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Fanfic: Relação Extraconjugal [revisada] | Tema: Rebelde


Capítulo: Capítulo 69

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— Sem problema, eu gosto que me chamem de coelha. — piscou e Adamastor se aproximou.


— Vamos baby rabbit ? — disse a abraçando por trás e Lorena assentiu.


— Bem, eu estou indo agora. — apontou.


— Tudo de bom pra você, viu? — Christopher apertou a mão dela. — Foi uma boa esposa Baby Pink.


— Igualmente, Baby Blue. — fez um biquinho e deu tchauzinho para Dulce, em seguida se virou e foi pulando junto com Adamastor até sumirem de vista.


— Uau. — Dulce disse. — Acredita nisso? — apontou.


— Se eu não tivesse visto, eu não acreditaria. — ele negou com a cabeça e foram caminhando até a saída. — O que eu sei é que me tirou um grande peso das costas.


— Dois votos. — Dulce encostou a cabeça no ombro dele. — Agora eu me sinto melhor de alguma forma. — sorriu e ele lhe deu um selinho. — Estou com fome, podemos ir comer e depois pegar um cinema? — sugeriu.


— O que você quiser amor.


 


Os dois saíram da clinica e em seguida pararam em um restaurante japonês, pois Dulce queria comer sushi. Enquanto comiam conversaram, Christopher falou sobre Leila e Dulce ficou feliz em saber que ele tinha lhe dado um sermão pelo que tinha feito com seu filho. Falaram sobre o filme que iam ver, sobre o trabalho de ambos, sobre os gêmeos e sobre a relação. Depois que comeram foram ao cinema e escolheram um filme de terror.


Assim que o filme acabou, Christopher dirigiu até a praia, lá deveria estar calmo, ótimo pra namorar.


— Eu adorei o passeio de hoje. — Dulce disse olhando o mar, quando já estavam sentados na beira do mesmo.


— Eu adoro tudo o que envolva você. — ele lhe deu um beijinho.


— Amor? — ela perguntou apoiando a cabeça no peito dele.


— Hum?


— Do que você sentiu mais falta em mim? — ela mordeu o lábio.


— Posso ser sincero? — ela assentiu. — Seu sorriso. — disse beijando os cabelos dela. Dulce sorriu com os olhos fechados. — Eu adoro quando você sorri pra mim, você sorri com todo o seu rosto, não é só com os lábios. E ver isso me faz muito bem. — explicou. Ela sorriu mordendo o lábio. — E você, o que mais sentiu falta?


— Dos seus olhos. — disse entrelaçando a mão dele com a sua.


— Meus olhos? — ele perguntou achando graça.


— É. — ela assentiu. — Eu adoro quando você olha pra mim com esse olhar, às vezes seus olhos brilham tanto que parecem duas estrelinhas, me olha de maneira apaixonada que me faz sentir especial. E ver isso me faz muito bem. — o imitou e ele riu de leve.


— Que romântico. — ele sorriu e lhe beijou. — Amo você. — olhou nos olhos dela.


— Eu também o amo. — cheirou o pescoço dele. — E estou muito feliz por saber que vamos ficar juntos todos os dias.


— E todas as noites. — ele completou e a beijou outra vez, com um sorriso enorme.


Jamais seria feliz com outra mulher que não fosse Dulce. E ela pensava o mesmo, gostou muito de Matheus, mas jamais sentiria por ele o que sentia por Uckermann, aquele amor era muito fora do normal. Ficaram mais um tempinho namorando na praia e depois foram embora.


 


¨¨¨¨


No dia seguinte Christopher foi viajar e deixou a chave de seu apartamento com Dulce, já que ela ia buscar suas roupas. Quando a ruiva saiu do trabalho, foi buscar os gêmeos na casa de Alexandra e em seguida dirigiu até o condomínio de Uckermann.


— Filho, fica perto da mamãe. — disse enquanto ia em direção as escadas, já que o maldito elevador estava em manutenção. — Moço eu vou interfonar para o senhor me ajudar a descer com a mala tá? — disse a um dos porteiros.


