Fanfic: Olhos de Gelo - 1ª Temporada | Tema: The Walking Dead
Natasha caminhava na calçada de uma das cidades do interior da Geórgia, ela procurava algum lugar para comer já que não conseguiu caçar nada para aquela noite, vestia uma blusa social branca com os últimos botões abertos mostrando seu umbigo, um pequeno decote e os botões nas mangas abertos, além de um short preto de couro e botas preta de cano longo de 1 palmo acima do joelho. Sua fiel amiga estava em seu pequeno acampamento protegendo suas coisas, assim que virou uma esquina encontrou um bar que também era uma lanchonete.
Ela entrou naquele recinto onde tinha vários homens bêbados e sujos e logo os olhares de todos estavam nela, pensaram que fosse alguma prostituta em busca de um programa. Apesar da pouca idade Natasha aparentava ser uma mulher adulta, tinha um corpo muito desenvolvido com seios e bunda farta e quadris largos, além do rosto com expressões fortes. Ela se aproximou do balcão e uma garota a atendeu:
- Boa noite. O que vai querer, amor?
- Dois hambúrguer e dois sucos de laranja. - Respondeu sem nenhuma expressão, com uma voz profunda e forte, enquanto olhava fixamente para a garota com seus olhos azuis vazios e congelantes como se pudesse ver a alma das pessoas, o que fez a atendente se arrepiar.
- Certo... Logo estará pronto.
Natasha sentou em um dos bancos do balcão e ficou aguardando olhando para suas mãos enfeitadas com anéis. Os homens do lugar a comia com os olhos e no fundo do bar em uma mesa de sinuca estavam os irmãos Dixon junto com dois homens disputando uma partida em dupla, até o momento nenhum dos quatros percebeu a presença da garota por estarem concentrados no jogo. Um quinto elemento apareceu na mesa puxando assunto:
- Ei... Viram a gostosa que entrou? - Logo a tenção dos quatro foi para aquele homem.
MD (Merle Dixon): Gostosa? Onde?
- Bem ali no balcão.
- Meus deus... Ela é real? - Perguntou um dos homem da dupla adversária dos irmãos Dixon.
- Pode apostar que sim amigo. - Disse o quinto homem.
- O que acham de mudar a apostar Dixons? - Disse um dos adversários.
MD: O primeiro que consegui levar a gatinha pra cama vence?
- Exato.
DD (Daryl Dixon): Deixem a garota em paz.
MD: Que isso Darylna, você tá com seus cunhões ai? - Os homens deram uma leve risada e Daryl apenas se sentou na sinuca e bebeu sua cerveja.
- Eu vou primeiro. - Disse um dos adversários.
MD: Você vai levar um pé na bunda, não tem dinheiro nem pra pagar a conta do bar. - Os outros deram uma risada escandalosa.
- Vá se fuder, Merle.
O homem se afastou dos "amigos" e se aproximou de Natasha que estava na mesma posição desde que se sentou.
- Eai amor. Como vai? - Ele chegou sorrindo e ficou em pé ao lado dela encostado no balcão. Natasha ficou quieta e nem mesmo o olhou, como se ele não estivesse ali. O sorriso do homem sumiu ao ver que ela não responderia e uma risada baixa começou no bar deixando homem furioso. - Ei vagabunda, não vai me responder? - E do mesmo modo que antes, Natasha nem se moveu.
- Seu lanche, moça. - Natasha pegou o lanche com uma mão e se levantou, o homem que ainda estava ao seu lado foi totalmente ignorado o que o deixou possesso de raiva. Ele a puxou pelo braço e antes que se desse conta do que aconteceu sentiu um grande baque na sua cabeça e desmaiou.
O que aconteceu? Simples, com a mão livre Natasha bateu a cabeça dele no balcão. Todos ficaram meio desorientados, pois o momento foi muito rápido. Natasha em nenhum momento mudou sua expressão inexpressiva, após o homem cair desacordado no chão ela pegou o dinheiro no bolso do short e deixou em cima do balcão saindo logo em seguida como se nada tivesse acontecido.
Do outro lado do bar, perto da mesa de sinuca:
MD: Uau, essa é das minhas. Gostosa e selvagem.
