Fanfics Brasil Fanfics Brasil
Cadastro
- Links Patrocinados -
- Links Patrocinados -
- Links Patrocinados -

Fanfic: Os Opostos Se Completam | Tema: AyA Rebelde Opostos


Capítulo: Capítulo 1

634 visualizações Denunciar


Anahí Narrando:


Filha, depois da escola você tem que ir ao trabalho do seu pai. – disse minha mãe, entrando no meu quarto enquanto eu estava amarrando o meu tênis.



- Tudo bem, mãe – Respirei fundo, tentando esconder minha irritação.



Era assim quase todos os dias. Meu pai era advogado muito requisitado em São Paulo. Tem um escritório grande, abrigando mais não sei quantos advogados. Apesar de não fazer muito o meu gênero, eu o ajudava algumas vezes no que ele precisasse. O que irritava, é que isso era quase sempre. Sua vontade na verdade era que eu fosse advogada também, mas meu sonho é ser dançarina. Rodar o mundo em busca de medalhas, sabe? Isso é o que realmente me deixa feliz.



E lá estava eu às 6:45, saindo atrasada para a escola com uma maçã na mão. Meu irmão me levaria quase todos os dias.



Eu acabei de fazer 17 anos, e estou no terceiro colegial. Meu irmão está fazendo faculdade de advocacia, e pretende seguir o sonho do meu pai, sendo assim o orgulho e eu? Bem, não sou considerada uma decepção, mas briga com meu pai sempre rola. Ele não costuma entender o que quero para a minha vida. Com ele não tem conversa, sua opinião sempre tem que prevalecer.



- Tchau, piralha – Disse, Christopher, beijando minha testa. – Boa aula.



- Tchau, chato- eu sorri – Boa faculdade.



Entrei na escola em busca das minhas amigas, e pronta para mais um dia exaustivo.


Alfonso narrando:



E aí, malandro, vai onde? – o Cris entrou no meu quarto, enquanto eu vestia uma camiseta de manga comprida.



Cristian ou Cris como era conhecido pelo nosso bairro, era meu melhor amigo, irmão mesmo. Eu, ele, o Dado e Bingo sempre fomos o quarteto aqui da região. Todos nos conhecia. O Bingo (Marcelo) sempre foi o mais encrenqueiro. Adora uma erva e brigas. Não sou muito chegado nisso, mas é meu amigo, então tenho que conviver com isso. Dado (Pablo) é o mais romântico. Se ferra com as mulheres e bebe como se a vida não tivesse continuidade no dia seguinte. Cris ás vezes fumava, mas ainda sim preferia cigarros e uma boa cachaça. Eu (Poncho) sou da mulherada, e me rendo ao cigarro, confesso. Mas passo longe de ervas.



Moro com a minha mãe e meu irmão mais novo, Guilherme. Meu pai sumiu no mundo logo depois que o Gui nasceu, sei lá onde se meteu. Isso já faz cinco anos. Agora que tenho 18 anos tenho de bancar a casa, sustentar minha família e, ajudar minha mãe a pagar o aluguel da nossa humilde casa.



- Começo no escritório Portilla hoje, esqueceu? – respondi, pegando o capacete e dando uma olhada no espelho – E você, veado, vai trabalhar, não?



- Ih, cara, - se jogou na minha cama – vou nada. Quero relaxar hoje – riu – A Mai me ligou, sacas?



- Huummm, apaixonadinho. – Zoei- Cara, estão quase casando, qual é?



- Cala a boca, idiota – jogou um travesseiro em mim, e se sentou rindo – Casado nada! Eu vivo na casa dela, sei disso, mas não rola casamento não.



- Até a garota aparecer de barriga, quero ver só.



- Cala a boca, meu – ele bateu na mesinha de madeira que tinha ao lado da minha cama – Não, nós nos prevenimos. E ela tem 20 anos, então nem é pedofilia. – ele riu.



- Aham, quero só ver se isso der ruim – eu ri, e caminhei até a porta.



- Cara, falando em filho... Nunca mais viu a Mel? – perguntou, indo atrás de mim.



Mel era um rolo antigo. A engravidei quando eu tinha apenas 16 anos e ela 15. Foi complicado essa época. O pai dela quase me matou, e por fim quis nos obrigar a casar. Bom, pra ela não era uma obrigação, mas já pra mim... Com 16 anos eu queria curtir, e não assumir uma família. Porém, com dois meses de gravidez, ela acabou perdendo a criança. Fiquei triste por um lado, mas muito aliviado por outro. Depois disso nunca mais nos vimos. Ela me liga ainda, mas eu procuro evitá-la. Não tem mais clima. Ficamos apenas duas vezes e ela engravida? Que zica, velho, estou fora.



