já fazia uma hora que estavam no shopping e Anahí e Dulce não se aquietavam.


— Depois vamos poder comer? — Poncho perguntou.


— Depende do comportamento de vocês. — Dulce piscou se levantando. — Não é meus amores? — disse arrumando os bebês no carrinho. — Esse dois titios são muito moles não são?


— Ai, que crueldade... Não sou mole não viu? — Matheus disse a abraçando por trás e lhe beijando o pescoço, Dulce sorriu se virando para beija-lo.


— Outra vez? — Anahí encarou Poncho, rolando os olhos.


Dulce e Matheus riram.


¨¨¨¨


Ali por perto, Lorena vinha falando ao celular com Anabela.


— Ain Aninha, minha cabeça está a ponto de explodir... — ela dizia chorosa. — Christopher me esqueceu, ele não quer mais saber de mim, está com aquela Dulce maldita! — a loira esbravejou cerrando os punhos.


— Er... Lore, ele não tinha terminado com a Dulce? — Anabela perguntou, confusa.


— Não, ainda está com ela! — Lorena disse.


— Ah Lore, não fica assim... — disse penosa. — Não acha que já está bom de você procurar outro gatinho amiga?


— Não! — Lorena berrou. — Christopher é meu, eu sou mãe dos filhos dele! — gritou.


Anabela arregalou os olhos. Lorena estava muito pirada. A loira prendeu sua atenção para o outro lado, ao ver Dulce beijando um cara. Por um momento pensou ser Christopher, mas depois viu que não, era outro.


— Que vadia... — ela grunhiu.


— O que? — a outra perguntou.


— Nada, vai para o inferno Anabela! — desligou na cara da loira. — Vai me devolver meus bebês agora mesmo, pirralha traidora! — disse pra si mesma enquanto ia caminhando até a ruiva, mas parou.


Não! Ela não podia pegar os pequenos assim, tinha que pegar quando ninguém se desse conta. Ficou apenas cercando Dulce com os olhos, via a ruiva caminhar arrastando o carrinho dos pequenos, olhava as vitrines junto com aquela loira burra, a tal de Anahí. O Ricardão e Poncho ficavam logo atrás, que droga!


Pegou o celular e ligou para Christopher. Deu dois toques, nada dele atender. Foi a partir do quinto toque que ele atendeu.


— Alô! — disse parecendo cansado. Lorena ficou calada. — Alô? — o loiro repetiu. — Quem está falando hein?


— Sou eu coelhinho. — ela disse mordendo o lábio.


 


Do outro lado da linha Christopher bufou.


— O que você quer Lorena? — ele indagou, frio.


— Você sabia que a Dulce está te traindo? — ela mordeu a pontinha do dedo.


— Como é que é? — ele rolou os olhos.


— Isso aí que você ouviu, se quiser te mando fotos.


— Lorena, Dulce e eu não temos nada! Dá para você parar com essa brincadeirinha?


— Como não? Eu vi... — ela foi interrompida.


— Lorena, você está muito mal da cabeça, é sério... Você precisa ser internada. Você está LOUCA!


— Não é verdade, não admito que fale assim comigo, coelhinho... — ele mais uma vez a interrompeu.


— Lorena, eu tenho coisas mais importantes para fazer. Na boa, vai cuidar da sua vida, vai arrumar um namorado e vê se esquece de mim, esquece a Dulce, esquece meus filhos, vai cuidar da sua vida! — desligou na cara dela.


Lorena olhou o celular com irritação. Maldito Christopher!


¨¨¨¨


— Era a louca da sua ex? — Leila o abraçou por trás, roçando os seios desnudos nas costas dele.


— Pois é. — ele suspirou e coçou a nuca. — Lorena ficou louca. — ele lamentou. — Ela precisa de tratamento, insiste que você é a Dulce... — sorriu sem vontade. — Deve ter visto a Dulce com o namorado e achou que ela estava me traindo.


— Esquece a Dulce sim? — Leila disse virando-o pra ela.


