Fanfics Brasil - 42 Peça-me o que quiser (AyA) Adaptada

Fanfic: Peça-me o que quiser (AyA) Adaptada | Tema: AyA (Hot)


Capítulo: 42

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— O que houve? — sussurro inquieta. — O que você tem?


— Estou cansado, querida.


Sua voz sensual me chamando de “querida”, suas palavras e a suavidade de seus


dedos ao passar pelo meu corpo me envolvem.


Agora eu estou entendendo!


Ele está tentando fazer o que lhe pedi. Fazer amor. Nada de tapinhas. Nada de


penetrações fortes. Nada de exigências. Mas neste momento, com ele dentro de mim, eu


não quero isso. Quero ceder aos seus caprichos, às suas ordens. Quero que seu prazer


seja meu prazer. Quero... quero... quero.


Comovida pelo controle que vejo em seu olhar, me deixo levar pelo prazer, decido


aproveitar o que ele está fazendo por mim e convencê-lo a mudar de ideia para que me


possua como quero que ele faça. Levo sua boca aos meus seios. Poncho aceita e os lambe


com doçura, com ternura. O calor se apodera de mim, e ao mesmo tempo sinto que Poncho


deixou o momento por minha conta. Me reviro em busca do meu próprio prazer e consigo


alcançá-lo. Respiro ofegante. Me aperto contra ele. Grito e solto um gemido. Seu corpo


estremece enquanto o meu vibra enlouquecido porque seu lado bruto e selvagem assume


o comando da situação e me penetra com avidez.


Preciso disso!


Desejo isso!


Quero que minhas vontades sejam as suas, mas Poncho se recusa. Não quer entrar no


meu jogo e, finalmente, quando o calor inunda meu desejo inflamado, apoio os braços


em suas coxas e sou eu que me movo de forma brusca. Estou à procura do meu prazer,


louca para encontrá-lo. Quando o orgasmo vem, grito e me contorço em cima dele e,


então, apenas então, Poncho agarra minha cintura. Sinto a tensão de suas mãos, ele me


aperta uma só vez contra seu corpo e logo se deixa levar em silêncio.


Permaneço abraçada a ele alguns minutos.


Não entendo por que se comportou desse jeito.


— Any... é disso que eu estava falando. Para eu conseguir ter prazer no sexo, preciso


de muito mais.


Me recuso a olhar para ele.


Me recuso a soltá-lo.


Não quero que isso acabe e menos ainda perdê-lo.


Mas, por fim, Poncho se levanta da cama e me arrasta com ele. Pega um lenço de papel


da mesinha de cabeceira e me limpa. Depois se limpa. Sem dizer nada, pega o pijama do


Taz. Põe o short em mim e depois a blusa de alcinha. Ele veste a cueca. Apaga a luz e


me obriga a deitar ao seu lado. Desta vez me vira e me abraça por trás. Está preocupado


em não machucar meu braço. Não falamos nada. Apenas tentamos descansar enquanto


ouvimos o som das nossas próprias respirações em nossa despedida.


23


Acordo sobressaltada.


Olho a hora. São 4h38.


Estou sozinha na cama. Onde está Poncho?


Me assusto. Não quero que ele tenha ido embora. Levanto com rapidez. Quando chego


à sala, está pingando umas gotas nos olhos, enfiando algo na boca e dando um gole num


copo d’água. Depois se senta, põe nos ouvidos os fones do meu iPod e fecha os olhos. Eu


o observo por alguns minutos e sorrio. Está ouvindo música!


Ao sentir minha presença, abre os olhos e se levanta.


— Está tudo bem?


Enquanto seguro lágrimas de felicidade por ver que ele ainda está ali, toco em seu


braço e respondo:


— Sim. É só que, quando não te vi, pensei que você tivesse ido embora.


Poncho sorri.


— Durmo pouco. Já te falei.


— Vi que você tomou algo. O que era?


— Uma aspirina. Estou com dor de cabeça — responde com um sorriso encantador.


Satisfeita com sua resposta, ando até a cozinha. Preciso de água.


Quando abro a geladeira, vejo as trufas e sinto vontade de comer algumas. Bebo a


água, ponho duas trufas num prato e volto para a sala. Poncho, sentado no sofá, sorri ao me


ver.