- Você sabe que não. – dei de ombros- E é melhor assim, cara. Nunca tivemos nada serio, mas pra ela éramos almas gêmeas- revirei os olhos.



- Filho, - minha mãe me chamou da cozinha – vem tomar café.



- Mal, mãezinha, mas estou atrasadão- fui até ela e beijei sua testa – Como alguma coisa na rua, beleza?
- Pega uma fruta então, amor.



- Deixa para o Gui, mãe. Ele é pequeno, precisa mais de fruta que eu – sorri – Bom, deixa eu ir, antes que seja demitido no primeiro dia – beijei novamente a testa da minha mãe, fiz um toque de mão com o Cris e fui pegar minha moto.


Anahí narrando:


- Oi minha linda – o Rodrigo me abraçou por trás e, beijou meu rosto – Não falou comigo na entrada.
Rodrigo e eu estávamos ficando fazia dois meses. Ele às vezes falava em namoro, mas não sei se é isso que quero para minha vida no momento. Pelo menos não com ele. Não que ele não fosse um cara legal, não é isso, mas somos um tanto diferente. Nossa família é rica e, bem amiga, mas nossos pensamentos, nossos sonhos, ideias sobre a vida... Nisso, não temos nada em comum. Eu quero encontrar alguém que me complete o vazio que ás vezes a vida nos trás.



- Desculpa, lindo, mas estava meio avoada – respirei fundo e encostei minha cabeça em seu ombro – Como está?



- Com saudades – sussurrou no meu ouvido – Quer almoçar lá em casa hoje? A casa está liberada.



Hum, casa liberada com Rodrigo por perto, era perigo na certa. Uma vez resolvi ficar a sós com ele em sua casa, mas me arrependi. Ele tinha segundas intenções e, eu não estou pronta para dar o segundo passo com ele. Não sou virgem, mas não é por causa disso que deixo rolar com qualquer um.



- Não vai dá, Ro, vou almoçar com a Angel – a olhei, como quem pedisse para concordar com o que eu dizia.



- É, Ro, vamos falar mal de vocês, sabe? – ela riu – Brincadeira, mas ela vai almoçar comigo, já tínhamos combinado.



- Poxa – Fez bico – Então passo mas tarde, tá?



- Só se for bem mais tarde. Vou ao escritório do meu pai de novo – suspirei – Não sei que horas volto.
- Não está me evitando, não é? – ele me virou de frente á ele e, me encarou sério. Sim, eu estava evitando, evitando uma briga porque não iria me entregar de modo como ele queria.



- Não estou te evitando, Rodrigo, que ideia!



- Não precisa falar meu nome inteiro, também. – colou nossas testas – Tá, eu te ligo então.



- Tá – Eu sorri, um tanto forçado. A minha sorte foi o sinal ter tocado – Bom, nos vemos depois – dei um selinho nele e, caminhei para a minha sala.



As aulas passaram lentamente. No fim da aula, me despedi da Angelique, minha melhor amiga, me despedi do Ro, e fui para o escritório do meu pai de carona com o meu tio Fábio.



- Seu pai te explora, menina. – disse ele rindo – Não acho que esteja na idade de trabalhar. Tem que focar nos estudos.



- Ai, tio meu pai não entende que não quero ser advogada –fiz careta – Mas tudo bem, isso ele não entenderá nunca, mesmo.



- Se eu tivesse um filho, iria querer vê-lo feliz – disse, com um sorriso doce nos lábios.



- Não pensa em se casar, tio? – perguntei curiosa.



O tio Fábio é irmão do meu pai, e mora em casa fazia cinco anos. Eu nunca tinha visto ele. Meu pai contou que fazia 18 anos que não o via, e de repente apareceu em casa pedindo abrigo. Ele não conta por onde andou, e nem o que aconteceu pra voltar durante tanto tempo, sempre diz que é um passado que gostaria de esquecer, e evita ao máximo comentar sobre assuntos que envolviam esse seu lado misterioso.



- Que nada, gatinha – ele riu – Tenho você, seus irmãos... o que mais vou querer? Vocês são como filhos pra mim.



- E você é um segundo pai pra nós – eu sorri- Que saudade do Miguel!



Miguel era meu irmão mais velho, 20 anos. Ele se mudou para a Austrália, por causa de uma garota que conheceu quando foi apenas conhecer o país. Fazia apenas um ano, mas eu morria de saudades dele.



- Saudades do cara, mesmo! – Sorriu



Minutos depois nós chegamos ao escritório do meu pai, dei um beijo no meu tio e, desci do carro indo ao trabalho.


