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Fanfic: Relação Extraconjugal [revisada] | Tema: Rebelde


Capítulo: Capítulo 57

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Christopher dirigia frustrado. Ia deixar Leila em casa e depois ia até o shopping buscar as imagens de Lorena roubando os bebês, pois iria fazer um boletim de ocorrência, não iria permitir que ela sumisse com seus filhos. Iria fazer o possível para recuperar os pequenos, afinal aquele era o seu dever de pai, zelar pelos seus filhos.


— Pronto. — ele suspirou ao estacionar o carro na frente da casa de Leila. — Está entregue.


A morena estendeu o braço até o banco de trás, para pegar sua bolsa e já ia saindo, sem se despedir dele.


— Ei... — ele chamou, segurando o braço dela. — O que foi? Você está tão calada.


— Nada, eu acho que é assim que uma mulher fica quando vê seu namorado chamando outra de amor. — ela ironizou.


— Do que está falando? — ele perguntou, confuso.


— Do que eu estou falando? — ela riu debochada. — Eu vi, quando você a chamou de amor! Lá na casa dos pais da louca! Tá tudo bem meu amor... — ela o imitou, com irritação.


— Foi puro hábito. — ele disse, olhando o volante, avoado. — Eu sequer me dei conta.


— Ah claro, eu vou viver ouvindo você chamar essa piranha de amor, por puro hábito. Tirando esses abracinhos, eu não admito que fique abraçando outra mulher na minha cara.


— Ei! — ele disse a encarando. — Qual é o seu problema, não vou permitir que fale mal da mãe dos meus filhos.


— Ah agora vai defendê-la?


— Dulce não fez nada pra você para que fique lhe xingando desse nome, por favor, Leila agora não! — ele pediu. — Eu estou desesperado com o sumiço dos meus filhos, eu não quero brigar com você agora.


— Seus filhos vão aparecer! — ela berrou. — Você sabe que essa tal de Lorena não consegue fazer nada direito, logo ela vai ser encontrada, o problema é a Dulce, eu não quero você perto dela, muito menos a abraçando toda hora.


A morena cruzou os braços.


— Agora estamos em um problema. — ele a encarou. — Dulce é a mãe dos gêmeos, é meio que impossível eu ficar longe dela.


— Saco!


— Saco Leila? — ele assentiu. — Saco digo eu! — apontou pra si mesmo. — Meus filhos de três meses estão por aí com uma maluca que não sabe nem o que é uma mamadeira, correndo riscos, eu não tenho ideia de onde eles estão e você vem ter ataque de ciúminhos agora por que me viu abraçado com a mãe deles, saco digo eu! — ele disse irritado.


Leila engoliu o seco.


— Agora sai. — ele passou a mão no rosto. — Eu tenho coisas mais importantes para fazer ao invés de estar aqui brigando com você por essa besteira. No momento meu tempo está valendo ouro.


Leila saiu do carro e ele arrancou. A morena viu o carro dobrar a esquina e ficou arrependida por ter brigado com ele, e se ele não a quisesse mais? Coçou a nuca com preocupação e entrou em casa.


 


¨¨¨¨


Lorena tocava a campainha insistentemente, não demorou e Amélia abriu a porta com cara de sono.


— Quem me atrapalha? — perguntou preguiçosa e arregalou os olhos ao ver Lorena com aquele carrinho. — Lorena... — ela se agachou e viu que no carrinho estavam dois bebês chorando. — Oh céus.


— Olha só como meus bebês são lindos, Amy. — disse entrando na casa da amiga. — Eles não são a cara do papai?


— Lorena... — Amélia ainda estava em choque, não podia acreditar que Lorena tinha tido coragem de raptar os filhos de Christopher. — Pelo amor de Deus, de onde você tirou esses pequenos? — ainda tinha esperanças que fossem primos ou parentes da loira.


— Como de onde? — Lorena riu. — Do meu ventre. — ela olhou os bebês, que estavam vermelhinhos pelo choro.


Amélia ficou branca.


— Droga... — sussurrou vendo a forma que Lorena olhava os bebês, parecia louca, parecia não, ela estava louca.


— Eu não sei o que eles têm, estão chorando assim há um bom tempo. — ela os analisou.


A campainha tocou outra vez. Amélia foi abrir e viu que era Anabela.


