Fanfics Brasil - Capítulo 72 Relação Extraconjugal [revisada]

Fanfic: Relação Extraconjugal [revisada] | Tema: Rebelde


Capítulo: Capítulo 72

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Ao chegarem ao estacionamento do condomínio ele colocou suas coisas no porta-malas e seguiu com Dulce em direção ao centro da cidade, que era onde Leila morava, junto com a mãe.


Quando chegaram, tocaram a campainha e a mãe de Leila abriu a porta, um pouco sem graça, provavelmente estava envergonhada da atitude infantil de sua filha.


— Como vai Michelle? — Christopher perguntou, por educação.


— Envergonhada, mas bem. — ela suspirou. — Entrem, Leila está esperando vocês lá dentro. E eu queria me desculpar. De verdade, não sei o que deu na minha filha para inventar uma coisa dessas. — negando com a cabeça. Dulce rolou os olhos disfarçadamente.


— Você não tem culpa disso Michelle. — Christopher disse. — Podemos entrar logo? Dulce e eu não temos muito tempo.


— Oh! — ela sorriu. — Claro! — deu passagem e os dois entraram na casa.


Era uma casa grande até, não tão grande como a sua, mas para elas duas estava ótimo, muito bem decorada e mobiliada, Dulce tinha certeza que tinha dedo de Uckermann ali, ele tinha uma talento incrível pra arquitetura. Leila desceu as escadas devagar, pois ainda estava um pouco inflamada.


— Fico feliz que tenham vindo. — ela olhou os dois, sem esboçar nenhuma reação.


— Só vim, por que eu queria ver a sua cara depois do que inventou sobre meu filho. — Christopher disse. — Não tem vergonha Leila?


— Sem sermão ok? — ela rolou os olhos. — Já não basta o que eu ouvi da minha mãe. — sentou. — Olha Ucker, eu não posso ser processada! — foi direta. — Eu juro pra você que se esquecer esse assunto eu vou embora e não volto nunca mais.


— E porque você acha que eu teria pena de você? — ele ergueu a sobrancelha.


— Por que eu sei que você não é má pessoa. — ela coçou a nuca. — Eu não acusei seu filho diretamente, não falei publicamente, só uma pessoa ouviu e não causou nenhum dano a criança. Não tem motivos para me processar e eu sequer abri o bico pra polícia.


— Mas você ia fazê-lo caso eu não tivesse acreditado não é? — ele disse. Ela rolou os olhos.


— Eu estava nervosa, eu estava sob o efeito do medicamento, você não precisava levar essa história tão a sério.


— Eu também não permitiria que ela mentisse sobre algo assim Ucker. — Michelle interviu. — Leila sabe que eu não gostei nada de saber o que ela andou fazendo, ela também me contou que machucou seu filho outro dia. — encarou Dulce.


— Pois é, mas ela já aprendeu que não se deve mais tocar nos meus filhos. — a ruiva abriu um sorriso pra lá de falso.


— Pensei que já tivéssemos resolvido essa história do pisão. — Leila bufou.


— Por mim já está tudo muito resolvido Leiloca. — a ruiva sentou-se. — Escuta tia, não tem um cafezinho não? — piscou.


Leila rolou os olhos, sério que era por aquela mal educada que ele estava trocando-a?


— Nossa que falta de educação a minha. — Michelle pôs a mão no peito. — Eu vou providenciar, com licença. — saiu, um pouco assustada.


— Leila pra que você nos chamou aqui mesmo? — Christopher indagou. — Pra ficar de mimimi?


— Por que eu quero conscientiza-lo, de que o que eu fiz foi algo completamente inofensivo e não teve nenhum dano, não mereço ser processada!


— Se eu não te processar, você vai me deixar em paz? — ele ergueu a sobrancelha.


— Sim, eu vou voltar pra São Paulo com a mamãe e você nunca mais vai nos ver. — ela suspirou, mordendo o lábio.


— E a sua loja?


Leila fez uma cara de choro e fechou os olhos.


— Ela faliu. — disse perdida. — Enfim, eu não tenho mais nada que me prenda a essa cidade, minha loja faliu, você me largou, eu perdi meu filho e você ainda quer me processar, o que eu posso querer daqui?


