Fanfics Brasil - Capítulo 6 - Whatsername? - Whathisname? (parte II) Passado Distorcido ( ADAPTADA )

Fanfic: Passado Distorcido ( ADAPTADA ) | Tema: Vondy / Rebelde


Capítulo: Capítulo 6 - Whatsername? - Whathisname? (parte II)

645 visualizações Denunciar


POV Dulce


 


 


 


Não poderia ser classificado como uma melhora. Talvez uma leve melhora. Durante o último mês, eu tinha feito um acordo com Ane; ela dormiria noite sim, noite não em casa. Seria bom para ambas; eu iria lidar sozinha com meus medos e com meu pesadelo e Anahí teria seu tempo de qualidade com Poncho.


 


 


 


O pesadelo sempre acontecia, e tinha os mesmos aspectos: uma cena e uma ameaça. Eu acordava desesperada e repetia que tudo não passava um sonho feio e assim eu adormecia de novo. Até meu corpo já sentia os reflexos dessa mudança, eu não acordava tão cansada nem com o sono usual.


 


 


 


“Que tal nós sairmos está noite?” Ane disse no meio de nosso café da manhã.


 


 


 


Era sexta-feira e eu ponderei por um instante, seria bom eu sair um pouco, tinha muito tempo que eu não o fazia. “O quê tem em mente?”


 


 


 


Ane estampou um sorriso vitorioso em seu rosto delicado. “Dançar, está bom para você?” Ela sugeriu animada.


 


 


 


Dançar. Tinha séculos que eu não fazia isso, nem mesmo sabia se eu era capaz de realizar tal façanha, mas eu não estava preocupada em parecer uma louca na pista, eu sentia a necessidade de festejar, festejar minha sutil evolução. Eu merecia isso.


 


 


 


“Parece ótimo!” Falei me rendendo. Subitamente fiquei extremamente animada para que a noite chegasse logo.


 


 


 


“Vou avisar Poncho, ele vai ficar feliz em saber!” Ane disse bebericando seu suco.


 


 


 


Talvez essa seja a parte ruim da noite, Anahí dançaria algumas musica comigo e depois estaria atracada em seu namorado. Eu não podia culpá-los, se eu tivesse um namorado que me amasse eu também viveria em seus braços.


 


 


 


Mas infelizmente meu imã para caras idiotas funcionava muito bem.


 


 


 


“Eu não tenho o quê vesti!” Eu disse depois um silêncio agradável. Ane me deu um sorriso presunçoso.


 


 


 


“Nós vamos às compras, babe!” Seus olhos brilharam quando ela disse compras. Ela até podia ser um pouco cheias de superficialidades, mas nada tirava seu coração generoso de cena.


 


 


 


“Eu ainda não recebi!” Falei casualmente, eu não queria gastar o resto de meu salário com roupas.


 


 


 


“A gente não vai gastar muito, abriu um brechó aqui perto, já dei uma olhada. Tem coisa boa e barata.” Ane falou sabiamente.


 


 


 


Terminamos nosso café conversando amenidades. Anahí saiu antes de mim, e eu fui para o jornal logo depois.


 


.


 


.


 


Eu tinha muita coisa para fazer no jornal. Minha mesa tinha pilhas e pilhas de textos para serem revisados e alguns para serem feitos. Eu era responsável pelos editorias, mas eu sempre acabava fazendo de tudo.


 


 


 


Almocei na redação mesmo, eu não podia perder tempo se eu realmente quisesse sair mais cedo para conseguir acompanhar Alice em sua árdua tarefa de gastar dinheiro.


 


 


 


Meu trabalho não me satisfazia plenamente, não me arrependi de ter cursado jornalismo afinal era um profissão requisitada e o retorno financeiro era considerável. Mas apesar dos pros, eu não me sentia confortável trabalhando em frente a um computador o dia inteiro, lendo e corrigindo erros ortográficos e escrevendo textos. Se eu pudesse eu estaria preparando algum prato numa cozinha qualquer.