— Oi Amélia! — a loira sorriu, entrando. — Oi Lory! — deu pulinhos ao ver a amiga. Lorena sorriu.


Ao ver o carrinho Anabela ficou confusa. Em seguida encarou Amélia, que negava com a cabeça e rodava o indicador perto da orelha, insinuando que Lorena tinha pirado.


— Esses são os... — Anabela cochichou.


— Os filhos do Ucker. — Amélia concluiu, Anabela ficou amarela e pôs a mão na boca.


Os pequenos choravam muito.


— Lorena, o que essas crianças têm? — Amélia disse, pegando um deles no colo. — Traz o outro, Anabela. — pediu e Anabela arrastou o carrinho com o outro bebê até o quarto de Amélia.


Amélia colocou o pequeno na cama e abriu o mijãozinho pra ver se ele estava com a fraldinha suja.


— Oh titia... — disse com pena ao tirar a fralda e ver que ele estava todo cagado.


Viu na parte de baixo do carrinho, em busca de alguma bolsa e sim, tinha uma bolsinha azul clara, Amélia pegou a bolsa e a abriu em busca de uma fralda nova. Achou fraldas, pomadinha, lenço umedecido e talco. Não entendia muito de bebês, mas sabia o básico.


— Que maldade titia, deixando o bebê todo cagado. — falando com ele, que agora a olhava. Ela sorriu, ele era muito lindo.


Com muito custo trocou a fralda dele e deu para Anabela segurar. Pegou o outro bebê no colo e encarou Lorena.


— Lorena, por que você não toma um banho? — a observando, ela não tirava os olhos do bebê. — Você pode dormir um pouco, eu imagino que deva estar muito cansada.


— Sim, pior que eu estou muito cansada mesmo... Ser mãe não é nada fácil. — ela sorriu ao ver Amélia trocando o "filho". — Eles não são lindos?


— Muito lindos. — Anabela disse, beijando a bochechinha do bebê, que babava. Lorena fez o gesto para que ela limpasse. Ela limpou.


— Ai que felicidade, eu pensei que nunca mais teria meus filhos comigo.


Amélia e Anabela se entreolharam, Lorena estava muito perturbada, muito mesmo.


— Pega uma toalha e uma roupa minha. — a outra apontou o closet. Lorena fez o que ela disse e entrou no banheiro.


— Misericórdia. — Anabela pôs a mão na boca. — A Lorena tá louca, Amy! — disse assustada.


— Agora que você veio se dar conta? — passando talco no bebê. — Ela está louca desde que essa menina engravidou, tem uma obsessão pelos filhos da outra, olha isso. — apontou os pequenos. — Ela sequer trocou as fraldas, sabe Deus que horas esses pequenos mamaram! A mãe deles deve estar desesperada.


— O que vamos fazer? — Anabela sussurrou.


— O que nós vamos fazer? — Amélia rolou os olhos. — O que você acha? Eu vou ligar para o Ucker vir buscar os filhos dele, o coitado deve estar louco de preocupação. Lorena está maluca, ela precisa de tratamento! — sussurrava.


— Mas a Lorena não vai deixar você ligar. — Anabela suspirou.


— Por que você acha que eu quero que ela durma? — ela disse inconformada com a lentidão de Anabela.


— Você é um gênio Amy! — batendo palminhas.


— Para de me chamar de Amy! — bufou e terminou de trocar a fralda do bebê. — Prontinho... — sorriu o pegando no colo. — É titia, eu quero a minha mamãe. — disse dando um beijinho na bochechinha dele. — Meu Deus, que judiação. — lamentou.


Lorena saiu do banheiro e ficou enrolando um bom tempo pra dormir, mas depois de duas horas ela por fim dormiu depois que Amélia colocou uma pequena dose de calmante em seu suco.


 


¨¨¨¨


Christopher estava na delegacia, já estava com o vídeo em mãos e esperava ser chamado pra conversar com o delegado, quando sentiu seu celular vibrar. Atendeu sem nem ver quem era.


— Alô. — ele disse cansado.


— Christopher?


— Ele mesmo... Quem fala?


— Sou Amélia, amiga da Lorena, lembra? — ele arregalou os olhos e ficou atento.


