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Fanfic: Lembranças de Outono | Tema: Romance


Capítulo: Folha 13 - Alexis: Uma Nova Estação

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“Talvez seja um bom momento para recomeçarmos”.


 Aquelas palavras do irmão ainda ecoavam em sua mente repetidas vezes. E cada vez que aquilo entoava como um mantra, seus olhos recaíam sobre o anel que trazia consigo nos últimos dez anos.


Inclusive havia criado um vício de ficar mexendo com o mesmo quando pensativo, remoendo cada momento daquele período e repetindo os ensaios do propósito daquele anel — “Seria o meu presente de outono a você”, frase esta gravada no interior daquele aro.


— ALEXIS! — exclamou Milo para que se fizesse ouvir, despertando o amigo do outro lado da mesa. — Ouviu alguma coisa do que disse?


Nem bem lembrava do amigo ali na sala tamanha sua distração. Havia chegado ao escritório um pouco mais tarde que o usual e permaneceu em sua sala desde então. De praxe, apenas consultou a agenda, agradecendo não haver qualquer reunião ou almoço de negócios. Ao menos nisso o universo parecia trabalhar em seu favor. No entanto, estava completamente alheio aos deveres daquele dia, incluindo aquele dito pelo amigo.


— Ah... Não. — respondeu Alexis se ajeitando-se na cadeira e arrumando a gravata grafite com riscas mais claras. — Desculpe, meio que... desliguei. Do que estávamos falando?


— Você nada, enquanto eu... — recriminou o loiro ainda de pé, jogando a pasta sobre a mesa, bufando. — Tudo bem... Está desligado assim desde cedo. Qual foi agora? Alguma coisa com... a outra lá?


— Não... Quero dizer, sim… Mais ou menos. — e viu o amigo revirar os olhos e fechar a cara com aquilo.  — Não é o que está pensando. Tem a ver com a Gwenn, mas bem mais com o que Andrew e eu conversamos.


— Andrew? — reagiu Milo voltando a fitá-lo e puxando a cadeira para se sentar, cruzando as pernas. — Não me disse muito sobre seu encontro com Andrew em Cálcis, apenas que foi bem receptivo a ponto de almoçarem juntos...


Alexis sorriu ao lembrar da ocasião.


Após pouco mais de seis anos sem um contato com o outro aquela tarde foi como se aquilo jamais tivesse acontecido. Riram e relembraram alguns momentos, principalmente do casamento e das viradas de copo que quase acabaram em coma alcoólico.


— Estava receoso de quando chegasse lá e da reação dele, mas acho que nosso laço de sangue falou mais alto. — comentou Alexis relaxando em sua cadeira, virando-a de um lado para o outro. — Quando aportei em Atenas senti um aperto no peito, uma angústia que não era minha... — disse levando a mão próximo ao peito para expressar aquilo. — ... mas quando cheguei no cemitério e vi o Andrew, calado e com aquele olhar perdido, percebi que era dele que sentia isso. — e sorriu ao lembrar do abraço que se deram. — De certa forma, ele também sentiu minha ansiedade. No fim, foi um alívio para as ambas as partes, principalmente após nos abraçamos.


— Sempre achei que estavam adiando isso por tempo demais. — comentou o amigo fitando-o. — Quando chegou em Nova Iorque a primeira coisa que notei foi seu semblante mais leve, como se parte de um peso tivesse sido removido. Por outro lado, persiste em carregar outro fardo.


O sorriso de Alexis logo se desfez com aquele comentário e ele bem sabia do que o amigo estava dizendo, fazendo-o ajeitar-se na cadeira.


— E isso é algo que também voltei decidido a resolver. — comentou, desviando o olhar e virando a cadeira sutilmente de um lado para o outro. — Andrew e eu conversamos sobre muitas coisas e algumas delas continuam… — e fez círculos com a mão próximo à cabeça. — ... ecoando na minha cabeça. Creio que não era o único quem estava carregando um fardo ao longo desses anos e não falo apenas dessa nossa distância.


— Eu compreendo o que aconteceu ao Andrew. — comentou Milo levando a mão ao queixo. — Uma namorada de adolescência que viria se tornar sua esposa com um casamento de conto de fadas. — e o loiro respirou fundo, soltando um suspiro de lamento. — Uma pena que a fatalidade que acometeu com o primeiro filho deles tenha virado a vida de ambos de cabeça pra baixo com separação, a enfermidade de Lydia…


— Andrew me disse que chegou a ter um colapso. — comentou Alexis para a surpresa do amigo. — Ele chegou a ser internado por conta do excesso de trabalho. Ele sempre foi assim. Quando papai morreu ele se entregou aos estudos como uma válvula de fuga enquanto eu… —  e levou a mão à cabeça, mexendo no cabelo. — Charlie, o sócio dele, precisou ‘demiti-lo’ por uns meses para que ele pudesse se recuperar físico e mentalmente. Agora esse fardo dele chegou ao fim. Embora ele estivesse muito comovido, também estava conformado.