- Isso não vai ficar assim. - Disse o homem que era amigo e a dupla do cara desmaiado no jogo de sinuca. Quando o homem começou a andar até a saída para ir atrás da garota Daryl o parou puxando-o pelo braço.
DD: O que vai fazer?
- Não é da sua conta, Dixon. - Falou com a raiva evidente, após puxar seu braço.
DD: Deixe a garota em paz, cara. Foi seu amigo que começou.
MD: Ei, Daryl, deixe o cara, não é assunto seu. - Merle puxou o irmão antes que houve uma briga e sobrasse para eles. O homem saiu atrás de Natasha.
DD: A gente devia fazer alguma coisa, é só uma garota.
MD: Isso não tem nada haver com a gente e a garota sabe se defender.
Daryl não se sentia a vontade em deixar o cara ir atrás da menina, ela podia saber se defender, mas é só uma garota. Enquanto o irmão ia até o balcão pegar outra bebida ele saiu do bar e foi atrás do cara, os rastros dele o levou até dentro da floresta. Por estar de noite e sem lanterna ele não conseguiu seguir por muito tempo e logo perdeu o rastro, as palavras de Merle ficavam ecoando na sua cabeça: "Não é assunto seu".
Depois de percebe que caminhar pela floresta a noite à procura de duas pessoas não ia dar em nada, decidiu que o irmão estava certo. Mesmo que os encontrassem não podia fazer nada, não era assunto dele. Voltou para o bar e continuou sua noite de bebedeira junto com seu irmão escandaloso que no início da madrugada o arrastou para um hotel caindo ao pedaços com duas garotas.
Daryl não gostava de passar a noite com uma vadia que ele nem conhecia, mas estava bêbado e sempre fazia o que seu irmão queria. Quando acordava vestia a roupa, deixava o dinheiro e ia embora sem dizer uma palavra e nem olhava na cara da mulher com quem passou a noite. Merle foi para algum lugar e ele voltou para "casa", onde o velho dele dormia no sofá. O homem que deveria cuidar e protegê-lo estava bêbado e drogado e apesar de tudo que já fez com Daryl e Merle, o Dixon mais velho foi o único que conseguiu sair dali.
Will Dixon pode não ser o melhor pai do mundo, mas era o seu pai e Daryl não consegue abandonar a família como seu irmão. Olhar seu velho destruído daquela forma no sofá o fez ter vontade de sair dali correndo, então pegou seu besta e a mochila e se enfiou na floresta. Caçar o fazia esquecer de sua vida, a floresta era seu refugio um lugar onde ele podia fugir por um tempo de seu pai, de Merle e de tudo que odiava e seu irmão o obrigava a fazer.
Em alguns minutos dentro da floresta ele encontrou um rastro de um cervo, não foi difícil segui-lo afinal ele era o melhor caçador da região. Avistou o cervo de cima de um barranco e logo o colocou na mira da sua besta, porém não foi a sua flecha que o atingiu, ele nem mesmo chegou a disparar. Olhou na direção que a flecha veio e avistou a mesma garota de ontem no bar e ao lado dela um cachorro com um lenço vermelho no pescoço, ela usava a mesma roupa de ontem "DD: Quem anda numa floresta com aquele tipo de bota?". Ambas foram até o cervo e a garota o carregou nas costas e depois sumiu pela floresta. E mais uma vez ele ficou impressionado com ela.
Daryl por um momento ficou aliviado por ela estar bem, pois tinha ficado com um pouco de peso na consciência. Ele iria seguir seu caminho, mas decidiu segui-lá. Como estava de dia foi muito mais fácil e de longe avistou um pequeno acampamento, tinha apenas uma barraca e uma pequena fogueira apagada. Ele decidiu não se aproximar, estava escondido no mato, ela dificilmente iria vê-lo.
Ele pensou que ela desmontaria o acampamento e iria para casa, já que tinha caçado um grande cervo. Porém, ela começou a trata-lo, guardou a carne em vasilhas e as vísceras deu para um casal de raposa que estava por perto. Acendeu a fogueira, cozinhou a carne e dividiu com a cachorra, depois sentou em baixo de uma árvore com a cadela deitada com a cabeça em sua perna e as duas dormiram. E depois? Depois nada, elas continuaram ali até a noite, quando acordaram comeram e foram dormi na barraca. Daryl também dormiu no seu esconderijo a tarde inteira e se surpreendeu ao acorda e vê que estava de noite, olhou em direção ao acampamento e Natasha estava entrando na barraca.
