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Fanfic: Os Opostos Se Completam | Tema: AyA Rebelde Opostos


Capítulo: Capítulo 114

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Alfonso narrando:



Resumo minha noite em: maravilhosa. Acho que foi o melhor Ano Novo desde que meu pai saiu de casa. Consegui distrair Anahí e consequentemente acabei me distraindo também. Não me liguei nas tristezas que sempre me pegava pensando nesses dias de comemorações. Estava me sentindo realmente completo e inteiro. A energia era renovada toda vez que nos abraçávamos ou simplesmente nos olhávamos.



Pela primeira vez, eu não conseguia me imaginar sem alguém que não fosse minha mãe. Era como se Anahí fosse o meu chão, e sem ela eu simplesmente estava perdido, sem ter nem como andar. Confesso que ainda tinha medo de que ela fosse para Londres, principalmente nesses dias que estava em crise com seu pai. Sinceramente meu coração doía só de imaginar essa possibilidade.



Nossa noite foi ótima. Dado ainda fazia suas palhaçadas, mais que o normal. Mas devido a bebida exagerada, já estava começando a ofender. Era o limite em que sabíamos que era hora de colocá-lo debaixo do chuveiro. Bingo também já havia passado dos limites, mas ao contrário do Dado, ele Bingo chorava. Estava quase no nível de choro. Lembrava da briga com Victória e se arrependia, mesmo que já estivessem se resolvido. Cris e eu éramos os únicos do quarteto que estavam sóbrios. Eu não precisei me entreter com nada, porque tinha minha loirinha ao meu lado. Tomei apenas duas latinhas de cerveja e brindei na hora de romper o ano, nada mais. Cris também fez isso, pois não saia do celular com a Angelique. Até esqueceu de beber.



Eram duas horas da manhã quando todos resolveram ir. Uns ficaram na rua, outros foram para suas casas. As mães de família já tinham ido embora, os mais jovens e ainda dispostos, tinham ficado pela rua. Dado e Bingo foram arrastados até suas casas para tomar banho. Estavam sem condições de continuarem na farra.



Se fosse há um ano atrás, eu ainda estaria acordado bebendo em alguma parte daquela casa ou da rua. Provavelmente partiria para a balada que tinha a duas quadras dali, e voltaria às quatro da manhã onde continuaria com a minha festa particular ou na pedra no final da rua, ou na casa de alguma garota.
Aquele ano ao contrário do que estava acostumado, quando todos se despediram, minha mãe e Mai deram boa noite e foram dormir. Miguel tinha caído de sono no sofá há mais ou menos uma hora,e então Any e eu subimos para o meu quarto depois de atacarmos um sorvete de pistache que Bingo havia levado e que a branquinha tanto amava.



Pensei que fossemos dormir, por mais que não quisesse. Durante a festa inteira eu só imaginava Anahí sem aquele vestido. Tentava imaginar o que vestia por debaixo, e até a cor: considerando o vestido, imaginava algo bem sexy e sensual, branco para combinar. Estava ficando louco só de pensar, mas não iria forçar a barra, até porque o dia tinha sido puxado e já estava tarde.



Enquanto Anahí foi ao banheiro, arrumei a cama, desliguei a luz e deixei a televisão ligada para quando voltasse. Como não tinha ar condicionado, mas estava calor demais, liguei os dois ventiladores que tinha no quarto, e comecei a me despir.



-Amor? – Anahí abriu metade da porta e colocou somente a cabeça para fora – Desliga a televisão e liga o abajur.



Fiquei intrigado com o seu pedido, e até a interroguei, mas ela apenas repetiu sua frase, deixando no ar o por que daquilo. Coisa que não tinha feito antes. Geralmente até gostava de assistir televisão comigo antes de dormir, e somente depois, quando o sono estava nos consumindo que eu desligava e acendia o abajur.



Tirei a camiseta, a calça e os sapatos e coloquei no canto do computador. Desliguei a televisão manualmente mesmo e acendi o abajur. Fiquei sentado cerca de dois minutos esperando que saísse do banheiro para que pudesse escovar meus dentes. Mas, quando a porta abriu, acabei tendo uma surpresa enorme. Confesso que se tivesse problemas no coração, cairia duro sem nem esperar que se aproximasse. Ofeguei e arfei enquanto Anahí me encarava da porta do banheiro com uma cara maliciosa, que me deixou completamente duro.



