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Fanfic: Os Opostos Se Completam | Tema: AyA Rebelde Opostos


Capítulo: Capítulo 116

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Anahí narrando:




-Parabéns à você, nesta data querida, muitas felicidades, muitos anos na minha vida – ouvi um cantar longe, parecia estar dentro do meu sonho. Continuei de olhos fechados e logo senti beijos por toda a extensão das minhas costas. Percebi que estava nua e logo me lembrei da noite maravilhosa que tive anteriormente.



Alfonso sabia me levar até as nuvens sem esforço algum.



Abri os olhos lentamente e vi uma bandeja bem ao seu lado, posta sobre a cama e repleta de guloseimas que me encheu os olhos. Fiquei satisfeita somente por ver tanta coisa deliciosa que tinha ali. Desde frutas, até doces que eu amava e Poncho sabia muito bem disso. Leite com achocolatado e bolacha passatempo era o que mais me atraiu. Tínhamos os mesmo gosto. Incrível.



Curvei-me até alcançar seus lábios e dei um beijo casto, deixando apenas o meu agradecimento expresso naquele gesto. Não prolonguei o beijo. Estava sem comer e o hálito matinal não ajudava muito. Alfonso também não havia escovado seus dentes, mas ainda tinha o gostinho de enxaguante bucal da noite anterior. E confesso que mesmo que estivesse com o pior dos hálitos, eu jamais teria nojo. Amo Alfonso de qualquer forma. Até mesmo com o seu orgulho ultrapassa o amor, ou ele me irrita.



- Obrigada, meu amor – selei nossos lábios – Você não existe. Eu te amo tanto.



Alfonso selou nossos lábios novamente e colocou a bandeja em meu colo.



- Também te amo muito – sorriu – Agora coma que hoje o dia promete.



Tomamos o café com uma calma, como se o mundo fosse nosso e as horas nos esperariam. Eu ainda tinha um almoço para ir, e um jantar que minha mãe inventou como sempre fazia nos aniversários. Somente com os parentes mais próximos e amigos íntimos. Mas naquele momento, sem nem saber que horas eram, não me importava. Poderia pedir para que o mundo desse uma pequena parada no tempo só para curtir aquele delicioso café da manhã junto com o meu amor. Curtindo aquele clima agradável, e comida na boca.



Assim que terminamos, Alfonso colocou a bandeja ao lado da cama e se levantou com o olhar distante. Eu não sabia o que iria fazer, mas sentia cheiro de armação. Poncho era simplesmente surpreendente. Não dava para adivinhar o que se passava por dentro de sua cabecinha. Os neurônios pareciam tramar algum plano mirabolante, e eu ansiava para saber o que era.



O segui com os olhos enquanto caminhava até a pequena gaveta que havia na mesinha do computador. Alfonso abriu, pegou duas caixinhas e a fechou novamente. Caminhando até a cama, seus olhos não mirava os meus. Pela primeira vez parecia tímido com alguma coisa. Pela primeira vez parecia um garoto assustado, com receio do que poderia acontecer ou do que eu acharia sobre seus presentes.



- Amor, - sentou-se de frente para mim, deixando suas pernas cruzadas sobre a cama, e me entregou a primeira caixinha de cor vermelha – eu queria te dar algo realmente valioso. Algo que você mereça, que guarde para você mas ao mesmo tempo tenha um significado só nosso, como o da pulseira, que tenho o chaveiro. Hoje cedo eu acordei para comprar o seu presente, e minha mãe me chamou em seu quarto. O que tem ai dentro era da minha vó materna. Ela tinha ganhado do meu avô, e foi passado para minha mãe quando ela morreu. Era como o símbolo do amor dos meus avós, entende? Para eles era valioso, espero que...



Selei nossos lábios o interrompendo e sorri.



- Tenho certeza que irei amar. Mesmo que for somente um papel dizendo “eu te amo” – sorri, levando-o a sorrir também – Posso abrir?



Alfonso assentiu com aquele sorriso malandro que eu tanto amava brincando em seus lábios.


Cuidadosamente abri a caixinha e me deparei com um Pingente de coração, que era gravado com as palavras “amor eterno”. Percebi que tinha uma abertura, e ao abrir me deparei com uma foto nossa. Eu de um lado do coração e ele do outro. Joguei-me em seu pescoço emocionada e o enchi de beijos.



- Obrigada! Eu amei, vida! Amei!