Alfonso narrando:



Meu dia estava complicado acabei entregando documento errado em uma entrega, e levei a maior brinca do senhor Henrique. Todos me olhavam como se eu fosse um otário, ou estivesse no lugar errado. Bom, acho que estava sim, aquilo não fazia meu tipo, mas eu precisava do dinheiro. A Joana, secretária do senhor Henrique, ela é muito amiga da minha mãe, e conseguiu arrumar-me esse emprego. Acho que se não fosse por ela eu enlouqueceria ali.



Cadê os documentos que pedi, rapaz? – perguntou um dos advogados almofadinhas que trabalhavam por ali – Pegou? Preciso dar baixa no processo ainda hoje.



- Perdi o endereço. – disse, receoso – Pode me passar novamente?



- Já começou mal, garoto – sorriu, cínico – Muito mal! O Henrique não vai gostar de saber disso!
- Me desculpa – disse arrependido. Eu estava nervoso demais, aquele lugar era sério demais para mim. Àqueles olhares repreensivos, como se esperassem pra ver a primeira besteira que faria. – Não fala nada, por favor, eu preciso desse emprego.



- É, precisa – me olhou de cima á baixo e, riu – Pede para a Joana o endereço novamente, e corre! Se não estiver aqui até às 13 horas está encrencado.



- Mas é meio dia senhor. Meu horário de almoço começa agora – eu estava morto de fome, não tinha tomado café da manhã.



- Não quero saber, se vira – disse, ríspido, e logo me deu as costas voltando ao seu escritório.
- Saco! – bufei –Estou ferrado.



Corri até Joana, peguei o endereço novamente e sai feito um louco. Eu só conseguia pensar na minha família, minha mãe estava tão orgulhosa de mim. Eu precisava desse emprego, precisava!
Quando passei pela porta distraído olhando o papel com o endereço, esbarrei em alguém, e o endereço caiu em uma possa de água.


Anahí narrando:


Meu tio buzinou para me dar tchau, e eu me virei para acenar ainda andando. Sem querer esbarrei em alguém.



- Droga – o garoto reclamou,pegando um pedaço de papel que havia caído na poça de água – Hoje não é o meu dia, viu?



- Desculpa – disse – Eu te ajudo a pegar.



-Valeu, mas deixa – o papel estava rasgado, não dava para ver o que estava escrito – Perdi o meu emprego. Eu nunca vou conseguir chegar no mercado Nubs a tempo! – até aquele momento ele estava de cabeça baixa. No momento em que a ergueu, nossa, o que era aquele garoto? Lindo, com um boné vermelho para trás, os olhos de criança, e... Lindo. Nos encaramos por algum tempo, e ele respirou fundo – Vou indo – Se levantou – Tenho que pegar o endereço novo.



- Por que disse que vai perder o emprego? – preocupei-me.



- Me mandaram chegar aqui até ás 13 horas com o documento, caso contrário eu estava encrencado. Já são 12:20, estou demitido, mas precisava desse emprego.



- O Nubs? – Perguntei, e ele assentiu. – Fica no caminho da minha escola, eu sei onde é. – O puxei pela camisa, e ele me olhou confuso. – Vamos, garoto, ou quer perder o emprego?



- Não, claro que não – sorriu de lado – Valeu. Eu estou de moto, tudo bem pra você?
- Tudo bem, mas vamos rápido.



- Toma o capacete. Só trouxe esse, mas pode colocá-lo.- Disse ele, entregando-me.



-Não. E você? É perigoso. – disse, preocupada – É melhor irmos de táxi.



- Moto é mais rápido. Vamos, vai? – sua carinha parecia tristonha, acho que ele realmente precisava daquele emprego.



Ele subiu na moto e, eu subi logo atrás. Coloquei o capacete e peguei sua cintura. Ele deu uma arrancada na moto, que me fez apertar sua cintura com tanta força, que até fiquei com vergonha. Ele corria feito um louco, mas com todo o sinal que parávamos, ele perguntava se eu estava bem.
Dei as coordenadas à ele, e chegamos ao mercado era 12:40. Tínhamos somente 20 minutos para pegar os papeis e, voltarmos ao escritório. Ele estacionou a moto, e correu para dentro do mercado. Acho que nunca torci tanto por alguém que não conhecia, como torcia por aquele garoto.



- 12:50 – disse feito um louco, enquanto arrancava a moto espalhando fumaça por trás de nós.
Chegamos 12:59. Ele desceu da moto, e entrou correndo, como se fosse tirar o pai da forca. Demorou alguns minutos, e logo voltou relaxando os ombros. Ele sorriu e, se aproximou, beijando-me o rosto.
- Valeu. Valeu, mesmo! Se não fosse você, acho que não teria conseguido.



