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Fanfic: Os Opostos Se Completam | Tema: AyA Rebelde Opostos


Capítulo: Capítulo 108

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Alfonso narrando:



-Vou matar Anahí – disse, assim que Mai me contou que ela havia saído com Bingo, sem nem ao menos me mandar uma mensagem avisando.



No fundo eu sabia que ela ficaria chateada por eu ter saído sem dizer onde tinha ido, mas esperava apenas uma briga ou uma bronca imensa. Talvez uma pequena briga que terminasse num beijo delicioso. Mas não. A pirracenta resolveu sair com Bingo, e ir sozinha cumprimentar sua mãe.



Ainda andando de um lado para o outro sentindo meu sangue borbulhar, olhei no relógio e constatei que eram 20h30m. estava preocupado. Apesar da raiva, minha preocupação era muito maior. Na minha mente Anahí já tinha morrido de mil formas diferentes. Tinha sido assassinada por algum maníaco na rua, tinha sofrido um acidente de moto com Bingo, ou até mesmo os dois serem assassinados por Bingo não ter entregado sua moto aos bandidos. Estava quase surtando quando a porta se abriu bruscamente e se fechou com tanta força que as janelas fizeram barulhos. Anahí subiu rapidamente sem nem olhar à sua volta, e bateu também a porta do meu quarto.



- O que deu nela? – perguntou Maite, tão surpresa quanto eu.



- Não sei. – olhei para Mai – Vou lá descobrir.



Subi as escadas de dois em dois degraus e abri a porta vagarosamente, com medo do que poderia encontrar. Assim que entrei no quarto, a avistei deitada na minha cama de bruços, chorando agarrada em meu travesseiro. Fechei a porta e caminhei até ela devagar. Tirei meu tênis e me deitei ao seu lado, beijando seu ombro.



Naquele momento minha raiva se esvaiu, e senti uma dor no peito tão grande,que parecia ser comigo o que tinha acontecido com ela. Sem nem ao menos saber o que se tratava, já fiquei intrigado e triste, só por vê-la chorar daquele jeito tão desesperado.



- Amor? – sussurrei em seu ouvido – Olha para mim?



Anahí não se moveu, escondeu ainda mais seu rosto no travesseiro e continuou a chorar. Ergui sua cabeça devagar e coloquei meu braço, fazendo-a deitar sobre ele. A puxei para trás e a colei em meu corpo. Coloquei seu cabelo de lado e beijei sua nuca levemente.



- Amor, o que aconteceu? – beijei sua nuca – Estou preocupado. Você sai sem nem me avisar e volta chorando.



- Estou chateada com você – fungou – Você saiu sem nem me avisar aonde iria.



- Está chorando por isso? – perguntei, sentindo-me arrependido por não ter dito nada, apenas ter saído sem ela.



Anahí se virou em minha direção e passou seu braço direito em minha cintura, encostando seu rosto em meu peito.



- Não – soluçou – Eu vi meu pai. Ele chegou bem na hora que estava saindo e... – voltou a chorar, sem conseguir completar sua frase.



A apertei ainda mais em meu peito, e afaguei seus cabelos.



- Shhhh. Calma, vida! – beijei seu rosto – Vocês conversaram?



- Não. Apenas nos olhamos mesmo e... – pausou – Estou com tanta saudade dele, amor. Queria poder desejar Feliz Ano Novo.



Eu não sabia muito o que falar naquele momento. Se antes já não era muito bom com as palavras, falar sobre pais, era então minha maior dificuldade. Eu também sentia saudades do meu, também queria poder abraça-lo ou apenas desejar Feliz Ano Novo, mas ao contrário de Anahí, eu nem sabia onde Fábio se encontrava. Se tinha outra família, outros filhos que amava mais do que a mim e ao Miguel, e outra esposa que conseguiu tomar o lugar da minha mãe.



Continuei calado, mas não pude evitar chorar também. Silenciosamente, abraçado à ela, comecei a lembrar de tudo o que passamos, e que de uma hora para outra pareceu ser mentira. Todas as vezes que meu pai brincava comigo, e até os mimos que dava a minha mãe quando Miguel ainda estava em sua barriga, pareciam ser apenas sonho no momento em que ele saiu pela porta de casa dizendo que queria outro rumo para sua vida.



Outro rumo, e nós três?



Anahí se afastou lentamente, acho que percebendo que o movimento do meu peito estava com leves solavancos. Eu não queria soluçar alto, mas prender meu choro estava sendo uma tarefa completamente impossível.