Já estava cheia de ouvir ele falando de Dulce. Ainda não se conformara pela ruiva ter estragado o jantar que sua mãe passara meses preparando.


— Ainda está com raiva por causa do jantar? — ele perguntou.


Leila suspirou. Tinha ficado muito irritada por Christopher ter que sair no meio do jantar, pelo fato de um dos bebês da ruiva estar com febre, àquilo era tão normal, ele tinha mesmo que deixá-la sempre em segundo plano?


— Leila, Dulce nem sabia que você estava dando um jantar, meu filho estava com febre e chorando, eu não podia deixá-la sozinha.


— Tudo bem. — ela suspirou. — Sabe que não estou mais com raiva, fizemos as pazes agorinha não foi? — ela mordeu a orelha dele e ele sorriu de leve. — Foi tão gostoso, não é possível que já tenha esquecido.


— Claro que não, e se Lorena não tivesse interrompido tinha demorado mais. — ele sorriu malicioso.


— Então está esperando o que? — ela riu e o beijou de novo.


Aquela tarde seria longa, afinal Leila tinha dito que queria um final de semana exclusivo pra ela, Christopher não viu problema e prometeu que se dedicaria a namorada naquele fim de semana.


 


¨¨¨¨


Enquanto isso no shopping. Lorena continuava seguindo Dulce, que andava de um lado para outro no shopping, dessa vez estava com um dos bebês no colo, que parecia chorar, a ruiva beijava a bochechinha dele e falava alguma coisa, que era impossível ouvir, pela distancia.


— Dulce. — Matheus se aproximou. — Eu e Poncho estamos indo ali na loja de esportes. — apontou a tal loja.


— Tá meu amor. — Dulce sorriu e deu um selinho nele. — Annie e eu vamos ficar por essas lojas aqui. — apontou.


— Certo, qualquer coisa se a gente se perder, eu te ligo. — se afastou.


— Ok. — Dulce assentiu colocando o bebê outra vez no carrinho. — Pronto meu filho. — colocando a chupetinha na boca dele e viu que o outro bebê dormia. — Coisinhas fofas! — apertou a bochechinha do filho, que fez uma caretinha incomodado com o carinho da mamãe.


— Safada! — Anahí gritou. — Olha isso aqui! — chamou com a mão. Dulce riu e arrastou o carrinho até lá.


— O que foi?


— Olha esse vestido! — ela disse colocando de frente para o corpo. — Não é um arraso?


Dulce observou o vestido, que era amarelo fosco, com as mangas cumpridas e bem curto. Estilo piriguete.


— Um arraso! — Dulce piscou. — Com aquele sapato que você comprou semana passada, vai ficar divo... Quanto custa?


— Oitenta e nove e noventa. — disse dando pinotes. — Vou experimentar safada.


— Experimente. — Dulce disse olhando os outros modelos. — Vou ver se encontro algum, para eu usar no aniversário da Talita.


— Verdade, acho que já achei o meu. — disse antes de sair em direção ao provador.


Dulce ficou ali, entretida com os vestidos. Cada um mais lindo que o outro. Alguns minutos depois Anahí voltou.


— Ficou lindo! — disse a loira, toda alegre.


— Olha esse. — Dulce disse, mostrando um vestido preto, quase do mesmo modelo do de Anahí.


— Nossa está lindo. — disse olhando ao redor. — Cadê os gêmeos? — ela perguntou com um sorriso confuso.


Dulce olhou ao redor e viu que não tinha nem sinal do carrinho dos pequenos.


— Que merda, onde eles estão? — a ruiva disse, procurando.


— Será que o Poncho e o Matt vieram buscar eles para pregar uma peça na gente? — disse vendo o nervosismo da ruiva.


— Eu não sei Annie... — disse largando o vestido e indo pra fora da loja, olhava pra todo o lugar, nem sinal do carrinho. — Eu espero que sim.