Alfonso me puxou para o seu colo, depositando beijos pelo meu pescoço, enquanto eu ainda me encontrava perdida com o presente. Eu não esperava algo tão significativo assim, ainda mais por ele ter confiado à mim algo tão precioso e de família. E não precioso por ser caro ou de brilhante, e sim por ser algo sentimental, dos seus avós: aquilo era uma prova de amor, e me deixou muito emocionada.



- Ainda não acabou, não! – sorriu daquela maneira malandra – Essa segunda caixinha é mais uma prova do meu amor. Só tire-o quando não me amar mais.



Peguei a caixinha de sua mãe e abri. Era um colar de coração prata. Realmente lindo. Entre todos os presentes que tinha ganhado desde o Ano Novo, não sabia dizer qual era o melhor. Talvez o mais emocionante fosse o de seus avós, mas mesmo assim eu não sabia escolher qual gostei mais. Estava emocionada, e totalmente sem palavras. Se pudesse resumir o que senti em uma palavra, acho que seria: extasiada. Ou talvez: Ainda mais apaixonada. Se antes eu já amava Alfonso, depois da musiquinha de aniversário e de todos os presentes, eu amava ainda mais. Não por ser presentes, e sim pelos significados de cada um.



Abracei Alfonso tão fortemente, que ouvi uma grunhida baixa, que me fez soltá-lo rapidamente. Acho que tinha colocado força demais, sem medir. Eu queria apenas demonstrar o quão maravilhada estava com tudo que ele tinha me feito. E não digo me referindo somente àquele dia, e sim desde que apareceu em minha vida e com poucas palavras me fez crescer.



- Obrigada – funguei – Eu realmente não precisava de mais nada, Poncho, tudo o que eu queria era nós dois, para sempre.



- E terá, meu amor – sorriu – No que depender de mim, terá. Se Deus quiser.



Colei nossos lábios e expressei toda a emoção do momento somente naquele ato. Nossas mãos batalhavam para ver em que parte do corpo do outro elas ficariam. Nossas línguas se remexiam e tudo se tornava muito melhor conforme os momentos que passavam. Havia uma sintonia incrível entre nós, e a cada beijo eu tinha mais certeza disso. Tínhamos uma ligação única, talvez ninguém pudesse entender, somente nós dois. Eu sentia como se o conhecesse há tanto tempo. Como se fosse do meu sangue ou mais profundo que isso. Se antes eu acreditava em amor de almas, com o passar do tempo ao lado do Alfonso, eu acreditava muito mais.



Assim que encerramos o beijo, Alfonso apenas me alertou que se passava das dez e que às 13h eu tinha um almoço com o doutor Ricardo Portilla, o destemido. Como não quis me atrasar, antes mesmo de descer, tomei um banho demorado com direito a lavar os cabelos e até a alma. Alfonso me acompanhou no banho, mas não fez nada. Apenas ficou fazendo suas palhaçadas e mais me atrapalhava do que deixava-me tomar banho.



Trinta minutos quase que redondos, saímos do banheiro e fomos nos arrumar. O dia pedia um vestido soltinho e florido, mas a moto do Alfonso me impedia disso. Como ele me levaria até o restaurante, optei por um shorts jeans, camiseta regata branca e um all star também branco. Alfonso colocou uma bermuda preta, uma regata branca e tênis preto. Passamos perfume, penteamos os cabelos e depois de fazer uma maquiagem leve e colocar alguns acessórios, descemos de mãos dadas.



Fui recepcionada com tanta demonstração de afeto ao chegar na sala, que me emocionei como poucas vezes antes. Na minha casa, era acolhedor os abraços que me davam nessa época festiva, mas ali com eles, eu me sentia realmente da família. Sentia que aqueles sim eram abraços amorosos. Eu me sentia parte deles, de cada realmente. Como se os conhecessem há séculos.



Após muitos abraços, beijos e agradecimentos de minha parte, Alfonso resolveu me levar para dar uma volta antes de irmos ao encontro do meu pai. Fomos tomar sorvete na mesma sorveteria que a mulher havia dado em cima dele, mas dessa vez ela não estava lá. Foi algo realmente tranquilo, somente nós dois e o amor que sentíamos. Nenhuma palavra que eu dissesse naquele momento, poderia realmente expressar o que eu estava sentindo. A explosão de felicidade que eu estava por dentro, ia além das palavras. Além do que alguém pudesse imaginar. Eu me sentia bem, no lugar certo. Não estava mais deslocada e não era mais a menininha que almejava a atenção do meu pai. Eu tinha a atenção do homem da minha vida e da sua família que eu tanto amava. Até mesmo seus amigos passaram a ser meus, e o mais surpreendente... Maite, a qual nos dávamos muito bem.



