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Fanfic: A Nova Aquisição do Rancheiro *AyA*Ponny* | Tema: Ponny, AyA


Capítulo: Cap 37

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— Ciumento?


— Eu me importo muito apenas com o pensamento de outro homem estar sozinho com você, Anahí.


Um prazer rápido e intenso percorreu a espinha e se enrolou no seu coração logo após, mas não teve muito tempo para desfrutar daquela sensação, porque logo após falar isso ele se debruçou sobre ela, cercando-a na gaiola de seus braços enquanto colocava as mãos nos braços da cadeira em que estava.


— Enquanto estiver aqui você é minha.


Anahí estava chocada demais para reagir e permaneceu em silêncio.


— Você entende o que estou dizendo?


— Sim.


Ele estendeu a sua mão e começou a correr a ponta do seu dedo na sua bochecha, seguido pelo seu pescoço, até que a pousou numa declaração de posse em cima do seu seio direito, logo após estendeu a sua mão e o segurou com muita suavidade.


O coração de Anahí saltou sob a palma da sua mão enquanto uma excitação se enrolava através do seu corpo inteiro.


Ele se abaixou na frente dela e a puxou para a borda do assento, logo após agarrou a bainha da sua camisola na mão e a empurrou para cima até o topo de suas coxas e em seguida moveu as suas mãos para os seus joelhos e abriu as suas pernas amplamente enquanto se posicionava para o meio delas.


Envolvendo um braço forte em torno da sua cintura enquanto a outra mão pousava de volta no seu seio que momentaneamente havia abandonado, ele começou a bater em seu rosto com o queixo até que foi obrigada a levantar a sua cabeça.


Sem perder tempo afundou a sua boca na dela num beijo cheio de cobiça e chama de luxúria, tudo isso enquanto apertava o seu seio, mas para o seu desespero, logo em seguida começou a apertar apenas o seu mamilo entre indicador e o polegar, ao mesmo tempo em que a sua língua girava dentro da sua boca.


Ele estava aprisionando tanto os seus lábios como a sua língua, mais uma vez num assalto de sentidos que destruíam a sua capacidade de pensar e a deixava igual a um fantoche nos seus braços.


Se o que ele havia feito sentir no celeiro no outro dia tinha sido desejo, então isso era muito além do inimaginável, ela se perdeu totalmente neste processo e todos os seus pensamento conscientes haviam se transformado apenas num ser que só sentia ele.


Ela ouviu um gemido gutural e percebeu com choque que vinha da sua própria garganta.


Como se estivesse esperando por algum tipo de sinal, ele ficou de pé e a girou nos seus braços.


O movimento retirou a sua boca da dela e a dirigiu para a sua orelha, há acariciou um pouco e logo após falou de uma forma tão quente como se não quisesse dizer realmente aquelas palavras.


— Boa noite.


Ele a largou dos seus braços ao lado da cama e deixou que o seu corpo deslizasse sobre ele até que os pés descalços parassem contra o chão de madeira frio.


Erguendo o seu queixo a acariciou com um olhar derretido enquanto as suas mãos deslizavam pelos seus ombros e a mantinha parada.


— Boa noite. — ele disse pela segunda vez.


E ela sentiu como se aquelas palavras estivessem sendo arrancadas dele, como se ele estivesse com dor de sequer pensar em deixá-la ir.


— Boa noite. — sua voz era suave, quase um sussurro enquanto uma luz sensual passava entre os seus olhos.


Seu olhar estava tão escuro que lhe transmitia um calor tão gostoso e ao mesmo tempo um magnetismo tão forte que a mantinha presa numa espécie de feitiço e ela mal percebeu quando as palmas das suas mãos deixavam os seus ombros e viajavam até as suas mãos.


Ele as pegou e puxou para o seu peito, passou por seus ombros até que as envolveu ao redor do seu pescoço.


Ela sentiu outro arrepio quente de resposta quando tocou os tendões do seu pescoço e sentiu a sua força tátil sob seus dedos.


Ela o observou em silêncio e já com muita saudade, morrendo por dentro, por mais um de seus beijos profundos e íntimos.


Seus olhos caíram inconscientemente sobre seus lábios.


— Boa noite. — disse mais uma vez, enquanto seus olhos seguiam os dela e caiam de novo sobre seus lábios.


Ela teve que lutar contra o seu corpo que ficava se balançando na sua direção e não importava o quanto tentasse, não conseguia parar a ligeira inclinação da sua pélvis em direção à dele.