- O que foi meu amor? – acariciou meu rosto – É tão estranho te ver chorar.



Esbocei um sorrisinho de lado, enquanto sentia seus dedos limparem minhas lágrimas com delicadeza.



- Lembrei do meu pai – fechei meus olhos – Eu acho que nem minha mãe sabe, mas eu sinto a falta dele. Lembro que às vezes eu chorava no cantinho da varanda com uma foto que tinha tirado no último aniversário que passou comigo, e implorava baixinho para que ele voltasse.



Seus braços me envolveram confortavelmente, e eu me vi por um momento como uma criança assustada sendo consolado por quem eu queria consolar. Eu queria poder esconder minha dor para acolher a dela, mas todo aquele clima estava me fazendo sentir uma nostalgia, que não sentia havia anos. Eu não consegui evitar.



- Eu estou com você, meu amor – beijou meu rosto – sei que quando tiver seus filhos...



- Nossos – interrompi, abrindo meus olhos – Nossos filhos.



- Ai, lindo – selou nossos lábios e sorriu – Nossos filhos, você será um pai excelente. Eu vejo como cuida do Miguel, e sei que amará nossos pequenos também.



Aquelas palavras foram uma das melhores que ouvi na vida. Tirando quando ela dizia me amar. Mas, me senti bem com aquele consolo, me confortou. Não que eu ficasse sempre triste pelos cantos por causa do meu pai, mas sentia falta de certa forma. Sentia falta porque ele nunca mais nos viu, e foi embora de uma maneira tão inexplicável, que talvez fosse por isso que eu não aceitava. Acho que foi pelo fato de não ter explicado seus motivos, ele simplesmente sumiu sem quase se despedir. Só faltou ir ao meio da noite como bandido.



Agarrei Anahí no ato, sem nem esperar que dissesse mais nada. E eu não disse nada, também. Apenas beijei seus lábios levemente deixando claro em cada toque macio e molhado que dávamos, o quão grato era por tê-la ao meu lado. Por poder acordar com ela ali, e ser consolado quando mais necessito. Anahí estava fazendo minha vida ser transformada da melhor forma. Era como se colorisse toda a minha volta toda vez que me beijava ou simplesmente me olhava. Não precisava de muito. Tendo minha família, Anahí e meus amigos, eu conseguia me encontrar. Aliás, branquinha por si só me encontrava muito bem.



O beijo durou tempo necessário para ficarmos sem ar. Aquele beijo avassalador que ela fez questão de transformar, me deixou completamente sem beira e nem eira. Eu fiquei até com vontade de mais, mas fomos interrompidos pelo Miguel assim que nossos lábios se tocaram novamente.



- Eca! Que nojo – assustou-nos, entrando no quarto sem nem bater na porta.



Anahí tampou a boca rindo de uma maneira hipnotizante, e eu o olhei incrédulo. Acha nojento com 5 anos, mas 15 não vai querer mais viver sem.



- Nojo, moleque? Não sabe o quanto é bom – ajeitei-me na cama e abracei Anahí por trás. Miguel caminhou até nós dois e revirou os olhos, sentando-se no meio das pernas da branquinha.



Fiquei novamente incrédulo pelo tamanho da folga e da cara de pau daquele garoto. Com apenas cinco anos, tinha mais intimidade com Anahí que eu, que era seu namorado e um ano mais velho que ela. Não que me incomodasse pelo modo como agia um com o outro. Os dois tinham uma “química”, surpreendente, uma ligação extraordinária. Quando ela demorava para aparecer em casa, ou quando se mudou para Londres, tinha que aguentar Miguel perguntando sobre ela de vinte e vinte minutos. Ou até menos que isso. Dizia sentir saudade a todo momento, era até engraçado.



Enquanto abraçava Anahí, ela abraçava Miguel que mexia em sua tornozeleira dourada, que tinha um pequeno pingente de coração. Ficamos calados por pouco tempo, pois o tagarela do meu irmão não conseguia se manter quieto por mais de um minuto.



- Você vai morar aqui, branquinha? – adotou meu apelido mesmo – Podia, né?



- Podia – concordei, beijando levemente sua nuca – Ela está morando por enquanto, Miguel.



Miguel apenas disse um “ah”, e ficou pensativo por alguns poucos minutos. Até que novamente abriu a boca.



- Pouco tempo quanto?