- Que isso – abaixei a cabeça timidamente e sorri – Precisando é só falar.



- Estou morto de fome – ele riu – Quer ir almoçar comigo? Bom, não seria um almoço, seria um lanche que é o que posso pagar – sorriu, sem graça.



- Adoro cachorro-quente. – o olhei, e ele abriu um sorriso lindo – Tem uma barraquinha aqui perto, dá para ir a pé.



- E perder de você me agarrar na moto? – balançou a cabeça negativamente – Isso não.



Eu ri da sua forma espontânea de agir, e dei um leve tapa em seu ombro.



- Palhaço – Coloquei o capacete, e subismo na moto.



Ele não foi à barraquinha que eu havia pensado, foi um pouco mais distante. Não sei se ele tinha falado aquilo de brincadeira, mas eu estava realmente adorando andar de moto com ele.



O garoto parou a moto, e após descer, pegou na minha cintura para me ajudar. Quando colocou-me no chão, tirou meu capacete e nos encaramos por alguns segundos, até que eu virei meu rosto para o lado.



- Então, você mora por aqui? – desconversei.



Ele sorriu de lado, acho que percebendo a minha intenção e, negou com a cabeça.



- Não, moro bem longe. Moro onde o vento faz a curva.



Eu acabei rindo, e começamos a caminhar. Chegamos até a barraquinha e ele pediu dois cachorros-quentes. Um completo para ele, e pra mim, sem ervilha. Pediu duas cocas e, após pagar, nos sentamos em um banco que havia por ali.



- Não gosta de ervilha? – perguntou-me – É o que dá cor ao cachorro-quente. – riu divertido.



- Realmente, um verde aqui faz falta – eu ri – Prefiro milho.



Eu o olhei, e percebi que estava com o canto da sua boca suja de mostarda.



- O que foi? – perguntou, com um sorriso confuso nos lábios.



- Está com a boca suja.



Ele passou o guardanapo, mas ainda assim, não acertou o lugar realmente estava sujo.



- Saiu?



-Não. – aproximei-me dele, peguei o guardanapo de sua mão e limpei – Pronto.



Eu nem tinha me dado conta de que tinha feito isso, foi algo tão espontâneo. Quando subi meu olhar, percebi que ele me encarava. Deu vergonha, mas ainda assim correspondi por algum tempo, sem nem ao menos perceber o que estava fazendo.



- Valeu – ele sorriu.



Endireitei-me no banco tentando disfarçar o clima que tinha se formado.



- Bom, andamos de moto juntos, estamos lanchando juntos, mas ainda não sei o seu nome.



- Anahí –sorri – Mas pode me chamar de Any. E o seu?



-Alfonso, mas geral me chama de Poncho – ele sorriu.



Continuamos a comer em silêncio. Apenas nos olhávamos algumas vezes, mas ninguém puxava assunto. Quando terminamos, ele jogou nossos papeis e as latinhas no lixo, e estendeu sua mão para levantar-me.



- Vamos? Ainda tenho que voltar ao trabalho.



- Pior que eu também, meu pai vai me matar – disse realmente preocupada.



Meu pai não era uma pessoa fácil de lhe dar e, com certeza um sermão esperava por mim, por conta do meu atraso.



Subimos rapidamente na moto e, em dez minutos estávamos novamente no escritório. Desci da moto e, quando fui entregar o capacete, o Alfonso me segurou.



- Nos veremos novamente? – perguntou, com um sorriso de canto de boca que me encantou muito.



- Sim – Eu sorri, e abaixei a cabeça – Acho que quase todos os dias.



- Firmeza, então. – beijou meu rosto, e entrou comigo até a recepção.



- Tchau. – O olhei sorrindo, e fui até o escritório do meu pai.


Alfonso narrando:



E aí, Jô? Tem mais algum documento que tenha que ir buscar? – Coloquei os documentos que o doutorzinho pediu, e respirei fundo percebendo que meu dia seria longo.



- Alfonso, o que estava fazendo com a Anahí? – perguntou, mudando de assunto – Cuidado com essa moça. Se você quer esse emprego é melhor se afastar.



- Relaxa, mulher- eu ri – Ela é tão importante aqui? – perguntei ironicamente, sem saber o quão importante era.



- Sim. Ela é filha do dono desse lugar! – ela me olhou séria – É melhor tomar cuidado.



- Sério? – eu ri –Pensei que a filha dele fosse uma daquelas mimadas malas, mas a Anahí é maneira.
Ela me olhou repreendendo e balançou a cabeça negativamente.