— Pode interfonar senhorita. — disse educado.


— Matheus, vem filho! — pegou a mãozinha dele.


— Eu não quero subir escada. — disse com um biquinho.


— É só até o terceiro andar, seu preguiçoso, olha seu irmão já está lá em cima. — sorriu e subiu com eles.


 


Entrou no apartamento e foi logo em direção ao quarto do namorado, pegou uma mala e se pôs a arrumar, enquanto os gêmeos ficavam vendo TV na sala e brincando por ali.


— Mamãe, eu posso brincar no corredor? — ouviu uma vozinha que ela não distinguiu de qual dos dois era.


— Mas nem pensar. — respondeu enquanto dobrava as roupas de Christopher. — Fiquem quietos aí!


Ouviu a campainha tocar e estranhou, quem seria? Bufou e foi abrir. Rolou os olhos ao ver Leila ali.


— O que está fazendo aqui? — ela cruzou os braços.


— Eu quero falar com o Christopher minha querida. — Leila disse com um sorriso falso.


— Christopher não está aqui. — Dulce sorriu da mesma forma, parada na porta. — O que você está fazendo aqui, atrás do meu homem? — se escorou no parapeito.


— Ele não está aqui? E onde ele está? Eu já fui à empresa e ele também não estava lá. Preciso falar com ele.


— Ele foi viajar. — Dulce rolou os olhos. — O que quer aqui?


— Sabe Dulce, se eu fosse você ficaria muito preocupada. — Leila sorriu, com os olhos brilhando. — Acabei de voltar do laboratório e eu estou realmente grávida.


Dulce engoliu o seco. Mulherzinha infeliz. Apesar de ter ficado nervosa com a notícia não demonstrou a Leila.


— Que bom pra você. — disse irônica.


— Não vai espernear? — Leila riu. — Eu sei que você está morrendo de vontade de chorar. — fez um biquinho.


— Ora, por favor. — Dulce negou com a cabeça, com um olhar de tédio. — Christopher estava me enchendo o saco um dia desses pra que eu parisse outro bebê, dessa vez ele quer uma garotinha sabe? Mas ficar grávida é algo muito trabalhoso e na hora de parir dói como o diabo. E saber que você vai fazer isso por mim, é realmente muito bom. — Leila tirou o sorriso da cara. — Eu engordei muito quando engravidei dos meus anjinhos. — olhou os filhos que já estavam ali pelo corredor, brincando com os robôs que ganharam da avó no dia anterior. — E foi muito difícil botar meu corpo em ordem de novo, e engravidar outra vez eu dispenso. Vou torcer muito pra ser uma menina. — piscou.


— Cala a boca! — Leila gemeu. — Christopher e eu vamos ficar juntos. E esse bebê só vai me ajudar! Você sabe que quando meu filho nascer, Christopher não vai querer sair do meu lado, não vai querer perder nenhum momento do crescimento do bebê, o que você acha? É claro que ele vai esquecer você e esses pirralhos, você sabe que é isso que vai acontecer, e quando acontecer eu vou rir muito da sua cara Dulce. — disse com as palavras carregadas de veneno.


A ruiva coçou a nuca, é, realmente ela correria aquele risco, sabia que Christopher era um ótimo pai e realmente ele não deixaria Leila sozinha quando a criança nascesse, e aquilo lhe deixava de certa forma mal e enciumada. O pior de tudo era ver aquela maldita se referindo ao bebê que esperava como um objeto que ela estava usando para ter Christopher de volta.


— Christopher é um ótimo pai. E não tenha duvidas que essa criança terá todo o amor dele, sempre. É uma pena que você só vai ter isso. Um Christopher pai. Por que o Christopher homem, já é outra história meu amor. Ele é meu. — disse simples. — E se a sua intenção é causar contenda usando essa criança você está perdendo o seu tempo, eu não tenho medo nem de você, quanto mais de uma criança que a única coisa que vai querer é o amor do pai. Sabe por que Leiloca? Por que eu confio no meu taco. Não preciso machucar os filhos dele pra chamar atenção, eu não preciso disso.