 


 


 


O dia passou sem eu ver, a tarde tinha chegado trazendo o céu num tom diferente de laranja. A cidade de Nova Iorque estava bonita, talvez fosse o verão chegando, mesmo eu não gostando do sol conseguia reconhecer que tudo ficava melhor quando ele estava nos aquecendo.


 


 


 


Encontrei Ane na loja que ela tinha tido e ela estava certa, tinha boas peças num precinho que cabia no bolso de uma assalariada no fim do mês. Ane não deixou escolher minhas próprias roupas, antes de eu começar a olhar as araras ela já tinha me jogado um vestido preto muito brilhante.


 


 


 


“Eu tenho certeza que vai ficar perfeito em você!” Ane disse batendo palminhas como uma criança num aniversário.


 


 


 


Peguei o vestido e o estiquei na minha frente, ele era bonito; um pouco curto eu diria, mas eu tinha gostado, talvez eu tiraria os brilhos. “Experimenta para eu ver!” Ane pediu me levando para o provador.


 


 


 


A parte mais chata de comprar qualquer coisa era ter que provar, tudo parece muito bonito no cabide, mas é só colocar no corpo para sentir aquela pontada no coração. Tirei minhas roupas e as joguei no canto do provador, coloquei o vestido com cuidado, eu duvidava piamente se eu conseguiria vesti-lo sem destruir alguma costura ou perder algum botão. Felizmente não cometi nenhum acidente e por um milagre oculto o vestido tinha ficado bom.


 


 


 


Abri timidamente a porta para encarar Alice. “Está bom?” Perguntei com medo.


 


 


 


Ane estudou meu corpo, me fez dar várias voltinhas. “Aonde a senhorita escondia essas pernas e essa bunda empinada?” Ela praticamente gritou, pude ver outras clientes nos encarado, a vergonha alheia dominava seus rostos.


 


 


 


Eu queria bater em Ane, ou ter um buraco para enfiar minha cara. As duas opções eram inviáveis, apenas voltei para dentro do provador e me analisei no grande espelho.


 


 


 


Tinha ficado realmente bom, o vestido mostrava muito de minha coxa; meu colo ficava exposto por ser um modelo tomara que caia, o tecido justo deixava minhas poucas curvas acentuadas. Eu não vi nenhuma perna bonita nem uma bunda empinada.


 


 


 


Coloquei minha roupa original de novo e sai do provador. “Acho que vou levar!” Falei para Alne, ela estava absorta olhando pares de sapato.


 


 


 


Ane tinha escolhido dois vestidos e uma bolsa vintage, não sei por que ela comprava mais roupas e acessórios, ela já tinha muito de tudo.


 


.


 


.


 


Poncho iria nos pegar depois das dez, eu e Ane passávamos do banheiro para o quarto a todo instante, eu era um desastre nessa coisa de me arrumar. Meu cabelo apenas foi seco rapidamente com o secador, meu rosto estava livre de maquiagem, Ane até tentou uma corzinha em minhas pálpebras e algumas camadas de rímel.


 


 


 


Vesti o vestido e coloquei os sapatos altos demais, Ane ainda estava escolhendo qual roupa usaria.


 


 


 


Depois de uma longa espera, ela apareceu na sala. Poncho teria problemas esta noite, Ane estava maravilhosa.


 


 


 


“Você está ótima!” Elogiei sua produção.


 


 


 


“Amiga, você está divina! Vai chover homem na sua horta!” Anahí disse num tom divertido.


 


 


 


Eu ri de seu comentário bobo. “Sei! Por favor, não jogue ninguém pra cima de mim, eu não quero ninguém ok?”


 


 


 


Ane me olhou em reprovação. “Dul, uma hora você vai ter que esquecer essas merdas e seguir sua vida!”


 


 


 


“Eu já estou seguindo minha vida, qual é o problema em eu não querer ninguém?” Devolvi ácida.


 


 


 


“Dul, não adianta, ninguém vive sozinho!” Ane tinha uma convicção assustadora de suas palavras.


 


 


 


Antes de eu pensar numa resposta, a campainha tocou. “Ei, vamos nos divertir ok?” Ane relembrou antes de abrir a porta.