— Transformar nossas vidas em um inferno? — Dulce perguntou, com um risinho sarcástico.


— Não se ache Dulce. — ela encarou a ruiva. — Vocês não são o centro do mundo. — disse indiferente.


— Pois não era isso que parecia. — a ruiva pentelhou e Michelle voltou com o café e algumas rosquinhas. — Opa, o café!


— O que aconteceu antes não vem mais ao caso. — Leila cruzou os braços. — Nunca fui do tipo de mulher que fica se humilhando para homem, e não será agora que eu vou me tornar uma. — encarou Ucker, com um sorriso debochado. — Se ele prefere você, que se dane.


— Ainda bem que você se deu conta de que estava enchendo o saco com essa chatice. — Dulce disse de boca cheia, fazendo Leila rolar os olhos.


— Enfim, trato feito ou não? — ela perguntou.


Christopher e Dulce se entreolharam e a ruiva fez uma caretinha.


— Esquece amor. — Dulce disse. — Leila está tão pobre e lascada que se formos processá-la ganharemos um bibelô de geladeira como indenização.


Leila rolou os olhos e Michelle riu de leve.


— Isso é um sim? — Leila ignorou a gracinha de Dulce e encarou Ucker.


— Tudo bem Leila. — ele assentiu. — Mas você vai ter que ir embora e esquecer que eu existo.


— Cumprirei com minha parte, pode ter certeza. — ela disse séria estendendo a mão.


— Eu espero mesmo. — apertou a mão dela. — Não quero te ver mais.


— Nem eu. — disse fazendo pouco caso e soltando a mão. — Quero que os pombinhos sejam... — encarou Dulce. — Felizes juntos. — disse por fim.


Dulce sorriu amarela, sabia que Leila estava desejando aquilo da boca pra fora, até por que a morena tinha um gênio muito parecido com o seu e ela sabia que se estivesse no lugar de Leila a última coisa que desejaria seria felicidades.


— Pois bem, eu acho que não temos mais nada pra fazer aqui. — Christopher disse olhando ao redor. — Eu espero que você seja feliz com quem quer que seja Leila. — ele desejou verdadeiramente. — Boa sorte.


— Obrigada. — Leila agradeceu.


— Tchau Leiloca. — Dulce disse levantando e esfregando as mãos para tirar os farelos de rosquinha. — Espero que arrume um gatinho bem longe daqui tá? — piscou. — Tchau tia, adorei a rosquinha. — disse a mãe de Leila e pegou mais algumas.


— Tchauzinho. — Michelle disse enquanto os dois saíam. Quando eles saíram encarou Leila. — Fez a coisa certa Leila.


— Não enche mãe. — chorosa. — Eu quero que ele se foda junto com essa vadia da Dulce. Um dia vai se arrepender por ter me trocado por essa piranha sem classe.


— Não deseje o mau dos outros, Leila. — a mãe negou com a cabeça. — Não foi assim que eu te eduquei.


Leila apenas abaixou a cabeça, aos prantos. Michelle suspirou, aquela era a pior decepção amorosa que Leila já tivera, nenhuma das outras deixaram a morena tão surtada assim.


— Não fique assim querida, você ainda é jovem e vai conhecer outros rapazes.


— Eu sei. — Leila gemeu. — Mas eu gosto do Ucker.


— Ele não gosta de você e se ele não te ama, você não pode forçá-lo a isso. — deu um beijo na cabeça dela. — Agora eu vou providenciar nossas passagens de volta. — pegou o telefone e discou os números.


Leila apenas a encarava, talvez o melhor seria ir embora mesmo. Não iria se humilhar mais e nem servir de tapete para Christopher e sua mulherzinha vadia pisarem.


— Dane-se. — ela disse vencida, desistindo de todo aquele papelão que estava fazendo. Se Christopher não a queria que se dane, só quem perdia era ele.


 


¨¨¨¨


Enquanto isso, com Dulce e Ucker.


— Acha que ela vai cumprir a promessa? — Dulce ergueu a sobrancelha enquanto ele parava em um sinal.


