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Fanfic: Relação Extraconjugal [revisada] | Tema: Rebelde


Capítulo: Capítulo 65

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— Esqueceu que você não é mais meu chefe? — riu. — Tenho outro emprego garanhão.


— Não vai morrer se faltar um dia de trabalho. — ele deu de ombros. — Amanhã, te quero comigo.


— Você tem razão. — ele riu. — E o que vamos fazer amanhã?


— Vai querer sair? — ele perguntou.


— Podemos ficar na piscina, convidar nossos amigos e a noite sair com os gêmeos para a pizzaria quem sabe.


— Pensei que ficaríamos sozinhos a noite? — ele mordeu de leve o lábio dela.


— Temos dois pestinhas, você queria o que? — ela riu. — Mas um pouquinho mais tarde... — ela insinuou e ele fechou os olhos.


— Podemos adiantar um pouco amor?


— Não mesmo. — ela negou, mordendo o lábio sensualmente. — Estou cansadinha bebê.


— Não amor, a gente pode fazer devagarzinho, assim você não se cansa tanto... — ele sussurrou e a beijou, Dulce sorriu de leve e suspirou.


Christopher vendo que ela estava lhe correspondendo desceu os beijos para o pescoço dela enquanto lhe descia o shortinho.


— Filho da mãe, safado. — ela disse com os olhos cerrados. — Um dos gêmeos pode nos ver!


— Eles não vão acordar... — ele sussurrou jogando o shortinho dela para o outro lado. — Não seja malvada princesa.


— Não tem camisinha aqui, seu idiota. — ela sussurrou, mordendo a orelha dele.


— Eu gozo fora. — ele rebateu, com certa agilidade. Dulce riu.


— Tá bom, mas vamos fazer rapidinho. — ela enfatizou.


Christopher sorriu, descendo a cueca e revelando seu membro duro. A ruiva desceu e ficou de costas para ele apoiada no balcão, afastou sua calcinha e se empinou.


Christopher suspirou e a penetrou com força, Dulce gemeu extasiada, se empinando mais e rebolando. Os movimentos eram fortes, Christopher desabotoou o sutiã da ruiva e jogou no canto e em seguida apalpou os seios dela, com força.


— Adoro seus peitos sabia? — ele disse, mordendo o lábio.


Seu membro latejava como nunca, era como se o corpo de Dulce fosse feito sob medida para o seu, pois não era possível um encaixe tão perfeito como aquele.


— E eu adoro seu pau. — ela riu, com olhos fechados, rebolando no pau dele. — Que delicia! — passou a língua nos lábios, apertando seus seios por cima da mão dele. — Me fode assim... Ai.


Christopher metia e sussurrava algumas palavras sacanas, fechou os olhos, fazendo um esforço gigantesco para não gemer alto demais. Com Dulce era o mesmo, estava sendo mais complicado pra ela, pois sempre fazia muito barulho enquanto transava e não sendo nada fácil conter os gemidos.


— Ohh... — ela sussurrou sentindo o clímax perto. — Mais forte amor! — o sentindo deixar os movimentos frenéticos, a ruiva fechou os olhos e franziu a sobrancelha, porra.


Estava difícil demais conter todo o prazer que estava sentindo. Christopher saiu de dentro dela e sentou-se em uma cadeira, chamou ela e a mesma foi até ele, sentando em seu colo e consequentemente em cima de seu pau, o afundando outra vez. Christopher rolou os olhos e soltou um palavrão.


— Rebola assim, sua vadia. — disse dando um tapa forte no bumbum dela, que gemia baixinho e fazia o que ele mandava.


— Assim? — perguntou de forma ingênua, rebolando com maestria.


Ele apenas assentiu sem tirar os olhos dos peitos dela, que balançavam com seus movimentos, ele caiu de boca em um deles, chupando como um bebê faminto.


— Oh yeah ! — ela mordeu o lábio com cara de choro, rebolou mais um pouco e por fim gozou.


Ficou amolecida em cima dele, que a pegou outra vez, lhe apoiando na mesa e lhe penetrando fundo e forte, uma, duas, três, quatro estocadas e ele por fim saiu de dentro dela, acariciando o membro com força. Dulce se ajoelhou e se pôs a chupa-lo.