 


 


 


Poncho tinha um par de olhos arregalados para Anahí. “Nem adianta pedir, eu não vou trocar de roupa!” Ela disse sem deixar seu namorado ao menos falar.


 


 


 


Ele riu condescendente para ela, ele me elogiou rapidamente e nos conduziu para o elevador.


 


 


 


Os dois gostavam de demonstração de afeto em público, eles trocavam beijos simples durante o curto tempo que permanecemos no elevador.


 


.


 


.


 


Ane tinha escolhido uma das boates mais requisitadas de Nova Iorque, tinha vários ambientes, e as músicas convidavam seu corpo a se mexer.


 


 


 


Poncho não gostava de dançar, ele estacionou no bar. Ane e eu fomos para a pista; eu estava enferrujada, meus movimentos estavam saindo de um modo engraçado. Ane me guiava com os passos eu fazia o que ela fazia. Não demorou para eu me soltar, timidamente ainda, Ane ia até o chão fácil, fácil. Limitei aos passinhos clichês de qualquer balada.


 


 


 


Dançar também cansava, deixei Ane na pista e fui procurar por Poncho no bar.


 


 


 


“Não sei como Anahí consegue dançar como uma louca!” Falei mais alto para ele me escutar.


 


 


 


“Ela não cansa nunca! Quer beber alguma coisa?” Ele perguntou com seu tom casual de sempre.


 


 


 


“Não estou bebendo esta noite!” Falei pegando apenas uma água.


 


 


 


“Posso conversar com você rapidinho?” Poncho perguntou sem mudar seu tom.


 


 


 


“Claro!” Sentei num banquinho ao seu lado.


 


 


 


“Como você sabe, eu e Ane estamos namorando sério, e prometemos não ter segredos entre nós...” Eu ouvia, sem entender, suas palavras.


 


 


 


“... Então, ela me contou sobre você, e tudo que vocês passaram!” Poncho disse quase numa careta.


 


 


 


Claro que Anahí não iria esconder isso dele. “Tudo bem, já passou mesmo!” Falei ignorando as lembranças.


 


 


 


“Ela também falou de seu pesadelo, não se preocupe, nada vai te acontecer!” Sua voz tornou-se ávida.


 


 


 


Instintivamente eu o abracei. “Obrigada!” Falei simplesmente.


 


 


 


“Amiga de Ane também é minha amiga, eu protejo vocês duas!” Ele disse me devolvendo o abraço.


 


 


 


“Agora eu vou tirar aqueles marmanjos de cima de minha baixinha!” Poncho saiu do bar rumando para o meio da pista.


 


 


 


Continuei com minha garrafa de água, parei para observar as pessoas que dançavam e as que bebiam. Eram mulheres bem vestidas e homens segurando seus coquetéis coloridos e enfeitados.


 


 


 


“A morena está sozinha?” Uma voz grossa falou perto demais, a primeira reação foi me distanciar.


 


 


 


“Estou e não pretendo mudar minha condição.” Falei firme, odiava cara abusado, e esse era bem assim, ele ostentava um olhar arrogante, a chave de seu carro estava em sua mão, suas vestes pagariam meu salário.


 


 


 


“Mulher difícil, é assim que eu gosto!” Sua mão pousou firme em minha coxa, e isso foi o estopim.


 


 


 


Não lhe dei nenhuma resposta, apenas fui para a pista. Ane e Poncho dançavam de um jeito engraçado, alguns beijos foram dados durante a coreografia.


 


 


 


“Ane?” Gritei interrompendo o casal.


 


 


 


Ela parou as mãos de Poncho em sua cintura. “Acho que já vou!” Falei.


 


 


 


“Está cedo ainda! Fique mais um pouco!” Ela pediu num biquinho.


 


 


 


“Vocês fiquem e aproveitem por mim!” Falei despedindo deles.


 


.


 


.


 


A rua estava escura, e eu continuava não gostando da noite. Eu queria chegar em casa rápido então peguei o caminho mais curto, eu iria passar pelo lado abandonado e nebuloso da cidade, mas não me importei.


