Fanfics Brasil - O robô do prazer {DyC} [terminada]

Fanfic: O robô do prazer {DyC} [terminada]


Capítulo: 20? Capítulo

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Capitulo 10





– Robôs
do Prazer? – A voz de Reiver ecoou no seus próprios pensamentos.


Os dois
homens trocaram um olhar confuso. O que diabos ela estava falando?


– Oops! –
Dulce mordeu os lábios. – Nós precisamos nos apressar. Nossa nave está a
caminho para nos resgatarmos.


Christopher
não gostou da maneira que Reiver estava olhando para ela de cima a baixo, com
um sorriso um pouco abestalhado que curvou seus lábios.


– Basta,
volte pro seu carro, Dul – disse ele. – Você sabe que eu tenho que ir. E você
fica.


– Mas,
Christopher, você não pode retornar a sua nave. Eles estarão lá esperando.


– Quem?


– Eles? –
Ela encolheu os ombros, o seu olhar baixou para seu peito. – Pergunte a Agnes.



Clientes, provavelmente – Reiver disse. – Merda!


Christopher
olhou para ele furiosamente.


– Reiver!


– Eu
sinto, Capitão. Maldição! – Finalmente Reiver tirou o seu olhar de Dulce. –
Capitão, se ela estiver correta, não podem estar muito longe de nós. Coloque
ela dentro da van. Resolveremos isso no caminho.


Christopher
suspirou e agarrou o braço dela.


– Vamos
ter que deixar o carro por aqui. Mais tarde pediremos um taxi. – Ele caminhou
para a camionete.


– E
minhas coisas!? – Dulce puxou seu braço para trás e caminhou em direção ao
carro..


Christopher
amaldiçoou baixinho.



Coloque-a na van, Reiver.


Dulce
franziu a testa.


– Mas...


Reiver
abaixou seu ombro, investiu com gentileza no seu abdômen, e a levantou.


Dulce
gritou, segurando a parte de trás do seu casaco. Levantou a cabeça e gritou:


– Não se
esqueça da Agnes nem da minha mala. Ah, e da almofada! – Se levantou mais uma
vez e sorriu para Reiver, enquanto caminhava com passos longos em direção à
van. – A propósito, meu nome é Dulce.


– Claro,
amor.


Christopher
amaldiçoou baixo. Somente faltava uma ruiva pirada para estragar uma fuga
perfeitamente planejada. Ele correu para o carro e pegou uma mala roxa, uma
pequena caixa cor de rosa e um travesseiro que suspeitosamente parecia um de
seu sofá.


Reiver
parou a van perto dele, e Christopher jogou as coisas através da porta, nas
mãos de sua tripulação que estava lhe esperando. Quando ele virou, encontrou
Dul trepada no colo de Nate.


– Tomei a
decisão de trazer todos com a gente – disse ela, com um brilhante sorriso que
brilhava como um arco-íris.


Sua
tripulação sorriu quando ele tomava o seu lugar na frente.


– Venha
cá, Dulce – Disse entre os dentes.


Ele a
olhou no espelho. Ela arregalou os olhos e as sobrancelhas franziram depois
numa carranca feroz.


– Eu
estou perfeitamente confortável.


– Nate,
se em dois segundos ela não deixar o seu colo e se sua mão não estiver afastada
de seu quadril, eu vou matar você.


Nate não
pode se afastar o suficientemente rápido.


Dulce
alisou com uma mão a parte traseira de sua calça e deu um passo entre os
assentos. Levou um tempo para se situar em seu colo. Pois, quando tinha se
acomodado a seu gosto, o pau de Christopher estava rígido como um poste.


– O que
diabos você vestiu? – Perguntou, notando pela primeira vez, as calças pretas
que se aderiam como uma segunda pele, e casaco de gola alta.


– Isto
era tudo o que eu tinha, que poderia vestir para me esconder nas sombras. Temos
que fugir a bordo da nave, quando o sol se pôr.


– Ei, o
que está sobre as minhas bolas! – Ele gritou.


Dulce deu
um sobressalto.


– Você
tem que gritar? Eu estou bem aqui.


Christopher
respirou fundo e começou a contar.


– Seu
rosto está ficando vermelho.


– Ahem! –
Reiver pigarreou. – É hora de você ficar parada, Dul.


– Eu
estou sobre meu p ...


– Dul! –
disse Christopher.