- Caraca! – sussurrei, perdido em seu corpo. Senti seu coração disparar somente por ver sua imagem. Seu corpo estava coberto apenas por uma lingerie pequenina e branca como havia imaginado. A calcinha continha dois lacinhos ao lado do corpo, o que imaginei ser fácil para arrancar. O sutiã era tomara que caia, o que também facilitava demais. Mordi o lábio inferior e levantei-me, indo de encontro a ela.



Anahí deu uma volta, ainda usando seus sapatos com saltos que a deixava ainda mais sensual, e me olhou com o lábio entre os dentes. Em um gesto de pura maldade, soltou vagarosamente e caminhou até a mim com uma cara de safada como jamais tinha visto antes.



Estava perdendo todos os sentidos só de imaginá-la em meus braços. Antes mesmo que pudesse tocá-la, senti meu membro pulsar dentro da cueca, passando-me a impressão de que furaria a qualquer momento. A maldade da branquinha foi tão grande que quando eu me aproximei querendo colar nossos corpos de uma vez por todas, ela simplesmente se afastou e colocou as mãos espalmadas próximas ao meu peito, mas sem entender sua intenção.



- Pode ficar paradinho ai, que hoje quero testar meus dotes de sedução.



Eu queria poder dizer que ela era sexy e sedutora demais e que não precisava me maltratar daquela maneira, mas não tive palavras para enfrenta-la. Seu corpo me deixou embasbacado demais para que eu pudesse formular alguma frase inteira sem gaguejar. Parei a olhando, enquanto Anahí ainda me lançava aquele olhar inexplicável. Fiquei ainda mais mole quando ela se aproximou, mandando erguer meus braços ao alto da cabeça. Tentei protestar, mas ela colocou o indicador em meus lábios impedindo-me de continuar falando.



- Deitei-se, mas continue com as mãos ao alto da cabeça, moreno – autoritária, disse com uma voz tão firme, que me deixou até surpreso.



Com certeza Anahí estava tentando me matar.



- Branquinha... – engoli em seco, e senti sua mão me empurrar, sentando-me na cama – Poxa, amor, não judia assim vai?! – fazer voz melosa não funcionou nada, porque seu olhar ferroz estava impedindo-a de ser romântica. Por um segundo vi uma Anahí selvagem que jamais tinha visto antes, mas confesso que estava gostando.



- Não discute, Alfonso – franziu o cenho – Ou vou te prender na cama!



Fiz o que ela mandou, mas confesso que não foi fácil. Eu queria poder tocá-la, mas toda vez que tentava ou arqueava meu corpo para que pudesse vê-la melhor, Anahí me impedia, e ameaçava novamente me amarrar na cama. Respirei fundo e mordi o lábio, fechando os olhos com força.
Fiquei ali sentindo-me exposto, semi-nu. Não estava constrangido, porque era a minha mulher ali e não tinha espaço para timidez. Mas não saber o que Anahí faria comigo daquela maneira, imóvel com as mãos para o alto, estava me matando. Toda vez que pensava em questionar, parecia que Any lia meus pensamentos, pois balançava a cabeça negativamente e continuava a me olhar como se fosse me devorar.



- Branquinha...- tentei novamente com a voz fraquejando, mas não resolveu. Anahí continuava irredutível, e eu a ponto de estourar minha cueca com a barraca completamente armada.



Vi em seus olhos o puro desejo. Os meus estavam da mesma forma, mas também estava ficando nervoso por não poder tocá-la e ainda não ser tocado. Eu queria que ela fizesse logo o que tinha em mente para acabar com a minha tortura, mas ela estava gostando disso. Estava gostando de me ver de mãos atadas e agoniando.



De repente ela caminhou até a mesinha que ficava perto da janela, no lado da cama onde dormia, e pegou uma pequena vasilha. Como era transparente, pude ver que o conteúdo era verde, e logo deduzir ser sorvete de pistache.



A filha da mãe pegou sem que eu pudesse ver.



Aquilo me deixou com muito mais tesão do que antes, só de imaginar o que aquilo poderia acontecer com o sorvete, a sua língua e o meu corpo. Arrepiei-me completamente só de imaginar a cena que comecei a esperar ansioso desde que ela se aproximou da cama.