 


 


 


Caminhei depressa me equilibrando no salto, percorri algumas ruas desertas até chegar numa avenida larga, ela estava povoada de gente estranha.


 


 


 


O medo correu em minhas veias, mas mostrar o medo é um convite para o ataque. Tentei parecer tranquila, andei um pouco mais depressa, meu vestido subia a cada movimento e estava me deixando nervosa.


 


 


 


Eu já estava saindo da avenida quando percebi uns caras vindo para o meu lado, só deu tempo de contar que eram três. Depois eles já estavam me cercando, eu estava encurralada.


 


 


 


A bile subiu até minha boca, a mão de um deles levantou a barra de meu vestido e minha vontade de vomitar crescia. E o que aconteceu a seguir foi rápido.


 


 


 


Do nada, talvez do céu, apareceu um homem perto de mim, ele pegou o cara mais forte e o jogou no chão, os outros dois fugiram amedrontados. Ele dava golpes violentos no homem, o sangue jorrava pelo nariz do cara já desacordado.


 


 


 


Eu via a cena sem conseguir ter nenhuma reação, se esse homem não tivesse chegado eu seria violentada por um bando de nojentos. Eu queria ver o rosto daquele que me salvou, mas ele estava concentrado em espancar o corpo caído no chão.


 


 


 


Eu via que ele estava nervoso, alguns golpes a mais e ele mataria o homem. “Você vai matá-lo!”


 


 


 


Ele parou com seus golpes e levantou seu rosto para me encarar. Foi um pouco estranho e muito, muito bom. Quando seus olhos pararam nos meus foi como se tivesse colocado uma redoma de vidro sobre nós.


 


 


 


Ele continuou a me olhar, e eu inspecionei seu rosto bem desenhado. Não sabia se começava de seus cabelos amassados e de um tom de dourado bonito ou de sua mandíbula expressiva. E ele ainda tinha um nariz afilado e lábios finos, porém convidativos. Seus olhos eram uma particularidade, um verde intenso e penetrante, eu me vi perdida neles.


 


 


 


Nossa troca de olhares durou alguns instantes a mais, eu não estava incomodada com seus olhos em mim, mas eu precisava agradecê-lo. “Obrigada?” Falei desviando relutante meu olhar.


 


 


 


Ele se levantou e eu tive que levantar meu rosto para encará-lo; ele era demasiado alto, eu parei apenas perto de seu pescoço com salto alto!


 


 


 


“Você deveria saber o que o caminho mais curto é sempre o mais perigoso!” Ele falou sem tom de ofensa, mas mesmo assim me senti acuada.


 


 


 


“Acho que eu nunca aprendo!” Eu disse um pouco baixo. Um silêncio se instaurou.


 


 


 


Ele me olhou de novo, e de novo. Eu via seus olhos percorrendo meu rosto, eu deveria estar incomodada, mas eu estava à vontade com sua análise em mim. Um sorriso brotou em seu rosto, eu juro que suspirei quando ele o fez, eu nunca tinha suspirado por ninguém. Sem pedir permissão meus lábios se curvaram num sorriso de resposta, fora tímido, mas não deixou de ser um sorriso sincero.


 


 


 


“Hãn... Eu estou um pouco bêbado, mas eu posso te acompanhar até sua casa? Eu dormiria mais tranqüilo se eu tivesse certeza que te entreguei segura aos seus pais!” Ele falou de um modo engraçado, eu via uma preocupação em seu tom. Ele estava bêbado? Nem tinha percebido.


 


 


 


Falar com ele era fácil, as palavras fluíam sem esforços. “Hum... Meus pais morreram e eu não sou tão nova quanto você imagina!” Falei andando ao seu lado, ao falar de meus pais a lembrança triste quase se apossou de mim, a ignorei.


 


 


 


“Sério? Você tem que idade? Podia jurar que você está terminado o colegial!” Ele disse quase gritando, agora eu podia ver que ele estava meio bêbado. Ele era um bêbado engraçado e gentil pelo menos.


 


 


 


“Vinte e um!” Eu respondi sem mais detalhes.


