Fanfics Brasil - A realidade da Guerra O Mundo de Dunas

Fanfic: O Mundo de Dunas | Tema: Futuro apocalíptico, guerra, aventura


Capítulo: A realidade da Guerra

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“Eu não acredito que o Nilo foi levado” disse Azul quando chegaram ao alojamento.


“Eu também não… o que a gente vai fazer?” Branco respondeu de cabeça baixa.


“Não há o que fazer, eu acho, a gente precisa esperar ele voltar” Branco não concordava com o que ouvia de Azul. Afinal seu irmão estava perdido na guerra, lutando contra o inimigo que ameaçava a vida de todos e ele se sentindo como um rato escondido.


“Mas e se a gente fosse lutar também, atrás dele, ajudar a derrotar a Liga…” ele respondia com brilho nos olhos. Mesmo tendo medo de perder seu irmão, agora que ele já havia sido chamado, o desejo de se juntar à ele superava qualquer coisa.


“Mas Branco, a Liga praticamente já cumpriu seu propósito de tomar as nações livres daqui e já seguem para os outros continentes, o que esse exército está fazendo agora… o que eles fizeram com o Nilo… é desespero, eles não tem como lutar mais.” As palavras de Azul eram muito angustiantes para serem ditas, mas mais ainda para serem escutadas. Branco ignorou.


“Nós podemos vencer, Azul! Você acha que o mundo todo vai ficar parado, assistindo a Liga atacar as nações livres de todos os continentes?” Branco deu uma pausa e respirou, “Nós precisamos achar o Nilo, quando eles vierem podemos nos oferecer, nós perguntamos onde está o Nilo e vamos atrás.” Branco falava com fé em seu plano.


“Como que vamos encontrar ele Branco, não tem jeito, a gente também é muito jovem ainda, não vão nos aceitar como recrutas. Fora isso, no exército não vão nos dar a coordenada do Nilo, os recrutas vão pra onde forem escalados” Azul parou de falar e olhou para baixo antes de continuar, “a gente já perdeu o Nilo, não vamos perder um ou outro”. Branco não sabia o que fazer diante disso, espera ter recebido apoio do irmão em sair da fazenda mas não tinha pensando nas complicações, agora, as preocupações de Azul brotavam nele também.


“Azul…” Branco parou uns instantes “já quase não tem mais homens adultos para serem levados, a qualquer momento eles podem voltar, a gente precisa lutar” Branco levantou a cabeça e olhou para o irmão gêmeo “você também sabe o que eles estão fazendo com as colônias longe da costa, como essa… se eles chegarem a gente não pode deixar que nos escravizem e destruam tudo.”


“Ah…” Azul suspirou, “se isso acontecer aqui…” ele sentia o perigo pairando sobre sua cabeça, mas sem esperança de alguma solução “vem, vamos falar de outra coisa, o… o seu uniforme!” Azul apontou, instintivamente Branco colocou suas mãos por cima como se escondesse o macacão verde do irmão.


“É… parece que não sou tão inteligente como você afinal…” disse Branco, que ficou aliviado em deixar o assunto inacabado “você já entrou na Escola de Oficio há um ano e meio, muito antes dos outros alunos da nossa idade né? Agora que entrei, fui selecionado como aprendiz de plantador...” Sua expressão era mais de vergonha do que de tristeza, “tinha tanta gente, eles colocaram os filhos dos funcionários mais importantes primeiro e quando chegou minha vez eles nem estavam mais olhando para os alunos, só indicando para as aulas de plantador” Branco falava isso enquanto se abaixava pra tirar os sapatos.


“Ah mas não tem importância” disse Azul “em uns anos eu vou me formar em programação, nós vamos ter uma vida melhor…” e meio sem jeito deu dois tapinhas no ombro de Branco, que respondeu rindo:


“Mas não vem achar que eu queria um curso de nerd igual o seu” Azul ficou corado, mas riu também e acertou um soco de leve no ombro irmão, onde tinha dado os tapinhas antes. Com isso os dois começaram a tirar os uniformes para se vestir para dormir, quando sentou na cama, Azul falou “queria estudar o que então?”