- Eu amo esse sorvete, e amo você – mordeu o lábio inferior – Uma boa combinação, não acha?
Engoli em seco, enquanto a olhava profundamente. Eu queria poder devorá-la com todo o tesão que estava sentindo.



- Não judia, Any – ofeguei – Por favor!



Anahí pareceu me ignorar completamente. Continuou se aproximando de mim com aqueles olhos repletos de desejo e malícia que confesso estar gostando bastante. Mas ainda não posso deixar de repetir que me sentia agoniado por estar imobilizado. Sem poder nem me mexer sem receber seu olhar repreensivo.



- Judiar, amor? De maneira alguma – gargalhou e sentou-se na altura de minha cintura. Sem que eu esperasse, sua mão entrou em contato com meu membro por cima da cueca, onde sem pudor algum, acariciava de maneira alucinante e completamente enlouquecedora.



Fechei meus olhos e continuei sentindo seus delicados apertos por toda minha extensão do meu membro, sentindo-o pulsar e pedir por ela. Arfei abrindo os olhos, deixando com que o tesão transparecesse por meio deles. Se bem que era só notar o meu estado que qualquer pessoa poderia notar o quão desesperado eu estava. Eu precisava senti-la. Precisava estar dentro dela.



- Amor, eu quero...



- Sh! – interrompeu-me rapidamente, enquanto sua mão ainda agia por cima do pano da cueca boxer branca – Quero comer minha sobremesa, posso?



Apenas balancei minha cabeça em sinal de concordância e engoli em seco novamente, só de imaginar sua boca agindo ao meu favor e me descontrolando por inteiro. Sem pressa, vi minha cueca ser calmamente puxada para baixo, enquanto nossos olhos continuava com uma conexão única, rara de se ver em qualquer casal. Levantei meu quadril e a Anahí terminou por arrancá-la e jogá-la em alguma parte do quarto que nem eu mesmo vi.



- Está prontinho, amor – sorriu maliciosamente ao ver o quão duro eu estava – Hum, delicioso e apetitoso.



Senti meu rosto queimar de desejo. Eu estava tão maluco, que quase a agarrei derrubando-a na cama com pote de sorvete mesmo. Sem me preocupar com o que pudesse sujar.



- Amor... – sentei-me na cama querendo tocá-la, mas sua mão me empurrou bruscamente, fazendo-me ir para trás novamente – Quero te tocar, poxa – bati na cama, quase sem paciência, levando-a a rir – Me toca então. Estou ficando louco, Any!



Anahí simplesmente gargalhou sem pena de mim. Mas, acho que fazer um pouco de drama acabou resolvendo um pouco, pois logo senti sua mão me tocar, me tirando da terra em um segundo. Com uma colher de sobremesa, ela passou o sorvete por toda extensão do meu membro e lambeu quando estava prestes a escorrer. Senti uma corrente elétrica alucinante, por conta do gelado do sorvete e quente de sua língua. Eu queria poder gritar, de tão extasiado que estava, mas nem isso eu pude por conta do gelado do horário e de todos que já estavam dormindo. Anahí repetiu o procedimento, mas logo abandonou o potinho, deixando apenas a quentura de sua pequena boca agir contra minha pele. Revirei os olhos no minuto em que ela soprou a cabeça, e o colocou novamente na boca, dando chupadas que me estremeceram por inteiro.



- Não para, amor! – desesperado, arqueei meu corpo, mas logo soltei na cama. Any se encaixou no meio de minhas pernas, acertando-se melhor e continuou com os movimentos da mão direita e boca. Seus olhos ainda estavam nos meus, mas eu mal conseguia abri-los. O mais perturbador foi tentar urrar baixinho para que ninguém escutasse.



E a deliciosa tortura continuou por minutos que eu estava amando. Aquela garota sabia exatamente as armas que usar para fazer um oral altamente gostoso. Sua boca e os movimentos eram algo que me levou ao paraíso rapidamente. Sinceramente me perguntei novamente onde tinha aprendido tudo aquilo. Se tinha sido o primeiro garoto que ela fizera o oral como disse na primeira vez que fez em mim, estava sabendo demais. Nem as meninas mais experientes com quem estive antes, não fazia algo bom assim. Eu queria poder eternizar aquele momento, mas cheguei ao ápice sem muito esforço. Anahí engoliu meu liquido e fez aquela careta peculiar que fazia toda vez.