— E quanto a você? — indagou o outro com seriedade. —  Quando vai se conformar a respeito de sua namoradinha de faculdade? São dez anos nesse luto por conta de uma relação aventureira de longa duração.


— Ela não foi uma aventura, Milo. — corrigiu Alexis fitando-o incisivo. — Eu realmente a amava. Não esperava que terminasse...  — e olhou para sua mão, vendos-se brincar com o anel. — ... como terminou.


— Mas terminou, Alexis. Ela morreu! — pontuou Milo de maneira dura. — Não pode carregar esse luto pelo resto da vida! Está mais do que na hora de deixar o passado no passado.


— Foram exatamente essas palavras que Andrew usou. — comentou Alexis voltando a atenção para o outro. — Ele falou sobre recomeçarmos e não acho que falou apenas de recuperarmos nosso laço de sangue, mas retomar o rumo de nossas vidas... — e deu de ombros. — ... e acho que ele está certo. Que você está certo sobre não carregar mais este fardo.


O loiro piscou aturdido com aquilo. Ao longo daqueles anos estava sempre a tentar a convencê-lo de seguir adiante e enterrar aquela tragédia em sua vida — e a julgar do que conhecia do amigo, soava surreal ele ter se apegado tanto a uma garota quanto aquela.


Embora naqueles últimos anos tivesse se envolvido em inúmeras relações rápidas e vazias, eram melhores que do boêmio que poderia ter findado sua carreira antes de começar temendo possível alcoolismo e até outros entorpecentes.


— Voltou para a terapia e não estou sabendo? — indagou Milo confuso.


— Não, mas talvez seja um bom caminho. — disse rindo, ainda que de maneira contida. — Ainda estou assimilando tudo isso e buscando aceitar essa ideia. — comentou, levando a mão ao rosto e descendo, até juntar as mãos frente aos lábios. — Ainda que tenha buscado dar o primeiro passo nesse fim de semana, mas... não sei.


Milo cerrou os olhos, desviando o olhar para um ponto qualquer da sala como que processando aquelas informações. Insinuou dizer algo, mas calou-se para ter certeza se era exatamente aquilo que estava pensando.


— Quando perguntei se estava bem e envolvia certo alguém, disse que não, depois disse que sim... — lembrou o loiro. — Alexis, acaso está querendo recomeçar sua vida... com a Gwenn?! — questionou com ceticismo.


— Eu sei que não gosta dela, mas não sei porque não gosta dela. — disse Alexis franzindo o cenho, vendo a expressão de lamento do amigo. — Digamos que sim. No entanto, sei que não estou sendo tão honesto com ela.


— Acaso a Gwenn lembra algo dessa sua... ex-namorada? — questionou Milo intrigado. — Porque se está assumindo algo com ela, penso que...


— Não, elas não se parecem nada! — pontuou Alexis interrompendo o amigo. — Diria que elas são antagônicas até e talvez isso que esteja me levando a manter esse relacionamento há tanto tempo apesar dos desentendimentos... — disse soltando a respiração que parecia prender, ainda que involuntariamente. — … e conversamos seriamente nesse fim de semana sobre isso.


.


.


.


Gwenn saia do quarto, vestindo uma blusa rosa pastel de manga longa e fina que deixava um lado dos ombros nu e um short branco. Chegou  enxugando os cabelos enquanto assistia Alexis servir-se de um vinho tinto, vestido igualmente simples com uma calça de moleton escura e uma blusa de manga do Queen. Um rápido olhar pela janela era visível a cascata em virtude de uma forte chuva que caía na cidade com alguns clarões de relâmpagos distantes o bastante para não se fazer ouvir.


— Ah… Se demorássemos um pouco mais naquele parque  teríamos pego essa chuva. — comentou ela jogando os cabelos úmidos para frente e depois, novamente, para trás.


— Uma pena. — disse Alexis se voltando para ela. — Não é sempre que posso passear pelo parque verde para uma sesta.


— Concordaria com você, mas não simpatizo muito passear num parque nessa época do ano. — disse ela acabando de arrumar os cabelos, conferindo as pontas do mesmo. — Tudo parece estar morrendo, e olha que estamos entrando na segunda semana da estação. Imagine no fim dela?


