Fanfic: Mi Hombre (Adaptada) | Tema: Vondy
Eu o deixo rápido e salto por cima da cama, meu estômago convulsionando, um suor brota pela minha testa. Vou vomitar. Eu voo para o banheiro e desabo na frente ao vaso sanitário, em seguida, ponho pra fora todo conteúdo do meu estômago, tentando segurar o meu cabelo longe do meu rosto, enquanto mirar certo.
— Dulce!—Ele grita. O som das algemas começa a bater alto.— Dulce!
— Eu estou... — eu vomitar de novo, sufocando quando tento falar, tento assegurar-lhe que estou bem. M/erda, eu preciso liberá-lo.
— Jesus, Dulce! — O barulho persistente de metal nos anéis de madeira através da suíte, acompanhado pelo grito de pânico de Ucker. — P/orra, DULCE!— Eu não posso falar. Minha garganta está bloqueada, meus olhos estão lacrimejando e meu estômago está doendo de vomitar tanto. O que diabos há de errado comigo? Eu mal tinha começado. Eu tomei-lhe inúmeras vezes assim e nunca teve esse efeito. M/erda, eu me sinto enjoada. Eu pego um pouco de papel higiênico e passo em minha testa. Eu, realmente, preciso conseguir me controlar e levar minha b/unda de volta lá, para liberá-lo, antes que ele tenha uma insuficiência cardíaca.
— Dulce! — Há um estrondo todo-poderoso, e então, ele se desloca para o banheiro, camisa aberta, calças desfeitas, e um olhar de puro medo no rosto.
Tento acenar o braço para ele, qualquer coisa, para tranquilizá-lo de que estou bem, mas estou, rapidamente, agarrando o lado do sanitário de novo, apoiando meus braços, enquanto eu continuo sentindo náuseas e engasgada.
— Jesus, baby. — Ele parece tão preocupado, o tolo neurótico. Estou apenas ficando doente. Eu o sinto aproximar atrás de mim e juntar meus cabelos, segurando-os e esfregando minhas costas.
— Eu estou bem. — Eu limpo o meu rosto e esfrego as palmas das mãos sobre meu rosto, quando sei que não posso vomitar mais.
—Manifestamente—. Resmunga secamente. —Deixe-me olhar para você. — Eu vacilo à volta de um suspiro.
— Ainda quer t/ransar comigo? — Eu pergunto em uma tentativa de acalmar a sua preocupação óbvia.
Ele revira os olhos
— Dulce, por favor.
— Eu sinto muito.
— Senhora, você vai me matar, eu juro. — Ele empurra o cabelo do meu rosto.— Tudo bem?
— Não, eu me sinto doente. — Eu tropeço para frente, minha bochecha colidindo com o seu peito nu, onde a camisa está aberta.
— Por que você acha que está? — Ele pergunta em voz baixa.
Eu endureço. Eu realmente não estou pronta para lidar com isso, ainda. Eu não estou pronta para rasga-lo em farrapos por esconder minhas pílulas. Eu não tenho energia no momento, então, eu mantenho minha boca fechada, mas eu preciso tirar minha cabeça para fora da areia e enfrentar a realidade - a realidade é que estou, certamente, grávida.
— Leve-me para a cama, por favor.— Eu o ouço expirar profundamente. É uma demonstração evidente de frustração. Não serei permitida viver em negação por muito mais tempo, mas a sua necessidade de cuidar de mim, neste momento, é me fazendo morder a isca. Ele se levanta e me puxa para cima.
— Você é a mulher mais frustrante do planeta, p/orra. Você quer escovar os dentes?
—Por favor —. Ele sorri para mim e esfrega seus dedos na minha bochecha. — Tudo vai ficar bem.
Será? Bom para ele. Ele consegue o que quer, mas por que ele quer, é a p/orra de um mistério.
— Ok — . Concordo debilmente, um vislumbre de uma algema pendurada em seu pulso... e uma enorme bolha vermelha.