— É claro que eu lembro Amélia, você sabe da Lorena? — ele perguntou prontamente.


— Sei sim Ucker, ela está aqui em casa, com seus filhos. — Christopher pôs a mão na testa. — Ela está dormindo e só agora eu consegui ligar.


— Onde você mora? — ele disse levantando e indo até o balcão de atendimento e fez gestos para que a policial lhe desse uma caneta.


— Anota aí. — ela lhe passou o endereço e ele anotou. — Os dois estão bem, mas eles parecem estar com fome.


— Nossa Amélia, eu não sei como te agradecer, é sério. — disse saindo da delegacia e desativando o alarme do seu carro. — Eu estou chegando aí.


— Tudo bem, eu estou esperando. — desligou.


Christopher sorriu, entrando no carro. Decidiu não ligar para Dulce, afinal não queria perder tempo indo buscá-la e tirando que era perigoso que Dulce e Lorena estivessem no mesmo ambiente, afinal Dulce estava descontrolada de raiva da loira. 


Ligou para os pais de Lorena, pois os mesmo pediram que assim que ela fosse localizada queriam ser avisados, conversou com Xavier e deu o endereço da casa de Amélia, o homem desligou dizendo que estavam chegando lá.


 


Não demorou e ele estacionou em frente ao prédio, tocou a campainha diversas vezes e Amélia abriu, ele sorriu ao ver seu filho no colo dela.


— Ah meu filho! — ele pegou o bebê do colo dela e beijou sua cabecinha. — Onde está o outro? — perguntou e Amélia apontou, o outro estava dormindo no colo de Anabela.


— Amy, quem está ai? — ouviram a voz de Lorena e gelaram, logo a loira saiu do quarto e arregalou os olhos ao ver Christopher ali. — Ucker? — ela engoliu o seco. — O que está fazendo aqui?


— O que você acha? — ele perguntou. — Você é louca?! — foi até ela, tinha vontade matar aquela desgraçada.


Amélia o conteve.


— Se acalma Ucker... — ela pediu.


— Como ele descobriu? — Lorena apontou.


— Eu liguei e pedi que ele viesse... — Amélia disse. — Tem noção do que você fez?


— AAAAAAAAAAAAAAAA! — Lorena gritou, assustando os bebês. — Sua traidora!


— Coloca ele aqui, Anabela. — Christopher pediu apontando o carrinho. Anabela colocou o bebê que quase acordara de volta no carrinho.


A campainha tocou outra vez. Anabela abriu e os pais de Lorena apareceram.


— Mamy! — Lorena disse. — Christopher vai me tirar meus filhos de novo! — apontou aos prantos.


— Essas crianças não são suas, Lorena! — a mulher disse com o coração em pedaços ao ver a filha naquela situação. — Você precisa de ajuda!


— O que? — a loira perguntou.


— Lorena. — o pai a chamou. — Sua mãe e eu estamos fazendo isso pelo seu bem.


— Isso o que? — ela indagou e viu dois homens de branco atravessando a porta. — NÃO! — ela berrou.


— Se acalme dona Lorena... — um dos homens pediu. — Não vamos lhe fazer mal.


— Não, meu nome não é Lorena, me deixem, eu me chamo Barbie, saiam daqui! — pediu enquanto os homens a continham. — Socorro! — ela berrou. — KEN! KEN!


Os pais a olhavam com tristeza, mas aquilo era o certo a se fazer.


— Chega Lorena! — Xavier berrou.


— Filha, você vai com eles querendo ou não! Sua loucura já está em um nível perigoso. — disse a mãe, com lágrimas.


— Eu não estou louca! — disse no canto da sala, ameaçando chutar os dois rapazes. — Eu estou muito bem, tenho dois filhos lindos e um marido perfeito. — encarou Christopher e lhe mandou um beijo. — Fala alguma coisa coelhinho da mamãe... — ela disse indo até ele.


Os homens aproveitaram o momento para segura-la, e contê-la.


— ME LARGUEM! — disse chorosa, mas sem tentar se soltar. — Por que vocês querem me agarrar? — ela indagou. — Já sei, querem acasalar comigo. — disse olhando os dois. — Que coisa feia, eu já tenho um coelho e você não parece um coelhinho. — encarou um deles. — Você parece um urso. — ela analisou.


