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Fanfic: Evans, uma história | Tema: Harry Potter


Capítulo: As pessoas são estranhas

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Passou duas semanas desde a visita da professora. Todo aquele medo de admitir de que eu era uma bruxa foi aliviando com o passar dos dias. Quem não pareceu aceitar nenhum pouco esta novidade foi minha irmã, porque tive que aguentar as provocações do tipo “TÁ VENDO SEMPRE SOUBE QUE VOCÊ ERA UMA ANORMAL!” ou “HOGWARTS? QUE RAIOS DE ESCOLA É ESSA? NUNCA OUVI FALAR!” e outros chiliques dela que eu nem dava muita atenção. Eu e meus pais havíamos combinado que iríamos ao Beco Diagonal para comprar todo o meu material o mais rápido possível. Quando este dia finalmente chegou Petúnia se recusou de nos acompanhar, então antes de irmos á Londres a deixamos na casa de uma amiga.


- Quando vamos chegar papai? – eu disse empolgada. Estava tão eufórica que eu podia pularpara fora do carro.


- Acalme-se filha, pelas informações que a professora me passou temos que parar num bar chamado O Caldeirão Furado e deve ser por aqui – disse meu pai rindo, mas concentrado no caminho.


- Eu quero chegar logo – resmunguei derrotada, fechando a cara e cruzando meus braços.


- Está até parecendo a sua mãe assim... Uma ruiva impaciente e que resmunga sozinha – brincou meu pai aos risos. Não, aos risos não as gargalhadas. O que eu disse foi mesmo tão engraçado?


- JOHN! É assim que você fala sobre sua esposa querida? – comentou minha mãe parecendo ofendida.


- Mas eu estaria mentindo se dissesse ao contrário.


- Você é maluco – falou minha mãe rindo.


- Infelizmente eu concordo – concordei interferindo. Olhei pra ele com uma careta e ele riu mais ainda. Será que ele bebeu alguma coisa e ninguém tá sabendo? Não pode dirigir depois de beber, até eu sei disso. Já estou vendo da onde de vem a minha loucura.


- É assustador, mas até a cara de confusão de vocês é igual.


- Eu não entendi – admiti. Ok, aquela viagem estava no mínimo incomum.


- É que esse homem que você chama de pai é doido. Agora se concentre no trânsito, senhor Evans – disse minha mãe por fim fechando a cara. Segundos depois ela começou a rir sozinha. Qual é o mais louco aqui?


- Alguém pode me explicar o que está acontecendo?


- É que eu acabei relembrando umas coisas, mas um dia te explico melhor filha – comentou meu pai. Fiquei pensativa o resto do caminho para saber mais sobre essa história dos meus pais.


Depois daquela cena esquisita, alguns minutos se passaram até que entramos numa rua deserta e tortuosa. Encontramos uma porta suja e pequena com uma plaquinha escrita O Caldeirão Furado. Paramos o carro e entramos.


Era um barzinho sujo, escuro e miserável. No balcão, havia algumas velhinhas tomando cálices de bebidas, um homem de cartolas lendo um jornal onde as imagens se mexiam e várias outras pessoas com as mais diversas feições e vestes. O zunzum das conversas era tão intenso quanto o movimento dos garçons. Eu observava tudo com a máxima atenção, mas tudo naquele lugar parecia enorme pra mim. Estávamos um pouco perdidos quando um homenzinho gordo e meio careca se aproximou de nós.


- Eu posso ajudar?


- Pode sim. Sabe, fomos orientados para vir aqui hoje, precisamos ir ao Beco Diagonal, mas não sabemos como – explicou meu pai meio sem jeito.


- Vocês são trouxas... Imagino que você esteja indo para Hogwarts, certo moçinha? – disse o homem sorrindo se dirigindo a mim.


- Vou sim senhor – respondi tímida e me escondendo por trás de minha mãe.


- Encantadora sua filha. Vou encontrar alguém que possa ajudá-los... – o homem olhou ao redor do bar e chamou alguém – ô Hagrid ô homem, será que pode dar uma mãozinha?