Leila estava com raiva.


— E mais, você não tem vergonha de se referir a essa criança como um objeto? É seu filho e não uma arma de guerra. Você não vai tirar o Christopher de mim usando essa criança. — Dulce riu. — Nossa, isso é tão anos oitenta, hoje em dia ter um filho com um cara não significa que você vai casar com ele e ser feliz para o resto da vida. Evolua querida. — apontou a própria cabeça.


— Você é tão baixa. — Leila sussurrou.


— Claro, eu só tenho 1,60. — disse com um sorrisinho debochado. — Agora se me der licença eu vou ter que voltar a fazer a mala do MEU namorado, por que sabe não é? Vamos morar juntos. — piscou e Leila arregalou os olhos.


Durante três anos de namoro ele nunca a chamou pra morar com ele. Maldita Dulce.


— Isso não vai ficar assim Dulce, eu vou ganhar! Ou melhor, eu JÁ ganhei. — Leila enfatizou e Dulce bocejou forçadamente.


— Ai como esse seu papo me dá sono. — rolou os olhos. — Agora sai daqui que eu tenho mais o que fazer, depois você liga para o Christopher e diz essa grande noticia, mas agora eu tenho mais o que fazer. — disse entrando outra vez, mas depois volta. — Só uma dica, não usa salto tão alto assim, é muito perigoso no seu estado. — olhou os gêmeos. — Filho, é pra ficar perto da porta e não se aproximem da escada ok?! — ela disse entrando outra vez


Leila deu um chute na parede, merda, que ruiva desgraçada! Iriam morar juntos! Morar! Merda! Sua esperança era que Christopher lhe desse um fora após saber que realmente estava esperando um filho dele. Viu um dos gêmeos ali e sorriu perversa.


— Oi! — ela disse e eles a olharam desconfiados. — Tudo bem queridos?


Matheuzinho ficou com medo que ela lhe machucasse outra vez e voltou pra dentro, sem querer papo com aquela bruxa, já Gabriel era mais curioso e decidiu falar com Leila.


— Tudo. — ele respondeu. — Olha o que eu ganhei da minha vovó, Alex. — mostrou o cachorro robô.


— Legal. — Leila disse. — Você gosta muito da sua vovó Alex não é? — o pequeno assentiu. — Pois você tem que aproveitar, por que quando seu irmãozinho nascer ela só vai querer brincar com ele e vai gostar mais dele do que de você.


— Que irmãozinho? — ele disse com os olhinhos arregalados. — Minha mamãe vai ter um bebê?


— Não, eu vou ter um bebê e vai ser meu e do seu pai. — explicou, ele a olhava. — E seu pai vai gostar mais do seu irmãozinho que vai nascer, ele vai ser mais novinho e Christopher vai enjoar de vocês.


— E por que o papai não vai mais gostar da gente? — perguntou com um biquinho.


— Por que o meu filho vai precisar de atenção. E ele vai ter. — enfatizou. — Sua vovó Alex vai dar muitos presentes pra ele. E também vai esquecer de você e do seu irmão.


— Mentira! Você é uma bruxa! — o pequeno disse, com uma carinha feia. — Eu não gosto de você! Feia! — deu língua.


Leila gargalhou e negou com a cabeça indo em direção ao elevador.


— Não tá prestando, sua burra. — Gabriel zombou, ainda com careta. Leila deu de ombros e foi até a escada.


— Tchauzinho querido. — abriu a portinha. — Mande beijinhos para a sua mãe. — se virou pra descer. 


Pobres pirralhos, nada melhor do que jogar com o psicológico dos pequenos pestinhas, e aquilo estava só começando, quando seu filho nascesse as coisas ficariam muito mais interessantes.


Quando ia descer o segundo degrau a morena arregalou os olhos ao sentir seu salto entortando, ela se desequilibrou e desabou escada abaixo. Gabriel arregalou os olhos e pôs a mãozinha na boca, assustado.