— Goza na minha boquinha... — ela disse o acariciando e ele gozou. — Huum. — ela gemeu passando a língua na cabecinha avermelhada e chupando todo o gozo. — Delicia. — sem parar de acaricia-lo.


— Ah. — ele gemia com os olhos fechados e respirou fundo, passando a mão no rosto. — Isso que é sexo, caralho. — ele vociferou a trazendo pra cima e lhe beijando apaixonadamente. — Você é mulher mais incrível que existe. — ele beijou o nariz dela e a ruiva sorriu.


— Conta uma novidade. — se achou, dando uma piscadela. — Isso eu já sei. — se vestindo outra vez.


— Modéstia? Onde você enfiou a sua? — ele ironizou indo até o bebedouro e enchendo um copo de água.


— Nem queira saber. — ela riu abotoando o sutiã. Ele riu, enquanto bebia água.


— Escuta bebê. — ele disse, colocando o copo no balcão. — Quando a gente transar outra vez, podemos fazer por trás? — ele perguntou com um sorrisinho animado.


— Se você permitir que depois eu enfie um rolo de macarrão no seu boga pode ser.


— Estraga prazeres. Até broxei com essa. — disse choroso, imaginando a possibilidade de ela cumprir a ameaça. — Você é cruel Dulce.


Ela gargalhou alto.


— Muito cruel, agora vamos dormir. — ela enfatizou.


— Não quero mimi  quero brincar de médico. — ele imitou o filho, afinando a voz.


— Ucker! — ela não aguentou e voltou a rir. — Que viagem, anda logo amor, estou morrendo de sono.


— Vamos. — ele lhe deu um selinho e subiram por fim.


 


¨¨¨¨


No dia seguinte, Dulce e Christopher chamaram os amigos para se divertirem na piscina e fazer uma pequena comemoração pela volta do casal. Poncho, Anahí, Christian e Maite ficaram um tanto surpresos e felizes ao saber da reconciliação do casal. Deram folga a empregada e estavam fazendo uma verdadeira festinha ali na piscina.


— Não posso acreditar que vocês voltaram. — Anahí dizia abismada enquanto observava Christopher de longe conversando com os amigos.


— Pois é. — a ruiva disse, com o queixo apoiado na borda da piscina, olhando para a mesma direção. — Eu ainda amo esse cara. — mordeu o lábio. — Não adianta fingir que não tem mais nada, quando é totalmente o contrario.


— Concordo. — Maite disse.


— Pois é. — Anahí sorriu. — Espero que dê tudo certo cadela.


— Vai dar sim. — ela piscou. — Dessa vez começou certo. — dizia com os olhinhos brilhando.


As três sorriram.


— E como foi a reconciliação? — Anahí perguntou, com sua curiosidade aguçada.


— Annie! — Maite berrou, embaraçada.


— O que? — Anahí arregalou os olhos. — Dulce e eu sempre soltamos a língua uma pra outra, não é porra ruiva? — piscou safadamente.


— Vocês não valem o prato que comem.


— Não seja quadrada Maite. — Dulce riu. — Somos mulheres e fazer amor com nossos homens não tem nada demais, é algo normal. Por que não compartilhar nossas experiências uma com a outra? — piscou.


— Mas me dá vergonha. — Maite dizia vermelha como um pimentão.


— Então só escute. — Anahí aconselhou e em seguida se virou para Dulce. — E então amiga? Rolou alguma coisinha ontem? Ou apenas beijinhos?


— Até parece Anahí, claro que rolou. — Dulce disse, encarando Uckermann de longe. — Transamos como dois cães no cio. Não tem noção de como foi gostoso. — ela fez um biquinho e deu um mergulho.


Anahí gargalhou e Maite olhou a sombra da irmã na água escandalizada. Logo Dulce emergiu e continuou.


— Me pegou de jeito quando botamos os gêmeos na cama e depois quando descemos pra assaltar a geladeira, me pegou outra vez, céus, achei que eu iria morrer. — se abanou.


— Dulce... — Maite a olhava, escandalizada.


— Ora Maite, vá pra merda. — rolou os olhos. — Pensa que eu não sei que você andou aprontando com o Christian na praia.


— C-como sabe disso? — disse gaguejando.