Branco bufou enquanto deitava e disse fechando os olhos:


“Eu queria o treinamento para ser vigilante na fazenda”.


-


No dia seguinte, haviam passados poucos minutos da aurora quando o sinal tocou para os alunos da Escola de Oficio acordarem, se arrumarem e descerem para o café. Azul já estava de pé em poucos instantes, já havia se acostumado com a rotina há mais de um ano. Branco ainda não tinha conseguido acordar. Para ajudar o irmão, azul cutucou o pé do gêmeo, que gemeu e se enrolou na cama. Azul ficou no quarto até conseguir fazer o irmão levantar e foi correndo para a casa de banho, no andar de baixo, onde já havia uma fila enorme.


Branco havia se levantado meio deprimido, não queria ir tomar banho, ele não via lógica em se limpar e ir estudar no meio da terra o dia inteiro. Com muito custo, se levantou e vestiu o macacão, que havia jogado debaixo da cama na noite anterior e saiu para o refeitório.


Ele foi descendo as escadas pelos corredores curvos do prédio, o refeitório não ficava muito longe dos alojamentos, mas há três andares de distância. Ao chegar na porta, viu que o salão estava muito cheio, mas à alguns metros ele reconheceu os cabelos pretos  e volumosos caindo às costas de uma estudante da sua idade.


“Imeri! Imeri!” ele chamava enquanto se apressava em direção à garota. Ela havia se virado, revelando os olhos verdes e a pele negra brilhante, dourada no sol. Ela usava um uniforme da Escola de Ofício também, mas esse era uma camisa branca acinturada, com um emblema bordado e uma calça preta. Era o uniforme próprio para os estudantes auxiliares de administração. Para a surpresa de Branco, depois de olhá-lo dos pés à cabeça, a garota fez uma expressão de profundo desapontamento.


“Imeri…” Branco falou, já próximo da estudante, que se virou e se sentou entre dois rapazes do mesmo curso. “Imeri!” Branco disse colocando a mão no ombro da garota. Os dois rapazes vira e se levantaram, virando-se para Imeri em seguida.


“Ele está te incomodando Imeri?” A garota acenou que sim, os rapazes então bloquearam ela da vista de Branco, que sem saber o que fazer, ficou em pé olhando por alguns segundos e saiu quando começou a sentir o sangue esquentar seu rosto.


Branco procurou uma mesa vazia, ele acho uma no fundo, onde se sentou. Sozinho na mesa ele respirou profundamente e tentou entender o que havia acontecido, mas nos minutos que teve para pensar não conseguia acreditar que aquilo tudo tinha relação com seu curso de plantador. Ele pensava se Imeri realmente seria tão mesquinha.


Azul chegou pela porta com os cabelos molhados, vestido de jaleco. Ele também reconheceu Imeri, sabia que ela e o irmão eram mais que amigos próximos, mas estranhou não achar Branco com ela. Continuou procurando e o encontrou no fundo do salão.


“Por que você está tão vermelho? Não é possível que em tão pouco tempo já estava em uma briga…” Azul parou de falar quando percebeu o olhar triste do irmão. “O que aconteceu?”


Branco não queria responder, ele preferiu deixar sua mochila na cadeira, se levantar e mudar de assunto, “Vamos ou não pra fila da comida?”


“Vamos…” Azul respondeu, surpreendido com a atitude. Apesar disso, o gêmeo programador não se conformava em não saber o que havia acontecido com o irmão. Os dois caminharam pelo fundo do salão até a lateral, onde a fila se formava e entraram no final. Já no meio da fila, Azul não aguentou esperar e garantindo que ninguém estava ouvindo e que o irmão não iria fugir, voltou ao assunto. “Agora você tem que me falar o que aconteceu…” Branco havia ficado vermelho novamente, com a cabeça abaixada começou a falar num tom quase inaudível:


“A Imari, ela me viu assim” disse apontando para o macacão do curso de plantador, “ela se virou… não falou comigo…” sua voz falhava, não de choro, mas de raiva, “não tem por que eu virar um plantador, eu quero lutar, nós devíamos ir embora Azul”.