— MAMÃE! — chamou a mãe.


Dulce veio correndo, completamente assustada com o grito do filho e o pegou no colo.


— O que foi meu filho?! — desesperada e analisando se ele estava bem.


Ele apenas apontou para a escada. Dulce o pôs no chão e rapidamente foi até lá, viu Leila desmaiada lá embaixo e desceu depressa.


— Céus! — fez uma careta ao ver que ela sangrava muito.


— Mamãe, ela morreu? — um dos gêmeos perguntou, lá de cima.


— É claro que não menino, vire essa boca pra lá! — vendo a pulsação dela, estava um pouco acelerada.


A ruiva subiu as escadas outra vez e entrou no apartamento. Buscou o interfone e mais do que depressa interfonou para o porteiro, para que subisse e trouxesse consigo uma caixa de primeiros socorros, em seguida ligou para uma ambulância.


— Mamãe, por que a tia Leila morreu? — Gabriel perguntou.


— Meu filho, ela não morreu! — ela coçou a nuca. — Os dois fiquem aqui! Sentados e se não me obedecerem vão ficar de castigo por um ano! — ela bufou, não queria que eles vissem todo aquele sangue.


— Tá mamãe. — eles disseram juntos e Dulce saiu outra vez, descendo as escadas e viu que o porteiro já estava ali, socorrendo a mulher, que já estava acordando.


— Ah, o que aconteceu? — ela perguntou, com os olhos cerrados. — Ah, que dor infernal! — grunhiu ao sentir uma pontada violenta no ventre.


— Você caiu da escada. — Dulce explicou, se ajoelhando ao lado dela.


— Ah não, meu bebê! — Leila gemeu, caindo no choro ao ver o tanto de sangue que saia.


Dulce engoliu o seco, dessa vez sentindo pena. Apesar de odiar Leila não desejava que ela perdesse a criança, apesar de tudo era mãe, e mãe nenhuma merecia perder um filho. Lembrou de como ficou desesperada quando quase perdia os gêmeos há algum tempo atrás.


— Como está se sentindo? — o porteiro perguntou, um tanto inexperiente, enquanto tentava evitar o sangramento.


— Ora, o que você acha?! — disse ignorante. — Eu estou toda quebrada! Ah, eu não quero perder meu filho... — fechou os olhos, sentindo dor.


— Se acalme, você não vai perder seu filho! — Dulce disse. — Fique tranquila Leila, se você ficar nervosa vai piorar a situação.


— Eu quero o Christopher, onde ele está? — ela perguntou.


Dulce rolou os olhos.


— Ele não está aqui agora, mas eu vou ligar e ele vai vir, não se preocupe. — assentiu.


— Eu não acredito em você! — ela grunhiu. — Eu não acredito que você vá ligar, você é uma mentirosa, e a culpa de tudo isso é sua.


— Cala a boca! — Dulce rolou os olhos. — Nem a ponto de abortar você consegue ficar suportável.


— Abortar? — ela chorava.


— Oh, não, não... — Dulce corrigiu. — Eu disse se internar. Você que entendeu errado, agora relaxe que a ambulância já está vindo. — disse pegando o celular do bolso.


— Aonde você vai Dulce Maria?


— Vou ligar para o Christopher, relaxa aí. — discando os números. Aguardou um pouco e nada dele atender. — Ótimo Uckermann, pra que diabos tem um celular se essa porra vive desligada?! — grunhiu ao ouvir a mensagem de caixa postal. — Assim que escutar o meu recado você me retorna urgente! — disse e desligou, em seguida ligou para Anahí. — Annie? — disse assim que a loira atendeu.


— Oi perua. — Anahí respondeu.


— Você está onde hein?


— Estou no trânsito. — ela riu. — Aqui perto da barra.


— Annie, vem aqui no apartamento do Uckermann, mas vem o mais rápido que você puder. Acha que chega em dez minutos?


— Sim, eu vou dar uma acelerada e chego aí, beleza? — olhando no relógio. — O que está rolando?