– Esta
tudo bem – ela bufou. – Eu estou te salvando de um destino pior que a morte, e
isso é tudo que recebo.


– Me
salvando? Eu estava me salvando e ao meu grupo, até que você esteve prestes a
acabar com a minha vida com a sua manobra de condução kamikaze.


– Mas eu
não estava dirigindo – disse ela, com os lábios franzidos.


– Então.
Quem demônios era?


– Agnes.
Ela tinha ligado.


Christopher
senti um tique nervoso no canto do olho.


Dulce
cruzou as mãos no colo e ergueu o queixo.


Ele
cobriu suas mãos entrelaçando com as suas e apertou, uma ameaça não tão sutil
para que ela se comportasse.


– Agora,
me diga do que se trata tudo isso.


– Não vou
dizer nenhuma outra palavra. – Ela inalou através do nariz e os olhos fixos na
estrada que estava na frente deles.


– Ah
falará, amor, ou eu a colocarei no meu joelho.


Seu
queixo levantou mais, mas seu peito subia e descia mais rápido.


Interessante.


Ele se
inclinou para sussurrar em seu ouvido.


– Vou lhe
dar uma palmada no rabo nu na frente de minha tripulação, se você não começar a
falar agora.


Ela olhou
de forma extremamente desafiadora.


– Você
não ousaria.


– Não me
teste, carinho – ele sorriu.


– Preciso
de Agnes – disse ela.


– Não
voltaremos para ela.


Dulce
assentiu com a cabeça sobre o ombro.


– Está
bem atrás de nós.


Ele olhou
para o céu, pedindo paciência.


– Que
bolsa?


– Agnes
está em uma bolsa? – Perguntou Reiver, sua expressão chocada. – O que você fez,
amor? A cortou em pedaços?


Christopher
o olhou irritado.


– E qual
é a maldita bolsa?


– A
pequena em rosa. É o estojo dela.


– Nate,
alcance sua maldita bolsa.


– Sim,
capitão.


– Seja
cuidadoso com a Agnes – Gritou Dulce, tentando alcançar o estojo.


Christopher
viu uma pequena caixa parecida com essas que as mulheres usa como maquiagem.
Dulce apertou um botão que estava do lado, e pegou os painéis.


– Uau! –
A voz de Agnes soava nos alto-falantes pequenos localizados abaixo dos painéis.
– Vejo que Dulce te alcançou bem a tempo contrabandista.


– O que é
isso com a minha nave? – Christopher rosnou.


– Eu acho
que fiquei danificada na estrada. – Ela tossiu. – Eu preciso de suspender
minhas operações temporariamente para acionar um pouco de manutenção.


– Agnes!
Solte a língua.


– Não há
necessidade de gritar – disse Dulce. – Só estava tentando ajudar. Mesmo agora,
eu estou pensando que fiz um grande erro de julgamento. Não há nenhuma maneira
que eu pudesse amar alguém tão teimoso e irascível como você!


Christopher
ficou quieto.


– Você me
ama, Dul?


Os olhos
de Dulce se encheram de lágrimas.


– Merda!



Capitão! – Gritou o grupo inteiro.



Desculpe. – Ele colocou sua mão em concha no seu rosto. – Você acha que você me
ama, Dul. Eu não sou um homem para você.


– Eu sou
uma mulher adulta. – disse com ira nos olhos. – Não se atreva a me dizer que eu
não sei como me sinto. Eu sacrifiquei tudo que eu tenho, tudo o que sou, por
você.


Christopher
roçou o lábio inferior com o polegar.


– E se eu
lhe pedir para ir para casa e que se esqueça de mim?


Os olhos
de Dul estavam fechados e beijou a ponta do seu polegar.


– Eu não
vou – disse com a voz embargada. Abriu os olhos e as lágrimas escorriam pelo
seu rosto. – Eu não posso.


Ele
assentiu com a cabeça e a aproximou em direção ao seu peito. Seu coração estava
tão cheio que ele tinha medo de falar através do nó na garganta, pelo menos
enquanto a tripulação estava a ouvir tão atentamente. Melhor esperar para lhe
dizer como se sentia depois.


– Capitão
e a nave? – Reiver perguntou discretamente.


Dulce se
afastou do peito de Christopher e enxugou as lágrimas do rosto com as costas da
mão. Se virou para Reiver.


– Agnes
irá lhe dizer para onde ir.


– Eu já
fiz, Chefa – Agnes disse em voz baixa.