- Você precisa desse emprego, Alfonso, sua mãe não consegue pagar tudo sozinha. Cuidado.



Eu sabia disso, e ninguém queria mais que aquele emprego desse certo, do que eu. Pô, preciso colocar comida em casa, e tenho plena consciência disso, tirando as contas que sozinha minha mãe não consegue pagar. Por isso peguei esse emprego,e ainda faço bico consertando computadores.



- Eu sei, Joana, relaxa! A conheci hoje e, digamos que ela salvou meu emprego. – peguei meu capacete que tinha colocado em cima do balcão, e respirei fundo – Não tem mais nenhum serviço ai?



- Senta um pouco aí que vou verificar – ela foi até o armário e, tirou umas cinco pastas grossas – Poncho, preciso que os entregue até às 17 horas, consegue?



- Sim. – respondi sem muito certeza, mas com vontade de fazer de tudo para conseguir.
Peguei meu capacete e corri pegar minha moto, tinha pouco tempo e muitos documentos em mãos.


Compartilhe este capítulo:

Autor(a): anyeponcho

Esta é a unica Fanfic escrita por este autor(a).

Prévia do próximo capítulo

Anahí narrando: É, eu estava certa. Naquele momento estava levando uma bronca imensa pelo meu atraso. Levando na cara que não tenho responsabilidade e, que desse jeito não vou ser ninguém na vida. Fazia vinte minutos que ele falava sem parar e, eu já estava cansada. Ele não conseguia entender que eu não queria à ...



Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 246



Para comentar, você deve estar logado no site.

  • degomes Postado em 16/08/2019 - 07:06:00

    Contínua 🙏

    • anyeponcho Postado em 27/08/2019 - 11:29:34

      Continuei =)

  • AnaCarolina Postado em 11/08/2019 - 18:54:57

    Mas como assim gente? Me diz que esse exame foi alterado

    • anyeponcho Postado em 27/08/2019 - 11:30:28

      Será? Vamos saber o que aconteceu daqui a alguns capítulos... Só digo uma coisa: a história é AyA, então....

  • AnaCarolina Postado em 30/07/2019 - 09:17:33

    Aaaaah esse momento é todinho meeeeu Continua

    • anyeponcho Postado em 04/08/2019 - 16:52:08

      =) Foi pequenininho o poste, mas, mais tarde tem mais ;)

  • luananevess Postado em 28/07/2019 - 21:35:41

    Continua

    • anyeponcho Postado em 04/08/2019 - 16:51:23

      Continuando.... =)

  • AnaCarolina Postado em 07/07/2019 - 22:19:16

    Continuada <3

    • anyeponcho Postado em 18/07/2019 - 23:37:48

      Postei 2 vezes hoje &#128512;

    • AnaCarolina Postado em 07/07/2019 - 22:19:44

      Continua* hehehe

  • AnaCarolina Postado em 10/06/2019 - 18:36:10

    Caramba, que merda! Não vejo a hora de tudo se resolver de vez :'(

    • anyeponcho Postado em 14/06/2019 - 17:07:20

      Eu também :) Mas, infelizmente vai demorar um pouquinho pra acontecer

  • AnaCarolina Postado em 10/06/2019 - 13:59:58

    Oláaaa já já vou ler os capítulos e volto pra comentar <3

  • AnaCarolina Postado em 04/05/2019 - 00:05:27

    Cadê você?

    • anyeponcho Postado em 14/05/2019 - 20:49:51

      Volteiiiii!!! Passei por uns momentos ruins, mais agora estou de volta =)

  • AnaCarolina Postado em 09/04/2019 - 21:51:48

    Tadinha da Mai :(

  • AnaCarolina Postado em 31/03/2019 - 22:43:19

    Que bom que apesar de tudo o Ricardo entendeu e não demitiu ele... Continua



AVISO

Ajude o Fanfics Brasil a se manter no ar. http://pag.ae/7UPKhhi9u

Doar PagSeguro

 


Últimas postagens do Blog


  • 8 dicas para se tornar um escritor de sucesso
    Fanfic é bom para passar o tempo, se desligar um pouco, ou - se você é um escritor especialmente auspicioso - ganhará uma tonelada de dinheiro. É que supostamente ganhou cerca de US$ 80 milhões, graças a 50 Tons de Cinza. Então, o que é...
  • Feliz dia do leitor
    Parabéns a todos os leitores(as) de fanfics pelo dia do leitor e principalmente aos criadores de conteúdo que proporcionam uma boa leitura. Você Conhece a Origem do Dia do Leitor? O Dia do Leitor foi criado em homenagem à fundação do jornal cearense O POVO...