Bom, isso dependia de muitas coisas. Se dependesse de mim, o tempo do para sempre. Mas, Anahí com sua cabeça dura, achava que estava incomodando, e não adiantara dizer o contrário e nem insistir. Para ela ficaria até encontrar um emprego para comprar seu próximo apartamento, ou então se mudaria para a casa de sua avó, que ficava no interior de São Paulo. Em uma cidade perto de Campinas.



- Não sei ainda, pequeno – Anahí respondeu – Mas fica tranquilo que eu virei perturbar você e seu irmão por muito tempo.



Como se fosse muito sacrifício tê-la em minha casa por tempo indeterminado.



- O seu papai também não gosta de você? – perguntou inesperadamente.



O pior é que nem dava para dar bronca nele. Miguel tinha apenas cinco anos, e era ingênuo demais. Não perguntava as coisas por maldade, era mais por impulso, porque crianças com essa idade tinha dificuldade de ficar calada. Sempre acabavam falando o que pensar, sem filtrar. Confesso que me senti em uma emboscada. Ao mesmo tempo em que não quis brigar com Miguel, me senti mal por sentir todos os músculos dela se contrair.



- Pequeno, vai ver se a mamãe chegou para te dar um banho – disse, tentando costar o clima tenso que havia se formado novamente.



Sem querer, Miguel mandou todo o esforço que fiz para manter Anahí bem, para o espaço.



- Não quero – murmurou chateado – Quero ficar aqui com vocês.



Anahí entrelaçou nossos dedos e apertou forte. Percebi que novamente estava com vontade de chorar. Estava tensa, e com certeza pedindo para Miguel ir realmente procurar minha mãe.



- Você volta depois, pode ser? Temos que nos arrumar, Miguel. Daqui a pouco todos chegam e você está fedido.



- Não estou fedido! – bradou, virando-se à Anahí, com o rosto completamente vermelho – Não é, Any? Não estou cheiroso?



Anahí sorriu e acariciou seu cabelo meio aloirado. Levou o nariz até seu pescoço e o olhou.



- Sim, está muito cheiroso – concordou, ainda mantendo aquele sorriso que eu tanto amava, nos lábios – Seu irmão é que é fedido, e fica falando de você.



Miguel deu uma gargalhada tão gostosa que me fez ver que a vida valia realmente a pena. Era nesses pequenos momentos e não tão raros que me faziam esquecer do meu pai. Ter os que eu mais amava ao meu lado, supria de certa forma a falta que ele fazia. Aliás, eu não verdade agradecia por nem saber seu paradeiro. Não queria vê-lo. Fábio ter saído de casa repentinamente, me deixando com a responsabilidade de cuidar da casa, da minha mãe e do Miguel recém-nascido nas costas, isso eu jamais iria desculpar.



Com muito custo, Miguel resolveu ir atrás da minha mãe, para não atrasar a ceia. Anahí acabou indo tomar outro banho, mas como estava pronto, fiquei sentado na cama pensando em tudo que minha vida havia se tornado em menos de um ano. Percebi o quanto era engraçado o destino, um dia você está procurando um rumo novo, e no outro parece que a vida está ganha. Como se não precisasse de mais nada para ser feliz.



Levantei-me da cama e peguei a caixinha preta de veludo que havia deixado em cima da mesinha do computador. Aquele foi o motivo de eu não ter ido com a Any em sua casa. Queria que aquele Ano Novo fosse diferente tanto pra mim, quanto para ela. Não seria uma aliança de namoro como eu realmente queria, mas era algo que simbolizasse o nosso início.



Demorou cerca de dez minutos até que Anahí saísse do chuveiro apenas de lingerie branca. Mordi o lábio inferior imaginando mil loucuras com ela naquele quarto. A imaginei de tantas formas, entregue, suada, se movimentando comigo em posições variadas, que senti meu membro pulsar apenas por sonhar acordado. Seus olhos perceberam que estava sendo admirada, e com um sorriso sacana pulou de seus lábios. Ela se virou de costas e me olhou mordendo o seu lábio inferior. Quase enfartei quando novamente, a imaginei na cama, parede, quarto e todos os lugares disponíveis para nós dois.



- Está tentando me matar? – franzi o cenho, e ela se virou com a cara mais maliciosa que conseguiu encontrar no fundo de si.



- Mais ou menos – respondeu rindo – Estou conseguindo?