- Não precisa engolir se não gosta – ri – Deixa-me te tocar agora?



- Ainda não – beijou novamente meu membro. Anahí se sentou em cima dele com as pernas paralelas ao meu corpo, e deu uma pequena rebolada tentando me animar novamente. Curvou seu corpo e me beijou, enquanto segurava minhas mãos para que ainda não a tocasse.



Não estava fácil aquilo. Eu tinha gostado da surpresa e até de ser sua sobremesa, mas esperar por ordens para poder tocá-la, era realmente a coisa mais agoniante. Eu sentia aquelas benditas borboletas no estômago e o coração acelerado, tentando descobrir o que viria a seguir.



O beijo continuou ainda mais perturbador, e foi então que lembrei-me ter visto Anahí beber algumas taças de champanhe a mais do que eu ou qualquer pessoa daquela festa. Ela estava alegre, e revelando ser uma mulher que jamais tinha visto antes. Sem pudor, repleta de tesão e com os desejos tão aflorados que nem conseguia se segurar. Nem mesmo por poucos minutos. Mas, não posso ser hipócrita. Estava gostando daquele jeitinho todo dominador, mesmo que eu estivesse me sentindo uma donzela indefesa agoniada por querer tocar em algo que não tinha permissão.



Seu corpo se remexia ao som de uma música que vinha da rua, e aquilo estava me acendendo mais e mais. Quando percebeu que eu estava quase pronto novamente, sorriu maliciosamente, e colocou minhas mãos nos laços de sua calcinha.



- Pode tirar – sussurrou em meus lábios – Sou toda sua.



Não precisou que falasse duas vezes, invertir rapidamente nossas posições a derrubando ao meu lado da cama e sustentei meu corpo em meus braços para não machucá-la. Desamarrei o lado direito vagarosamente, enquanto seu corpo se contorcia na cama a espera do meu toque. Depois fui para o lado esquerdo e desamarrei. Puxei o pedaço de pano e joguei para trás depois de cheirá-la e sorrir para Any que revirou os olhos e riu. Balancei minha cabeça negativamente e peguei uma camisinha na mesinha ao lado. Abri o pacote com os dentes e desenrolei em meu membro, o encapando com pressa e urgência.



- Preciso estar em você – disse duro, fazendo seu corpo estremecer – Hoje não dá para ter preliminares, branquinha!



Sem avisar, encaixei-me em suas pernas e forcei para dentro sem dó de primeiro momento. Estava tão louco para tê-la que somente depois, ao vê-la de olhos apertadinhos que percebi o bruto que tinha sido. Curvei-me até seu rosto e selei nossos lábios levemente.



- Machuquei, amor?- acariciei sua intimidade – Desculpa, estava ficando maluco, cara! Não faz essas coisas de me deixar sem te tocar.



- Não – sorriu – Continua, moreno. Também estou louca aqui – suspirou – Forte, amor! Hoje quero bem forte.



Irreconhecível era a palavra que definia Anahí aquele dia. Ainda me perguntava se era ela mesmo, ou uma irmã gêmea perdida que eu desconhecia.



Balancei minha cabeça não acreditando no que ouvia, e gargalhei. Movimentei meu corpo a estocando forte da maneira que pedia, e curvei meu tronco para beijá-la. Anahí arrancou minhas costas e gemeu contra meus lábios. Movimentei-me ainda mais forte, e ela soltou um pequeno grito que pareceu ser involuntário. Não tive forças para pedir que abaixasse o tom. Confesso que amava ouvir seus gemidos. Era como se me desse a consciência do quanto de prazer que proporcionava a ela, e me deixava com mais tesão ainda.



- Que gostoso – murmurou – Mais forte!



- Eita, mina – mordi seu pescoço – Que delicia! Minha gostosa.



Continuei os movimentos enquanto beijava seu pescoço. Anahí arranhou minha nuca e mordiscou o lóbulo da minha orelha. Afundei o rosto em seu pescoço e arfei, diminuindo um pouco os movimentos para recuperar o fôlego.



- Tira meu sutiã, amor – sussurrou – Estou queimando.



- Lembre-me de não deixá-la beber tanto da próxima vez – ri - Está muito assanhadinha, viu?