Assim que terminamos nossos deliciosos sorvetes, Alfonso pagou a conta e fomos para a pedra no final de sua rua. Ainda eram 11h41m, e tínhamos um tempinho para passarmos juntinhos enquanto não chegava o almoço.



Sentei na pedra com a sua ajuda, e Alfonso sentou-se por trás de mim, me acolhendo em seus braços. Posso dizer que a sensação era maravilhosa, e eu só pedia para o tempo diminuir seus passos.
A vista de lá de cima não era nada muito “uau”. Era apenas a rua por todos os ângulos, e as pessoas que ali passavam. Algumas crianças brincavam ali perto, e havia uma música ecoando de uma das casas que não dava para distinguir direito qual era. Mas estava gostoso. Maravilhoso, diga-se de passagem. Tudo por estarmos nós dois juntos, abraçados.



- Quem diria – comentou ele, como se estivesse com seus pensamentos distantes- Não imaginei estar assim contigo depois de todos os meses que passamos juntos e separados.



Confesso que eu também não. As brigas foram tantas, que teve momentos que eu simplesmente pensei que éramos apenas lembranças. Quando fui para Londres já sabendo de seus sentimentos, pensei em não voltar mais nem depois de dois anos. Queria esquecer tudo o que havíamos passados juntos. Tudo o que construí e o sentimento que juntos descobrimos conforme o passar do tempo. Jamais imaginei ficar com alguém tão marrento e orgulhoso como Alfonso, mas posso dizer que Deus me deu a pessoa certa.



- Eu também não – virei meu rosto para o lado, e sorri – Confesso que a última vez que fui para Londres, pensei que não fossemos mais ficar juntos. Pensei que não existisse mais nós dois.



- Confesso que eu também – entortou os lábios – Me doeu pra caramba quando me vi sem você. E não era somente ir até a Zona Sul e implorar para que voltasse, você estava do outro lado do oceano.



Abaixei minha cabeça sem saber o que dizer, e respirei fundo.



Comecei a imaginar como seria minha vida sem ele, e um frio percorreu minha espinha. Era doloroso só de pensar. Doeu meu corpo inteiro, imaginando não ter mais seu toque, seus lábios nos meus, e uma vida completamente distante da sua.



- Não quero mais ficar sem você, amor! – disse em um fio de voz, sentindo meu peito doer.



Alfonso apertou seus braços ao redor do meu corpo e beijou meu pescoço.



- Não vai. Eu também não quero mais ficar sem você, cara – respirou fundo – Dói demais.



- Não vamos mais brigar, não é? – virei meu rosto novamente para o lado – Digo, como aconteceu a semana retrasada? Ninguém vai se meter na nossa vida, promete?



- O que depender de mim, prometo, amor. Já disse que prometo – beijou meu rosto – Mas você tem que confiar mais em mim. Quando eu disser que não fiquei com a tal garota, é porque não fiquei. Não sou a pessoa mais correta do mundo, mina, mas não te pediria em namoro se fosse para trair.



Suas palavras fizeram me arrepender do que tinha feito no passado recente. Me arrependi de não ter acreditado nele quando disse que não tinha me traído. Quase estraguei nosso namoro por uma burrada minha, por me deixar levar pela minha amável irmã, e isso eu não conseguia esquecer. Não podia lembrar, que me doía o peito de um jeito inimaginável.



- Prometo – fiz bico, levando-o a nos selar. Virei um pouco mais de lado e Alfonso colocou o braço debaixo da minha cabeça, apoiando-o em sua perna para que pudesse melhor me olhar. Selei nossos lábios novamente, e quando dei por mim, já estávamos aprofundando o beijo.



Sua mão direita enrolou-se em meu cabelo como se fosse arrancá-los. Coloquei minha mãe esquerda em sua nuca, e cravei a unha com cuidado para não machucá-lo. Nossas línguas se enrolavam e esbarravam com tanta calma, que pareceram eternos. Enquanto o sol do quase meio-dia nos recepcionava, continuávamos a nos envolver naquele profundo sentimento sem medo de quem pudesse ver. Podíamos escutar algumas risadinhas de crianças, e até algumas fofoquinhas sobre o nosso beijo ali, no meio de todo mundo. Mas com o Alfonso, eu não pensava em mais nada e nem queria pensar. Mal me importavam as pessoas a nossa volta. Seus braços eram como escudos, e eu mal conseguia ouvir qualquer outra coisa que não fosse o som do nosso beijo e do meu coração acelerado.