— Gulosa.


Divertindo-me com seu comentário, lhe devolvo o sorriso e percebo sua expressão


cansada. Normal, ele não dorme. Sento a seu lado.


— Adoro essa música.


Tiro um dos fones de seu ouvido, aproximo da minha orelha e ouço a voz de Malú.


— Eu também. A letra me faz lembrar nós dois.


Ele faz que sim. Pego uma das trufas e começo a mordiscá-la.


Sorri.


Meu Deus! Adoro vê-lo sorrir!


— Posso provar sua trufa?


— Claro.


E, quando vejo que ele vai dar uma mordida na trufa que tenho nas mãos, eu a


aproximo da minha boca, a esfrego em meus lábios e murmuro:


— Já pode provar.


Sorri de novo. Seu olhar se ilumina e ele obedece sem hesitar. Seus lábios encostam


nos meus e, com uma calma e uma meiguice que me deixam a mil, ele os chupa, os


lambe e finaliza com um beijo doce.


— Deliciosa... a trufa também.


Quando diz isso, eu largo o resto da trufa no pratinho que deixei em cima da mesa e


me levanto. Tiro o pijama e, só de calcinha, monto sobre ele.


Antes eu tinha três vícios. Coca-Cola, morangos e chocolate. Agora acrescento um


mais forte e poderoso chamado Alfonso. Eu o desejo... desejo e desejo. Não importa a hora,


o momento ou o lugar... eu o desejo.


Surpreso com minha iniciativa, ele tira os fones de ouvido.


— O que você está fazendo, Any?


— O que você acha?


— Estou com dor de cabeça, pequena...


Como resposta, eu o beijo. Um beijo caliente, repleto de erotismo e de desejo.


— Any...


— Eu te desejo.


— Any, agora não...


— Poncho, agora sim. Te desejo com tuas ordens. Com vontade. Com desejo. Quero que


você me coma. Quero que usufrua de mim. Quero tudo o que você quiser e quero agora.


Acomoda-se no sofá e, com cuidado, envolve seus braços na minha cintura. Eu olho


para ele e percebo que não esperava meu comando e que isso o deixa louco. Meus


quadris ganham vida própria e se movem sobre ele. Sua resposta é imediata. Noto seu


pênis crescendo e isso me estimula ainda mais.


Uma de suas mãos abandona minha cintura para subir pelas minhas costas até chegar


aos meus cabelos. Ele os segura e me puxa para si. Sim... esse é o Poncho!


Meu pescoço fica totalmente exposto à sua boca, e ele o chupa, lambendo com


ansiedade, com capricho, e me fazendo suspirar de prazer.


Sua outra mão abandona minha cintura e chega até meus peitos, que ficam bem


diante dele. Seus lábios carnudos se dirigem a eles e os chupam, os devoram. Poncho morde


meus mamilos que ficam duros. Me provoca.


Solta meu cabelo e eu consigo olhar seu rosto novamente. Suas mãos estão junto aos


meus seios e, com sofreguidão, ele os junta e os aperta para enfiar os dois mamilos na


boca.


— Você me deixa louco...


— E você me deixa mais ainda, apesar de às vezes ser um babaca.


Sorri. Me grudo a ele.


— Any... seu braço. Cuidado. Vai se machucar.


Sua preocupação me faz suspirar. Quando vai tomar as rédeas da situação, eu seguro


suas mãos e sussurro perto de sua boca:


— Não... Alfonso... eu é que mando agora. Esse é seu castigo por não ter cooperado


comigo há algumas horas na minha cama.


— Meu castigo?


— É. Acho que vou ter que começar a te castigar, como você faz comigo.


— Nem pense, pequena.


Seu olhar carregado de erotismo me deixa extasiada.


Por alguns segundos, resiste a permitir que eu controle a situação, que eu o possua,


mas afinal noto suas mãos voltando às minhas pernas e, enquanto as desliza por elas,


murmura:


— Tudo bem... mas só hoje.


Decido jogar seu jogo e me deixo levar pela excitação. Pego suas mãos e as retiro das


minhas coxas, e ao mesmo tempo ordeno:


— Está proibido de tocar.


