Fanfic: Meu Guarda Costas | Tema: Vondy
Dulce acordou chorando no meio da madrugada. Havia tido um pesadelo horrível. Ela tremia, e estava apavorada, levantou-se e seguiu até o quarto de Christopher, que acordou com os soluços dela, e em um segundo já estava a abraçando.
O que houve meu amor? – A abraçou forte. – Por que está tremendo assim? – Ela não respondeu. – Dulce fala comigo, por favor, o que você tem?
Foi horrível. – Escondeu o rosto no peitoral dele.
O que foi horrível Dulce? – Suspirou. – Senta aqui. – A levou até a cama. – Me diz, por favor, o que aconteceu. – Olhava a mesma preocupado. – Fica aqui que vou pegar água pra você.
Não me deixa sozinha. – O segurou.
Ok! Então vem comigo. – A ajudou a se levantar e a levou até a cozinha. – Senta aí. – Apontou a cadeira e depois foi pegar água para ela que continuava a chorar. – Toma Dul. – Lhe entregou o copo. – Você está tremendo muito.
Eu não consegui ver quem era. Foi horrível.
Foi um pesadelo? – Ela assentiu. – Dul, foi só um pesadelo, por que está chorando assim?
Por que foi muito real, como se fosse um aviso. – O abraçou. – Eu não consegui ver quem era a pessoa. Eu não posso fazer isso com ela.
Fazer o quê Dulce?
Foi terrível. – Colocou o copo na mesa.
Tudo bem. Vamos tentar dormir, amanhã a gente conversa. Você está muito nervosa. – Beijou-lhe a cabeça.
Christopher a levou para o quarto dele, e ficou acordado com ela até a mesma pegar no sono e pouco depois ele também acabou dormindo. Eram por volta de 8 da manhã, Dulce acordou e se sentou na cama. Olhou Christopher ao seu lado deitado de bruços e sorriu acariciando o rosto dele.
Ucker. – Sussurrou. – Bebê.
Humm? – Resmungou tapando o rosto.
Acorda. – Se deitou em cima dele beijando-lhe o pescoço.
Não provoca Maria. – Falou coma voz abafada.
Não estou provocando, acorda vai. – Mordeu a bochecha dele.
Mas você é chata em. – Esfregou o olho e a olhou. – Está melhor pelo que estou vendo.
Sim. – Deu de ombros e saiu de cima dele. – Com um pouco de dor de cabeça.
Normal, você chorou até pegar no sono. – Se virou de frente pra ela. – Quer me contar como foi esse seu pesadelo?
Não. – Se encolheu. – Não quero mais falar nisso.
Tem algo a ver com sua mãe?
Em primeiro lugar ela não é minha mãe, e em segundo embora ela estivesse nele, não tem a ver com ela. – Suspirou. – Foi terrível e é melhor mudar de assunto. – Se sentou cruzando os braços.
Tira esse bico da cara vai. – Riu da cara dela. – Já passou está bem. – Se levantou indo em direção ao banheiro.
Vai tomar banho? – Apoiou o queixo nos joelhos.
Sim. Quer vir? – Perguntou de dentro do banheiro.
Não. Vou para o meu quarto. – Se levantou arrumando o pijama.
Ei pequena, o que foi? – Saiu do banheiro e caminhou até ela a abraçando por trás
Nada, só lembrei que estou brava contigo. – Se soltou dele e cruzou os braços fazendo bico.
Ai meu Deus. Ainda? – Ela assentiu. – Então o que você veio fazer aqui de madrugada?
Eu estava assustada. – Mordeu o lábio inferior.
Ai Dulce, desculpa vai, isso não vai voltar a acontecer, prometo. – Se aproximou dela.
Promete? – Perguntou sem o olhar.
Hurrum. – Beijou o pescoço dela. – Eu fui um bobo.
Muito bobo, chato, feio. – Mordeu o queixo dele.
Feio?
Não. – Sorriu sapeca. – Lindo e gostoso. Perfeito pra mim. – Entrelaçou os braços no pescoço dele.
Você que é linda. – Sussurrou no ouvido dela fazendo-a se arrepiar. – Vem. – A pegou no colo e a deitou na cama. Eles ficaram se olhando por um tempo, e depois fecharam os olhos quando seus lábios se tocaram. Dulce levou as mãos por dentro da camisa do mesmo e a subiu. Christopher sorriu e a ajudou a tirar a camisa. Dulce passou levemente as mãos pelo peitoral do mesmo o sentindo.
O que você tem com meus músculos? – Perguntou entre o beijo.
Eles me atraem. – Corou.