— Sim, sou um ursinho. — o homem disse com um sorrisinho, tentando distraí-la.


— Está vendo coelhinho? — ela disse enquanto caminhavam em direção a porta. — Vou te trair. — gargalhou. — Vou trair você com esse ursinho... — ela ria alto. — Apesar de eu preferir coelhinhos, um ursinho não é nada mal... — saiu porta afora.


— Oh meu Deus... — Rosana caiu no choro. — Minha filha está louca.


— Se acalme Rose. — Xavier disse a abraçando de lado. — Ela vai ficar bem.


— Eu não sei, ela está muito surtada. — soluçando.


— Eu não sabia que vocês iriam interná-la hoje mesmo. — Christopher disse, balançando o bebê de leve no colo, já que o pequeno choramingava. — Eu sinto muito por isso, eu não imaginava que Lorena fosse enlouquecer dessa forma.


Rosana o encarou.


— Lorena sempre teve sérios problemas psicológicos e você sabe bem Christopher. — o loiro assentiu. — Mas quero deixar claro uma coisa... O sentimento dela para com você, sempre foi muito verdadeiro. O que ela sentia por você era sim amor. — enxugou as lagrimas. — E quando você a traiu e a abandonou, todo esse amor se converteu em loucura. — voltou a chorar. — Eu não vou jogar a culpa de tudo isso em você, por que seria injusto, mas fique sabendo que colaborou muito para que Lorena enlouquecesse... — se virou para o marido. — Vamos embora Xavier. — saiu.


Xavier encarou Christopher.


— Nos vemos rapaz. — saiu atrás da esposa.


Christopher ficou olhando para a porta, por onde tinham saído e suspirou. Esperava de coração que Lorena ficasse bem, apesar de a loira ser um pé no saco, ele não desejava isso pra ninguém, jamais desejou vê-la louca, sempre a considerou como uma boa amiga antes dos últimos acontecimentos. Enfim, o tempo cuidaria dela e ele só desejava sorte em seu tratamento. Saiu de seus pensamentos quando sentiu seu filho reclamando em seu colo.


— Onw filhão, você deve estar morrendo de fome né? — colocou o bebê no carrinho. — O papai já vai levar você e seu irmãozinho pra mamar, fica tranquilo. — encarou as duas mulheres a sua frente. — Eu não tenho palavras para agradecer a vocês. — ele sorriu de leve. — Se não fosse pela sua boa vontade Deus sabe quando eu encontraria meus filhos.


— Não tem de que. — ela sorriu. — Eu acho que eles estão famintos, é melhor você ir antes que o outro acorde e piore.


— Você tem razão.


Ele se despediu das duas e se foi.


— Nossa, que confusão né Amy? — Anabela disse, mexendo na ponta dos cabelos. — Espero que a Lorena volte antes de eu ir, tenho que estar em casa as nove.


Amélia a encarou, rolando os olhos.


— A Lorena não vai voltar, por que ela foi INTERNADA! — Amélia berrou. — Está louca! Pirada! Ou você ainda não notou?


— Internada? — disse assustada. — Mas ela não foi acasalar?


Amélia fez uma cara de choro, se perguntava todo santo dia de onde vinha tanta burrice, torcia para que Anabela não acabasse louca como Lorena.


 


¨¨¨¨


— Se sente melhor? — Matheus perguntou enquanto acariciava os cabelos de Dulce, que estava deixada no colo dele. A ruiva apenas negou com a cabeça.


— Eu estou sentindo um nó... — ela sussurrou. — Um nó no peito, eu sinto que um terço de mim foi arrancado.


— Me dói te ver dessa forma Dulce. — Matheus disse. — Você é sempre tão alegre.


Dulce sorriu de leve.


— Sabia que você é o melhor namorado do mundo? — ela mordeu o lábio.


— Eu acho que nisso combinamos. — ele deu um selinho nela, e notou o olhar vazio. — Não fica assim, seus bebês vão aparecer quando você menos esperar.


— Eu estou perdendo as esperanças... — disse caindo no choro outra vez. — Essa mulher doente pode se mandar com eles a hora que ela quiser.


— É claro que não amor, ela jamais poderá sair da cidade com eles, ela não tem nenhum documento que comprova que ela é a mãe.