Sobrancelhas
Reiver se ajuntaram.


– Isso
significa que é a mesma...


Christopher
balançou a cabeça negativamente para silenciar Reiver. Agnes tinha algo na mão.
Estava levando-os para A Donzela, o mesma nave que ela havia comunicado para
Dulce que iam roubar. Não queria que Dul se alterasse mais por causa do jogo de
Agnes.


– O que é
um robô do Prazer?


Se os
braços de Christopher não estivessem ocupados com Dul, ele daria um soco em
Reiver.


Dulce
ficou rígida como uma coluna e seu rosto empalideceu.



Aparentemente esperava que não reparasse nisso.


– Qual é
o problema, amor?


Os olhos
de Dulce se encheram de lágrimas novamente.


– Eu não
sei como dizer isso Christopher. Os outros não são contrabandistas.


– Não
somos?


Ela
assentiu com tristeza.


– Eles
são robôs. Foram programados com as memórias e as personalidades individuais e
pensam que eles são reais. Não queria que soubesse.


– Aa ...
Agnes! – Ele disse, cerrando os dentes.


– Agora
não vá me entregar presunçosamente, Chris. Se você não tivesse forçado a
entrada em sua casa em primeiro lugar ...


– Invadiu
minha casa? – A cara de Dulce mostrou a sua confusão.


Ele deu
de ombros.


– Sim,
ele estava fugindo. Eu te disse.


– Mas
isso foi apenas uma parte do Playthings roteiro construído para você.


– Agnes,
que tipo de mentiras que você está alimentando a esta menina?


– Não se
zangue com ela – disse Dulce, a cor voltando ao seu rosto com intensidade.


– Eu não
sou um robô condenado. Nem os meus homens. Conte, Agnes.


– Dul,
carinho. Ele está dizendo a verdade. Seu Robô do Prazer não tinha sido
devolvido à loja. Quando Christopher invadiu ilegalmente, a situação se
apresentou por si mesma...


– Criou
esta história para salvar sua bun.da gorda! – Dulce disse, se sentindo como uma
tola. – Estava com medo de que eu fosse formatar seu disco rígido. Agnes, como
você pôde? Me entregou a um estranho!


– Eu fiz
o que tinha que fazer. Eu dei o teu fim de semana de prazer.


– Você me
manipulou. – Ela olhou para Christopher. – Ambos fizeram isso. – Em seguida
lutou para ficar de pé. – Pare o furgão. Pare agora. Eu quero descer!


Christopher
cerrou os braços em volta dela.


– Você
não vai a lugar nenhum. Reiver, nos leve para a nave. Resolvemos uma vez que
estivermos a bordo.


– Sim,
Capitão! Ela pensava que eramos Robôs de Prazer! – Sua boca fez uma careta nos
cantos. – Eu fui chamado muitas coisas ...


– Reiver!


– Sim,
capitão?


– Me
lembre de passar você através da quilha mais tarde.




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Autor(a): theangelanni

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Prévia do próximo capítulo

Dulce envolveu os braços em volta dos joelhos e descansou o queixo sobre eles. Ela estava trancada na cabine de Christopher por horas, enquanto ele e sua equipe cuidavam de seus negócios, colocando furtivamente o carregamento a bordo e se preparando para o zarpar. Christopher não havia dito uma só palavra depois de sair nos braços ...


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Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 562



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  • AnazinhaCandyS2 Postado em 13/04/2017 - 03:21:17

    Que fanfic incrível, nunca tinha lido uma com esse tema, simplesmente amei!! Enfim web perfeita, Parabéns!!!

  • larivondy Postado em 02/09/2013 - 18:35:39

    AAAAMEEI *-*

  • natyvondy Postado em 24/01/2010 - 20:08:03

    ótima!!!

  • natyvondy Postado em 24/01/2010 - 20:08:01

    ótima!!!

  • natyvondy Postado em 24/01/2010 - 20:07:59

    ótima!!!

  • natyvondy Postado em 24/01/2010 - 20:07:57

    ótima!!!

  • natyvondy Postado em 21/01/2010 - 14:47:31

    Posta + + + + +

  • natyvondy Postado em 21/01/2010 - 14:47:14

    Posta + + + + +

  • natyvondy Postado em 21/01/2010 - 14:47:10

    Posta + + + + +

  • natyvondy Postado em 21/01/2010 - 14:47:01

    Posta + + + + +


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