Homem era pouco, aquele ser dava uns dois homens de tão grande. O homem que vinha em nossa direção era gigantesco. Tinha o rosto completamente oculto por uma cabeleira grande e peluda, uma barba selvagem e desgrenhada, mas ainda dava para ver seus olhos negros brilhando. Apesar de ter aparência ameaçadora, eu tinha a sensação que ele era um gigante super gentil.


- Mas por Merlin o que você quer agora? Eu estava quase ganhando a aposta de nove galeões– disse o gigante lamentando-se. Ele tinha a voz mais grossa que eu já tinha ouvido.


- Estes são o Sr. e a Sra. ....


- Evans – completou minha mãe sorrindo.


-... E eles são trouxas e precisam de ajuda para entrar no Beco Diagonal. A filhinha deles está indo para Hogwarts este ano. Primeiro ano? – e meus pais assentiram com a cabeça – Este é Rúbeo Hagrid, guardião das chaves e guarda caça de Hogwarts, ele pode ajudá-los.


- Prazer. Então moçinha, nos veremos em Hogwarts este ano! Então eu os acompanho Geraldo obrigada. Então me sigam, por favor – pediu Hagrid e então o acompanhamos.


Atravessamos todo aquele bar e enquanto passávamos pude perceber olhares curiosos se virarem para nós e algumas pessoas cumprimentavam Hagrid de longe. Andamos um pouco até que Hagrid nos trazer num muro de tijolos avermelhados.


- Um do lado esquerdo ao quebrado, depois três para a direita e por fim o último... - resmungava o gigante para si mesmo – Ah sim! Para trás – pediu e então ele retirou um guarda chuva laranja por baixo das grandes vestes e bateu nos tijolos numa sequência que nem consegui memorizar de tão rápido que foi. Os tijolos começaram a girar e uma grande passagem em forma de arco se formou. Aquele era o Beco Diagonal.


Parecia um daqueles comércios populares trouxa, mas em ruas finas e de pedra. Em qualquer direção que eu olhava tinha pessoas fazendo compras nas mais diversas lojas. Tinham lojas que vendiam vestes, lojas que vendiam animais, outras que vendiam penas e pergaminhos. A cada loja que eu conseguia ver era uma novidade, uma surpresa diferente, mas as que eu mais gostei fora uma com a vitrine toda colorida que vendia doces e guloseimas e outra que vendia livros, pilhas e mais pilhas de livros. Ah tem coisa melhor do que ler? Só digo uma coisa: meus pais ficaram tão impressionados quanto eu porque a cara deles era de total e completa admiração.


Estávamos observando toda a movimentação quanto Hagrid nos acordou do nosso transe.


- Bom, acho que conseguem se virar sozinhos porque eu preciso ir, o dever chama e minha aposta também – brincou - Só não se esqueça de ir trocar o dinheiro no banco, que é aquele pequeno edifício de mármore branco ao final desta primeira rua. Então nos vemos na escola. Qual é o seu nome mesmo garotinha?


- Lílian Evans – disse sorrindo. Havia falado mais confiante que a primeira vez.


- Então combinado, nos vemos em Hogwarts. Até mais Sr. e Sra. Evans, foi um prazer conhecê-los.


- O prazer foi nosso Hagrid e obrigada por nos ajudar – agradeceu meu pai apertando a mão de Hagrid. Foi engraçada essa cena porque não só a mão de Hagrid era um pouco maior que a de meu pai, mas o gigante pareceu apertar com força porque meu pai fez uma leve careta que Hagrid pareceu não perceber.


- Só fiz o meu trabalho – disse rindo o gigante já se afastando.


Depois que Hagrid foi embora, fomos ao banco Gringotes e confesso que da hora em que eu entrei até a hora em que sai fiquei com medo. Verdade, não me agradou nem um pouco aqueles duendes, pequenos e gordinhos, de narizes e orelhas compridas, pés e mãos enormes e aquela cara de sérios, malvados e desconfiados o tempo todo. Pra alguém que lê bastante a minha ideia de duendes era bem diferente. O choque de realidade doía na minha ingênua imaginação. Porém o importante foi que trocamos bastante dinheiro e abrimos uma conta pra mim, para meus pais irem trocando libras por galeões de ouro, sicles de prata e nuques de bronze aos poucos. Vejam pelo lado bom, tenho onze anos e já com uma conta no banco! Tirando a visita ao banco, o resto da tarde estava perfeita, comprei aos poucos os itens da minha lista de material, que não era nem um pouco pequena.


