Chris abraçou Dulce com força, e tentou focar sua visão em uma teia de aranha pendurada em um canto da parede, mas era praticamente impossível. Seu cérebro e seu corpo estavam em frangalhos, o que era bem curioso, considerando como ele estava energizado enquanto esperava pela chegada dela. Ele estivera preocupadíssimo, com medo de que ela não viesse. Caso isso acontecesse, os dois só se encontrariam quando o escritório reabrisse depois das férias coletivas. Até então, ele não tinha nenhum contato com ela fora do ambiente de trabalho.
Quando ela tocou a campainha, ele foi correndo até a porta. Parecia um garoto tendo seu primeiro encontro. E, quando ela o atacou sem nenhuma reserva, ele se sentiu como um rei.
Ele sempre soube que ela seria assim, calorosa, sem pudores e gostosíssima. Nada de timidez na hora do vamos ver. Da mesma forma como quando estava no tribunal, ela se doava cem por cento ao que estava fazendo. Sorte a dele ser a pessoa em quem toda essa atenção se concentrava.
E queria continuar sendo.
Dulce se mexeu um pouco, apenas o suficiente para lembrá-los de que o p/au dele ainda estava dentro dela. Suas bolas se contorceram em um último espasmo, e ele fechou os olhos de contentamento. Fazia tempo que não gozava tão gostoso, e ainda mais tempo que não transava com uma mulher de quem gostava tanto.
“Chris?”
“Hã?” Ele roçou o nariz no pescoço dela.
“Você não estava com nada no fogo, né?”
Ele deu um gemido antes de responder: “Não, mas o forno está aceso por causa das torradas”.
Ela suspirou. “Acho melhor nós cuidarmos disso, então.”
Aquele “nós” o deixou bastante satisfeito. Fazia meses que ele queria esse tipo de interação com Dulce Herrera. Relembrando, ele conseguiu identificar quando tudo começou. Ela estava na sala de descanso conversando com Charlie, um advogado do ramo de entretenimento, e enquanto ria de alguma coisa que ele falou, Dul olhou para Chris e deu uma piscadinha.
Nesse exato momento, ele ficou caidinho por ela.
Aquela piscadela dizia muita coisa. Era um gesto brincalhão e afetuoso, e foi capaz de tocá-lo o suficiente para saber que, entre tantas mulheres no mundo, era com ela que ele queria ficar.
Saindo de cima dele com gestos cuidadosos, Dulce ficou de pé, parecendo um tanto cambaleante. Quando ele se levantou, aconteceu a mesma coisa. Suas pernas estavam bambas.
“Minha nossa, Dul.” Ele riu e a puxou mais para perto. “Você acabou comigo.”
Ela ficava linda toda vermelhinha, e ele não queria largá-la, mas tinha um jantar para fazer. Para conquistá-la, ele precisaria de muito mais que suas habilidades na cama. Depois de um rápido beijinho no nariz, ele foi para a cozinha. Apanhou a bolsa dela no caminho, deixou-a sobre uma cadeira da mesa de jantar e deu uma olhada na etiqueta pendurada na alça.
"Dulce Saviñon?”, ele perguntou, enquanto tirava e descartava a camisinha.
Ela estava arrumando a saia, e respondeu sem olhar para ele. “Meu nome de solteira.”
gabivondy: Prontinho
dihvondy: Olaaa seja bem vindaa. AAAh ficar imaginando Christopher somente de avental com las pompas de oro. já vale apena haha.
tai: que bom que está gostandooo! Vondy sempre haha! to louca pra começar eeela, mas infelizmente so depois do feriadoo :(((
COEMENTEEEM!