— Deveria ver quando seus sobrinhos estão por perto. — deu uma piscadela apontando os gêmeos. — Meu pequeno chegou aqui afirmando que você estava brincando de peão de boiadeiro com seu gatinho.


— Oh meu Deus que vergonha! — Maite gemeu, embaraçada. — Não foi nada disso, não aconteceu nada, foi um equivoco.


— E daí se tivesse acontecido? — Dulce indagou. — Sexo é uma coisa normal. Maninha, você é uma graça. — jogou água nela, que sorriu mais relaxada.


— Tá eu quero saber mais detalhes. Rolou oral, anal?


— Anal não. — Dulce suspirou, coçando a nuca. — Christopher me deixa aleijada quando inventa isso, tirando que sempre doí. — as outras duas riram. — Qual é a graça?


— Você não aguenta fazer anal?


— É claro que eu aguento, mas não gosto por que me machuca. — disse obvia. — Você gosta?


— Eu adoro. Te machuca por que você não relaxa e fica pensando na dor que vai sentir. Era assim comigo nas primeiras vezes, mas Poncho me explicou e a partir daí foi só prazer.


— Eu senti prazer na primeira vez que eu fiz, mas foi muito pouco Narrí. — ela coçou a nuca. — Não sei se é por que o pau do meu bebê é maior que o do seu. — riu.


— É maior que o do Poncho? — Anahí arregalou os olhos.


— É maior no cumprimento, a grossura é a mesma. — a ruiva sorriu lembrando-se do tamanho do pênis de Alfonso naquele tempo que os três "brincaram" juntos. — Ah não ser que o dele tenha crescido.


— Não cresceu não. — Anahí riu. — Mas porra, eu sempre achei o pau do Poncho imenso. Não é possível.


— Lamento informa-la, o pau do meu homem é maior.


Maite estava escandalizada.


— Gente? — ela perguntou, as duas se entreolharam.


— Qual é? — Dulce indagou. — O do Christian é maior? O do Ucker duro mede um palmo e quatro dedos.


— Puta que pariu! — Anahí berrou, maravilhada.


— Tira o olho, sua loira piranha. — Dulce deu língua. — E você Maite, quanto mede o do Christian?


— E eu lá sei. — disse constrangida. — Eu nunca parei pra medir.


Dulce e Anahí gargalharam. Maite era uma graça.


 


Do outro lado os meninos conversavam.


— Fico feliz que vocês tenham voltado parceiro. — Christian disse, batendo de leve nas costas do amigo.


— Eu estou muito feliz. — ele sorriu observando a namorada. — Dulce é a mulher da minha vida.


— Enfim tomou uma atitude. — Poncho disse orgulhoso. — Tomou vergonha na cara. Já era tempo.


— Podia ter tomado antes, se Dulce não tivesse dito que tinha deixado de me amar e queria ficar sozinha. Se não fosse por essa mentira dela, já estávamos juntos há muito tempo, eu te garanto.


— E a Leila cara? Não surtou?


— Nem me fale, ficou histérica, mas eu não liguei, a última vez que dei ouvidos a uma mulher histérica você lembra o no que deu. — ele disse, se lembrando de Lorena e seus surtos psicóticos.


Os amigos riram.


— Perdi Dulce e consequentemente meus filhos estavam crescendo em um lar desfeito.


— Mas você sempre foi um pai muito presente. — Poncho analisou.


— Eu sei, mas mesmo assim, não digo só por isso. Perdi muito acreditando na Lorena, ela me apunhalou pelas costas e me fez cometer muitos erros com Dulce.


— O que importa agora é que vocês voltaram e vão ser muito felizes, não é? — Christian disse.


— Amém! — Christopher sorriu tomando gole de cerveja.


— E a reconciliação? — Poncho perguntou com um sorrisinho safado. — Foi quente?


— Digamos que pegou fogo. — ele riu, lembrando-se da noite anterior.


— Esse é meu garoto! — Poncho riu, dando um murinho nas costas do amigo.


Foram interrompidos pelo choro de um dos gêmeos.


— Mamãe! — berrou choroso.


— O que foi meu filho? — Dulce disse do outro lado da piscina.


— O Gabriel furou minha boia, eu vou morrer afogado. — chorando dramaticamente. Dulce rolou os olhos e foi até ele.


— O que foi? — ela perguntou analisando a boia, que estava com um rasgo pequeno e secando aos poucos.