Fomos á Floreios e Borrões comprar livros e tenho que admitir nunca mais queria sair aquele lugar, os livros dos mais diversos assuntos estavam a minha disposição e eu tenho um novo sonho: quando tiver a minha casa vou ter uma biblioteca particular; fomos também á Farmácia Mullpeppers pegar uns ingredientes para poções e alguns equipamentos, e deu tempo até de comer um delicioso e geladinho sundue de doce de leite! Apesar de ter gostado de comprar livros e comer um sorvete foi incrível escolher minha varinha. O Sr. Olivaras era um grande especialista não tinha dúvida nenhuma porque ele teve uma paciência incomparável comigo até eu conseguir escolher a minha, que no final foi uma varinha de salgueiro, 26 centímetros e ele disse também que minha varinha é boa para encantamentos.


- O que falta agora mãe?


- Somente as roupas, graças a Deus porque olha só o estado do seu pai – disse minha mãe rindo. Imagina um homem destruído pelas compras. Coitado do homem essa tarefa deixou seus cabelos mais grisalhos e despenteados. Aquele definitivamente não parecia o John Evans que saiu de casa.


- Papai estamos acabando falta só esta loja aqui – encorajei-o sorrindo.


- Oh tudo bem, eu estou bem... Ah podem indo na frente, eu sento aqui e espero, sem problemas – meu pai ofegava e suava muito.


- Acho que vou fazer companhia para seu pai, será que você se importa de ir sozinha? Ele precisa de uma água ou ele desmaia desidratado – disse minha mãe. Realmente o sol estava forte aquele dia. Assenti com a cabeça, criei coragem de deixá-los e entrei.


A loja que se denominava Madame Malkin - Roupas para todas as ocasiões, que na hora não estava muito cheia, mas já tinha outros bruxos tirando medidas porque eu ouvia um zunzum de conversas. Assim que eu entrei uma mulher baixinha e gordinha e com roupas lilás veio até mim.


- Posso ajudar querida?


- Preciso de roupas para Hogwarts.


- Maravilha, já estava separando algumas vestes para aqueles meninos ali, espere lá que eu já te atendo – disse a vendedora, que adentrou o interior da loja e desapareceu de vista.


Chegando mais no fundo da loja a cena que eu vi parecia uma reunião de garotos. Pela minha conta tinham quatro e todos eles se interagiam agitados. Acho que já eram amigos.


- Sirius pare de se exibir só porque está usando o uniforme de Hogwarts, isso é patético até pra você – disse o menino rindo das poses ridículas do outro que vestia uma capa preta comprida e com capuz. Ele tinha cabelo castanho claro e lia um livro. Já gostei dele.


- O que há de errado nisso Reminho? Sou lindo de qualquer jeito, mas acho que este uniforme me cai bem. Na verdade ficará melhor com o leão da Grifinória estampado no meu peito direito – respondeu o outro de cabelos negros e meio encaracolados. Ele bateu a mão no peito todo orgulhoso. Aquele era metido.


- Você nem sabe que casa caiu e já tá ai esbanjando ser da Grifinória. Exibido – comentou o mais gordinho deles. Ele comia um donuts daqueles bem açucarados.


- Ele ainda tem esperança de ser a salvação da família de sangue puro dele que foi toda da Sonserina. Coitado, ele pode ser tudo menos a esperança – zombou rindo o mais alto. Com cabelos pretos e extremamente bagunçados, usava óculos redondo de armação fina. Por acaso ele sabia o que era um pente? Assim que eu me sentei no único banco vazio, todos pararam de conversar e olharam pra mim. Já disse que odeio ser observada?


- Olhem só mais uma novata – exclamou o metido.


- É obvio que ela é novata, ela é mais baixa que eu – comentou o gordinho de boa cheia.


- Pedrinho, isso não tem nada haver – comentou o metido.


