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Fanfic: Os Opostos Se Completam | Tema: AyA Rebelde Opostos


Capítulo: Capítulo 144

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Alfonso narrando:



Aquele sábado já estava sendo estressante antes mesmo de começar. Acordei com a minha mãe passando mal, enquanto Miguel esperneava querendo ver Fábio e me culpando por ter prometido que iria levá-lo até ele, e não ter cumprido. Me culpou também por ter terminado com a Anahí, mais uma vez. Mesmo eu repetindo o que disse da última vez, ele não quis saber. Fez birra, chorou, e me culpou por Fábio ter saído de casa. Sei que não fez por mal, Miguel era apenas uma criança e não sabia da missa metade, mas ainda assim doeu. Suas palavras, sendo ingênuas ou não, eram palavras duras... E caiu em mim como tijolos. Doeu sim, não nego. E a culpa caiu ainda mais sobre meus ombros.



Encontrei com Bingo no portão de casa, onde tentava espairecer com um cigarro na mão e mil pensamentos na cabeça, e fui com ele até sua avó. Como eu amava aquela mulher! Ela tinha o poder de nos acalmar, de fazer nossos problemas diminuírem. Seu sorriso doce, tirava certa forma, um pouco da dor que sentíamos. Ela era uma avó para mim também. Sempre que podia, acompanhava Bingo até sua casa, para poder visita-la e poder usufruir de suas vibrações positivas.



Lá na casa da sua avó, pude me divertir um pouco, e esquecer de tudo que me agoniava durante esse quase um mês. Ri muito com a crise de ciúmes que Marcelo teve ao ver outro homem em sua casa. Ri com a bronca que ela deu, e até o modo como o velhote saiu da casa quase como um fugitivo. Acho que estava morrendo de medo do moreno musculoso que conseguia impor respeito. Bom, só pela aparência, porque era uma manteiga derretida. Só tinha pose de manchão, mas era impossível de matar até mesmo uma mosca.



Tomamos um delicioso e farto café da manhã, e depois sentamos-nos no sofá, enquanto sua avó foi trocar de roupa. Ai meu mundo desabou novamente. Com apenas uma mensagem de Angelique, pude sentir meu peito se abrir bruscamente, como se alguém muito cruel colocasse a mão dentro de uma ferida e a apertasse sem anestesia. Angel avisou que Anahí estava delirando e chamando meu nome com quase 40 graus de febre. Não posso negar que doeu muito saber daquilo. Foi inevitável sentir vontade de estar lá com ela, a acalmando como faria em outras circunstâncias, mas dessa vez não fiz nada. Apenas respondi sem demonstrar muita emoção, que não iria a lugar algum. Que Anahí procurou ficar com febre. Se não tivesse negado o DNA, nada disso teria acontecido. Ela estava apenas sofrendo suas consequências. As consequências de suas escolhas. Não foi fácil dizer aquilo. Não sou tão frio assim para não me sentir mal, mas foi inevitável. Anahí realmente procurou aquilo tudo, ouvindo a sua mãe, ao invés de fazer logo a droga do exame para ver se éramos mesmo irmãos os não.



Dona Amélia desceu do seu quarto oferecendo seu colo para mim e Bingo, dois bebês bobões chorando no colo de uma senhora de 65 anos que já tinha passado por tanta coisa na vida, que para ela coração partido nem deveria doer tanto assim. Era até idiota de nossa parte chorar por amores, perdidos em seu colo, já que perdeu um amor de uma forma que não poderia ter de volta nem se lutasse por isso. Perdeu seu companheiro de vida toda por causa de um câncer de estômago. Depois de tudo que sofreu para cuidar do senhor Aldofo, ainda o perdeu. Pensou que ele estava bem, que logo teria alta, e então em um dia recebeu o telefonema do hospital para comparecer lá. E aí recebeu a pior notícia. Mas ela foi forte. Deu a volta por cima, e ainda consolou seus filhos e netos que estavam abalados demais para agir com racionalidade naquele momento.