— Ele mordeu e furou. — Matheus apontou o irmão.


— Eu mordi só um pouquinho. — Gabriel disse com a mãozinha na boca e Dulce lhe deu uma palmada forte no braço, o pequeno começou chorar.


— A próxima vez que você morder alguma coisa eu vou te dar uma surra moleque! Que merda, é mordendo tudo o que vê pela frente, puta que pariu. — pegando o outro no colo. — Parece que está passando fome!


— PAPAI! — o pequeno dizia aos prantos, com a mãozinha onde ela tinha batido.


— Por que bateu nele amor? — Christopher perguntou, da beira da piscina.


— Ele furou a boia do irmão dele, com mordidas outra vez. — disse colocando o filho sentadinho na beira da piscina.


— Meu filho o que a papai já falou para você sobre morder?


— Não lembro. — ele disse coçando o olhinho. Dulce o pegou no colo, o tirando da boia do Ben10. — Quero ficar na piscina mamãe.


— Chega de piscina!


— Papai, eu quero piscina. — disse apelando para o pai.


— Está bom de piscina meu filho. — estendendo o braço, Dulce o entregou para o pai. — Vocês já estão engelhados de tanto ficar na água. — pegou o outro no colo. — Vamos lá com o tio Poncho e o tio Christian. — caminhando com eles, até os amigos.


— Tio Poncho. — o pequeno disse assim que o pai o colocou no chão.


— Oi moleque. — moreno sorriu se agachando na altura do pequeno.


— Eu levei palmada da mamãe. — com biquinho.


— Ah, ela fez por que gosta de você.


— Por que gosta de mim? — Poncho assentiu. — E se ela não gostasse? Me mataria?


Todos riram, aqueles dois eram uma gracinha.


 


Mais tarde, as meninas foram buscar um lanchinho, arrumaram a mesa e colocaram um bolo e um pavê de chocolate, ambos com aparência espetacular.


— Hum que delicia. — Christopher disse abraçando a ruiva por trás.


— Eu quem fiz. — ela se gabou, colocando uma garrafa de coca—cola na mesa.


— Pavê de que Dulcinha? — Christian perguntou.


— De chocolate cunhadinho. — sentando os filhos.


— E pavê ou pra comer? — Poncho não pode evitar a piada manjada.


— Pra enfiar no cu. — a ruiva piscou. Todos riram.


— Está certo. — ele disse tirando um pedaço. — A aparência está ótima, espero que não seja só a cara.


— Se mata Poncho. — a ruiva riu. — Querem bolo ou pavê amores da mamãe?


— Quero esse preto. — Matheus apontou.


— Eu também, e quero veveja. — Gabriel disse e todos se entreolharam confusos.


— Veveja  meu filho? — Christopher perguntou, sem entender. — O que é veveja ?


— Isso! — ele apontou a latinha na mão do pai. Todos riram.


— Isso é cerveja e só adultos podem tomar. — ele explicou.


— Mas por quê? Eu quero tomar papai. — ele disse choroso.


— Não vai tomar, se você tomar isso vai ter que tomar injeção depois. — Christopher inventou, deixando o pequeno assustado.


— Injeção?


— É, quem toma cerveja tem que tomar injeção. — todos estavam se segurando para não rir. — Não sabia? — o pequeno negou com a cabeça.


— Não. — disse com os olhinhos arregalados. — Mas eu não quero mais tomar papai.


— Ah tá. — piscou, todos riram.


O resto da tarde se passou com muita alegria e bagunça na piscina. Às seis da tarde os amigos foram embora.


 


À noite, Christopher levou Dulce e os gêmeos para comer fora, foram a pizzaria. Mais tarde Christopher a deixou em casa e depois de muitos beijos ele volta para o seu apartamento, afinal tinha que revisar alguns papeis no dia seguinte, para que pudesse concluir um projeto.


 


¨¨¨¨


Alguns dias depois, Dulce vai até o escritório de Christopher com os gêmeos, pois tinham combinado mais cedo que levariam os gêmeos ao cinema e ele pediu para que ela passasse lá para economizarem tempo. Ela assim o fez.


— Oi Cecília! — cumprimentou a secretária com um sorriso.