Ele levantou ainda meio grogue e voltou para casa, pensando que uma garota sozinha apenas junto com um cão pulguento estava dormindo na floresta não muito longe de sua casa. "DD: Ela não tem casa não?". A forma marrenta de quem não ligava pra nada e ninguém era apenas o reflexo do que o irmão fazia ele ser, mas Daryl não era assim. Ao chegar em casa seu velho estava acordado assistindo alguma coisa na TV.
WD (Will Dixon): Onde você tava moleque? - disse encarando Daryl que caminhava em direção a escada.
DD: Não é da sua conta velho.
WD: Ei... - Daryl parou no segundo degrau e virou-se.
DD: O que?
WD: Eu preciso de dinheiro.
DD: E dai?
WD: E dai que você tem que me dar.
DD: Não tenho não.
WD: EU SOU SEU PAI. - Will levantou e foi em direção a Daryl querendo machucá-lo, mas quando ia acertá-lo o Dixon mais novo segurou sua mão e o empurrou fazendo o velho Will cair e depois subiu as escadas sem olhar para trás. - DESGRAÇADO, VOCÊ NÃO ERA NEM PARA TER NASCIDO. DEVIA AGRADECER QUE NÃO FIZ AQUELA VADIA TE TIRAR A FORÇA. VOCÊ É UM ERRO, TÁ ME OUVINDO? UM ERRO.
Daryl queria não se sentir magoado com aquelas palavras, pois não era a primeira vez que ouvia isso. Porém, aquelas apalavras que saiam da boca de seu próprio pai o magoavam muito, mas ele não derramou uma única lágrima. A primeira vez que ouviu que era um erro foi quando tinha 6 anos e diferente dessa vez foi a sua mãe quem havia dito, três dias antes dela morrer queimada na própria cama.
Depois de poucos minutos pensando em coisas que só lhe trazem tristeza ele resolveu dormi, porém a voz de seu pai ficava ecoando em sua cabeça "VOCÊ É UM ERRO". Essa voz o fez passar a noite inteira em claro, quando acordou Will não estava mais em casa, provavelmente acabou dormindo em algum bar ou na rua. Pegou sua besta e foi novamente para floresta, não tinha muito o que fazer na pequena cidade em que vivia, só fazia algo diferente de caçar quando seu irmão aparecia e o obrigava a fazer alguma coisa estúpida.
Ao entrar na floresta lembrou da garota de olho azul e logo depois já estava caminhando em direção ao pequeno acampamento. Quando chegou apenas Maya estava, ia dar meia volta e sair de lá, mas ouviu passos e logo depois a garota estava chegando no acampamento com os cabelos molhados, provavelmente tinha tomado banho, ela usava um top da cor dos olhos, um short jeans com rasgos e justo e a mesma bota preta. Ela estava com o braço direito sangrando, mas não parecia se importa. Natasha pegou uma garrafinha de água e limpou o braço, mas não o ferimento e enrolou um pano no corte.
"DD: Ela tá afim de pegar uma infecção?". Depois de amarrar o pano ela começou a acender uma fogueira, pegou a carne do cervo em uma vasilha, cozinhou, dividiu com a cachorra e foram dormi em baixo da mesma árvore. "DD: Ela não faz mais nada além disso? Será que fugiu de casa?". Após 3 minutos ele decidiu esquecer aquela garota maluca que vive sozinha na floresta junto com um vira-lata e voltou a caçar. Consegui um cervo adulto e o levou até a cidade em sua velha caminhonete azul, pretendia vendê-lo no açougue do velho Dil.