Eu era pequeno assim como Bingo, mas me lembro muito bem daquele dia. Eu não entendia porque todos choravam e dona Amélia não, e minha mãe me respondeu que ás vezes quando amamos muito uma pessoa, precisamos ser forte para que ela seja feliz. O senhor Adolfo realmente estava feliz, porque não estava sofrendo mais com a sua doença, e então dona Amélia também estava, pois não sofria mais ao ver seu marido tão vulnerável por causa da doença.



Amar é mesmo uma troca.



Eu até tentei contar minha história para dona Amélia, mas não consegui, as lágrimas não deixaram. Ainda doía demais conversar sobre Anahí. Ainda mexia demais comigo. Mas, como uma boa conselheira, disse apenas para eu deixar meu orgulho de lado e fazer o que no fundo eu queria. Sem pensar se a pessoa merece ou não, assim eu me sentiria aliviado. Bem, ela acabou dizendo tudo o que precisava ouvir. E eu apenas tinha dito “ela está com febre, e eu não sei se quero vê-la.”



Ficamos a manhã inteira chorando nossa pitangas como garotinhos assustados. Marcelo contou tudo o que tinha acontecido antes de estarmos ali, e eu senti sua dor. Ele amava tanto a Victória, e teve que terminar por não aguentar mais sofrer. Estranho, não? Contraditório. A única pessoa que pode te fazer sorrir, é também a única que te faz chorar. Não dá para entender essas coisas do coração. Pensei que talvez não tivesse vindo ao mundo para amar, porque... Ô coisa complicada!



Assim que o chororô acabou, dona Amélia levantou-se dizendo que iria fazer o almoço. Ficamos Bingo e eu novamente. Os dois depressivos, que não podíamos nem pensar em nossas meninas que já dava vontade quase incontrolável de chorar. Era inevitável. Quando dava por mim, estava com os olhos repletos de lágrimas embaçando minha vista.



Respirei fundo e passei a mão no rosto tentando me recompor. Bingo pegou seu celular que vibrava feito louco na mesinha de centro e me olhou de cenho franzido. Atendeu falando o nome da pessoa em alto e bom tom. Tive a impressão que era apenas para me provocar, ou aguçar minha curiosidade. Confesso que me senti desconfortável. Me remexi no sofá, mas não consegui me concentrar em nada. Era a Angelique, e por mais chateado que eu estivesse com a branquinha, eu ainda a queria bem. Estava preocupado. Precisava saber seu estado.



-Vou falar com ele, Angel – disse Bingo, me olhando novamente – Mas não tenho certeza de que queira ir. Sabe como é orgulhoso e se acha o dono da razão então...



Tomei o telefone de sua mão sem dar tempo de dizer mais nada. Levantei-me e caminhei até a área da frente. Marcelo ria de mim feito um idiota. Com certeza estava tentando me provocar, e conseguiu. Eu estava ficando maluco sem saber como estava Anahí.



- Oi. Sou eu – confesso que fiquei nervoso. Não sei explicar muito bem o que estava sentindo. Era Angelique querendo me ver, ela me procurando. Mas assim mesmo eu tive medo de que me mandasse ir às favas por não querer ver a branquinha.



Coloquei a mão na nuca, nervoso. Angelique levou cerca de cinco minutos para responder, e posso dizer que me deixou ainda mais nervoso.



- Esquece seu orgulho, por favor. Esquece o que fez Anahí e você brigarem de um jeito tão devastador assim, mas eu imploro... Ricardo implora... – pausou – Poncho, faz uma semana que Any só sabe chamar seu nome. Por favor, estamos preocupados. Vêm vê-la. Te imploro. A febre não abaixa – choramingou. Meu coração sofreu uma queda, e eu me senti o pior idiota naquele momento.



Tudo ainda era muito recente. As palavras me doíam, a atitude que teve me magoava mais e mais toda vez que pensava, mas não podia negar que meu coração estava partido só de imaginar Anahí chamar meu nome e sofrer com a febre alta. Apesar de tudo, ela ainda era o amor da minha vida, não dava para simplesmente ignorá-la.