“O Nilo trabalhou muito pra gente poder viver aqui e estudar” Azul encarava o gêmeo enquanto falava “mesmo estudando para ser plantador você não vai se matar na lavoura como ele fazia sem ter estudado” deu uma pausa para continuar, Branco mantinha a cabeça baixa e não queria olhar nos olhos do irmão “estudando você vai ser melhor empregado no cultivo, cuidando de alguma estufa ou como almoxarife... ou mesmo como chefe da lavoura” e completou “E não é por que você levou um pé na bunda dela que vamos ir pra guerra” Azul evitou ser muito duro nas palavras, vendo que o irmão não respondia, ele continuou:


“O que você acha Bran…”.


“Chegou a nossa vez” disse Branco, já alcançando o longo balcão onde entregavam as duas refeições. Uma senhora com o olhar gentil entregava um prato, que devia ser devolvido assim que comessem, nele vinha arroz com legumes, uma porção de carne e um pedaço de queijo. Em seguida, uma próxima senhora, com o olhar mais duro, checava os estudantes uniformizados e entregava uma pequena caixa de metal, ela era dividida em três partes. Em um compartimento vinha uma laranja. No outro muitos biscoitos, geralmente eram puros, mas naquele dia vieram recheados com um pouco de goiabada. O terceiro compartimento tinha seu espaço menos aproveitado e vinha com um doce tão pequeno que mal preenchia o fundo, era um pedaço de bananada. Essa caixa seria devolvida durante o jantar, durante a noite do mesmo dia, ela servia de almoço para os alunos que estavam na Escola de Ofício durante a tarde.


“Vamos nos sentar e comer logo” disse Branco e foi andando para a mesa seguido por Azul. O almoço ocorreu sem muita conversa entre os dois. Quando haviam acabado de comer, eles desceram mais um lance de escadas e foram juntos para o pátio da Escola de Ofício, se abraçaram e desejaram boa sorte, um ao outro, no primeiro dia de aula. Após isso, Azul subiu escadas e sumiu no corredor que fazia uma curva acompanhando o formato do edifício, já Branco caminhou desanimado para as salas do térreo, ao lado das estufas.


-


Faltavam algumas horas para o sol nascer e Nilo já estava de pé. Ele havia dormido mal. Ele pressentia que poderia sofrer um ataque à qualquer instante. Além disso, a cada vez que relaxava, a lembrança dos seus irmãos sozinhos era muito forte, a culpa de ter tido que abandona-los era muito grande e não o deixava confortável. Por mais uma hora e meia, Nilo ficou no saco de dormir, se revirando sem conseguir fechar os olhos. Depois desse tempo, ele desistiu e levantou.


Ao se levantar, resolveu sentar na beira da encosta e olhar o lago. A lua iluminava a água de um jeito curioso, era como uma tela projetada com o brilho do céu noturno. Nilo ficou nessa posição, admirando a beleza que a natureza proporciona e que era tão rara naquele tempo. De repente, Nilo foi surpreendido vendo uma sombra correndo pela margem, vinda do outro lado do lago. Pensou que era provavelmente um dos oficiais apontados como vigia no entorno do vale. A sombra se aproximou correndo ainda mais rápido, com dificuldades, começou a subir a pequena encosta, mas distante o suficiente para não ver Nilo sentado. Ao chegar no alto, a luz da pequena fogueira que havia no acampamento, muito próxima á ele permitia ver sua face tensa. Não era apenas um soldado, Nilo reconheceu o Chefe da Vigília.