— Dulce! — a mulher sorriu ao vê-la. — Quanto tempo menina! — se levantou e lhe deu um abraço. — Como você está? Fiquei sabendo que você e o Christopher voltaram! — disse voltando a sentar.


— Pois é, nós vimos que não dava de viver longe um do outro e voltamos de uma vez. — ela sorriu.


— Matt, vem brincar comigo! — o outro chamou. Matheus se aproximou e o irmão se pôs a explicar. — Eu jogo e você vai buscar.


— Não, eu não sou nenhum au au. — disse birrento. Cecília sorria observando, que coisinhas mais fofas aqueles dois eram.


— Chato! — Gabriel mostrou a língua, e Matheus fez careta, sentando ao lado do irmão.


— Fico feliz de verdade, há muito tempo que eu não via o meu chefe tão feliz. — ela disse verdadeiramente. — Desejo tudo de bom pra vocês!


— Valeu Cecília. — Dulce agradeceu. — E vocês, não vão falar com a tia Cecília? — perguntou aos pequenos, que observavam Cecília. Um deles sorriu e o outro se escondeu atrás da mãe, envergonhado. — Digam olá.


— Olá! — eles disseram juntos.


— Olá gracinhas! — ela disse com um sorriso enorme. — Como se chamam? — ela perguntou só pra ver a reação deles, afinal já sabia seus nomes.


— Matheus. — disse o outro saindo de trás de Dulce.


— Eu sou Gabriel. — disse o mais relaxado. — Meu pai tá aqui? Eu quero falar com ele.


— Ah, ele saiu um instantinho, mas logo está de volta. — ela piscou.


— Ele saiu Ceci? — Dulce perguntou confusa.


— Saiu Dulce, ele foi a um stand com um dos clientes, mas daqui há uns vinte minutinhos ele volta, pode ficar a vontade. — ela disse simpática. — Quer um café? Uma água? Um suco?


— Não, obrigada Cecília. — ela sorriu.


— Eu quero veveja, mas meu papai falou que tem que tomar injeção depois e injeção doí. — Gabriel disse, ficando na ponta de pés para olhar Cecília.


Dulce apenas negou com a cabeça pedindo pra ela não ligar para o que eles diziam.


— É mesmo meu bem? — ela perguntou e ele assentiu. — Nossa Dulce eles se parecem demais com o Uckermann. — Cecília disse analisando.


— Pois é, todo mundo fala. — a ruiva sorriu observando-os. — Nossa que sono. — ela disse bocejando, seu celular tocou, olhou no visor e viu que era uma colega de trabalho e atendeu. — Fala Raiana. — pausa. — Não, a outra era do Leblon. — ela coçou a nuca. — Claro que não Raiana. — rolou os olhos, novatos eram complicados. — Você misturou os preços, esse é do Leblon, a outra que é a do Flamengo, espera um minutinho. — se levantou e tapou a boca do telefone. — Ceci, pode dar uma olhadinha nos meus anjinhos um minuto? Assunto de trabalho e o sinal aqui está péssimo.


— Claro Dulce. — ela piscou. — Segue o corredor e vai na varanda aqui do lado, o sinal é ótimo. — apontou e Dulce agradeceu se retirando.


— Deixa eu brincar com isso? — Gabriel pediu apontando uns rolinhos que tinham ali.


Cecília assentiu, eram só rolinhos de papel, se ela precisasse usar pegaria outros no almoxarifado. O pequeno se sentou por ali e ficou jogando os rolinhos pra lá e pra cá.


— Você tem au au ? — Matheus perguntou.


— Eu não, mas meu filho tem. — ela sorriu. — Eu tenho um filho da sua idade.


— E como é o nome do seu filho e do seu au au ?


— O meu filho é Lucas, e o au au  é Vavá. — ela disse digitando algo. — Gostou do nome?


— Gostei, o papai vai me dar um au au, o nome dele vai ser Onofre.


— Que nome peculiar. — Cecília sorriu.


O elevador se abriu e Leila saiu, Cecília o encarou, tirando os óculos. O que aquela mulher estava fazendo ali? Leila viu que os gêmeos estavam ali e fechou a cara. Que merda.


— Olá! — Cecília a cumprimentou. — O que deseja senhorita?


— Christopher, onde está? — ela perguntou.


— Ele precisou sair com um cliente.