Só nos separamos por falta de ar, mas continuamos com as respirações aceleradas e a testa coladas por um bom tempo, até Miguel nos despertar com uma de suas perguntas meio sem nexo, ou um tanto bizarra. Bom, para a sua idade era normal aquele tipo de curiosidade, mas para nós quase adultos, foi engraçado escutar.



- Mano, eu posso beijar a menininha assim?



Alfonso arregalou os olhos me olhando, e eu apertei os lábios para não rir. Mia que estava ao seu lado, apenas sorriu sem graça e saiu correndo em direção a casa de um dos amiguinhos deles, onde estavam brincando. Miguel ainda permaneceu ali esperando sua resposta ansioso, enquanto usava seu melhor e maior sorriso.



- Ainda não. – respondeu Alfonso – Por enquanto é só selinho. Você poderá beijá-la só quando tiver uns quinze anos.



Neguei com a cabeça e soltei a gargalhada que até então estava presa na garganta.



Era engraçado o modo como Poncho falava. Como se realmente Miguel fosse dar seu primeiro beijo somente com 15 anos. Se nem Alfonso fez isso. Aliás, o meu foi com 14, que dirá Miguel sendo irmão de quem era. Só não precisava dar um beijo daqueles aos cinco anos de idade.



- Selinho? – ergueu as sobrancelhas – Aquele que eu dou na mãe?



- Sim. Só encostando os lábios. Assim – Alfonso tocou meus lábios e olhou novamente para o Miguel – Viu?



Miguel assentiu e saiu correndo atrás da Mia que já estava no portão novamente. Realmente os lábios dos dois foram colados, mas como Alfonso tinha aconselhado, foi somente o encostar dos lábios.



- Olha só o que ensina ao garoto – ri, negando com a cabeça – Está levando-o para o mal caminha, moreno.



Alfonso gargalhou levantando sua cabeça para trás, mas logo voltou a me encarar.



- Desde quando beijar é mal caminho, hein? – dito isso, nem esperou minha resposta. Apenas colou nossos lábios em um beijo casto, calmo, tranquilo. Algumas vezes até tentava acelerar o compasso, mas eu tentava controlar ao máximo, justamente por causa das crianças. Sorte ter sido o Miguel a nos interromper a nos interrogar sobre o beijo, se fosse qualquer outra criança talvez pudesse ser constrangedor.



- Temos que ir – disse, com nossos lábios ainda pressionados – Já devem ser quase 13h, amor.



Contrariado, Alfonso selou novamente nossos lábios e me ajudou a descer da pedra. Entrelacei nossos dedos, e fomos para a sua casa. Dei um toque final na maquiagem e me despedi de todos. Ruth ao saber que ia almoçar com o Ricardo, ficou um pouco nervosa, mas não disse nada. Desconversou quando Alfonso a questionou e subiu para o seu quarto.



A semana seguinte do ano novo, ela passou assim... Descia somente para cuidar dos afazeres, e como estava de férias, seu lugar preferido da casa passou a ser seu quarto. Parecia uma abelha em seu casulo. Até eu que não tinha uma convivência grande com ela, estranhei. Ruth estava estranha, distante, e mal sorria. Vivia passando mal, ou afastada de todos. Uma vez a peguei conversando sozinha com a mão na barriga, mas quando perguntei o que tinha acontecido, ela simplesmente disse que gostava de conversar sozinha.



Ainda tentávamos descobrir, mas nem ela, e nem Maite que passava a maior parte do tempo ao seu lado, não queriam contar. Então só nos restava aceitar sua decisão e rezar para não ser nada.
Saímos de sua casa e subimos na moto já com o capacete. Com tantos carros, trânsito e faróis fechados, acabamos chegando quase vinte e um minutos depois do tempo combinados. Aliás, que Alfonso combinou com Ricardo. Sua moto foi estacionada na calçada, e eu tirei meu capacete, virando-me de frente para Poncho que continuava em sua moto.



- Por favor, desce comigo! – implorei pela milésima vez. Eu não queria ter de encontrar meu pai sozinha, depois de tanto tempo sem nos ver. Mas Alfonso estava irredutível. Dizia que não. Que era um assunto de pai e filha, e eu tinha que resolver sozinha.



Às vezes era chato ter um namorado tão racional quanto ele. Um pouco de sentimentalismo não faria mal.