- O Fábio está ai? – eu não queria ter de vê-lo. Nem ele e nem Regina. Acho que seria como esfregar em minha cara que os dois estavam cobertos de razão.



- Não. Ele foi comprar o remédio para baixar a febre dela – fungou – Uma das várias tentativas, né? O médico quer interná-la. Só não levou hoje, porque eu pedi um dia para poder te convencer. Se você não vier, amanhã ela já estará no hospital, assim como combinei com o médico da família dela – pausou – Perde o orgulho, Poncho. Só dessa vez. Tenta esquecer tudo, por favor. Se você ama sua branquinha mesmo, e eu sei que ama, venha. Ou então depois não se culpe.



Dona Amélia apareceu na sala no mesmo instante em que minhas lágrimas reapareceram. Abaixei minha cabeça e permiti que o primeiro soluço saísse alto. Escapou, fazendo com que Bingo me abraçasse, e Angelique dissesse repetidas vezes para eu perder o orgulho, que também estava sofrendo. Vovó sorriu, e eu engoli em seco, finalmente chegando a uma conclusão. Eu precisava agir, ou perderia minha menina da pior maneira. Perderia como dona Amélia perdeu o senhor Adolfo. Da maneira mais dolorosa e irreparável.



- Eu vou – disse, quase em um sussurro. Nem sabia se Angelique tinha ouvido – Me espere que daqui a pouco chego aí.



Não deu tempo nem para ela responder. Passei novamente o telefone para o Bingo, e me levantei desesperado para partir para a zona sul. Bingo ainda falou mais alguns minutos com a Angelique, tentando acalmá-la. Assim que desligou o celular, entregou-me a moto e disse para eu ir, que me esperava em sua casa. Eu ainda tentei protestar, mas por fim acabei aceitando. O ônibus demoraria um século e eu não tinha dinheiro para pegar táxi.



- Você está fazendo a coisa certa – dona Amélia beijou meu rosto – Lembre-se que mesmo Anahí não sendo mais sua, o coração dela ainda é seu. Você terá de cuida-lo até deixar de ser – sorriu – Vá, filho. Depois nos conte se ela melhorou.



- Obrigado – beijei sua testa – Por tudo! – olhei para Bingo – Valeu, irmão, daqui a pouco trago sua moto.



Bingo apenas sorriu, e então eu sai feito um louco de sua casa, para finalmente encontrar meu amor, e ver com meus olhos como estava seu estado de saúde.




Cheguei na casa da branquinha cerca de cinquenta minutos depois. Apesar de ir feito um louco costurando os carros como sempre fazia, ainda encontrei um trânsito, por causa de um acidente que tinha acontecido, e parou uma boa parte da avenida principal.



Estacionei a moto na calçada e toquei a campainha inúmeras vezes. Deixando de lado a parte que dizia que Anahí não merecia. Eu estava sendo movido pela minha emoção, como poucas vezes permiti. Meu orgulho realmente estava longe de mim, sobrava apenas espaço para minha completa emoção de querer vê-la, tocá-la. Confesso também que estava morto de medo de que ela não resistisse a tanta febre. A culpa seria minha, talvez, não suportaria a culpa. Como se já não bastasse tudo o que estava acontecendo, ainda mais isso para complicar nossas vidas.



Foi atendido pela Elisabeth que já me reconheceu acho que apenas por me ver pela câmera do interfone. Abriu o portão, e eu corri até a porta que já estava aberta por ela. A cumprimentei com um beijo no rosto e voei para dentro da casa sem nem pedir licença. Subi de dois em dois degraus. Caminhei até a porta de seu quarto que estava entreaberta, e entrei, sem nem comunicar minha entrada.