— Ucker! O que você fez? — Eu pego sua mão e mostro a ele, descobrindo o lado interno em seu pulso exibindo um monte de vergões vermelhos feios. Eu inalo uma respiração chocada. M/erda, isso parece doer.
Ele puxa o pulso da minha mão e remove as algemas, jogando-as no chão.
— Você mantém meu coração batendo, baby, mas você também pode fazer essa p/orra parar. — Ele balança a cabeça e me levanta para cima do balcão. — Você disse que não podia viver sem mim, não é?
— Sim —, Ele estreita os seus acusadores olhos em mim.
—Então pare de tentar me matar. — Eu me sinto um sorriso emergindo.
— Você é a rainha do drama.
— Não há nada de dramático sobre estar preocupado, quando minha esposa tem um ataque, depois de eu ter apenas, empurrado meu p/au em sua boca.— Eu caio na gargalhada. Minha cabeça cai para trás, meus olhos se fecham e eu rio.
Muito forte. Eu lacrimejo e tudo. Eu não posso parar, e ele me deixa ter o meu momento, esperando, pacientemente, com minha escova de dente diante da minha boca.
— Eu sinto muito! — Eu rio. — Eu realmente sinto muito. — Eu limpo meus olhos e regresso direto em um par de verdes curiosos, uma sobrancelha levantada e um lábio mastigado. — É muito engraçado, apesar de tudo.
—Estou feliz que você achou divertido. Abra a boca. — Eu deixo meu queixo cair aberto e ele se põe a escovar os dentes para mim. Quando ele termina, ele corre uma toalha fria sobre minha testa, antes de me pegar e me transportar para a cama. Meus olhos se arregalam quando eu olho para cabeceira da cama. Está mutilado, com tiras de madeira lascada e tudo pendurado.
— O que você apronta. — Ele me coloca na ponta, e eu não perco tempo, subindo e me aconchegando, deixando escapar um suspiro longo e satisfeito.
Eu viro e o vejo despir-se, meu olhar guloso embebido em sua perfeição.
— Eu não posso acreditar que eu estou gastando minha primeira noite como sua esposa em uma de suas câmaras de tortura. — O desagradável pensamento faz-me deslocar um pouco e me perguntando, quem esteve nessa cama e já g/ozou aqui. De repente, eu quero sair.
— Ninguém dormiu nessa cama, Dulce.—Ele sabe o que eu estou pensando.
Eu franzir a testa.
—Não? — Ele sorri, quando ele encolhe os ombros retirando a camisa.
— Ninguém esteve neste quarto, desde que eu a encurralei aqui. — Ele está me observando de perto, e minha mente reflete de volta para o dia em que eu me vi presa e, silenciosamente, desejando o contato dele. — E a cama é nova.
— Sério? — Eu digo, um pouco chocada.
Ele ri.
— Sério.
—Por que?
— Porque eu não vou tê-la em uma cama que os outros tenham.... — Suas franze a linha do rosto, novamente. —frequentado.—Ele termina.
—E ninguém veio neste quarto desde que eu estive aqui?— eu pergunto.
Ele chuta as calças fora e desliza sua cueca para baixo de suas pernas.
— Só eu. Tire sua calcinha. Eu quero você nua. — Eu estendo a mão e empurro minhas calcinhas de minhas pernas.
— Será que você se sentou aqui, em silêncio, e pensou em mim? —Eu pergunto em um sorriso.
Ele avança para uma das gavetas e puxa a mais alta aberta.
— Mais do que você imagina.—Ele responde calmamente, virando e segurando um sutiã.
Meu sutiã.
— Esse é o meu sutiã! — Eu digo. Eu tenho um surto de flashbacks de quando ele me encurralou. Deixei meu sutiã, e ele guardou lá todo esse tempo?