— A Leila está prenha do Ucker, acredita? — disse baixinho para que a morena não ouvisse.


— PUTA MERDA. — negou com a cabeça. — E agora?


— E agora, ela caiu aqui na escada do prédio dele. Está sangrando para um caralho e eu estou achando que vai abortar, na verdade eu tenho certeza.


— Você empurrou a vaca? — caindo no riso.


— Claro que não, sua cobra peçonhenta. — Dulce rolou os olhos. — Mas ela caiu. Estamos esperando a ambulância chegar, eu preciso que você fique com os gêmeos.


— Tudo bem, eu já estou quase chegando aí. Beijo na bunda que não existe. — Dulce rolou os olhos. — Brincadeira, existe sim. — gargalhou. — Tchau.


— Tchau. — desligou e foi até Leila. — O celular do Ucker está desligado, mas eu deixei uma mensagem de voz.


Leila não disse nada e virou a cara, tinha certeza que aquela pilantra estava mentindo. Ela não queria que Christopher soubesse e não lhe enganava nem um pouco. Não demorou e ambulância chegou, Anahí chegou logo depois e Dulce lhe entregou os gêmeos para que os levasse para Blanca. A loira fez o que ela pediu e saiu com os afilhados, Dulce foi com Leila na ambulância.


 


¨¨¨¨


Quando Christopher desembarcou no heliporto, ouviu a mensagem de Dulce e vinha discando para ela, já que no helicóptero não tinha sinal. Não demorou e ela atendeu.


— Até que enfim! — ela disse, assim que atendeu.


— Desculpa amor, eu estava voando e estava sem sinal. — ele disse acenando para o piloto. — O que houve? Qual é o problema?


— Leila. — ela disse e ele franziu a sobrancelha.


— Não me diga que ela foi te incomodar outra vez. — ele rolou os olhos.


— Não bebê. — ela disse prontamente com um sorriso. — Bom, mais ou menos, mas isso não importa. Ela está grávida. Ou melhor, estava... — fechou os olhos.


— Mas tem certeza disso? — ele dizia caminhando e desativando o alarme do carro. — Como assim estava? Aconteceu alguma coisa?


— Ucker, ela está sim, o problema é que ela levou uma queda feia da sua escada e estamos no hospital. — ele arregalou os olhos.


— Mas, como assim caiu? E o meu filho?! — disse nervoso.


— Eu acho melhor você vir pra cá amor. — ela disse. — Eu ainda não sei o que aconteceu, ela está sendo atendida no momento.


— Me diz o endereço. — Dulce diz e ele grava o nome do hospital, sabia onde ficava. — Eu sei onde fica, eu já estou chegando aí.


— Tudo bem, eu te espero. — desligaram.


— Onde está minha filha? — uma mulher de mais ou menos cinquenta anos apareceu, completamente desesperada.


— A senhora é a mãe da Leila? — Dulce perguntou.


— Sim, e quem é você? — ela perguntou.


— Sou Dulce, sou namorada do Ucker. — se apresentou e a mulher fechou a cara. Dulce rolou os olhos. — Sua filha está sendo atendida. — se pôs a mexer no celular.


— E você estava com ela no momento em que caiu?


— Não. — enfatizou. — Por quê?


— Não sei, existem mulheres ciumentas demais. — ela disse negando com a cabeça. — Não seria de se admirar que você a tenha jogado lá de cima, para se livrar dela. — acusou severa.


Dulce espocou em uma gargalhada. O que deixou a mulher um tanto quanto abismada, pois esperava que ela fizesse qualquer outra coisa, menos rir.


— Do que está rindo? — disse um tanto irritada.


— Acha mesmo que eu perderia meu tempo empurrando sua filha da escada? — ainda rindo. — Até por que, esse negócio de empurrar da escada é muito velho e eu não tenho motivo para me livrar dela sabe por quê? — ergueu a sobrancelha. — Por que ela e nada para mim dão no mesmo. — a mulher fechou a cara. — Eu não tenho motivo nenhum para me livrar dela, por que eu tenho certeza que jamais o Ucker vai me trocar por sua filha, eu sou muito melhor que a Leila. — piscou e atendeu o celular que estava vibrando. — Fala mamy. — se afastou ignorando completamente a presença da mãe de Leila.