— Não acha que está exagerando um pouco? — disse Alexis rindo daquilo, vendo-a seguir até o quarto e retornando alguns minutos depois e oferecendo a taça.


— Não, não estou exagerando. — respondeu a loira agradecendo a taça. — Lembra-se quando sentamos embaixo daquela sombra de árvore no parque? — pontuou ela se voltando para ele e apontando no ar e com largo sorriso. — Grande, verde, frondosa, brilhante... Simplesmente linda! — explanou entusiasmada, mas logo seu sorriso esmaeceu —  E agora, enquanto voltamos, apenas folhas queimadas, galhos ressecados… O céu azul deu lugar a nuvens escuras e cinzentas que quando chove traz aquele vento frio.


— Não é possível que não veja o lado belo da estação. — comentou Alexis que ficou a fitá-la meio àquela dramatização. — O cenário apenas muda as cores. Não são tão intensas e brilhantes, mas tem seu charme. — e sorriu saudoso. — Gosto dos tons vermelho, amarelo contrastando com o verde… — e seus olhos recaíram na taça em mãos. — e o vinho. Faz parte do ciclo. Os árvores abandonam as suas folhas ou… — ele respira fundo, pensando naquelas palavras, hesitante. — … não sobreviverão... na próxima estação. Renovação.


Agora foi a vez de Gwenn ficar a fitá-lo por longo instante, percebendo a hesitação do mesmo em dizer aquelas últimas palavras. Dedilhou na taça em mãos após um suave gole.


— Tenho a impressão que esteja usando a estação de metáfora. — comentou ela após um breve silêncio. — Posso estar errada, mas acho que está se colocando no lugar da árvore, mas não entendo sobre as ‘folhas’. — ela riu com certo nervosismo. — Fala de ‘renovação’. Talvez posso entender isso como…  uma mudança?


Alexis respirou fundo, deixando a taça na mesa de centro ao mesmo tempo que a puxava pela mão para que se sentassem no sofá. Ela assim o fez, deixando também sua taça na mesa de centro e fitando-o com um ar mais preocupado.


— O que está havendo, Alexis? — indagou ela preocupada, querendo tocar em seu rosto. — Aconteceu algo mais nessa viagem que não me contou? Eu sei que não tenho sido um exemplo de… — e foi silenciada com suave toque do indicador dele em seus lábios.


— Aconteceram muitas coisas sim, a começar pelo meu irmão que nunca comentei porque estávamos sem nos falar há alguns anos. — disse ele percebendo o quanto ela estava ainda intrigada com aquilo. — Então… Sim, aconteceu que conversamos e intencionamos renovar esse nosso laço de sangue e isso, de alguma forma, mexeu comigo... — complementou, buscando pela mão dela, brincando. — … e me fez repensar em algumas outras coisas.


— Sobre ‘repensar em algumas outras coisas’ inclui o que me disse no píer? — questionou ela com certa insegurança. — Quero dizer… — riu de nervosismo, umedecendo os lábios como se escolhesse as palavras. — Eu meio que forcei falando de nós dois…


— Não, você não forçou nada. — interrompeu ele, rindo de maneira contida. — Tanto que afirmei na ocasião e reafirmo agora…  — dizia, tocando em seu rosto e vendo-a deitar na palma de sua mão. — … aquele assunto de assumir uma relação mais séria.


— Ainda assim me deixa intrigada vir com isso após eu agir de maneira tão imatura no último sábado. — comentou ela fitando-o, não disfarçando sobre o quão confusa estava com tudo aquilo.


— Olha, eu seria um grandiosíssimo egoísta culpá-la sozinha por algo da qual também tem minha cota de pecados. — disse ele para a surpresa dela. — E como disse no píer, estou disposto a esquecer isso, relevar tudo que aconteceu antes dessa minha viagem. Passamos tão bons momentos, porque ficar remoendo os maus? — e puxou suavemente a mão dela para junto dele, beijando-o antes de se levantar.


Gwenn não tinha palavras para expressar aquilo. O que sentia naquele momento era alívio. Afinal, em seus ensaios com inúmeros discursos e justificativas para seu comportamento, verdadeiramente temia que ele a dispensasse, ainda que ela tenha sido sua relação mais duradoura até onde tinha conhecimento. “Ele não é tão diferente assim de mim”, pensou na ocasião.


Nem mesmo ela mantinha qualquer comprometimento, optando sempre por sua liberdade e envolver-se com quem bem assim quisesse. A relação que tivera com Alexis deveria ser apenas uma aventura de temporada como tantas outras, mas o universo parecia conspirar a favor dos dois de quase sempre colocarem ambos num mesmo espaço e, claro, aceitando os ‘jogos pregados pelos deuses’, como ele bem dizia.