Dulce começou a suar frio. Estava tão nervosa que não enxergava nem a loja que Matheus apontara, sinceramente se fosse uma brincadeira daqueles dois ela os mataria e não falava de brincadeira.


Pegou o celular e quando ia ligar viu Matheus e Poncho, que vinha vindo com uma sacola. Os dois vinham olhando as vitrines e pareciam conversar sobre algo.


— Vamos comer agora? — Poncho perguntou, sentindo o estomago roncar.


— Onde estão meus bebês? — ela perguntou, quase sem voz.


— Matheus vocês não levaram os gêmeos? — Anahí perguntou.


— Como assim? — Matheus parecia não entender e Dulce caiu no choro. — Dulce, o que houve? — ele pegou o braço dela e ela se soltou, começando um choro desesperado. — Cadê os gêmeos Anahí?


— Eles sumiram. — a loira olhou ao redor. — Não sei, eu pensei que vocês tinham pegado eles.


— CADÊ OS MEUS BEBÊS?! — Dulce berrou, andando sem rumo pelo shopping. Os amigos a seguiam. — Eu quero meus bebês, eu quero! — disse parando não conseguia pensar em nada, Anahí a abraçou.


Algumas pessoas se aproximaram e logo um segurança aparece.


— O que houve aqui?


— Os bebês da minha amiga sumiram. — Anahí disse. — Foi agorinha, não temos noção de como isso aconteceu.


— Mas como são essas crianças? — o segurança perguntou, pegando seu cambio.


— São loirinhos, estavam em um carinho azul claro e estão vestidos um com um mijãozinho amarelo e outro com o mijãozinho laranja.


— Mijãozinho é aqueles macacõezinhos? — o homem perguntou.


— Sim, aqueles que cobrem os pezinhos, eu não sei explicar para o senhor... — Anahí bufou sem paciência.


— Eu quero os meus filhos Annie... — ela disse aos prantos, não estava acreditando que aquilo estava acontecendo com ela.


Estava desesperada, sentia um nó sufocante na garganta. Merda, Christopher lhe daria um sermão, ele ficaria uma fera se acontecesse algo com os pequenos.


 


¨¨¨¨


Do lado de fora do shopping, Lorena caminhava para longe arrastando o carrinho. Soube aproveitar muito bem a hora que a ruiva estava distraída olhando aquelas roupas ridículas.


— Pronto meus amores, agora vocês estão com a mamãe e nada vai nos separar. — disse olhando para os lados e cruzando a rua. — Vamos passear com a mamãe, é meus amores... — foi conversando com os bebês durante o caminho.


 


¨¨¨¨


No shopping. Dulce estava sentada em um dos bancos, enquanto era cercada por várias pessoas curiosas. Bebia sem vontade alguma um copo de água. O segurança se aproximou outra vez.


— Senhorita... — ele disse, enxugando a testa. — Eu lamento, o shopping foi todo revistado e seus bebês não foram encontrados. — Dulce voltou a chorar dolorosamente. — Provavelmente quem os roubou foi bem rápido. Sumiu como em um passe de mágica.


— Não... — a ruiva disse seu mundo desabar, estava em pânico.


Não tinha ideia de onde estavam seus bebês, não sabia que tipo de gente tinha levado eles e se fosse um sequestrador, um traficante de crianças, um traficante de órgãos.


— Meu Deus... — se levantou, andando de um lado para outro. — Eu quero os meus bebês! — passando a mão no rosto.


— Dulce, procure se acalmar... — Matheus pediu. — Vamos para casa.


— Eu não saio daqui sem meus bebês, Matheus! — a ruiva berrou.


— Dulce, nós temos que avisar para o Ucker. — Poncho coçou a nuca, sabia que Christopher enlouqueceria quando soubesse.


— Não, ele vai me matar se souber... — a ruiva arregalou os olhos, sentando outra vez.


— Mas é preciso amiga, ele tem o direito de saber. — Anahí apertou a mão dele. — Se quiser nós podemos avisar.