— Se não cumprir eu vou tomar minhas providencias. — deu de ombros. — Mas vai cumprir sim, parece que Leila se deu conta que o que estava fazendo era o cúmulo do ridículo e desistiu.


— Espero mesmo. — ela disse, dando um selinho nele, que logo se transformou em um beijo bem intenso, eu diria.


Só pararam quando ouviram uma serie de buzinas soarem atrás e se deram conta que o sinal havia aberto. Os dois riram e seguiram o caminho.


 


¨¨¨¨


Dois meses depois. Era aniversário de Ucker e estavam dando uma pequena comemoração em casa, apenas para os amigos e familiares.


— Fico feliz que vocês enfim juntaram as trouxas. — Christopher dizia para Poncho e Anahí.


— Pois é, uma amiga me aconselhou a fazer o que eu sentia. — Anahí disse piscando para Dulce que sorriu. — Não tinha por que ficar perdendo tempo, eu amo Poncho e Poncho me ama, somos casados no papel e por que não ser casado na prática também?


— E você Ponchito, se fizer alguma gracinha com a minha Narrí eu corto seu saco e jogo para os tubarões no mar. — abraçou a amiga de lado. — Minha amiga é uma pessoa muito valiosa e é a melhor amiga do mundo, então merece ser muito feliz viu? E você está encarregado dessa missão.


— Juro que vou dar o melhor para que ela seja feliz. — Poncho beijou a mão da loira.


Maite chegou toda saltitante, com Christian.


— AAAHH Dulce! — ela berrou para a irmã.


— Maite, enfim vocês chegaram, pensei que não viriam mais.


— É que estava com o Christian, nem acredita! — mostrando a aliança. — Ele me pediu em casamento!


— Ah céus! — disse abrindo um sorriso. — Meus parabéns Maite! — deu um abraço na irmã. — Hoje estamos cheios de boas notícias. — soltou a irmã e abraçou o cunhado. — Muitas felicidades cunhadinho.


— Valeu Dulcinha. — ele sorriu.


— Meu aniversário é um dia incrível, não concordam? — Ucker se gabou e todos riram.


— Papai! — um dos gêmeos veio correndo. — A vovó Alex quer me vestir igual o Gabriel e eu não quero. — disse bravo.


Alexandra apareceu acompanhada de Blanca que estava com Gabriel no colo.


— Mamãe o que é que tá acontecendo hein? — disse pegando o filho no colo.


— Nada meu filho, eu estou tentando vesti-lo. — a mulher disse dando de ombros. — Vem com a vovó coisinha fofa!


— Eu não quero ficar igual o Gabriel. — cruzou os bracinhos.


— Querido, vocês vão ficar uma gracinha. — Blanca disse, carinhosamente.


— CHEGA! — Dulce berrou, entediada. — Sogrinha querida, meus filhos odeiam se vestir iguais, por que insiste nisso? — pegando o pequeno no colo.


— Mas fica uma fofura. — Alexandra indagou, olhando a muda de roupa em sua mão.


— Ele não gosta, na verdade nenhum dos dois gostam. — a ruiva piscou e Alexandra rolou os olhos.


— Não quer mesmo querido? — Blanca perguntou. Ele negou. — Ok então não podemos obrigá-lo Alexandra.


— Vem com a vovó, querido, vovó promete que não vai colocar essa roupinha em você. — ele estendeu os bracinhos e Alexandra o pegou e saiu com ele, Blanca ia atrás.


— Mãe, espera. — Maite disse. — Depois Christian e eu queremos falar com você e o papai.


— Tudo bem querida, eu já sei que você vai casar e fico extremamente feliz com isso.


Maite arregalou os olhos.


— Como sabe? — Maite perguntou.


— O anel. — ela apontou. — Lindíssimo! E eu tenho certeza que você vai ser muito feliz!


— Ain brigado mamãe! — Maite sorriu e foi até a mãe, lhe abraçando. — Te amo!


— Também lhe amo. — sorriu. — Agora eu tenho que ir, por que aquela mulher está sozinha com meu neto e pode quer mudar de ideia a respeito da roupa, não é meu bem? — Gabriel assentiu. Maite riu e ela se afastou.