E precisava perguntar? Se me olhasse um pouco mais a baixo do meu umbigo, poderia ter a certeza de que estava conseguindo mexer com todos os meus sentidos, e eu estava quase perdendo a cabeça.
Anahí soltou uma gargalhada gostosa e caminhou até meu guarda-roupa, tirando de lá um vestido branco que deixava um pedaço de suas costas à mostra. Enquanto colocava, eu fiquei imaginando como seria tira-lo, ou então uma dança sensual, onde ela mesmo tirava me instigando e me deixando ainda mais louco do que já estava. Ela soltou o vestido apertado, que delineava seu corpo e deixava todas as suas curvas ainda mais chamativas. Neguei com a cabeça e virei- me de bruços para não perder minha cabeça, ou então perderíamos a Ceia.



- O que foi? – riu – Deve estar louco para tirar meu vestido, acertei?



Ela não fazia ideia.



- ô se estou – suspirei – Vai, amor, coloca o sapato e vamos, antes que não te deixe mais sair daqui.
Não ouvi sua resposta apenas senti seus lábios em minha nuca suavemente. Todos os pelos do meu corpo ficaram em pé, e se sua intenção era não me provocar, estava falhando. Eram quase 21h, mas eu estava quase esquecendo os convidados e a jogando naquela cama.



- Amor, não faz assim – murmurei, quase sem voz – Daqui a pouco dona Ruth vem nos pegar pela orelha.



Anahí riu e eu logo senti a cama se mexer. Assim que ela se sentou, percebi que era a hora de dar-lhe o presente. Eu sentia meu coração disparar só de pensar no que falaria. Não queria que fosse algo dito rápido, queria deixar as palavras fluírem. Queria que Anahí gravasse aquela noite para o resto de sua vida, pois eu a guardaria.



Fiquei ainda alguns minutos sentado ao sua lado, enquanto ela colocava uma pulseira que combinava com sua tornozeleira, e brincos que estavam ao lado da cama. Na verdade, ela usava aquele conjunto quase todos os dias. E esse foi mais um motivo de ter comprado aquele presente. Combinava com a tornozeleira, o colar, a pulseira, os brincos, o anel, e com ela. Meiga e sensível, apesar de forte e marrenta.



Ela se levantou caminhando até a sapateira e retirou duas sandálias altas rosa, que combinava com o vestido. Assim que colocou, pude ver que empinava sem bumbum ainda mais, e deixava-me mais louco.



- Amor? – chamei, enquanto sentia meu coração disparar – Pode sentar aqui um instante?



Anahí se sentou novamente ao meu lado, lançando-me um olhar indefinido. Tinha curiosidade neles, mas no fundo continha de certa forma, medo e receio. Acho que tanto ela quanto eu, não nos dávamos bem quando a pessoa dizia querer conversar com a gente.



- Aconteceu alguma coisa, amor? – perguntou intrigada – Parece nervoso.



Ela me analisava em todos os ângulos possíveis, me fazendo sorrir por ver seus olhos percorrer meu rosto inteiro, tentando talvez encontrar alguma resposta para a sua pergunta. Sorri quando mirou meus lábios, fazendo-a nos selar e sorrir em seguida.



- Aconteceu – disse e ela franziu o cenho – Aconteceu você na minha vida.



Sua feição mudou drasticamente, e por um segundo vi um alivio em seu rosto claramente. Selei nossos lábios, e aproveitando que estava de olhos fechados, coloquei a caixinha em sua mão, e a soltei. Anahí nos afastou olhando-me surpresa e abaixou a cabeça para poder ver o que estava segurando. Seus olhos voltaram de encontro aos meus, e eu apenas sorri, querendo passar segurança de que ela iria gostar do que estava ali dentro. Não era algo surreal ou assustador, era apenas uma lembrança. Queria me marcar em sua vida de alguma forma.



- O que é isso? – mordeu o cantinho dos lábios, voltando a analisar a caixinha, como se quisesse adivinhar o que estava ali dentro.



- Eu não tenho dinheiro para comprar alianças, são caras demais – disse envergonhado – Eu até fui ver, mas ainda não dá para comprar, por mais que eu esteja ganhando bem com o seu pai.



Não era um salário muito alto, mas depois que Ricardo me subiu de cargo, deixando-me além de motoboy, seu braço direito também, passei a receber um pouco mais que o salário de antes, e como era registrado, ganhava um pouco mais que um salário mínimo. Chegava à mil e trezentos reais, mais considerando que eu ajudava minha mãe a manter a casa, não tinha como gastar dinheiro a mais com outras coisas. Eu guardava uma parte caso precisasse algum dia. Para caso alguma urgência, mesmo, e a outra parte dava para minha mãe pagar as contas.



- Não tem problema, meu amor. Você me deu seu coração, não precisava de mais nada – sorriu – Isso já bastava.