— Não, eu acho melhor eu mesma avisar. — ela disse, pegando o celular. Discou os números tremendo e logo estava chamando.


Leila escutou o celular do namorado tocar e rolou os olhos ao ver que era Dulce. Não deixaria aquela menina estragar seu fim de semana, já não bastava o jantar. Abafou o celular, para que Christopher não ouvisse o toque do banheiro e ficou o abafando até que esse parasse de tocar.


— Ele não atende... — Dulce suspirou. Ela estava tremendo.


— Vamos dar um tempo, ele não deve ter ouvido. — Poncho disse e a ruiva assentiu.


— Dulce, é melhor a gente ir para casa. — Anahí falou. — Eu sei que pra você é difícil sair daqui sem eles, mas eles não estão mais aqui amiga. — a loira sentiu o coração apertar ao ver os olhos da ruiva a encarando, cheios de lágrimas. — Eles vão aparecer, você vai ver.


— Tudo bem Annie...


— Você pode deixar o número do seu telefone, qualquer coisa se a gente vir eles por aqui, a gente entra em contato com a senhorita. — o segurança disse, morrendo de pena.


Dulce apenas assentiu, vendo que a amiga não tinha condições de anotar nada, Anahí anotou o número.


O trajeto para casa foi em completo silencio, só se ouviam os soluços de Dulce e o choro fraquinho de Anahí, que estava sem saber o que fazer para ajudar a amiga.


Quando chegaram em casa, contaram aos pais dela. Blanca se desesperou. Fernando ficou sem ação. Quem poderia roubar aquelas duas gracinhas? Dulce foi direto para o quarto dos bebês e ficou lá agarrada aos ursinhos deles.


Pegou o celular outra vez, apesar de estar com medo de levar uma bronca de Christopher, ela precisava dele naquele momento, só ele entenderia o que ela sentia de fato.


Christopher estava pronto para sair, estava esperando Leila terminar de se arrumar para darem uma volta na cidade. Ouviu seu celular tocar e viu que era Dulce, atendeu no mesmo momento.


— Oi Dulce.


— Ucker... — assim que ele ouviu a voz chorosa dela, ficou preocupado.


— O que houve Dulce? — ele disse se levantando. — Por que está chorando?


Ela ficou um tempo apenas chorando, ele já estava ficando desesperado, que merda Dulce tinha?


— Dulce, pelo amor de Deus... — ele disse. — Fala alguma coisa.


— Os bebês... — ela conseguiu falar.


— O que tem os bebês?


— Foram roubados... Roubaram nossos bebês. — disse sem parar de chorar.


Christopher ficou amarelo.


— COMO É? — ele berrou, com os olhos arregalados.


— É... Foi no shopping, eu estava com eles e eles sumiram como em um passe de mágica.


— Droga Dulce! — ele disse andando de um lado para outro. — Por que você não toma cuidado caramba?!


— Não te liguei para que me desse sermão, liguei para que me ajude a encontrá-los! — ela disse aos prantos. — Eu quero os meus bebês Ucker...


Ele fechou os olhos com força, não estava acreditando naquilo.


— Onde você está Dulce? — ele disse tentando se acalmar. — Diga pra mim.


— Estou em casa... Vem pra cá, por favor.


— Eu estou chegando ai... — ele desligou.


Leila apareceu na porta, toda arrumada e o viu nervoso, pegando as chaves do carro.


— O que aconteceu? — ela cruzou os braços.


— Meus filhos. — ele disse tremendo. — Roubaram meus filhos.


— Mas como assim? — ela disse com os olhos arregalados.


— Não sei, eu preciso ir Leila... Eu preciso encontrá-los. — ele disse indo até a porta.


— Espera Ucker... — a morena suspirou. — Eu vou com você, não está em condições de dirigir.


— Ok, então vamos, mas rápido! — ela assentiu e os dois saíram.