 


Anahí aproveitou o momento em que os meninos estavam entretidos conversando sobre futebol e puxou Dulce de leve.


— E então? Deu certo lá?


— Tudo certo, eu vou ficar fazendo hora um pouquinho aqui e depois vou pra lá, você já sabe o que fazer não é? — sussurrou.


— É claro que eu sei. — ela piscou. — Nossa, e o que vocês vão aprontar lá hein?


— Nem queira saber Anahí. — ela piscou maliciosa.


— Ui. — ela sorriu da mesma forma. — Amanhã quero detalhes, sua cadela no cio. — deu um tapa na bunda da ruiva e as duas gargalharam.


Sua amizade com Anahí era uma das coisas que Dulce mais dava valor na vida, sempre que precisava da loira ela estava ao seu lado, nos bons e maus momentos, lhe apoiando em suas escolhas e decisões, amigos como Anahí não se encontrava em qualquer lugar e ela se sentia honrada de ter uma amizade assim nos dias de hoje.


— Obrigada por tudo Annie. — ela sorriu, dando um abraço na loira. — Você é uma amiga maravilhosa.


— De nada! Você também é a melhor amiga que uma pessoa pode ter. — sorriu. — Agora vamos aproveitar essa festinha! 


Dulce assentiu e voltaram para perto dos meninos.


 


As horas foram passando e a casa foi ficando vazia, Christopher procurava Dulce por todos os cantos.


— Anahí, onde está a Dulce? — perguntou ao vê-la conversando com Maite perto da piscina.


Anahí sorriu de leve, era hora de pôr o plano em prática.


— Ué, ela foi buscar o seu presente. — disse a loira.


— Meu presente? — ele ergueu a sobrancelha, confuso. Afinal Dulce já tinha lhe dado um relógio de presente pela manhã. — Ela já me deu meu presente.


— Bom, ela foi buscar um presente. — a loira levantou as mãos, dando de ombros.


— Mas onde? — ele perguntou preocupado. — Já é quase meia noite!


— Na sua empresa. — Anahí sorriu.


— Na empresa? — ele arregalou os olhos. Anahí assentiu. — Mas é muito perigoso ela ficar andando por aí sozinha, eu vou atrás dela. — saiu.


— Vai... — Anahí sorriu satisfeita ao vê-lo se afastar. — Yes ! — comemorou.


Maite olhava tudo confusa.


— O que você e a Dulce estão aprontando hein? — a morena indagou, achando aquela história muito suspeita.


— Uma surpresinha para o seu cunhadinho. — Anahí piscou pegando o celular e discou os números de Dulce, esperou a ruiva atender. — Dulce, eu já fiz minha parte, ele está indo até aí. — riu.


— Ótimo magrela, valeu mesmo. — Dulce disse.


— Ok, tenham uma ótima noite... — a ruiva desligou na sua cara. — Safada! — se indignou.


Maite gargalhou.


— Você ri não é? — Anahí também caiu no riso. — O que o sexo não faz com essa criatura. — negou com a cabeça. — Vamos beber Maite.


— Eu não bebo. — disse a morena, com uma caretinha.


— Se não beber, vou enfiar a cachaça pelo seu cu... — as duas saíram em direção ao pequeno barzinho que tinha ali.


 


¨¨¨¨


Christopher estacionou no estacionamento da empresa e saltou do carro apressado, que diabos Dulce foi buscar ali?


Viu o pequeno fusquinha estacionado e ficou ainda mais confuso, afinal fazia um bom tempo que ela não usava o "Luizinho", e o deixava guardado como uma relíquia na garagem.


— Vitor, minha mulher está aqui? — perguntou a um segurança que estava guardando turno.


— A ruiva? — deu um sorrisinho confuso. Christopher assentiu. — Ela está na presidência tem um tempinho já.


— Mas que merda que está acontecendo aqui? — ele perguntou agoniado. — Valeu cara. — entrou no elevador e o mesmo se fechou.


Ficou andando de um lado para outro no pequeno espaço, o que Dulce estaria aprontando dessa vez? Estava curioso e confuso, olhou os números subirem e ficava cada vez mais aperreado. 