Ele o atira no topo das gavetas e dá de ombros timidamente, depois caminha até a cama e desliza ao meu lado. Eu rastejo, imediatamente, em seu peito e me estabeleço em cima dele, meu rosto esfregando direto em seu pescoço.
— Confortável? — Ele pergunta.
— Hmmm. — Eu sussurro, minhas mãos vagando por todo o lugar, a necessidade de senti-lo e me deliciar com carne contra carne.
Ele sentou-se aqui em silêncio e pensou em mim. Ele manteve o meu sutiã. Ninguém esteve aqui, além de mim, e ele substituiu a cama.
— Como você se sente? —Ele pergunta, deixando-me sufocá-lo.
— Eu estou bem. — Eu suspiro. Estou bem no momento, mas não por muito tempo, sem dúvida.
Ele imita o meu suspiro.
— Ela está bem. — Estou segurando mais apertado, seus batimentos cardíacos batendo contra meu peito.— Vá dormir, minha linda menina.— E eu faço. Meus olhos, lentamente, se fecham e eu fui embora.

Autor(a): dricapentas
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Abro os olhos e me espreguiço. Isso é acimado- máximo, uma barulhenta e contente extensão do meu corpo, completamente, satisfeito sobre a cama. Então, eu sorrio para mim mesmo, ouvindo-o no banheiro - o som da torneira jorrando rios de água quente na banheira, as coleções dele de cosméticos que ele precisar&aacut ...
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Comentários do Capítulo:
Comentários da Fanfic 723
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gaby_vondy Postado em 30/07/2021 - 07:52:41
Meu Deus, eu tô em choque com isso. Como assim, as pessoas não percebem o quão tóxica e irritante essa história é? É totalmente abusiva e machista. Em um todo mesmo. É doentia. Não é culpa sua querida adaptadora, mas não tem como romantizar isso, eu li bastante até, me forçando a esperar que a Dulce tivesse alguma atitude de valor, tivesse amor próprio, mas não aconteceu, ela sempre recua e só vive com medo dele, totalmente manipulada, submissa, aceitando absurdos e mais ninguém na história, nem mesmo a melhor amiga a ajuda, vendo ela ser obviamente maltratada ???!!! Honestamente não consigo entender quem gosta disso, parece um inferno esse relacionamento tóxico onde ele faz o que bem quer, xinga, controla até o que ela pode falar, comer, vestir e pra piorar, ela volta pra esse personagem horrível que é o Christopher. É uma história grave, não tem graça, eu desisti de ler porque estava com raiva de tudo já, tenho certeza que mulheres que sofrem esse abuso psicológico teriam gatilho.
dricapentas Postado em 07/02/2025 - 18:16:11
Desculpe se isso lhe deixou triste, ou despertou algum gatilho em você. Adaptei essa história anos atrás. Provavelmente, não adaptaria nos dias de hoje, com a visão que tenho das coisas. Mas obrigada por sua sincera opinião. Um beijinho!
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larissa_de_sousa Postado em 22/12/2020 - 01:04:33
Já li e Reli, não me canso dessa história 💖
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aucker Postado em 14/12/2020 - 18:37:27
Finalmente terminei, emocionante do começo ao fim
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aucker Postado em 11/12/2020 - 21:41:13
Não entendo pq essa fic tem poucos comentário, é extremamente surpreendente a história
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aucker Postado em 11/12/2020 - 02:41:20
Ele é muito mandão
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aucker Postado em 11/12/2020 - 01:49:23
Esse homem é louco com certeza kkkkk
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aucker Postado em 10/12/2020 - 22:39:15
A possesividade dele as vezes me irrita kkk
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aucker Postado em 10/12/2020 - 20:08:45
Comecei a ler e já tô amando kkkkk Quanto esse Ucker é prepotente
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nathalia_muoz Postado em 09/11/2020 - 19:16:20
La leí 2 veces, me encantó la historia Felicidades
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thayna_chagas Postado em 14/05/2020 - 11:14:19
Amo essa história, segunda vez que releio S2