No caminho Leila dirigia frustrada, mais uma vez seu fim de semana é arruinado devido a problemas com Dulce e seus filhos, que merda, pelo menos tinham passado boa parte do dia transando. Christopher por sua vez estava avoado, não sabia onde estavam seus filhos, com quem estavam, estava muito angustiado, não conseguia sequer raciocinar direito.


— Fala alguma coisa querido. — Leila disse o encarando de canto de olho.


— O que quer que eu fale? — ele murmurou acariciando as têmporas. — Os bebês estão por aí com sabe-se lá quem, eu estou muito preocupado com eles.


Foi quando um flash veio em sua mente.


 


FLASH-BACK/ON


— O que você quer Lorena? — ele indagou, frio.


— Você sabia que a Dulce está te traindo?


— Como é que é? — ele rolou os olhos.


— Isso aí que você ouviu, se quiser te mando fotos.


— Lorena, Dulce e eu não temos nada! Dá pra você parar com essa brincadeirinha?


— Como não? Eu vi...


FLASH-BACK/OFF


 


— Droga! — Christopher arregalou os olhos. — Foi a Lorena! — ele disse buscando o celular às pressas.


— O que? — Leila disse. — Mas como você sabe?


— Lorena me ligou naquela hora dizendo que Dulce estava me traindo e que se eu quisesse me mandaria fotos! — Leila assentiu. — Ela estava vendo a Dulce e com certeza pegou os bebês! — discou o número de Lorena. Mas não, ela não atendia. — Merda, a Lorena está louca! Eu não sei que tipo de loucura ela pode fazer com os bebês.


— Christopher, fica calmo, assim você não vai conseguir resolver nada, já estamos chegando na casa da Dulce. — ela pediu.


— Não! Vamos até a casa da Lorena primeiro, continua seguindo reto! — ele disse com o celular no ouvido, pois continuava tentando falar com Lorena, tinha certeza que ela tinha raptado os bebês, caso o contrário já teria lhe atendido.


 


¨¨¨¨


Em uma praça qualquer, Lorena olhava o celular com satisfação.


— Ah, agora quer conversar comigo não é? — ela disse com um biquinho. — Não vou atender! — disse dando língua para o celular. — Nossos filhinhos agora vão ficar só comigo. — disse descendo o olhar para os bebês, que estavam no carrinho, um deles dormia e o outro estava quietinho sacudindo os bracinhos. — Onw meu amorzinho... — ela pegou o bebê e o segurou em sua frente, o admirando.


Ele sacudia as perninhas e a olhava, ela fez uma gracinha e lhe mandou um beijo e ele caiu no riso.


— Ain mamãe como eu estou feliz de estar com você, não é meu amor? — disse o sentando em sua perna. — Amanhã, mamãe vai levar vocês para bem longe, é meus amores, só nós três. — limpando a baba dele e lhe dando a chupeta.


Uma outra mulher que também estava arrastando um carrinho se aproximou.


— Posso me sentar aqui? — apontou o espaço ao lado de Lorena.


— Claro. — deu de ombros.


— Que lindos, eles são gêmeos? — disse puxando assunto, enquanto tirava sua filha do carrinho.


— Sim, idênticos. — Lorena disse orgulhosa.


— Que fofos. — ela sorriu. — Ele não estranha nada, certo? — apontou o bebê, que sorria pra ela e sacudia as mãozinhas.


Lorena sorriu amarela.


— Er, eu não sei, acho que não. — disse olhando a mulher de rabo de olho. — Não, ele não estranha.


— Ah, você deveria saber não é? — ela disse olhando o bebê. — A minha filha quando tinha a idade dele estranhava todo mundo, às vezes estranhava até o pai, que sorte você tem de ele não estranhar.


— Ah, pois é, mas quem cuida deles são minhas empregadas, sabe eu tenho várias, mas tem uma que se acha a mãe deles sabe? Acredita que hoje ela levou eles para o shopping sem minha permissão?


— Nossa, que mulher louca. — pôs a mão no peito. — Mas o que você fez?


O celular de Lorena retomou a tocar, mas ela recusou, Christopher estava insuportável.