Conseguiu 200 dólares pelo cervo, em frente ao açougue havia uma farmácia que o fez lembrar da garota da floresta. E mesmo pensando que não tinha nada haver com a vida dela, ele entrou na farmácia e comprou o que ela precisava para o ferimento. "DD: E agora? Como entrego pra ela?". Decidiu pensar nisso depois, voltou para casa e viu seu pai novamente bêbado e drogado jogado no sofá desacordado. Deixou o resto do dinheiro com ele e foi para o quarto. Por que ele deu o dinheiro para o velho? Por ele ser seu pai? Por ser sua família? Por se sentir mal ao ser chamado de erro? Não importa, apenas fez o que achava certo ou o que deixava com um peso a menos na consciência.
Merle ainda não deu sinal de vida e ele não conseguia dormi, quando se virou sentiu algo no bolso da calça, era os curativos para a garota da floresta. Pensou em como iria entregar, achou melhor apenas deixar lá e sair. Levantou da cama, pegou sua lanterna e voltou para a floresta, ao chegar perto do pequeno acampamento desligou a lanterna e colocou a pequena sacola em frente a barraca. Olhou ao redor e viu o que já era óbvio, o acampamento não tinha qualquer proteção, ela podia ser facilmente atacada durante a noite por qualquer lunático. Mas aquilo não era problema dele, ela não era problema dele e ele já tinha problemas demais, sendo assim, abandonou qualquer pensamento sobre a garota e voltou para casa.
O que ele não sabia era que ela não era nenhuma menininha indefesa, quando ele pisou no acampamento ela e Maya já estavam em alerta para qualquer tipo de ataque. Se ele ousasse entrar na barraca seria morto no mesmo instante, ela estranhou quando o estranho apenas se aproximou e foi embora. Depois de sentir que não tinha ninguém por perto, saiu da barraca e viu a pequena sacola, ela pegou e entrou novamente. Ao abrir não fazia a mínima ideia do que era aquilo, ela nunca viu nenhum tipo de medicamento ou curativo, deixou num canto da barraca e voltou a dormi, mas ainda estava alerta.
No dia seguinte Daryl foi até a única loja de caça da cidade, comprou alguma flechas com a pequena economia que tinha guardado. Ao sair avistou seu irmão em sua moto em frente a oficina, aproximou-se e logo foi notado pelo Dixon mais velho.
MD: Eai, bro.
DD: Onde estava?
MD: Por ai, fazendo uns serviços e trepando bastante.
DD: Vai sair de novo?
MD: Não, vou ficar um tempo numa estalagem. As pessoas estão ficando malucas nos últimos dias.
DD: Como assim?
MD: Não sei direito, mas parece que é a porra de uma doença que faz as pessoas virarem canibais.
DD: Isso é ridículo.
MD: Também acho, deve ser só exagero da mídia. Soube o que aconteceu com aquele cara que estava jogando bilhar no bar?
DD: Não. E desde quando se importa com a vida dos outros?
MD: Desde nunca, aconteceu apenas de eu acabar sabendo. Ele foi encontrado morto na floresta, parece que foi esfaqueado. - Por um momento Daryl pensou que foi aquela garota que o matou, mas logo achou isso loucura.
DD: Tô pouco me fudendo para isso. - Merle soltou uma risada escandalosa, mas logo parou para acender um cigarro e ofereceu ao irmão que aceitou.
MD: E o velho?
DD: O mesmo de sempre.
MD: Aconteceu alguma coisa? - Merle notou que o irmão estava um pouco abatido, apenas o Dixon mais velho podia notar isso, pois era o único que o conhecia bem ou achava que conhecia.
DD: Nada.
MD: Vou fingir que acredito. - Disse ao dar um sorriso irônico. - To indo nessa Darlyna, se cuida.
Daryl apenas acenou com a cabeça e foi até sua velha camionete, enquanto Merle partia. Quando ia abrir a porta uma bola de futebol bateu em seu pé, ele a pegou e olhou para o lado, havia um menino e ao lado dele uma mulher segurando compras. Quando o menino o viu ele se escondeu atrás da mãe e a mulher o olhou com medo e nojo, como se ele fosse espancá-los só por causa de uma bola. Decidiu ignorar, deixou a bola onde estava, subiu na caminhonete e foi embora, era assim que todos olhavam para os Dixons, com medo, nojo, pavor, repulsa, raiva, ódio, etc. O Dixon mais novo não podia reclamar, pois ele já tinha feito várias coisas para merecer esses olhares, mesmo que todas elas fossem influenciadas por seu irmão.