 


Quando a porta se abriu ele saiu e viu a ruiva sentada no lugar de Cecília. Ele abriu a boca de leve e ela sorriu se levantando. Ele viu que ela estava vestida como sempre se vestia para ir trabalhar com ele, seu cabelo estava da mesma forma, preso somente a metade em um rabo de cavalo. Ela se aproximou dele com um sorrisinho safado.


— Chegou atrasado... — sussurrou no ouvido dele. — Chefinho. — mordeu a orelha e ele sorriu, não estava acreditando.


— O que você está fazendo amor? — ele perguntou, a analisando, estava gostosa como sempre, mas ele tinha uma tara desgraçada por aquelas roupinhas que ela usava quando era sua secretária.


— Gostou da surpresa? Eu liguei pra recepção e anunciei que o senhor tinha uma reunião em particular comigo. — ela mordeu o lábio provocante. — Nossa que calor. — ela se abanou de leve. — Se importa? — apontou a blusa e ele negou.


Ela desabotoou de leve e foi tirando-a, revelando um sutiã negro, seus seios estavam bem firmes na lingerie, o que não passou despercebido por ele. Ela o chamou com o dedinho.


Ele foi até ela e a beijou sem um pingo de vergonha, seu pênis já estava reagindo, Dulce conseguia enlouquece-lo de uma maneira que ele ainda não conseguia explicar.


— Você é muito safadinha sabia? — ele perguntou, a prensando contra a mesa. — Me deixa louco...


A ruiva sorriu satisfeita e se virou ficando de costas pra ele, e começou a esfregar seu bumbum contra o membro do loiro, sentindo-o ficar cada vez mais duro. Ele respirou fundo e rasgou o sutiã que ela usava revelando as tetas enormes da ruiva.


— Que delicia senhorita Saviñon... — disse entrando o jogo. — O que mais tem para o seu chefinho hoje?


— O que o chefinho quer? — ela perguntou, fechando os olhos, ao o sentir acariciando seus seios e beijando o seu pescoço.


— Quero tudo. — ele disse, com a voz rouca, enquanto abaixava a sainha dela. — Você vai me dar, tudo o que eu quiser? — ele disse, dessa vez desabotoando a própria calça. Dulce assentiu. — Muito bem, eu adoro empregados submissos. — disse, virando-a para ele e a beijando.


Dulce desabotoou a blusa dele e a jogou longe, em seguida abaixou a cueca, pegando o membro em suas mãos. Christopher cerrou os olhos, sentindo a caricia, em seguida ela se abaixou e começou a chupa-lo, ele gemeu e arqueou a cabeça para trás.


— Está gostoso? — ela perguntou, o acariciando.


— Demais neném... — ele fez um biquinho sentindo-a sugar outra vez. — Oh.


Dulce se levantou e o beijou outra vez, se afastando e o chamando com o dedinho para que ele a seguisse até a sala dele, ele o fez sem nem pestanejar e a viu apoiada em sua mesa, mordendo uma camisinha. A entregou para ele e ele a rasgou com pressa e a deslizou em seu membro. Dulce apenas observava enquanto tirava a calcinha, adorava ver ele colocando a camisinha, lhe deixava com mais vontade. Quando ele já estava protegido ela se virou empinando a bundinha.


— Fode o meu rabinho... — piscou e ele sorriu todo animado. — Mas não machuca muito.


— Eu vou devagarzinho. — ele disse enquanto beijava a nuca dela.


Ela lhe entregou um lubrificante e ele esfregou nas mãos e passou no cuzinho dela, em seguida passou em seu membro. A ruiva fechou os olhos ao sentir ele a penetrando por trás, estava doendo um pouco, mas era suportável.


— Eu adoro sua bundinha sabia? — ele olhou para o seu membro, enquanto entrava naquele lugar tão apertadinho e intimo.


— Ai... — ela soltou, chorosa. Ergueu a mão por trás e acariciou os cabelos dele. — Ai, ai... — gemia, com dor e prazer enquanto ele acariciava os bicos dos seus seios e seu clitóris.