Anahí movimentou o quadril e passou suas pernas em volta da minha cintura, apertando seus saltos no meu bumbum.



- Só contigo – mordeu meu pescoço – Mexe seu corpo, Alfonso! Poxa...



Soltei uma gargalhada contra sua pele e me movimentei novamente, fazendo-a gemer novamente. Mas, dessa vez ela controlava ao máximo para não se empolgar muito no volume. Arfei e dei algumas estocadas fortes, quase chegando em meu ápice, mas ela não chegava.



- Vêm comigo, amor. Não aguento por muito tempo! – beijei seus lábios – Minha gostosa.



Tirei seu sutiã apenas o deixando abaixo dos seios e beijei seus mamilos, deixando ainda mais eufórica e agitada. Ela arqueava, gemia, arfava e ofegava enquanto se movimentava comigo. Não estava mais aguentando quando finalmente ela gozou, e então acabei me liberando enquanto afundava meu rosto em seu pescoço.



- Qualquer dia tu me mata – arfei – Acho que precisamos de um banho, loirinha!



Anahí negou com a cabeça e continuou respirando pesado. Levantei-me da cama e a peguei no colo, nos direcionando ao banheiro.



Nosso banho não foi muito demorado, porque ambos estávamos morrendo de sono. Escovamos nossos dentes, colocamos nossas roupas de dormir e nos deitamos rapidamente por debaixo do lençol fino. Anahí se deitou por cima de mim e colocou o rosto em meu peito. Abracei seu corpo e depositei um beijo no topo de sua cabeça.



- Boa noite, branquinha.



- Boa noite, amor – bocejou – Durma com Deus.



Beijei novamente sua cabeça e fechei meus olhos, sentindo o sono me dominar aos poucos.



- Você também, loirinha! – sorri – Obrigado por estar comigo.



- Eu te amo – foi a última coisa que ouvi antes de pegar no sono.


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Autor(a): anyeponcho

Esta é a unica Fanfic escrita por este autor(a).

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Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 246



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  • degomes Postado em 16/08/2019 - 07:06:00

    Contínua 🙏

    • anyeponcho Postado em 27/08/2019 - 11:29:34

      Continuei =)

  • AnaCarolina Postado em 11/08/2019 - 18:54:57

    Mas como assim gente? Me diz que esse exame foi alterado

    • anyeponcho Postado em 27/08/2019 - 11:30:28

      Será? Vamos saber o que aconteceu daqui a alguns capítulos... Só digo uma coisa: a história é AyA, então....

  • AnaCarolina Postado em 30/07/2019 - 09:17:33

    Aaaaah esse momento é todinho meeeeu Continua

    • anyeponcho Postado em 04/08/2019 - 16:52:08

      =) Foi pequenininho o poste, mas, mais tarde tem mais ;)

  • luananevess Postado em 28/07/2019 - 21:35:41

    Continua

    • anyeponcho Postado em 04/08/2019 - 16:51:23

      Continuando.... =)

  • AnaCarolina Postado em 07/07/2019 - 22:19:16

    Continuada <3

    • anyeponcho Postado em 18/07/2019 - 23:37:48

      Postei 2 vezes hoje &#128512;

    • AnaCarolina Postado em 07/07/2019 - 22:19:44

      Continua* hehehe

  • AnaCarolina Postado em 10/06/2019 - 18:36:10

    Caramba, que merda! Não vejo a hora de tudo se resolver de vez :'(

    • anyeponcho Postado em 14/06/2019 - 17:07:20

      Eu também :) Mas, infelizmente vai demorar um pouquinho pra acontecer

  • AnaCarolina Postado em 10/06/2019 - 13:59:58

    Oláaaa já já vou ler os capítulos e volto pra comentar <3

  • AnaCarolina Postado em 04/05/2019 - 00:05:27

    Cadê você?

    • anyeponcho Postado em 14/05/2019 - 20:49:51

      Volteiiiii!!! Passei por uns momentos ruins, mais agora estou de volta =)

  • AnaCarolina Postado em 09/04/2019 - 21:51:48

    Tadinha da Mai :(

  • AnaCarolina Postado em 31/03/2019 - 22:43:19

    Que bom que apesar de tudo o Ricardo entendeu e não demitiu ele... Continua



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