Surpreendentemente, o oficial foi direto para a barraca onde estava a Tenente Volga, mas não entrou, apenas colocou a cabeça para dentro e, alguns segundos depois, ela foi com ele até a barraca do Capitão Viana. Nilo havia se levantado com a movimentação e caminhando lentamente em direção a barraca, parou alguns metros antes, sentando-se perto das fracas chamas produzidas pela fogueira. Em pouco tempo começou a ouvir as vozes vindas da barraca, estavam discutindo exaltadamente, mas não estavam brigando.


“Capitão, eu não acho que vocês devem enfrentá-los, vai ser uma carnificina com os recrutas destreinados…” ele ouviu a Tenente Volga falar e ser respondida pelo Capitão “Não temos opção, eles não podem pegar a pedra, o que tem dentro dela… a guerra… vão acabar com tudo…” Nilo não ouviu muito bem a ultima parte, mas sabia que o teor da conversa era confidencial e por isso preferiu voltar para seu saco de dormir, não queria ser pego espiando.


Para evitar ser visto ouvindo a reunião dos oficiais, ele se levantou com calma, mas antes de sair ouviu a voz da Tenente muito mais exaltada que antes, ela falava muito rápido e com o som abafado. Ele não conseguia entender nada e continuou andando. Quando estava na metade do caminho, andando com cuidado para não fazer muito barulho, ouviu a barracar ser aberta de novo e a voz de Volga falando.


“Rapaz, venha até aqui”. Seu corpo gelou, sabia que estaria em grave problema. Quando se virou, ele viu a sombra dela que já estava na porta da própria barraca, entreaberta. Nilo imaginava que iria ser punido, ou pelo menos, repreendido gravemente por estar ali. A medida que se aproximava suas mãos suavam bastante de tensão.


Quando já estava bem perto, a Tenente entrou na barraca. Nilo ficou sem entender o que estava acontecendo, ela não precisaria entrar para repreender o comportamento do novato. Ele se perguntava se teria ouvido algo muito importante e que tipo de punição o aguardava.


“Você estava perto, ouviu algo do Capitão?” Ela o encarava com muita firmeza no olhar, mas deixando transparecer a voracidade de quem procura algo importante.


“Eu ouvi as vozes mas não entendi as palavras direito, algo sobre uma batalha e uma pedra, vim pra perto quando vi o oficial entrar correndo no acampamento… nós estamos sob ataque?” ele parou ao olhar pra ela, sua expressão era curiosa, parecia estar julgando se ele havia ou não entendido a conversa, mas qualquer que tenha sido sua conclusão, ela começou a falar:


“Você conhece muito bem as terras da Fazenda, não é?” Nilo acenou que sim com a cabeça, já havia trabalhado em todos os campos da Fazenda. Volga continuou mais tensa:


“O oficial, Chefe da Vigília, viu um comboio de soldados do Comando do Atlântico chegando, eles vem pela estrada para a Fazenda das Dunas e vão estar aqui em alguns minutos, seus pertences pessoais estão aí?” ele acenou que não, enquanto perdia o chão. Ele não achava que ia estar de frente para a morte tão rápido “Calma rapaz, calma… presta atenção, a equipe de vigília deveria ter o monitor dos sensores, eles são rudimentares, mas pelo tamanho do comboio… o fato é que ele poderia ter conseguido essa informação com algumas horas de antecedência. Quando eu questionei, o Capitão foi quem respondeu, ele disse que estava com o monitor na tenda mas havia dormido…” ela via a expressão lívida de Nilo, como ela poderia se preocupar com os sensores, depois de ter falado claramente que seriam atacados em poucos minutos, “é isso, mas ainda não vamos morrer, pelo menos não eu e você” Nilo não entendeu “vou juntar as minhas coisas, você tem cinco minutos para me encontrar na encosta do lado do riacho, corre no seu saco de dormir, recolhe sua mochila e vai, sem falar com ninguém, nem ser visto… vai rapaz, corre!”.