“É apenas algo de momento. Uma transa gostosa… muito gostosa!”, pensava ela cada vez que despertava e encontrava-o nu ao seu lado.


A casualidade tornou-se corriqueira. As primeiras discussões se davam por banalidades como cancelamento de encontros ou os encontros acabarem em encontro de negócios. Por outro lado, acompanhando-o naquelas festas fechadas apenas a mergulhava cada vez mais em seu mundo. Sentia-se orgulhosa de ser aquela junto de Alexis Van Every, despertando inveja de tantas outras que o desejavam.


No entanto, quando ela precisou viajar para comandar uma equipe de Cruzeiro, teve conhecimento de que ele foi acompanhado a uma festa com uma aspirante a modelo, e pela primeira vez aquilo a incomodou.


“Será que foi aí que senti ciúmes de você?”, pensou ela lembrando na ocasião. Desde então os desentendimentos passaram a ser constantes, compreendendo agora que estava movida pelo ciúme e medo de perdê-lo. “E foi isso que me moveu até aqui? Para implorar a ele? Eu?!”, e prendeu a respiração por um instante. “Mas ele está aqui, me pedindo para recomeçar a vida dele… com ele! No fundo, não era isso que realmente queria, Gwenn?”, perguntou-se, soltando o ar que sufocava, sorrindo em seguida pela resposta silenciosa.


Voltou-se para Alexis quando ouviu Wicked Game preencher a sala e ele chamando-a para dançar aquela balada. Era a mesma que tocava na noite que se envolveram pela primeira vez, embora fosse no estilo anos 20 e apenas no piano.


Gwenn aceitou. Se ele estava disposto a isso, por que ela não poderia fazer o mesmo? Por que não se dar aquela chance também?


Juntaram seus corpos, embora não se tocassem completamente. O ritmo lento da música os envolvia, fazia ter ideias do que poderiam fazer em seguida, não apenas pelos próximos minutos, mas pelos próximos dias ou mesmo meses. Talvez anos, quem sabe?


.


.


.


— Bom... — falou Milo chamando a atenção de Alexis para aquele momento que conversavam. — É um começo! Se acredita que seja esse caminho para que enterre esse passado, tem meu apoio hoje e sempre, meu amigo. Prometo que buscarei ser mais simpático com a Gwenn, tudo bem?


Alexis abriu um sorriso, levando o corpo para frente e apertando as mãos do amigo que fez o mesmo. Por mais que soubesse da relação de antipatia do dele com Gwenn, o mesmo se mostrou tolerante.


— Por outro lado, a boa notícia disso tudo, de fato, é sua reaproximação com Andrew. — disse Milo se levantando, arrumando o colete. — E isso sim acho que foi um grande passo. Alguma notícia desde Cálcis?


— Ele me ligou quando estava indo para o aeroporto e depois na sexta-feira. Foi rápido, dizendo que não ligou antes por conta do cansaço. — disse, procurando no paletó sua carteira e tirando um cartão. — Ele me deixou o número de seu escritório e escreveu seu celular e telefone de casa para marcarmos qualquer coisa. — e ficou a brincar com o cartão em mãos. — Ainda não sei se devo ligar.


— Ligue! — recomendou o amigo fitando-o enquanto retomava a pasta que tinha jogado sobre a mesa. — Chame-o para virar uns copos... — brincou ele relembrando certo episódio que o fizeram rir. — Se não hoje, amanhã ou depois. Apenas ligue, está bem?


Alexis assentiu, olhando o cartão.


— Farei isso depois do almoço enquanto me explica novamente os acordos do contrato, pode ser? — propôs Alexis se levantando e apanhando seu paletó, dando a volta na mesa.


— Desde que pague meu almoço, não vejo nenhum problema, mas... — e parou o amigo na porta, antes de abrir a mesma. — Caso procure uma terapeuta, não vá transar com ela como fez com a outra, tudo bem?


— Então acho melhor consultar um terapeuta para não correr esse risco, não acha? — sugeriu Alexis com cinismo.


— Acho uma boa ideia!


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Autor(a): katrinnae Aesgarius

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Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 2



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  • luisarroni Postado em 11/07/2018 - 23:36:44

    Escrita muito boa. Continue postando!

  • katrinnae Aesgarius Postado em 10/07/2018 - 23:10:20

    Após um erro de capítulos, foi preciso reupar 5 capítulos simultâneos.



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