- Coitada da garota estão assustando ela – disse o de óculos.


- Por favor, mostrem um pingo de decência. E qual é o seu nome, ruivinha? – me perguntou o menino leitor fechando seu livro e sorrindo pra mim;


- Lílian, Lílian Evans – respondi gaguejando. Droga, eu gaguejei. E ele me chamou de ruivinha? Quem ele acha que eu sou, prima dele por acaso? Acabei de conhecê-lo.


- Viu bem que o eu disse que deixamos a Lílian assustada– completou o de óculos, sorrindo.


- Que isso Tiago tá parecendo o Remo, ele que é o protetor dos fracos e oprimidos – disse o metido descendo do pedestal em que estava – Deixa eu me apresentar porque nem isso o bobão aqui pensou. Sou Sirius Black, prazer o seu em me conhecer – quando ele falou isso, fiz aquela careta com a sobrancelha arqueada. Os outros quase caíram de dar risada.


- Cala a boca, parece que a ruiva não gostou do seu senso de humor Sirius. Remo Lupin – se apresentou o menino de cabelo castanho claro tentando parar de rir.


- Pedro Pettigrew – falou o gordinho.


Devem estar se perguntando, e o outro garoto, o de óculos? Então ele não parava de ir, ele ria tanto que chegou a ficar vermelho. Eu não gostei nem um pouco disso.


- Eu faço por ele, aquele babaca ali é Tiago Potter – disse o metido, ou Sirius sorrindo e apontando teatralmente para o amigo. Esse foi o adjetivo perfeito para aquele moleque B-A-B-A-C-A!


- Prazer em conhecer todos – falei sorrindo meio torto.


- Mentira, esse sorrisinho torto não me engana ô foguinho! – exclamou Sirius. Estava completamente errada sobre ele, aquele ser humano era a criatura mais arrogante do mundo! Primeiro foi ruivinha, até esse ai eu engoli, mas foguinho não! Daqui a pouco vão surgir com cabeça de fósforo e outros nomes desagradáveis. Quando eu souber usar meus poderes eles que me aguardem! Fiz a cara mais emburrada que eu podia fazer. Tá eu admito, quase explodi, mas a tempo eu poupei um desastre.


- Foguinho? Cuidado pra não brincar com fogo não é, se não vai acabar se queimando - falei calmamente, mas sarcástica. Credo, estou parecendo a Petúnia.


- Ui gente, cuidado que a Lílian é perigosa, teremos que pensar duas vezes antes de cruzar o caminho dela na escola. Você vai pra Hogwarts também né? – perguntou o tal de Tiago.


- Vou, mas infelizmente acho que vocês também.


- Nossa você é ótima em fazer novas amizades! – comentou Pedro ironicamente. E depois ele e Tiago bateram as mãos. Meninos são tontos.


- Vamos parar de amolar ela pessoal, por favor! Então, é nascida trouxa ou sangue puro? Nada contra não é que eu nunca te vi em nenhum lugar antes – observou Remo sorrindo gentilmente pra mim. Admito que todos os meus comentários hostis não foram pra ele.


- Como se você saísse muito com seus pais – sussurrou Sirius entre tosses falsas.


- Tanto faz!


- Nascida trouxa – respondi logo antes que saísse discussão.


- Isso explica muita coisa... Tipo essas roupas – disse Pedro, ainda comendo. Caramba, onde ele guardava tantos donuts?


- E esse temperamento explosivo. Típico de trouxas, eles não sabem se controlar – completou Tiago, apontando para mim. Eles não sabem que apontar é feio não? Temperamento explosivo? E isso que não foi um comentário preconceituoso, imagina se fosse? Mas coitados, eles ainda não viram Lílian Evans brava de verdade, mas parece que estão pedindo.


- Sou explosiva, mas pelo menos sei pentear o cabelo e não sou babaca... Ah e quase esqueci o inconveniente quanto certas pessoas – comentei alto. Pronto, a indireta estava lançada.