— Fui lá e peguei meus filhos de volta. — retomou o assunto, beijando a bochechinha do bebê. — Mas essa mulher me dá muita dor de cabeça. Para começar deu em cima do meu marido, tentou me matar quando eu estava grávida, quase perco meus filhos por culpa dessa louca, já é a segunda vez que ela tenta roubar meus príncipes.


— Misericórdia... — a outra já estava branca. — E por que você não denuncia essa louca?


— Por que eu sei que ela morre de inveja de mim. — deu de ombros. — Enfim, eu não tenho medo dela.


O outro bebê acordou choramingando, em seguida começou um choro fino e irritante.


— Olha só, ele acordou irritado. — a mulher brincou.


 


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Autor(a): ardillacandy

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Lorena olhou para o bebê que estava em seu colo, depois olhou para o que chorava, e agora? Pôs o que estava calmo dentro do carrinho outra vez e pegou o chorão tentando fazê-lo parar de chorar. — Deve estar com fome. — a mulher disse. Lorena a encarou, viu que a mulher estava amamentando a filha e sorriu abertamente. — Você ...


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Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 4658



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  • annyvondy Postado em 09/05/2020 - 10:26:37

    Fic incrível que amo e que sempre voltou aqui pra ler.

  • lukinhasmathers Postado em 11/01/2019 - 11:38:18

    oi linda, aqui o se fã de suas históris. bom, gostei da história, no começo, mas depois teve mais relação deles com outras pessoas durante muito tempo e aí ficou chato, até que no final deu uma melhorada. poderia ter mais partes no final deles com os filhos, os gêmeos são demais kkkk

  • misterdumpet Postado em 18/07/2018 - 21:20:33

    Relembre a trajetória de Padre Guilherme. Um homem de bom coração que sempre seguiu um caminho de fé, porém pode ser acusado injustamente de pedofilia, devido a provas forjadas que foram feitas para lhe prejudicar. Para não ser preso e expulso da Igreja Católica, Guilherme terá que simular sua própria morte e assumir uma nova identidade, numa outra cidade, tendo uma esposa, num casamento conturbado e uma filha adolescente e revoltada. Mas os valores adquiridos não serão perdidos e no final das contas, em vez de Guilherme mudar, é ele que vai mudar a vida daqueles que estão ao seu redor, pois ele jamais se renderá ao DESVIO DE CONDUTA. Leia novamente esta saga em https://fanfics.com.br/fanfic/12089/desvio-de-conduta-terminada

  • miiranda Postado em 14/01/2018 - 19:05:07

    provavelmente eu já tenha lido essa história, mas cá estou eu novamente. :)

  • Srta_Olaf♥ Postado em 10/01/2018 - 16:18:28

    Amores passem na minha fic: https://fanfics.com.br/fanfic/52833/amarga-vinganca-vondy

  • Giullya Postado em 27/04/2017 - 00:29:36

    Oii,já faz uns 2 dias que terminei de ler,mais não tinha logado! Parabéns está fic eh mto boa,amei todos os capítulos! Jurei que eles ia se casar e tal Mais pelo menos ficaram juntos! Amei os gêmeos *-* que bom q a coelha liberou o caminho para o casal Vondy ficar junto!! Bjos!! <3

  • Girl Postado em 27/01/2017 - 10:16:47

    oie,poderiam dar uma passada nessa web? mt obg desde já https://fanfics.com.br/fanfic/55914/perdida-por-voce-vondy

  • AnaCantor/portillarbd Postado em 01/12/2016 - 22:08:03

    Mais uma vez em anos aqui estou relendo essa maravilha,pq a gente pode

  • biafangirl Postado em 01/05/2016 - 14:35:07

    Melhor fanfic!!! Amei demais!!!

  • janaynafarias Postado em 10/03/2016 - 20:30:58

    Amore comecei acompanhar essa fic e sinceramente amei, rir, chorei e me emocionei.Q fique foda cara.muito boa Parabéns flor maravilhosa amei.



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