Ao passar pela farmácia ele lembrou de Natasha "DD: Será que ela cuidou do ferimento? ... Não é dá minha conta.". Apesar de tentar esquecer, em sua mente ficava ecoando a mesma pergunta, depois de lutar contra seus próprios pensamentos ele desistiu e foi vergonhosamente derrotado pela vontade de saber se aquela garota burra cuidou do ferimento. Após trocar sua velhas flechas pelas novas, ele pegou sua besta, a mochila e foi para floresta mais especificamente para um pequeno acampamento. Ficou olhando de longe e avistou a menina cozinhando a carne na pequena fogueira "DD: Ela só come carne?". Ele olhou para seu braço assim que ela se virou e viu que estava do mesmo jeito de antes "DD: Acho que nem mesmo eu usaria algo que foi dado por outra pessoa. Mas não tem como sabotar um curativo, ela tá sendo burra em não usá-lo, se aquilo infeccionar ela terá sérios problemas."
Natasha se serviu e alimentou a cachorra, depois entrou na barraca pegou a pequena sacola e logo Daryl ficou interessado. Ela sentou na mesma árvore com a Maya com a cabeça em seu perna, colocou o que tinha na sacola no chão e começou a tentar descobrir o que era aquilo. A embalagem vinha com uma foto do que devia ser feito e então ela entendeu para o que servia, assim ficou mais confusa. Aquilo significa que alguém a viu se machucar e provavelmente a estava observando, mas ela não ligava para o estranho, pois sabia como se defender e se ele tinha deixado aquilo provavelmente não queria machucá-la e sim ajudá-la. Começou a seguir os passos da figura, limpou o ferimento e colocou o curativo, Daryl observou todo processo e deu um pequeno sorriso de lado "DD: Parece que não é tão burra assim.".
Depois do procedimento ela se encostou na árvore e dormiu "DD: Ela só sabe dormi? Será que não tem ninguém procurando essa garota?". Ele se virou e foi embora, voltou para casa e para sua surpresa seu irmão saia de dentro dela furioso. Não era preciso ser nenhum vidente para saber o que aconteceu, Merle e Will tinham acabado de discutir por qualquer besteira.
DD: Merle... Tudo bem? - Merle virou em sua direção.
MD: Nada de mais. - Falou depois de se acalmar e voltar a velha pose de deboche. - O que acha de sairmos para nos divertir, Darylna? - Apesar de Daryl querer recusar, o irmão merecia alguma distração e ele não conseguiria negar, uma hora ou outra o irmão o convenceria a ir.
Daryl apenas afirmou com a cabeça e entrou na caminhonete, enquanto seu irmão seguia para a moto. Ambos foram para o velho bar do Bob, e a noite foi como todas as outras em que estava como irmão, eles beberam, jogaram e foram para algum muquifo com alguma prostituta. E de manhã a mesma coisa, ele acordava, se vestia, pagava e ia embora deixando agarota e seu irmão no estabelecimento. Parou para comer em algum lugar e quando foi servido no seu prato havia salada, macarrão, arroz, feijão, frango e... carne "DD: Será que ela ainda tá comendo somente carne?".
Ele respirou fundo antes de pedir mais dois pratos para viagem, comeu sua comida, pagou e foi embora. Ao chegar em casa guardou a caminhonete e foi para floresta, se aproximou do acampamento e não tinha ninguém. Foi até próximo da barraca atento a qualquer barulho que denunciasse a chegada da garota e seu cão, deixou a comida perto da barraca, mas notou que um animal podia atacar, então abriu abarraca e colocou lá dentro. Não evitou e deu uma olhada no interior, não havia nada além de uma mochila no canto, não tinha um saco de dormi ou um cobertor, nem mesmo um travesseiro. "DD: Ela dorme no chão?". Não podia demorar muito, pois podia ser descoberto então logo foi embora, em cima de uma árvore Natasha observava o estranho que invadiu sua barraca. Desceu da árvore e ficou ao lado de Maya que estava escondida em uma moita.
NT (Natasha): Acho que é hora de nos mudar. - Disse olhando sua fiel companheira, a cachorra apenas olhou para ela e abaixou as orelhas.
Autor(a): natashabr
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