— GRAÇAS A DEUS! — ouviram o berro de Blanca vindo lá de baixo. Dulce se levantou em um salto sentindo seu coração acelerar.


Ela desceu as escadas com rapidez e ao chegar à sala quase desmaia de alivio ao ver Christopher e o carrinho dos bebês, Blanca estava com um deles no colo, que chorava enquanto a avó lhe enchia de beijos.


— Meus filhos! — ela disse caindo no choro e pegando o outro bebê no colo. — Onw meu amor... — disse o apertando forte contra si. O bebe ao sentir o cheiro dela, começou a chorar. — Me dá meu filho. — pediu o outro para a mãe que lhe entregou.


— Cuidado filha. — disse Blanca, que sempre ficava receosa quando ela pegava os dois no colo.


Dulce beijava os dois e chorava junto com eles. Christopher respirou fundo, dessa vez de alívio. Saber que os pequenos já estavam com a mãe lhe deixava leve e despreocupado.


— Onde eles estavam? — Dulce perguntou, depois de um tempo paparicando os dois.


— Lorena tentou se hospedar na casa de uma das amigas, e a moça me telefonou dizendo que ela estava lá com os bebês. — ele coçou a nuca. — Eu corri pra lá, e aqui estamos.


— E a louca da coelha? — Dulce arregalou os olhos. — Ela foi presa não é? — perguntou esperançosa, se Lorena não fosse punida de nada adiantaria.


— Não foi presa, mas foi internada em uma clinica psiquiátrica. — ele a encarou. — Dulce, você precisa dar de mamar, eu não sei qual foi a última vez que eles mamaram.


— Claro que sim... — ela sorriu e mandou um beijinho. — Eu vou amamentar agora mesmo. — se levantou e foi em direção ao quartinho. — Maite me ajuda aqui. — chamou a irmão, que foi atrás dela.


— Não sabe como fico aliviada de ver que meus netos estão sãos e salvos. — Blanca disse. — Querido, não quer ficar pra jantar? Eu estou preparando o jantar, você teve um dia difícil.


— Nossa, o convite é tentador, tem certeza que eu não vou incomodar? — ele sorriu, e Blanca negou com a cabeça, com um biquinho. — Eu acho que eu vou aceitar Blanca. — sentando no sofá. — Hoje eu não estava com cabeça nem pra comer, estou faminto.


— Você também Matt. — Blanca sorriu. — Se quiser ficar para jantar, é nosso convidado.


Matheus apenas sorriu e Blanca se retirou.


— E ai Ucker? — ele sentou ao lado do loiro. — Imagino que deva estar muito aliviado. — puxou assunto.


— Demais. — assentiu. — Estava muito desesperado.


Matheus assentiu e logo puxou um assunto sobre futebol. Os dois engataram uma conversa, Matheus até que seria um bom amigo se não fosse namorado de Dulce. Querendo ou não querendo aquilo sempre deixaria ares de rivalidade entre os dois.


Dulce entrou no quartinho dos filhos conversando com eles e achando graça da forma que eles se contorciam em busca de seu seio.


— Tô com fome mamãe... — ela disse. — Muita, muita, muita fome. — disse fazendo um biquinho. Um deles começou a chorar e o outro foi na onda do irmão. — Maite, abaixa aqui minha blusa. — pediu, pois estava segurando os dois e não tinha como baixar.


Maite abaixou um pouco a blusa tomara que caia e deixou os seios da irmã descobertos. Dulce sentou e pôs os dois para mamar, os pequenos sugavam com tanta gula que ela sentiu pena. Desde que horas seus filhos estavam sem comer? 


Se colocasse as mãos naquela coelha encapetada encheria aquela mulher de porrada, quem ela pensa que é pra fazer isso com seus filhos? Maldita.


— Nossa, eles vão engolir seus peitos. — Maite disse, espantada.


— Tadinhos, estão com muita fome. — Dulce negou com a cabeça, os analisando.


— Posso entrar? — Christopher perguntou botando a cara na porta.


— Claro que sim. — ela sorriu.


Ele entrou e fechou a porta, sentou-se no braço da poltrona de amamentação e sorriu ao ver que os filhos estavam mamando.


— Nossa, eles deviam estar famintos. — ele disse franzindo a sobrancelha.