Christopher deu a primeira estocada com cuidado e Dulce gemeu alto, a segunda foi com mais força e ela rolou os olhos.


— Assim amor... — ela se apoiou na mesa.


Ele começou a se movimentar com força, fazendo Dulce gemer, gritar, xingar e enlouquecer. O loiro fechou os olhos, xingando um palavrão apenas com o movimento dos lábios, seu membro estava inteiro no rabinho da ruiva e ele não estava aguentando tanto tesão.


— Ah garota... — ele sussurrou sem parar de estoca-la, Dulce mantinha os olhos fechados, apenas sentindo as reações do ato, estava incrível.


Christopher deu mais algumas estocadas e ouviu Dulce dando um gritinho fino, ele sorriu satisfeito, pois ela tinha gozado, tirou o membro do cu dela e a ruiva gemeu quando isso aconteceu.


 




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Autor(a): ardillacandy

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Dulce se sentou na mesa e ele abriu suas pernas, deixando a intimidade da ruiva exposta. Abaixou e se pôs a chupar a intimidade da ruiva, que estava melada devido o orgasmo. — Ah. — ela gemeu alto. Christopher sugava seu clitóris e ele fazia isso muito bem, depois sentiu ele enfiar um dedo na intimidade dela e a ruiva gritou alto. Quando ela meno ...


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Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 4659



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  • giuportilla Postado em 04/05/2022 - 03:15:34

    Olá você me daria autorização pra adaptar essa fic pra aya dando os créditos no wattpad?

  • annyvondy Postado em 09/05/2020 - 10:26:37

    Fic incrível que amo e que sempre voltou aqui pra ler.

  • lukinhasmathers Postado em 11/01/2019 - 11:38:18

    oi linda, aqui o se fã de suas históris. bom, gostei da história, no começo, mas depois teve mais relação deles com outras pessoas durante muito tempo e aí ficou chato, até que no final deu uma melhorada. poderia ter mais partes no final deles com os filhos, os gêmeos são demais kkkk

  • misterdumpet Postado em 18/07/2018 - 21:20:33

    Relembre a trajetória de Padre Guilherme. Um homem de bom coração que sempre seguiu um caminho de fé, porém pode ser acusado injustamente de pedofilia, devido a provas forjadas que foram feitas para lhe prejudicar. Para não ser preso e expulso da Igreja Católica, Guilherme terá que simular sua própria morte e assumir uma nova identidade, numa outra cidade, tendo uma esposa, num casamento conturbado e uma filha adolescente e revoltada. Mas os valores adquiridos não serão perdidos e no final das contas, em vez de Guilherme mudar, é ele que vai mudar a vida daqueles que estão ao seu redor, pois ele jamais se renderá ao DESVIO DE CONDUTA. Leia novamente esta saga em https://fanfics.com.br/fanfic/12089/desvio-de-conduta-terminada

  • miiranda Postado em 14/01/2018 - 19:05:07

    provavelmente eu já tenha lido essa história, mas cá estou eu novamente. :)

  • Srta_Olaf♥ Postado em 10/01/2018 - 16:18:28

    Amores passem na minha fic: https://fanfics.com.br/fanfic/52833/amarga-vinganca-vondy

  • Giullya Postado em 27/04/2017 - 00:29:36

    Oii,já faz uns 2 dias que terminei de ler,mais não tinha logado! Parabéns está fic eh mto boa,amei todos os capítulos! Jurei que eles ia se casar e tal Mais pelo menos ficaram juntos! Amei os gêmeos *-* que bom q a coelha liberou o caminho para o casal Vondy ficar junto!! Bjos!! <3

  • Girl Postado em 27/01/2017 - 10:16:47

    oie,poderiam dar uma passada nessa web? mt obg desde já https://fanfics.com.br/fanfic/55914/perdida-por-voce-vondy

  • AnaCantor/portillarbd Postado em 01/12/2016 - 22:08:03

    Mais uma vez em anos aqui estou relendo essa maravilha,pq a gente pode

  • biafangirl Postado em 01/05/2016 - 14:35:07

    Melhor fanfic!!! Amei demais!!!


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