Ele gesticula. Quer protestar e enruga a testa.


Quando vejo que permanece quieto, eu seguro meus peitos e levo à sua boca. Ofereço


a ele. Obrigo-o a primeiro chupar um e depois o outro e, quando meus mamilos ficam


duros novamente, eu os retiro de sua boca e sorrio. Poncho geme.


— Me dá sua mão — peço.


Passeio sua mão por minha perna até chegar à parte interna das coxas. Deixo que ele


me toque e logo ele enfia um dedo por dentro da minha calcinha. Permito que se dedique


ainda mais e, quando ele se anima, eu o obrigo a tirar o dedo e o levo à sua própria


boca.


— Escorregadia e molhada, como você gosta.


Tenta me segurar de novo pela cintura, mas eu o afasto.


— Proibido tocar, senhor Herrera.


— Senhorita Puente... modere suas ordens.


Sorrio, mas ele não. E eu gosto disso.


Subo minha mão esquerda até seu pescoço, coloco-a entre o sofá e ele e o seguro


pelo cabelo com cuidado. Não quero aumentar sua dor de cabeça. Seu pescoço fica


totalmente exposto a mim, enquanto sinto seu coração bater entre minhas pernas.


— Senhor Herrera, não esqueça que agora quem manda sou eu.


Ponho minha língua para fora e chupo seu pescoço. Me delicio com seu sabor e


finalmente acabo em sua boca. Adoro sua boca. Devoro seus lábios e ouço um gemido


profundo sair de dentro dele.


— Adoro seus olhos — murmuro. — São lindos.


— Eu odeio.


Seu comentário me faz rir. Poncho tem olhos verdes maravilhosos que certamente causam


furor por onde quer que ele passe. A cada segundo me sinto mais alterada, de novo


coloco meus seios perto da sua boca e, quando ele está prestes a chupá-los, eu os retiro.


Sem deixar de olhá-lo nos olhos, deslizo entre suas pernas e, com cuidado para não


forçar o braço, enfio minha mão dentro de sua cueca, agarro seu pênis e seus testículos


quentes e os ponho para fora.


Ai, meu Deus! É incrível.


A pulsação poderosa daquela glande grossa e inchada faz minha vagina estremecer de


impaciência. E, quando aproximo meus lábios de seu prepúcio rosado e o introduzo em


minha boca, sinto que é Poncho quem estremece agora. Minha língua, desejosa, passeia por


seu pênis e o enche de doces beijos carregados de erotismo e desejo. Brinco de forma


carinhosa com seu pênis até que os gemidos de Poncho me fazem olhar pra ele. Ele está


com a cabeça recostada no sofá e os olhos fechados. Seu rosto está tenso e treme de


prazer. Ah, sim... sim! De repente, noto suas mãos em minha cabeça e digo alto para que


me escute:


— Imagine que estamos no clube de swing e alguém nos olha e você permite que essa


pessoa me toque enquanto você me chupa. Gosta disso?


— Siiiiim... — consegue dizer enquanto enfia seus dedos nos meus cabelos.


Sinto seu quadril se mover e seu pênis se acomodar ainda mais em minha boca. Isso


me dá forças para continuar enquanto eu vejo que ele todo se contrai de prazer. Com


delicadeza, dou mordidinhas ao redor de seu prepúcio e me detenho num trecho bem fino


da pele. Minha língua desliza por ela, fazendo Poncho se mover e respirar ofegante,


principalmente quando eu a seguro com meus lábios e a puxo.


Como se fosse um sorvete, eu o chupo e me delicio. Me lembro da trufa que está sobre


a mesa e sorrio. Pego um pouco com meu dedo, passo em seu pênis enquanto me divirto


e murmuro que na próxima vez será ele que passará essa trufa no meu clitóris para que


outros homens me chupem. Poncho respira ofegante, morrendo de prazer.


Com a outra mão, agarro seus testículos e os massageio. Poncho tem um espasmo, depois


outro, e sorrio ao ouvi-lo suspirar.