 


Alguns minutos depois Christopher apareceu.


— Ai graças a Deus querido!


— Michelle, o que houve? — ele perguntou a mãe de Leila. — Tem alguma noticia?


— Ainda não sei de nada. — fungando. — Desde que eu cheguei ninguém deu noticia alguma, eu estou com medo de acontecer algo a minha filha e ao meu neto. — olhou pra ele. — Já sabia que Leila está esperando um filho seu?


— Essa não é uma forma muito boa de saber que vai ter um filho. — ele pôs a mão no bolso. — Mas que coisa. — passou a mão no rosto. — Minha namorada não está aqui? — ele perguntou confuso, procurando Dulce.


— Leila?


— Dulce. — ele corrigiu. — Ah, aí vem ela. — sorriu ao vê-la se aproximar com um copo de chá.


 



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Autor(a): ardillacandy

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Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 4658



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  • annyvondy Postado em 09/05/2020 - 10:26:37

    Fic incrível que amo e que sempre voltou aqui pra ler.

  • lukinhasmathers Postado em 11/01/2019 - 11:38:18

    oi linda, aqui o se fã de suas históris. bom, gostei da história, no começo, mas depois teve mais relação deles com outras pessoas durante muito tempo e aí ficou chato, até que no final deu uma melhorada. poderia ter mais partes no final deles com os filhos, os gêmeos são demais kkkk

  • misterdumpet Postado em 18/07/2018 - 21:20:33

    Relembre a trajetória de Padre Guilherme. Um homem de bom coração que sempre seguiu um caminho de fé, porém pode ser acusado injustamente de pedofilia, devido a provas forjadas que foram feitas para lhe prejudicar. Para não ser preso e expulso da Igreja Católica, Guilherme terá que simular sua própria morte e assumir uma nova identidade, numa outra cidade, tendo uma esposa, num casamento conturbado e uma filha adolescente e revoltada. Mas os valores adquiridos não serão perdidos e no final das contas, em vez de Guilherme mudar, é ele que vai mudar a vida daqueles que estão ao seu redor, pois ele jamais se renderá ao DESVIO DE CONDUTA. Leia novamente esta saga em https://fanfics.com.br/fanfic/12089/desvio-de-conduta-terminada

  • miiranda Postado em 14/01/2018 - 19:05:07

    provavelmente eu já tenha lido essa história, mas cá estou eu novamente. :)

  • Srta_Olaf♥ Postado em 10/01/2018 - 16:18:28

    Amores passem na minha fic: https://fanfics.com.br/fanfic/52833/amarga-vinganca-vondy

  • Giullya Postado em 27/04/2017 - 00:29:36

    Oii,já faz uns 2 dias que terminei de ler,mais não tinha logado! Parabéns está fic eh mto boa,amei todos os capítulos! Jurei que eles ia se casar e tal Mais pelo menos ficaram juntos! Amei os gêmeos *-* que bom q a coelha liberou o caminho para o casal Vondy ficar junto!! Bjos!! <3

  • Girl Postado em 27/01/2017 - 10:16:47

    oie,poderiam dar uma passada nessa web? mt obg desde já https://fanfics.com.br/fanfic/55914/perdida-por-voce-vondy

  • AnaCantor/portillarbd Postado em 01/12/2016 - 22:08:03

    Mais uma vez em anos aqui estou relendo essa maravilha,pq a gente pode

  • biafangirl Postado em 01/05/2016 - 14:35:07

    Melhor fanfic!!! Amei demais!!!

  • janaynafarias Postado em 10/03/2016 - 20:30:58

    Amore comecei acompanhar essa fic e sinceramente amei, rir, chorei e me emocionei.Q fique foda cara.muito boa Parabéns flor maravilhosa amei.



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