Presenciou quando suas narinas e suas mãos se afundaram nos seus quadris o que a fez lamber os lábios repentinamente secos e tentar lhe responder:


— Boa noite.


O corpo dela assumiu um tremor delicado enquanto ansiava por seu toque novamente, mesmo sabendo que o que ele fazia sentir era perturbador.


Ela era incapaz de resistir à tentação de seu corpo oferecido e quando ergueu os olhos para o seu, a gentileza que tinha visto antes era pouco visível, havia apenas uma chama ardente que crescia cada vez mais e isso fez engatar ainda mais a sua respiração.


O ar ao redor deles parecia ser preenchido com uma impressionante eletricidade, encontrada apenas numa tempestade de verão selvagem.


O controle apertado dos seus dedos a puxou ainda mais para ele, até que seu corpo estivesse alinhado com o seu.


Ela inalou uma respiração forte e rapidamente, antes que a sua boca estivesse sobre a dela mais uma vez.


Não foi um beijo suave e mesmo assim ele ainda não a assustava.


As emoções que se misturavam em torno do seu cérebro eram muito cruas e muito carentes para ela perder tempo com medo.


Ela sentia como se estivesse prestes a cair de um precipício e embora estivesse impotente para resistir ao fato, não estava preocupada porque ele estaria lá para pegá-la.


Ele a beijava com uma paixão dura e ela sabia que estava totalmente sob seu controle, simplesmente renunciou a ele prontamente, quando abriu os lábios de uma forma mais completa para deixá-lo sentir o seu gosto como queria.


A mão dele abaixou e pegou a bainha de sua camisola de novo a puxando para cima, até que estava na sua cintura e ele era capaz de enrolar as suas pernas nuas com as dele.


Ela não sabia o que era mais inebriante, seu cheiro, seu gosto ou o seu toque, e todos misturados como agora, era um prazer inebriante o que tornava apenas uma atração irresistível que deflagrava acaloradamente entre eles.


Ela inalou e exalou bruscamente enquanto tentava capturar oxigênio entre seus beijos o que o fez deslizar os seus lábios na sua bochecha, afastar os cabelos da orelha dela e morder o lóbulo da sua orelha enquanto ela arrastava mais ar para os seus pulmões.


Suas mãos se moveram em volta dela e agarraram as suas nádegas cobertas apenas com o algodão macio de seus calções e o prazer sensual perfurou seu corpo tudo de novo.


Ele se inclinou em seu ouvido novamente e suas palavras sussurradas estavam abafadas, quentes e profundas enquanto vibravam através dela.


— Eu amo beijos de boa noite. — suas mãos amassavam ao mesmo tempo a sua carne.


— Eu também. — ela falou em acordo e mudou a sua boca em busca da sua novamente.


Uma fome voraz a encheu quando ele mudou de posição e as suas pernas se entrelaçaram mais intimamente com algo duro entre as suas coxas masculina que ficava se empurrando entre as suas pernas.


A sensação era inebriante e ele a manteve assim com o seu corpo alinhado e se pressionando totalmente contra ela, enquanto a sua língua continuava a fazer uma incursão ousada pelo interior da sua boca.


Seu estômago se apertou em necessidade e ela sentiu seu corpo se derreter e ficar flexível em seus braços.


Seu braço musculoso mais uma vez deram a volta nela e ele a levantou do chão como se fosse leve como uma pena, tomando todo o seu peso contra o seu corpo enquanto continuava a regá-la com beijos quentes e molhados.


Seus dedos exploravam a superfície da sua cintura e enquanto mantinha um braço apertado em torno da sua barriga, sua outra mão deslizava sobre o seu traseiro e apertava forte a sua carne.


Ela suspirou em sua boca aberta quando sentiu uma quente e chocante umidade vir entre suas coxas o que a fez tremer contra ele, e ele acabou confundiu aquele gesto com uma dor que vinha do seu membro ferido.


— A sua perna está lhe incomodando?


— Um pouco. — ela respondeu com sinceridade, mas na verdade não tinha notado isso até que ele mencionou.


Ele virou-se com ela rapidamente pendurada nos braços e se afundou na superfície da cama, a puxou entre as suas coxas abertas e colocou as mãos em seus ombros, erguendo seu joelho direito até que ele descansasse de leve na cama, ela ficou equilibrada delicadamente sobre a sua perna esquerda e foi obrigada a colocar um monte de seu peso nos seus ombros. Porém não sentiu mais nenhuma dor.


— Está melhor assim? — suas palavras eram suaves e o seu toque ainda mais enquanto corria as mãos para cima e para baixo nas curvas de seu corpo.