- Não, amor. Já disse – selou nossos lábios – Isso é entre vocês, eu não vou me meter. Quando terminarem, me liga que vou te esperar na casa da Angel. Já até combinei com ela.



A casa da Angelique era mais perto do restaurante, pois ficava na Zona Sul. Realmente era bem mais fácil que esperasse lá, do que voltar quilômetros até sua casa. Christian amou a ideia, pois ficaria com sua amada, fazendo companhia para Alfonso.



- Você é chato – fiz bico, e ele riu – Depois nós temos que ir até minha mãe.



- Tu que manda, aniversariante – selou nossos lábios – Vai lá, acho que seu pai deve estar pensando que você desistiu.



Considerando que o senhor Ricardo era irritantemente pontual, realmente deveria ter pensado que eu não iria. Bom, ele conhecia muito bem os meus atrasos, mas talvez por estarmos sem nos falar por quase um mês, ele poderia mesmo ter pensado que não iria mais me encontrar com ele.



Respirei fundo e selei nossos lábios.



- Tchau, amor. Deus o acompanhe – nos selei pela última vez.



- Amém, fique com Deus – sorriu – Boa sorte, vida – colocou o capacete e ligou a moto.



Ainda esperei que desse a costumeira buzinada antes de partir, e após acenar me virei para o restaurante, sentindo todos os músculos do meu corpo se contrair. Meu coração estava tão acelerado, que quase tive um infarto em cima do tapete peludo que estava escrito “ bem vindo”. E a cada passo que dava dentro do restaurante, tudo piorava. Confesso que pensei em desistir quando encontrei seus olhos mirando os meus em uma mesa mais ao fundo do restaurante.


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Autor(a): anyeponcho

Esta é a unica Fanfic escrita por este autor(a).

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Alfonso narrando: -E ela como está? – perguntou Angelique, enquanto entrávamos em sua casa. Cris ainda não estava lá. Tinha ligado cinco minutos antes de eu chegar, e avisou Angelique que ia chegar um pouco mais tarde por causa de um imprevisto com seu pai. Assim que entramos, me arrependi no ato de ter dito que esperava Anahí em s ...


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Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 246



Para comentar, você deve estar logado no site.

  • degomes Postado em 16/08/2019 - 07:06:00

    Contínua 🙏

    • anyeponcho Postado em 27/08/2019 - 11:29:34

      Continuei =)

  • AnaCarolina Postado em 11/08/2019 - 18:54:57

    Mas como assim gente? Me diz que esse exame foi alterado

    • anyeponcho Postado em 27/08/2019 - 11:30:28

      Será? Vamos saber o que aconteceu daqui a alguns capítulos... Só digo uma coisa: a história é AyA, então....

  • AnaCarolina Postado em 30/07/2019 - 09:17:33

    Aaaaah esse momento é todinho meeeeu Continua

    • anyeponcho Postado em 04/08/2019 - 16:52:08

      =) Foi pequenininho o poste, mas, mais tarde tem mais ;)

  • luananevess Postado em 28/07/2019 - 21:35:41

    Continua

    • anyeponcho Postado em 04/08/2019 - 16:51:23

      Continuando.... =)

  • AnaCarolina Postado em 07/07/2019 - 22:19:16

    Continuada <3

    • anyeponcho Postado em 18/07/2019 - 23:37:48

      Postei 2 vezes hoje &#128512;

    • AnaCarolina Postado em 07/07/2019 - 22:19:44

      Continua* hehehe

  • AnaCarolina Postado em 10/06/2019 - 18:36:10

    Caramba, que merda! Não vejo a hora de tudo se resolver de vez :'(

    • anyeponcho Postado em 14/06/2019 - 17:07:20

      Eu também :) Mas, infelizmente vai demorar um pouquinho pra acontecer

  • AnaCarolina Postado em 10/06/2019 - 13:59:58

    Oláaaa já já vou ler os capítulos e volto pra comentar <3

  • AnaCarolina Postado em 04/05/2019 - 00:05:27

    Cadê você?

    • anyeponcho Postado em 14/05/2019 - 20:49:51

      Volteiiiii!!! Passei por uns momentos ruins, mais agora estou de volta =)

  • AnaCarolina Postado em 09/04/2019 - 21:51:48

    Tadinha da Mai :(

  • AnaCarolina Postado em 31/03/2019 - 22:43:19

    Que bom que apesar de tudo o Ricardo entendeu e não demitiu ele... Continua



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