— Ele vai demorar? — ergueu a sobrancelha, sem muita paciência.


— Creio que sim. — mentiu com um sorrisinho falso.


— Pois não me importa, eu vou esperar. — disse olhando Cecília de rabo de olho e indo se sentar.


— Se quiser pode me adiantar o assunto. — Cecília disse, imaginando ser assunto profissional, pois sabia que ela não tinha mais nada com seu chefe.


— Não, por que não é da sua conta. — piscou. Cecília cerrou os punhos.


A morena desceu o olhar para o chão e viu os gêmeos se divertindo por ali. Resolveu ignorar para não ficar irritada, pois só de olhar para aqueles pirralhos sentia uma irritação descomunal. Resolveu ficar mexendo no seu celular pra se distrair.


Um dos rolinhos vai parar embaixo da cadeira de Leila. Gabriel engatinha até lá e se agacha procurando o rolinho.


— Menino, dá pra sair daqui? — ela disse, bufando de raiva.


 


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Autor(a): ardillacandy

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O pequeno não disse nada e pegou o rolinho se afastando rapidamente. Dois minutos depois o rolinho novamente vai pra baixo da cadeira dela, dessa vez, Matheus vai buscar. — Vou pegar tá? — ele disse, se abaixando, mas Leila não estava nem um pouco amigável aquele dia e deu um pisão na mãozinha da criança. Cec&iac ...


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Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 4658



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  • annyvondy Postado em 09/05/2020 - 10:26:37

    Fic incrível que amo e que sempre voltou aqui pra ler.

  • lukinhasmathers Postado em 11/01/2019 - 11:38:18

    oi linda, aqui o se fã de suas históris. bom, gostei da história, no começo, mas depois teve mais relação deles com outras pessoas durante muito tempo e aí ficou chato, até que no final deu uma melhorada. poderia ter mais partes no final deles com os filhos, os gêmeos são demais kkkk

  • misterdumpet Postado em 18/07/2018 - 21:20:33

    Relembre a trajetória de Padre Guilherme. Um homem de bom coração que sempre seguiu um caminho de fé, porém pode ser acusado injustamente de pedofilia, devido a provas forjadas que foram feitas para lhe prejudicar. Para não ser preso e expulso da Igreja Católica, Guilherme terá que simular sua própria morte e assumir uma nova identidade, numa outra cidade, tendo uma esposa, num casamento conturbado e uma filha adolescente e revoltada. Mas os valores adquiridos não serão perdidos e no final das contas, em vez de Guilherme mudar, é ele que vai mudar a vida daqueles que estão ao seu redor, pois ele jamais se renderá ao DESVIO DE CONDUTA. Leia novamente esta saga em https://fanfics.com.br/fanfic/12089/desvio-de-conduta-terminada

  • miiranda Postado em 14/01/2018 - 19:05:07

    provavelmente eu já tenha lido essa história, mas cá estou eu novamente. :)

  • Srta_Olaf♥ Postado em 10/01/2018 - 16:18:28

    Amores passem na minha fic: https://fanfics.com.br/fanfic/52833/amarga-vinganca-vondy

  • Giullya Postado em 27/04/2017 - 00:29:36

    Oii,já faz uns 2 dias que terminei de ler,mais não tinha logado! Parabéns está fic eh mto boa,amei todos os capítulos! Jurei que eles ia se casar e tal Mais pelo menos ficaram juntos! Amei os gêmeos *-* que bom q a coelha liberou o caminho para o casal Vondy ficar junto!! Bjos!! <3

  • Girl Postado em 27/01/2017 - 10:16:47

    oie,poderiam dar uma passada nessa web? mt obg desde já https://fanfics.com.br/fanfic/55914/perdida-por-voce-vondy

  • AnaCantor/portillarbd Postado em 01/12/2016 - 22:08:03

    Mais uma vez em anos aqui estou relendo essa maravilha,pq a gente pode

  • biafangirl Postado em 01/05/2016 - 14:35:07

    Melhor fanfic!!! Amei demais!!!

  • janaynafarias Postado em 10/03/2016 - 20:30:58

    Amore comecei acompanhar essa fic e sinceramente amei, rir, chorei e me emocionei.Q fique foda cara.muito boa Parabéns flor maravilhosa amei.



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