Ele voltou a beijá-la e dessa vez ele lhe tirou o pijama deixando-a somente com o lingerie. As mãos de ambos percorriam o corpo um do outro, fazendo os dois terem preliminares. Dulce levou a mão até o cós da calça do mesmo e abaixou um pouco. Ele sorriu apartando o beijo e em seguida tirou aquela peça deixando-a no chão. Dulce o olhou e mordeu o lábio inferior. Christopher se deitou ao lado dela, debruçando apenas parte do corpo sobre o dela. Ele levou os lábios até ao dela, e quando viu que ela iria beijá-lo ele afastou-se rindo. Ele se sentou e a fez se sentar a olhando nos olhos. Ele a pegou pela cintura e a fez se sentar em seu colo com as pernas entrelaçadas à cintura dele. Ele levou a boca até o pescoço da mesma, enquanto as mãos dele arrancavam lentamente o sutiã dela. Ele desceu os lábios pelo ombro e depois até aos seios dela, brincando com aquela região, fazendo Dulce gemer alto erguendo a cabeça para trás fechando fortemente os olhos. Ele ficou mais um pouco ali, e sorria com a reação da mesma que apertava seus braços. Depois de mais um tempo ele fez com que ela se deitasse e se deitou por cima dela. Os beijos atravessaram todo o corpo dela enquanto ele tirava a ultima peça restante no corpo da mesma, em seguida retirou a ultima peça que lhe restava em seu próprio corpo e se posicionou entre as pernas dela. Ele entrelaçou as mãos às dela e apoiou seu corpo em seu cotovelo. Ambos soltaram um gemido quando ele a penetrou com força. Aos poucos ele foi aumentando a intensidade e a velocidade e Dulce entrelaçou as pernas na cintura dele, e levou a boca ao pescoço dele para abafar os gemidos que insistiam em sair em alto e bom tom. Quando por fim eles atingiram o clímax ele se deixou cair sobre o corpo dela recuperando o fôlego. Dulce ficou lhe acariciando as costas enquanto ambos recuperavam o sentido.
Depois de ficarem um tempo na cama conversando, eles tomaram um banho, se arrumaram e foram até a sala, onde encontraram os avós de Dulce.
Bom dia. – Falou Dulce com a bochecha corada, já que tinha certeza que seus avós haviam ouvido o que se passou naquele quarto.
Bom dia meu amor. – Sorriu para a neta. – Ainda está de pé o almoço na casa da Lourdes?
Acho que sim. – Beijou a bochecha dos dois. – Dormiram bem?
Sim, e vocês? – Perguntou a avó dela a fitando.
Perfeitamente vovó. – Mordeu o lábio inferior. – Estou com fome.
Imagino o quanto. – Sorriu maliciosa para a neta que corou mais ainda.
Vovó. – A repreendeu e Christopher apenas riu.
Tudo bem, o café está na mesa, seu avô e eu já tomamos.
Vamos lá Dulce? – Perguntou Christopher. – Estou com muita fome.
Vamos sim. Até mais. – Abraçou Christopher de lado e se retirou com o mesmo.
Autor(a): LaPersefone
Este autor(a) escreve mais 8 Fanfics, você gostaria de conhecê-las?
+ Fanfics do autor(a)Prévia do próximo capítulo
Após tomarem café, Dulce e Christopher ficaram conversando em baixo a uma árvore, esperando dar o horário de irem para o almoço na fazenda dos Reyes. Minha avó ainda vai me matar de vergonha. – Falou brincando com a mão de Christopher. Gostei. – Riu. – Pelo menos eles não são aqueles av&oa ...
Capítulo Anterior | Próximo Capítulo
Comentários do Capítulo:
Comentários da Fanfic 153
Para comentar, você deve estar logado no site.
-
nagelarbd Postado em 07/05/2016 - 17:37:15
Tem q ter a parte do casamento
-
stellabarcelos Postado em 27/04/2016 - 20:53:34
Own que lindos! Amei muito! Parabéns
-
anny_freitas Postado em 11/04/2016 - 23:06:21
ACABOUUU. ....Como assim produção..cadê parti do casório
-
tayvondy Postado em 10/04/2016 - 23:35:34
ACABOUUU. ....Como assim produção..
-
vondyanny Postado em 10/04/2016 - 22:17:58
Que Lindo Ele Fazendo o Parto Dela *-* Gostei Do Final e Do Nome Da Bebê <3 Parabéns
-
LaPersefone Postado em 09/04/2016 - 23:47:47
tayvondy: UAI hrjblsghj
-
LaPersefone Postado em 09/04/2016 - 23:47:27
anny_freitas: Continuei :)
-
LaPersefone Postado em 09/04/2016 - 23:45:49
vondyanny: Eu entendi, só não lembrava disso kkkkk ela tava bebada jvfdljhg ainda bem que o Ucker já conhecia a peça e perdoou ela :o E que ela foi sincera também né kkkk Rodrigo morreu, Ucker matou ele. Em fim. Tive que finalizar a web de um jeit mais rápido, ou ela ficaria o dobro e tenho mais tres webs pra escrever.
-
vondyanny Postado em 08/04/2016 - 21:11:51
Se o Ucker Não Matou o Rodrigo, Eu Mato -_-.. Continua *-*
-
anny_freitas Postado em 07/04/2016 - 23:41:27
continua