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Fanfic: El cuento de la Mariposa - Portiñon. | Tema: Portiñon dyc


Capítulo: Buscate una "costilha", Dulce Maria.

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-FILHA DA PU/TAAAAAAAAAAAAA! -Gritei com tal fúria que as lagrimas me saltaram de impotência, na sala, minha maquina de escrever e minha coleção de DVDs haviam sumido, fiquei com raiva e frustrada por saber que tudo o que houve na noite anterior não passou de fingimento.


           Fui até a delegacia e fiz o registro de ocorrencia, estava e com uma cara que deixa o Diabo passando vergonha, fui atraz dela por cada beco, cada esquina que eu conheço e que sei ser ponto de prostituição, parecia que a terra a havia tragado, ninguém soube me dar informação, não sei se por que realmente não sabiam ou por que esses estu/pidos de merca costumam se proteger. 


            A medida que os dias foram passando, essa maldita sensação que ficou em meu corpo enquanto eu a tive em meus braços, começou a me envenenar por dentro, comecei a ter insonia e quando conseguia dormir, sonhava com essa va/dia, nua na minha cama, com a buce/ta na minha cara enquanto rebolava até gozar, eu sempre me acordava suada e gozada...lentamente fui sentindo como esse animal, maldita herança que meu pai me deixou, regressava de onde eu o tinha escondido ha muitos anos atrás.


            Eu já estava há duas semanas sem poder escrever uma só linha, minha criatividade tinha ido morar na casa do cara/lho e por mais que eu tentasse, ela não queria voltar, eu ficava horas sentada nas minhas almofadas, olhando para o nada, minha mente estava em branco, eu não tinha nem minha coleção de dvd`s antigos para me ajudar, maldita seja essa pu/ta...eu estava desesperada por que me sentia incapaz de sair desse estado de animos que deixava minha vida sem sentindo algum.


            Não sei há quantas horas eu estava dormindo, com a mesma roupa do dia anterior, quando de longe eu escutei alguém bater na porta, quando tentei levantar a minha visão ficou turva e  tive que sentar novamente, pu/ta mer/da, tive vontade de vomitar... Voltaram a bater, já escutei cara/lho! Quando consegui me equilibrar e com o cerebro acomodado, finalmente abri..


- Que demora Dulce, isso pesa.


- O que é isso, Miguel?


- Era do meu avô, não é eletrica como a que você tinha, mas garanto que funciona.


             Eu fique olhando pra ele, me emocionei, estava parado na frente da minha porta, com seus oculos fundo de garrafa, carregando com esforço uma maquina de escrever antiga, eu não pude evitar sorrir, fiquei comovida.


- Que?


- Pesa...


- A sim... mas Miguel, você tem certeza que pode me dar ela?


-  Sim, minha vó estava pensando em joga-lá fora e eu não deixei e, como eu não a uso, quis te dar... mas olha, essas maquinas são de ferro fundido e eu não quero deixar ela cair em cima do meu pé -riu-


              Não pude fazer outra coisa que não fosse ficar ali, o escutando enquanto ele ficava me explicando detalhadamente o funcionamento da maquina, eu tive vontade de chorar... por um momento um menino de 7 anos conseguia acalmar meus demonios, o agradeci mentalmente.


- Entendeu? -me perguntou, depois de sua explicação-.


- Sim... claro.


- E a fita você pode encontrar na loja da esquina, lá vendem coisas antigas.


- Obrigada, Miguel -Lhe afaguei os cabelos-.


- De nada.


- Eiii, eu recebi hoje, quer ir comigo comer um  bom cachorro-quente do carrinho do seu Aníbal? Eu estou morta de fome e como está fazendo sol, podiamos nos sentar no parque.


- Sim, eu também tenho fome.


- Então deixa eu escovar os dentes e ajeitar esse cabelo de louca e já vamos.


- Ei Dulce -foi me dizendo enquanto eu ia para o banheiro- Adinha o que eu descobri...


- O que?


- Você sabe porque nos pendulos só se movem as primeiras e as ultimas bolinhas e as do meio não...


- Não faço idéia, por que?


            Dizem por ai que a sabedoria só se chega com certa idade, mas eu sempre pensei que como tudo na vida, isso depende, por que um imbe/cil pode viver um século que não vai deixar de ser um imbe/cil e eu conheci a muitos, entretanto, existe o velho Pancho, alto, moreno e magro, com cabelos brancos que denotam sua idade, as rugas em seu rosto mostram a sabedoria que ganhou durante a vida e mesmo que ele só tenha o ensino fundamental, eu aprendi mais com ele do que com qualquer outra pessoa.


          Quando ele notou que eu estava há tempos com um humor do cão e alheia as coisas, Pancho conseguiu finalmente me fazer desabafar e quando eu terminei de contar tudo, ele me olhou  sinceramente e disse:


- Você precisa de uma transa, Dulce, já está sozinha a muito tempo e eu vejo que já esta ficando com cerebro atrofiado, menina, escuta o que eu tô te dizendo antes que você comece a falar com as paredes.


            Depois de escutar os conselhos do velho Pancho, eu pensei que realmente precisava fazer alguma coisa ou iria ficar louca, estava deixando que meus fantasmas cada vez mais se apossassem de mim... Foi então que comecei a frenquentar bares, discotecas, tratando de encontrar novamente a minha normalidade, até que eu conheci Angelique, uma garota simples, inteligente, de uma beleza incomum e cursava o segundo ano de literatura.  


            Acho que eu não preciso explicar como foi que nos conhecemos...enfim, depois de muita insistencia sua, eu acabei por mostra-lhe uma de minhas historias, o que fez com que passassemos varias horas em um debate intenso sobre os personagens e a trama e apesar do meu carater, ela conseguiu que eu recebesse bem suas criticas.