Fábio estava sentado ao lado da Any. Ricardo na cabeceira da cama acariciando seus cabelos e com o telefone na mão, chorando. Angelique estava sentada nos pés, e Christopher deitado na cama com ela, abraçando-a fortemente. Parecia realmente que estava entrando em seu último estágio, o que me desesperou ainda mais. Caminhei lentamente até a cama e parei nos pés, olhando-a e sentindo uma enorme vontade de chorar. Ricardo se levantou rapidamente, permitindo que eu me aproximasse ainda mais. Apenas o cumprimentei com a cabeça, e então me sentei ao seu lado.



- Saia daqui, seu moleque! – vociferou, Fábio – Não percebe que isso tudo é culpa sua? Anahí...



- Ela está mal, tio – interrompeu, Christopher – Está chamando pelo Alfonso, então por favor, deixa ele. Se tem algum culpado aqui nessa história toda, é você e minha mãe, não inverta o jogo.



Ricardo se aproximou de Fábio e apenas com um olhar duro, mandou sair do quarto com ele. Angelique os acompanhou, e logo Christopher acabou saindo, pedindo apenas para eu ter cuidado com ela, que era sua joia preciosa. E era a minha também.



Anahí chamava meu nome repetidas vezes. Pedia para eu não abandoná-la e assumia sua culpa por não ter feito o exame de DNA. Pedi até desculpas, e isso tudo com os olhos fechados, inconsciente. Parecia nem notar quem entrava e saia de seu lado, e acho que nem tinha percebido a minha presença. Continuava a repetir “Alfonso, amor, não me deixa. Volta. Por favor, volta!” Confesso que isso doeu muito ouvir, Anahí poderia não merecer, e isso tudo ser sua culpa, mas eu jamais deixaria aquela situação passar despercebida. Apesar de tudo, eu a amava tanto, que todos os meus ossos pareciam doer. Se eu pudesse estaria no seu lugar, com febre alta, só para não ver naquele estado lamentável em que se encontrava. Realmente era de partir o coração.



Deitei-me ao seu lado e a abracei forte, puxando-a completamente para deitar em meu peito. Depositei inúmeros beijos em sua cabeça e um em sua testa, enquanto acariciava suas costas com as pontas dos meus dedos.



- Estou aqui, meu amor – sussurrei em seu ouvido – Fica calma, está tudo bem agora!



Any mexeu seu rosto em meu peito, mas ainda assim pareceu estar fora de si. Não estava em sua normal consciência. Falava com ela, mas não obtinha nenhuma reação. Era angustiante, mas eu não desistiria. Gastaria todas as minhas forças, mas se ela chamava meu nome, a traria de volta e acabaria com aquele febre.



Repeti novamente que estava com ela, e que não a deixaria. Foram dez minutos de angustia e quase desistência, até que ela ergueu sua mão até minha orelha, e apertou levemente o lóbulo como sempre fazia até pegar no sono. Beijei sua testa e a apertei mais em mim.



- Acorda, vida! Vamos... – sussurrei em seu ouvido – Estou aqui com você. Acorda, por favor.



- Alfonso... Amor... – sussurrou – Amor, amor – uma lágrima escorreu de seu rosto, caindo diretamente em meu peito. Tirei sua mão direita da minha orelha e levei até meus lábios, depositando um beijo leve.



- Eu estou aqui, meu amor – beijei novamente suas mãos. Respirei fundo, recuperando o ar que me faltava, e tentando prender minhas lágrimas. Doía muito vê-la daquela maneira. Doía demais. Já não conseguia achar palavras o suficiente para acalma-la e fazê-la volta a sua consciência. Tudo o que eu tentava parecia inútil. Ela estava distante dali, apenas movimentando sua mão e chamando meu nome.



- Meu moreno – sussurrou. Seus lábios curvaram-se em um sorriso pequeno. Não o bastante para que parecesse feliz, mas o suficiente para iluminar meu coração. Era o sorriso dela, e isso bastava,
- Estou aqui – uma lágrima fujona escapou de meus olhos, caindo em nossas mãos unidas. Respirei fundo novamente, e senti seu corpo movimentar-se levemente por cima do meu.