— Verdade, sabe lá se a Lorena se lembrou de alimenta-los.


— Segunda feira eu vou vir buscar eles pra levá-los ao pediatra. — ele pegou a mãozinha do filho. — Eu não sei se isso pode ter prejudicado eles.


— Eu ia conversar com você sobre isso. — Dulce disse.


— Gente eu vou lá em cima. — Maite disse. — Preciso ligar para o Christian e dizer que já está tudo bem.


Os dois assentiram e Maite saiu.


— Matheus já foi embora? — a ruiva perguntou, encarando o loiro.


— Eu não sei, acho que sim. — ele disse confuso.


— Não deve ter ido. — ela disse. — Ucker, eu ainda não te agradeci por ter me trago os bebês. — ela mordeu o lábio. — Obrigada de verdade.


— Não tem por onde, esse é o meu dever de pai. — ele sorriu, beijando a cabeça dela.


— Você é um ótimo pai. — ela disse assentindo com a cabeça.


 


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Autor(a): ardillacandy

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Ele ficou muito feliz por ouvi-la falar isso, ele se esforçava muito para ser um bom pai e lhe deixava radiante saber que não estava desagradando-a. — Obrigado. — ele suspirou, contendo um sorriso. — Você também é uma boa mamãe. Os dois sorriram. — Deixa eu adivinhar... — ela franziu a sobrancelha. & ...


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Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 4658



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  • annyvondy Postado em 09/05/2020 - 10:26:37

    Fic incrível que amo e que sempre voltou aqui pra ler.

  • lukinhasmathers Postado em 11/01/2019 - 11:38:18

    oi linda, aqui o se fã de suas históris. bom, gostei da história, no começo, mas depois teve mais relação deles com outras pessoas durante muito tempo e aí ficou chato, até que no final deu uma melhorada. poderia ter mais partes no final deles com os filhos, os gêmeos são demais kkkk

  • misterdumpet Postado em 18/07/2018 - 21:20:33

    Relembre a trajetória de Padre Guilherme. Um homem de bom coração que sempre seguiu um caminho de fé, porém pode ser acusado injustamente de pedofilia, devido a provas forjadas que foram feitas para lhe prejudicar. Para não ser preso e expulso da Igreja Católica, Guilherme terá que simular sua própria morte e assumir uma nova identidade, numa outra cidade, tendo uma esposa, num casamento conturbado e uma filha adolescente e revoltada. Mas os valores adquiridos não serão perdidos e no final das contas, em vez de Guilherme mudar, é ele que vai mudar a vida daqueles que estão ao seu redor, pois ele jamais se renderá ao DESVIO DE CONDUTA. Leia novamente esta saga em https://fanfics.com.br/fanfic/12089/desvio-de-conduta-terminada

  • miiranda Postado em 14/01/2018 - 19:05:07

    provavelmente eu já tenha lido essa história, mas cá estou eu novamente. :)

  • Srta_Olaf♥ Postado em 10/01/2018 - 16:18:28

    Amores passem na minha fic: https://fanfics.com.br/fanfic/52833/amarga-vinganca-vondy

  • Giullya Postado em 27/04/2017 - 00:29:36

    Oii,já faz uns 2 dias que terminei de ler,mais não tinha logado! Parabéns está fic eh mto boa,amei todos os capítulos! Jurei que eles ia se casar e tal Mais pelo menos ficaram juntos! Amei os gêmeos *-* que bom q a coelha liberou o caminho para o casal Vondy ficar junto!! Bjos!! <3

  • Girl Postado em 27/01/2017 - 10:16:47

    oie,poderiam dar uma passada nessa web? mt obg desde já https://fanfics.com.br/fanfic/55914/perdida-por-voce-vondy

  • AnaCantor/portillarbd Postado em 01/12/2016 - 22:08:03

    Mais uma vez em anos aqui estou relendo essa maravilha,pq a gente pode

  • biafangirl Postado em 01/05/2016 - 14:35:07

    Melhor fanfic!!! Amei demais!!!

  • janaynafarias Postado em 10/03/2016 - 20:30:58

    Amore comecei acompanhar essa fic e sinceramente amei, rir, chorei e me emocionei.Q fique foda cara.muito boa Parabéns flor maravilhosa amei.



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