              Graças a ela, pouco a pouco eu retomei minha escrita, um pouco por que me voltava a inspiração e outro pouco por que queria mostrar a ela que eu realmente havia nascido pra isso apesar de não ter estudo. Apesar de nos vermos pouco, por causa de meus horarios (eu nunca contei pra ela que trabalhava em um cinema porno, deixei ela pensar que era em um cinema comum), conseguimos estabelecer uma relação. Eu disfrutava muito da sua compainha e me deixava seduzir por seus encantos a tal ponto que cheguei a pensar que estava salva de La Farfalha.


             Acordei com um humor do cão, odiava quando tinha que visitar minha irmã, a única coisa que ela sabia fazer era criticar meu modo de viver e ademais, ela sempre sentiu que tinha mais direito do que eu em relação a todas as coisas, afinal foi ela quem cuidou do meu pai enquanto eu fugia de tudo relacionado a nossa familia, é que a relação que eu tive com meu pai não foi precisamente cor de rosa. É estranho, mas sempre que retorno a meu passado, me lembro de quando minha mãe ainda era viva e ele era um pai presente, até era bastante carinhoso e preocupado com a familia.


              Depois que mamãe morreu, ele se tornou frio, bruto e mulherengo, chegou um momento em que perdi as contas de quantas garotas diferentes ele tinha levado para nossa casa, sempre muito mais novas do que ele, com as quais ele gastava todo o salário com presentes para deixar sua cama vazia. Me lembro quando eu e minha irmã tinhamos algo entre 6 e 8 anos, eram umas 10 horas da noite, estavamos sentadas na sala quando ele resolveu nos dar a primeira e unica refeição do dia, enquanto ele ia pro quarto com mais uma garota e nem ao menos se importava em fechar a porta.


               E assim foi a minha maravilhosa infancia, crescendo entre gemidos de diferentes pu/tas, comendo uma vez por dia e me perdendo no meu mundo de fantasias. Quando ele foi envelhecendo e claro, seus atributos foram diminuindo, sua frieza se tornou uma violencia as vezes sem limites, que foi piorando até o ponto de ele querer nos levantar a mão, entretanto, algo o detia e ele sempre terminava socando as paredes ou quebrando as coisas, era o monstro que vivia nele...isso ficou gravado em mim, os olhos vermelhos e vorazes, como os de um animal pronto para atacar, era assim que ele me olhava... Mer/da! Disso eu não gosto de me lembrar, por que eu sempre acabo assim, chorando com uma im/becil...


***************************************************************


Tenho tido dias corridos e ando sem tempo, mas quero acabar logo essa web, afinal, tudo o que começa tem que ter um fim.


              


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Autor(a): mariposa

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            Ao final do espediente me despedi de Pancho e tomei caminho para minha casa, todas essas lembranças familiares haviam terminado comigo e tudo o que eu mais queria era chegar na minha casa, tomar um bom banho e dormir. No caminho tentava pensar em todas as possiveis razões para que todo mundo res ...


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Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 32



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  • Nix Postado em 16/03/2017 - 00:11:25

    Que bom que volto

  • siempreportinon Postado em 05/01/2017 - 18:31:19

    Eeeee aleluia!!! To esperando kkk

  • les2015 Postado em 02/08/2016 - 00:24:20

    gente mas cadeeeeeeeeeee

  • claricenevanna Postado em 10/07/2016 - 16:59:35

    Sinto cheiro de merda pra acontecer. Relacionamento sem cobrança? Pelo jeito sa Dulce ficará enlouquecida quando ver a Anahí com os clientes. Isso não acabará bem, o caminho será a autodestruição, prevejo muitas brigas. E não por ser pessimista ou por amar um barraco. Mas porque acho que esse relacionamento torto (Anahi não conhece vida de mão dupla, pelo jeito) vai dá uma grande confusão.

  • luh_perronita Postado em 06/07/2016 - 15:01:16

    Espero que ela nao comece a sumi por muito tempo

  • les2015 Postado em 06/07/2016 - 11:34:22

    uma das melhores coisas que já li na vidaaaaaaaaa

  • claricenevanna Postado em 06/07/2016 - 08:57:29

    Que estado deplorável de Anahí. Nem tenho comentário sobre isso porque a minha mente deu uma travada depois que li que ela estava deitada na mesa do restaurante. Deveria está muito drogada, e sabe-se lá o que estava fazendo nesse meio período. Eu tenho pena, muita pena mesmo. E sobre a Dulce, pode até tentar... mas com essa obsessão que ela tem por Anahí, muito me admira que ela tenha a ilusão que não viver sem. AHUAHUAHUAHUAHU

  • Julia Klaus Postado em 04/07/2016 - 17:06:27

    Gesuis do céu...q confusão destas duas... =/

  • Ana Silva Postado em 04/07/2016 - 17:03:50

    Oiii!!! Cheguei! Já vou começar a ler <3

  • ThamyPortinon Postado em 04/07/2016 - 01:24:53

    VIADA TU NÃO ME ARRASA NÃO. Velho. Estou frustradíssima, me perguntando que merda foi essa que acabou de acontecer. Isso ultrapassa as regras da bipolaridade. Estou entre amar muito e odiar muito essa fic ao mesmo tempo. Sobre Anahi até achei que ela estava de boa que iria rolar um romancinho bem amorzinho, aí acontece isso. Mas acho que é uma maneira de auto proteção. Melhor afastar do que sentir, só que isso fode mais com a cabecinha de Dulce e não é esse tipo de foda que eu curto. AHUAHUAHU. Como assim 1 cap? Só 1? Mana, assim tu enfraquece a amizade. Tava até pensando em postar 3 cap na minha, Mass diante disso... percebo que la vida no es esto.



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