Sedenta por seu pênis, volto a ele. Eu o enfio com delicadeza em minha boca, mas


está tão grande e inchado que já não cabe, então decido subir e descer minha língua por


ele enquanto o sabor da trufa me faz aproveitar ainda mais. O que eu faço e digo o deixa


louco, então repito minhas palavras algumas vezes até que seus gemidos ficam mais


contínuos e fortes. Seus quadris me acompanham, seus dedos em meu cabelo ficam


tensos e ele dá solavancos em minha boca.


 


A sensação me embriaga. Estou possuindo Poncho com minha boca e gosto de tê-lo em


minhas mãos e em meu poder. Ponho uma das mãos em seu abdômen definido e cravo


as unhas nele. Isso o faz respirar ofegante enquanto seus quadris não param de se


mover. Agarro sua glande endurecida com minhas mãos e começo a masturbá-lo com


movimentos potentes, do jeito que ele gosta, enquanto fantasio sobre o que outro


homem estaria fazendo comigo.


O corpo de Poncho se contrai uma e outra vez, mas ele se nega a deixar-se levar.


— Sobe em mim, Any. Por favor.


Sua voz suplicante e meu desejo por ele me levam a lhe obedecer.


Monto sobre Poncho, e ele então me penetra. Estou molhada e escorregadia. Ele se


encaixa totalmente em mim e nós dois gritamos.


— Nossa, pequena, fico louco com o que você diz.


Disposta a tudo, eu olho para ele.


— É isso que eu quero... Participar do seu jogo e fazer tudo o que você quiser, porque


seu prazer é meu prazer e eu quero experimentar tudo com você.


— Any... — diz, ofegando.


— Tudo... Alfonso... tudo.


Sinto-o abrindo caminho dentro de mim. Enlouquecida, me seguro em seus ombros


enquanto ele me agarra impaciente pelo pescoço e me faz subir e descer para que se


encaixe em mim uma vez depois da outra, ao mesmo tempo que me olha e me devora


ávido.


Sua glande dura e quente entra e sai de mim com desespero, enquanto minha vagina


se contrai e suga seu pênis. Mexo os quadris freneticamente e estremeço enquanto Poncho,


com movimentos fortes e devastadores, continua me le vando ao clímax.


Meus seios pulam diante dele e, quando sua boca agarra um mamilo e o morde ao


mesmo tempo que ele me penetra, um orgasmo avassalador invade meu corpo.


Enquanto isso, ele me come com força até que não consigo mais segurar e eu o escuto


sussurrar meu nome entre gemidos e contrações. Quando tudo acaba e eu fico em cima


dele, extasiada e suada, me dou conta de uma grande verdade. Estou completamente


entregue a Poncho e apaixonada por ele.



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Autor(a): Anna Albuquerque

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Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 228



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  • hortensia Postado em 19/04/2020 - 08:10:58

    Fanfic simplesmente maravilhosa, sou louca por essa história, simplesmente perfeita.. ❤️❤️

  • julia_loveponny_aya Postado em 20/04/2016 - 01:20:38

    Pena q acabou;(

  • julia_loveponny_aya Postado em 20/04/2016 - 01:20:23

    Amooooo<3 perfeita dmais!!!!

  • julia_loveponny_aya Postado em 01/04/2016 - 10:26:49

    Ainnnn<33333

  • ponnyyvida Postado em 01/04/2016 - 00:55:56

    Como assim penúltimo ????!!!!! Aí Meu Deus !!!! Não quero q acabe !!!!

  • julia_loveponny_aya Postado em 29/03/2016 - 19:07:08

    A ponte dos cadeados, o nascimento do baby,..*-*<333 e a mel é um amrrr!! Continuuuuuuaaaaaaaa

  • Postado em 29/03/2016 - 02:47:50

    Meuuuuuu Deuuuuuuus que coisa liiiinda. Enlouquecendo aqui...&#128588;&#10084;&#10084;&#128525; Posta mais pleace pleace..

  • ponnydelirio Postado em 17/03/2016 - 01:46:23

    Coooontiiiiinuuuuuaa Logooo plmds &#9825;

  • julia_loveponny_aya Postado em 01/03/2016 - 01:36:31

    Tadinha ela tá pirando kkkkkk o poncho chamando ela de poodle tbm OAJSAKKAKA morta!!! Continuuuaaaaa

  • ponnydelirio Postado em 21/02/2016 - 02:24:22

    Cooooontiinuuaa logo <3


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