E lá estava ela me quebrando com poucas palavras, e me deixando absolutamente aparvalhado. Eu estava com tudo na ponta da língua. Tudo o que eu sentia, para poder expor, junto com o presente, mas ela me fez esquecer tudo com o que me disse. Se antes eu já estava apaixonado, naquele momento então, meu sentimento triplicou.



Respirei fundo para me recompor, e sorri, tentando me lembrar do que falaria.



- Você me fez esquecer o que falaria – sorri – Passei a tarde toda ensaiando, e agora tudo sumiu – pausei por alguns segundos, e ela me respeitou o meu tempo – Amor, esse foi o motivo de ter saído antes de te levar para ver sua mãe. Me desculpa, eu só queria te dar esse presente ainda essa noite. Como disse, não tenho dinheiro para te dar uma aliança como gostaria, mas achei uma coisa que eu pude comprar. Coube no meu bolso – sorri – Bem, não sei se vai gostar, mas eu achei a sua cara. Comprei algo parecido para mim, também, mas o meu é um chaveiro que já coloquei na chave da moto – olhei para a caixinha e passei a mão em sua coxa – Abre, vida.



Anahí me deu uma última olhada, e abriu a caixinha devagar. Seus olhos arregalaram ao ver o que tinha ali, e logo vi uma lágrima escorrer antes mesmo de pegar nas mãos.



- Amor... – murmurou, ainda estagnada. Com os olhos grudados no presente.



Era uma pulseira folheada a ouro, mas nada muito cara. Havia nossas iniciais, e no meio do A e do A, grudados, havia um símbolo do infinito e um coração.



- Gostou? – perguntei e ela me olhou – Meu amor por você é infinito.


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Autor(a): anyeponcho

Esta é a unica Fanfic escrita por este autor(a).

Prévia do próximo capítulo

Anahí narrando: Ar, era tudo o que eu precisava naquele momento. Eu não conseguia enxergar nada além do Alfonso e seu sorriso estonteante na minha frente. As lágrimas deixavam minha visão turva, mas mesmo assim conseguia enxergar cada detalhe seu, e fiquei ainda mais apaixonada com o jeito que me olhava, como se esperasse alguma resposta m ...


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Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 246



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  • degomes Postado em 16/08/2019 - 07:06:00

    Contínua 🙏

    • anyeponcho Postado em 27/08/2019 - 11:29:34

      Continuei =)

  • AnaCarolina Postado em 11/08/2019 - 18:54:57

    Mas como assim gente? Me diz que esse exame foi alterado

    • anyeponcho Postado em 27/08/2019 - 11:30:28

      Será? Vamos saber o que aconteceu daqui a alguns capítulos... Só digo uma coisa: a história é AyA, então....

  • AnaCarolina Postado em 30/07/2019 - 09:17:33

    Aaaaah esse momento é todinho meeeeu Continua

    • anyeponcho Postado em 04/08/2019 - 16:52:08

      =) Foi pequenininho o poste, mas, mais tarde tem mais ;)

  • luananevess Postado em 28/07/2019 - 21:35:41

    Continua

    • anyeponcho Postado em 04/08/2019 - 16:51:23

      Continuando.... =)

  • AnaCarolina Postado em 07/07/2019 - 22:19:16

    Continuada <3

    • anyeponcho Postado em 18/07/2019 - 23:37:48

      Postei 2 vezes hoje &#128512;

    • AnaCarolina Postado em 07/07/2019 - 22:19:44

      Continua* hehehe

  • AnaCarolina Postado em 10/06/2019 - 18:36:10

    Caramba, que merda! Não vejo a hora de tudo se resolver de vez :'(

    • anyeponcho Postado em 14/06/2019 - 17:07:20

      Eu também :) Mas, infelizmente vai demorar um pouquinho pra acontecer

  • AnaCarolina Postado em 10/06/2019 - 13:59:58

    Oláaaa já já vou ler os capítulos e volto pra comentar <3

  • AnaCarolina Postado em 04/05/2019 - 00:05:27

    Cadê você?

    • anyeponcho Postado em 14/05/2019 - 20:49:51

      Volteiiiii!!! Passei por uns momentos ruins, mais agora estou de volta =)

  • AnaCarolina Postado em 09/04/2019 - 21:51:48

    Tadinha da Mai :(

  • AnaCarolina Postado em 31/03/2019 - 22:43:19

    Que bom que apesar de tudo o Ricardo entendeu e não demitiu ele... Continua



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