— Sim.


Anahí lutou para pensar direito enquanto a sua boca encontrou a dela novamente e começou a beijá-la, segurando-a de tal forma que a fez ter certeza de que ele não iria parar nunca mais.


Ela não estava com medo, longe disso, estava pronta para isso, pronta para ele e principalmente pronta para o que este ato de amor seria e apesar de nunca mais querer viver a sua vida sem ele, caso tivesse que fazer isso, então, pelo menos teria isso para se lembrar para sempre.


Suas mãos se levantaram para a fileira de botões em sua camisola e seus dedos começaram a desabotoá-los, um por um.


Quando ele terminou, separou os lados e a empurrou pelos ombros a fim de deixá-la cair ao chão.


 


 


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Autor(a): Mila Puente Herrera ®

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Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 40



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  • ponnyforever10 Postado em 18/11/2017 - 13:13:15

    Tiveram 3 babys *-----*. Vamos pra próxima :)

  • ponnyforever10 Postado em 16/11/2017 - 13:10:14

    Se casaram aaaa *---*. Tbm estou ansiosa pra um baby, ou babys kkk :)

    • Mila Puente Herrera ® Postado em 17/11/2017 - 21:16:11

      Sim *----* Baby AyA é sempre bom :3

  • ponnyforever10 Postado em 16/11/2017 - 12:59:07

    Olha é não é q deu td certo, agora sim todas mentiras acabaram kkkk. Anahi é mt inocente tadinha kkkk

    • Mila Puente Herrera ® Postado em 17/11/2017 - 21:15:37

      Eu disse que ia dar u.u KKKKKKKKKKKKK Ela é um bolinho *---*

  • ponnyforever10 Postado em 14/11/2017 - 15:30:23

    Que tanto de boa noite né kkkk. Aiii agora vai, feliz pq vão fazer amor mas medo quando ele descobrir q ela é virgem :) :(

    • Mila Puente Herrera ® Postado em 15/11/2017 - 22:25:46

      Demais KKKKKKKKKKKK Calma que dá tudo certo :3

  • ponnyforever10 Postado em 13/11/2017 - 15:35:01

    O passeio a cavalo ficou pra outro dia né, coitado do Juan. Quando Anahi pensou em ir embora eu ja sabia a resposta do Poncho kkkk

    • Mila Puente Herrera ® Postado em 14/11/2017 - 12:33:52

      Pois é, sim Rosa coitado do teu marido KKKKKKKKKKKKK Iludida se pensa que ele vai deixar ela ir :3

  • ponnyforever10 Postado em 11/11/2017 - 12:28:19

    Amei o que eles apostaram kkkkk. Anahi devia aproveita q ainda ta em tempo de contar q ela é virgem kk

    • Mila Puente Herrera ® Postado em 13/11/2017 - 12:41:14

      Sei... KKKKKKK Será que ela conta? :/

  • ponnyforever10 Postado em 09/11/2017 - 19:41:39

    Milaa eu juro q tentei entender como se joga pôquer mas no final fiquei igual Anahi kkk, fazer o que né kkkk

    • Mila Puente Herrera ® Postado em 10/11/2017 - 22:43:12

      KKKKKKKKKKKKK É meio complicado...

  • ponnyforever10 Postado em 08/11/2017 - 22:41:45

    Que nervoso esse tanto de cobra, ainda bem q Poncho chegou. Uma parte da mentira ja foi revelada kkkk

    • Mila Puente Herrera ® Postado em 09/11/2017 - 12:11:56

      Dá MUITO nervoso, pois é imagina se ele não tivesse escutado a intuição... Sim, será que ela revela o resto? :3

  • ponnyforever10 Postado em 07/11/2017 - 20:06:20

    Que triste Poncho tbm era órfão. Amei eles jogando e o prêmio q ele escolheu kkkk. Eita medo, será q vai acontecer algo com Anahi ;(

    • Mila Puente Herrera ® Postado em 08/11/2017 - 21:06:22

      Mal dá pra sentir pena dele com essa safadeza toda dele KKKKKKKKKKKKK Gostou né? Hmmm KKKKKKKKKKKKKKKK Tá aí a resposta :/

  • mari_froes Postado em 07/11/2017 - 18:06:43

    Amando a Fic! Continua!!

    • Mila Puente Herrera ® Postado em 08/11/2017 - 21:05:00

      Bem vinda 0/ Fico super feliz *--* Querendo ler mais fics. é só visitar meu perfil :3


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