Nilo não entendeu o que aconteceu, se um comboio iria atacar o acampamento à qualquer instante, como não haviam acordado os recrutas e os oficiais? Por que esse comboio com tropas inimigas eles estavam na estrada da Fazenda? Não era possível que aquilo estivesse acontecendo. “E se fosse parte do treinamento?” ele se perguntava, tentava se tranquilizar. Pensou que era melhor seguir as ordens e começou a juntar seu saco de dormir, arrumou a mochila, guardou algumas das barras de alimento seco que havia sido estocada lá perto e pegou um cantil vazio.


Antes de sair, se virou para ver se Volga já havia saído, sua barraca não dava sinais de ter sido deixada. Ele via pela ténue luz da fogueira que alguns dos oficiais estavam se levantando, pareciam ter sido acordados naquele instante. Nilo não tinha certeza se poderiam ver seus movimentos e por isso achou melhor sair escondido em torno do acampamento. Quando já tinha dado a volta e alcançado a encosta que descia para o lago, ouviu as vozes alarmadas dos oficiais chegando aonde os recrutas ainda dormiam “Acordem, acordem, sem muito barulho, a qualquer instante vamos estar sob ataque!” Nilo parou , ele acha certo voltar a enfrentar o que quer que fosse ao lado dos colegas, sentia uma coisa estranha, quase que soubesse que estava deixando os outros recrutas para morrer. Mais uma vez ele lembrou dos irmãos, ele não poderia morrer e deixar os dois. Precisou ter fé que conseguiria voltar vê-los se sobrevivesse com Volga.


Nilo se agarrou às palavras da oficial, os dois não iriam morrer.


-


Nilo corria muito rápido, estava muito escuro, a luz da lua iluminava o lago mas ele, no meio das árvores mal enxergava o chão. Haviam passados apenas seis minutos desde que deixara a  barraca da Tenente, ele se abaixou para encher o cantil ao chegar no riacho, com ele pela metade, ouviu uma voz vindo de trás dele. “Você já está atrasado, esperava que chegasse em menos de cinco minutos, o que você está fazendo… ah sim, termine de encher…” Nilo terminou bem rápido, tampou o cantil e se virou a tempo de ver a sombra da oficial, Sua voz tensa e preocupada disse “vamos!” antes de se virar e começar a subir a encosta pelas fendas que o riacho cavava nas pedras.


O caminho era difícil, as pedras se soltavam facilmente e ele escorregava no mato alto. Depois de uns vinte minutos andando em silêncio, os dois escutaram uma explosão, era possível ver as luzes do farol do primeiro caminhão de soldados inimigos parado na boca do Vale, de lá saiam dezenas de sombras de oficiais inimigos, soldados prontos para a guerra, em número muito superior aos seus colegas recrutas e oficiais. A explosão tinha deixado uma nuvem de fumaça e fogo à poucos metros de distância dos inimigos. Ele se virou bruscamente e precipitou-se a descer a fenda que subiam, quando a oficial o segurou pelo braço. “Volta Nilo” a voz dela falhou um pouco, ele não sabia se de choro ou cansaço, mas era a primeira vez que ela o chamava pelo nome “Nós precisamos continuar”.


“Não!” Nilo disse e parou olhando para a oficial, “O que que aconteceu lá em baixo? Vocês sabiam que iam ser atacados e não se prepararam, por que só nós dois vamos fugir, por que nós vamos nos salvar assim?” A oficial fez uma expressão séria, ela parecia pensar antes de começar a falar, ela viu o as luzes dos tiros que começaram naquele instante dos dois lados do conflito. Não havia mais tempo.


“Você tem irmãos na Fazenda das Dunas né?” Nilo acenou que sim para a pergunta da Tenente, que continuou:


“São eles que nós vamos salvar”.



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Autor(a): drumal

Esta é a unica Fanfic escrita por este autor(a).

Prévia do próximo capítulo

Ao atravessar o cume da serra que contornava o vale, ainda escutando os tiros e explosões desferidas, Nilo olhou para baixo novamente. Era possível ver, pela luz dos caminhões que as tropas inimigas já haviam irrompido o acampamento. Os flashes dos tiros apareciam em todas as direções. As tropas da Companhia do Atlântico estava ...


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