 


 


 


Senti um olhar sobre todo meu corpo, acho que ele ainda duvidava de minha idade. Caminhamos lado a lado sem trocar palavras, senti necessidade de ouvir sua voz.


 


 


 


“Você é policial? Você pareceu bem convincente em seus golpes!” Perguntei realmente curiosa.


 


 


 


“Sou bombeiro, e salvo garotas bonitas nas horas vagas!” Olhei para ele descaradamente, eu precisava ter certeza que ele tinha me cantado de uma maneira quase inocente, eu sabia que sim. Tinha sido bonitinho da parte dele. Tirei meus olhos de seu rosto e foquei em meus pés, outro sorriso involuntário escapou de meus lábios.


 


 


 


Tínhamos andando um pouco mais. “Você mora aqui?” Ele perguntou surpreso.


 


 


 


“Moro, oras!” Falei quase em deboche, rapidamente chamei o elevador.


 


 


 


Estávamos ainda no salão do edifício quando ele disse surpreso e talvez feliz “Eu também!”


 


 


 


Entrei no elevador surpresa, havia diversos condôminos naquele prédio, eu não conhecia nem meu vizinho de frente, então não seria estranho nunca ter o visto aqui antes.


 


 


 


O elevador chegou rápido em meu andar, era o fim de uma noite agradável com o bêbado divertido e bonito, muito bonito, aliás. “Obrigada por tudo, por ter me salvado! A gente se vê!” Falei dando um tchau discreto com a mão.


 


 


 


Ele queria dizer alguma coisa, eu vi isso em seus olhos verdes. Sua mão levantou em câmera lenta e se moveu de um lado para o outro. Isso era um tchau no mundo dos bêbados.


 


 


 


O elevador fechou na minha frente, e quis abri-lo logo em seguida. Eu não tinha perguntado o nome do homem bonito! Eu ri sarcasticamente antes de entrar em meu apartamento. Era assim, quando o cara não era um completo idiota eu fazia esse papel.


 


 


 


 


Continua...


 



Compartilhe este capítulo:

Autor(a): smileforvondy

Este autor(a) escreve mais 2 Fanfics, você gostaria de conhecê-las?

+ Fanfics do autor(a)
Prévia do próximo capítulo

POV Dulce       “Você está brincando com a minha cara!” Anahí disse surpresa.     Nós estávamos em minha cama, era manhã de sábado e eu estava contando a ela meu encontro formidável que tive com um bêbado. Não poupei detalhes.     “Ane, é ...


  |  

Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 108



Para comentar, você deve estar logado no site.

  • lari_oliverr Postado em 08/01/2015 - 16:33:13

    o ultimo capitulo nao tem nada

  • lari_oliverr Postado em 08/01/2015 - 16:32:54

    estou amando

  • lari_oliverr Postado em 08/01/2015 - 16:32:44

    leitora nova

  • lari_oliverr Postado em 08/01/2015 - 16:32:26

    qual é o nome do livro que vc adaptuo a fic ?

  • keziavondy Postado em 19/11/2014 - 09:23:36

    AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH VOCE VOLTOU... EU AMO VC, EU AMO ESSA FIC, EU TUDO AI CARA QUE EEMOÇÃO

  • bianca_sd Postado em 11/08/2014 - 16:40:05

    Você vai voltar a postar ou você abandonou??? POSTA MAIS!!!!

  • dyas Postado em 01/08/2014 - 15:18:39

    Abandonou?

  • kelly001 Postado em 24/07/2014 - 15:15:12

    também estou esperando que vc continue a postar... vamo lá galera: continua, continua, continua, continua, continua...

  • babar_slon Postado em 12/07/2014 - 18:34:41

    Você nunca mais voltou, você abandonou a web???

  • nandafofinha Postado em 11/07/2014 - 15:56:20

    To esperando vc voltar ate hoje


ATENÇÃO

O ERRO DE NÃO ENVIAR EMAIL NA CONFIRMAÇÃO DO CADASTRO FOI SOLUCIONADO. QUEM NÃO RECEBEU O EMAIL, BASTA SOLICITAR NOVA SENHA NA ÁREA DE LOGIN.


- Links Patrocinados -

Nossas redes sociais