- Ai Tiaguinho, fica ai a dica da ruiva! Admito que essa doeu até em mim - e houve uma pausa - Mentira, precisa de mais para atingir o grande Sirius Black! – falou se vangloriando, pra variar. Revirei os olhos e graças a Merlin a Sra. Malkin chegou e começou a tirar as minhas medidas, porque eu não agüentaria ouvir mais nenhuma palavra daqueles malucos.


Assim que consegui minhas vestimentas, paguei e sai o mais rápido possível, feliz da vida para ir embora logo e ver meus pais que estavam fora me esperando. E advinha? NADA, eles sumiram, desapareceram. E eu olhava para todos os lados, andava um pouco ao redor da loja e nada. Comecei a ficar desesperada.


- Perdida? – uma voz veio atrás de mim, me dando um tremendo susto!


- POTTER! QUER ME MATAR DE SUSTO? – definitivo, ele era pirado!


- Potter? Meu nome é Tiago sabia? Pode me chamar pelo primeiro nome – constatou Potter, fechando a cara. Eu o chamava do que eu quisesse, e eu nem estava criando apelidos como ele fez comigo. Tava sendo boazinha.


- Só chamo meus AMIGOS pelo primeiro nome, como você só é meu conhecido prefiro deixar a formalidade – admiti cruzando os braços e deixando-o falando sozinho.


- Meu Merlin, nunca vi uma menina tão irritada como você garota! – e lá vem o Black.


- Olha quem resolveu dar o ar da sua graça! - disse mal-humorada.


- Nós viemos te ajudar e assim que nos agradece? INGRATA! – falou o Black, fingindo cara de tristeza. Aquela carinha não me enganava não.


- Poupe-me de seus teatrinhos.


- Cara como ela consegue... – começou Black.


- Ser tão CHATA? – completou Potter.


- Remo como você consegue conviver com eles? – perguntei, ignorando os comentários deles.


- Fazer o que não é, cada um carrega a cruz que merece – respondeu lamentando.


- REMINHO! Como você pode falar isso, pensava que éramos amigos – disse Black todo ofendido.


- Por isso que eu digo isso, por ser seu amigo, te conheço melhor do que você mesmo! – disse por fim Remo arrancando risadas de todos, até eu ri.


- Gente tem alguém que sabe rir – comentou Potter impressionado.


- Você não tem outra coisa pra fazer não Potter? – perguntei impaciente.


- Querida pensei ter ouvido sua voz suave – ouvi uma voz grave atrás de mim, reconheci na hora.


- PAPAI! Nossa que susto que vocês me deram! Onde vocês estavam posso saber?


- Fomos comprar um presente pra você e é assim que agradece? – minha mãe explicou rindo. Ela carregava um gato listrado de tons de cinza, com pêlos compridos e macios. Não é difícil de imaginar não é? Larguei minhas sacolas, sai correndo até ela e peguei meu gatinho no colo.


- Mamãe vocês me compraram um gatinho? Que lindo! – disse sorrindo e passando a mão no meu novo amigo. O gato ronronava muito e era super calmo – Obrigada!


- Que isso querida, foi um prazer como sempre – meu pai respondeu – Desculpa não cumprimentei vocês. John Evans, pai de Lílian – Droga, aqueles meninos ainda estão aqui?


- Prazer – Remo respondeu meio envergonhado, entregando minhas sacolas que eu abandonei á minha mãe.


- Vão para Hogwarts também? – perguntou minha mãe toda simpática.


- Vamos sim. Estávamos aqui comprando nossas roupas, mas precisamos esperar meus pais... – comentou Potter – que por acaso estão bem ali! Vamos meninos temos que voltar. A gente se vê na escola Lílian.


- Evans, me chame de Evans – falei séria enquanto observava Potter sair correndo até um casal de bruxos.


- Tchau foguinho – se despediu Black, que saiu correndo atrás de Potter.


- Até mais – comentou Pedro, seguindo-os.


- Nos vemos no trem! – gritou Remo de longe.


Dei o último tchau para eles de longe e acompanhei meus pais. Meu dia de compras foi, apesar de tudo, bom. Estava muito feliz, até que vi um garoto de cabelos compridos e negros passar por nós acompanhado de sua mãe. E mais uma vez aqueles olhos de Severo Snape me encararam.


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Autor(a): jully_potter

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