Seus olhos abriram rapidamente, mas não durou muito. Logo se fecharam novamente, deixando-me ainda mais apavorado. Sua respiração estava tranquila, foi isso que me acalmou um pouco, mas ainda assim fiquei atento a toda sua reação. A simplesmente tudo.



A coloquei ao meu lado e abracei de conchinha, deixando sua orelha ao meu alcance. Beijei atrás e rocei meu nariz em seus cabelos.



- Ainda sou o mesmo, bobo apaixonado, se eu estou errado não quero nem saber – sussurrei em seu ouvido – Eu só sei que a vida é mais colorida com você – Anahí parecia mais calma, mais ainda permaneceu quieta, sem reagir. A apertei em meu corpo e entrelacei nossos dedos na frente de seu corpo – Eu não consigo sentir raiva de você, meu amor. Você errou muito. Mas estou aqui – suspirei – Volta pra mim, chega dessa brincadeira de febre, por favor. Eu estou aqui. – beijei seu rosto – Sempre vou estar.



Fechei meus olhos e comecei a rezar para que ela ficasse bem. Não sei por quanto tempo estive velando seu sono. Anahí parou de me chamar, e pareceu estar em um sono mais tranquilo. Acabei dormindo também.


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Autor(a): anyeponcho

Esta é a unica Fanfic escrita por este autor(a).

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Anahí narrando: Abri meus olhos lentamente, sentindo uma dor de cabeça imensa, coisa que jamais senti antes na vida. O sol parecia estar sumindo, deixando apenas alguns rastros de luzes, e um céu meio rosado que dava para ver dali de onde estava deitada. Meu corpo inteiro doía, como se eu tivesse sido atropelada ou caído de uma escadaria d ...


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Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 246



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  • degomes Postado em 16/08/2019 - 07:06:00

    Contínua 🙏

    • anyeponcho Postado em 27/08/2019 - 11:29:34

      Continuei =)

  • AnaCarolina Postado em 11/08/2019 - 18:54:57

    Mas como assim gente? Me diz que esse exame foi alterado

    • anyeponcho Postado em 27/08/2019 - 11:30:28

      Será? Vamos saber o que aconteceu daqui a alguns capítulos... Só digo uma coisa: a história é AyA, então....

  • AnaCarolina Postado em 30/07/2019 - 09:17:33

    Aaaaah esse momento é todinho meeeeu Continua

    • anyeponcho Postado em 04/08/2019 - 16:52:08

      =) Foi pequenininho o poste, mas, mais tarde tem mais ;)

  • luananevess Postado em 28/07/2019 - 21:35:41

    Continua

    • anyeponcho Postado em 04/08/2019 - 16:51:23

      Continuando.... =)

  • AnaCarolina Postado em 07/07/2019 - 22:19:16

    Continuada <3

    • anyeponcho Postado em 18/07/2019 - 23:37:48

      Postei 2 vezes hoje &#128512;

    • AnaCarolina Postado em 07/07/2019 - 22:19:44

      Continua* hehehe

  • AnaCarolina Postado em 10/06/2019 - 18:36:10

    Caramba, que merda! Não vejo a hora de tudo se resolver de vez :'(

    • anyeponcho Postado em 14/06/2019 - 17:07:20

      Eu também :) Mas, infelizmente vai demorar um pouquinho pra acontecer

  • AnaCarolina Postado em 10/06/2019 - 13:59:58

    Oláaaa já já vou ler os capítulos e volto pra comentar <3

  • AnaCarolina Postado em 04/05/2019 - 00:05:27

    Cadê você?

    • anyeponcho Postado em 14/05/2019 - 20:49:51

      Volteiiiii!!! Passei por uns momentos ruins, mais agora estou de volta =)

  • AnaCarolina Postado em 09/04/2019 - 21:51:48

    Tadinha da Mai :(

  • AnaCarolina Postado em 31/03/2019 - 22:43:19

    Que bom que apesar de tudo o Ricardo entendeu e não demitiu ele... Continua



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