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Fanfic: Lembranças de Outono | Tema: Romance


Capítulo: Folha 5 - Alexis: Reencontro

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O toque do telefone o fez acordar de sobressalto, e por conta do movimento brusco, sentiu novamente a náusea que o fez vomitar toda a comida do avião tão logo chegou no quarto, acompanhada de uma fisgada na cabeça.


Tamanho era seu cansaço que se deixou cair na cama e ficou, praticamente desmaiando. Havia apenas pedido a recepção para acordá-lo às 10h, o que foram apenas 3h de sono a contar a hora que chegou.  Verdadeiramente queria deitar novamente e ficar, mas precisava sair nem que fosse se arrastando.


Tomou um banho para ajudar aliviar a tensão, mas ainda sentia aquele leve desconforto estomacal. Até poderia ingerir um antiácido, mas  sabia que aquilo nada mais era que resultado do estresse de horas antes do embarque que o jet-lag[1] propriamente. Somava tudo aquilo e era como sentir-se atingido por uma bigorna.


Nem bem saiu do banho e um desjejum foi enviado ao quarto como deixara orientado, mas nem quase tocou em nada. Deixou de lado o iogurte e qualquer derivado de leite, ficando apenas com o suco e as torradas secas.


Ainda assim, comeu muito pouco, deixando um biscoito pela metade. A última coisa que queria era provocar um vexame por conta de seu enjoo mesclado à ansiedade. Quando ouviu a vibração do telefone, conferiu o número e atendendo.


— Ah… Olá Milo… — disse Alexis com uma voz extremamente cansada.


“A sua voz está horrível!”disse o amigo do outro lado da linha, sendo possível ouvir alguns barulhos abafados ao fundo. — “Liguei duas vezes, mas deu fora de área, na última chamou e não atendeu… Fiquei preocupado”.


— Deixei o telefone no mudo para que pudesse dormir um pouco quando cheguei… — e serviu-se do suco. — Nem mesmo conferi o telefone quando acordei… — e respirou fundo, coçando os olhos e o rosto, percebendo a pele arranhar, mas não teria tempo para isso agora, ao menos não no estado em que se encontrava e com risco de se ferir. — Está… Está tudo bem. Apenas, cansado...


“Bem, bem você não está. Apenas, se cuide e… dê meus pêsames a ele” — disse o amigo que pareceu deixar cair algo e praguejando alto o bastante para conseguir arrancar risos de Alexis.


— Valeu… — e findou o suco. — Eu direi a ele, obrigado. — e desligou, conferindo mensagens e assentindo quanto ao novo recado. Deixou o telefone sobre a mesa de cabeceira e se levantando para, enfim se vestir.


Um terno escuro, acompanhado de uma gravata preta e blusa branca simples. Enquanto diante do espelho, lembrava-se quando esteve ali há alguns anos, vestindo um terno para o casamento com a pele ainda ardida de sol do verão grego.


Agora, no entanto, estava a se vestir para um velório.


 


Quando desembarcou em Atenas tomou táxi para seguir direto para a Eubeia, a "Ilha do Cavalo Marinho" em razão de sua forma geográfica, sendo o maior dos arquipélagos grego. O destino era Cálcis, ou Cálquida.


Ficou a vislumbrar a bela paisagem litorânea e do brilho das águas que banhavam a cidade. Conta-se que suas águas estavam sujeitas às correntes de fortes marés que invertem suas direções ao longo do dia. Isso porque a cidade é localizada no ponto mais estreito, separando os dois golfos de Eubeia — o Estreito de Euripo.


No entanto, as águas pareciam calmas o bastante para barcos seguirem suas viagens e oferecendo um fim de manhã agradável. Embora a Grécia também seguissem para o outono, o clima se mostrava pouco mais quente que aquele deixado em Sunport. Ainda assim, um calor bem mais suportável de quando chegou ali pela primeira vez, no auge do verão grego.


Na época, aquilo o fez ganhar uma pele bem bronzeada que não tinha há muito tempo, quase impedindo-o de vestir o terno para o casamento que levara ali naquele ano. Seria ótimo voltar para uma semana de férias como foi na ocasião, surfando ou mesmo se banhando naquelas águas. Talvez um dia voltasse com esse intuito.


Conforme o carro deixava a cidade e rumava ao interior da ilha, a imagem urbana dava lugar a uma paisagem bucólica com vilarejos distantes, suas fazendas e outros casebres de paredes brancas e telhados de alvenaria cada vez mais distante. Observar aquilo o fez lembrar da própria Themis explicando, a nível de curiosidade e nada oficialmente, acerca dos nomes informais que os povoados recebiam e que se tornavam significativos para os moradores locais somente.


O próprio lugar para qual Alexis seguia era chamada de Anisum, assim nomeada devido seus largos campos de anis, a matéria-prima para uma das mais tradicionais bebidas gregas, o Ouzo.


A família de Themis era uma das mais tradicionais da região com uma destilaria que já seguia para a quarta geração. Agora era herdado pelos seus pais, mas quando estivera ali há mais de uma década, conheceu o patriarca da família Karras — um homem em seus 98 anos e gozando de uma saúde forte da qual ele garantia ser de uma dose de Ouzo pela manhã e ao pôr do sol, mas somente do mais puro e não dos genéricos que havia pelo mundo.


Ele havia morrido ao ano seguinte de seu centenário, uma festa da qual ele não pôde comparecer porque era o dia de sua entrevista em Cambridge, onde iniciaria sua especialização. Quando o mesmo morreu alguns anos depois, Alexis só pôde mandar suas condolências por telefone pela péssima fase que tudo estava a suceder naquele período — e que o convenceu a buscar ajuda.


Por outro lado, observando os vilarejos, as mesmas estavam mergulhadas em silêncio. Os comércios mantinham suas portas fechadas enquanto que as residências tinham flores de anis estrelado em suas janelas. "Estão todos de luto!", pensou Alexis observando aquilo. Era sinal do quão respeitada era a família na região. Um passeio pelo lugar era de inúmeras histórias de descendentes, das quais muitos familiares de Themis mantinham lojas e sendo os principais empregadores.


Era um vilarejo um tanto anacrônico e vivendo com um comércio simples, mas farto por conta do centro agrícola que se concentrava naquela região — o que muito movia a economia da ilha.


Enquanto no verão as pessoas se concentravam no litoral pelas praias, nas estações mais frias os povoados se tornavam um atrativo à parte por conta de suas festas tradicionais, muitas de cunho pagão aos seus antigos deuses da fartura como Deméter e à própria Perséfone, em seu aspecto primaveril. O ouzo, claro, era a principal bebida da festa, acompanhada da original culinária grega.


Pensar naqueles festejos fez Alexis relembrar dos quilos a mais adquiridos, além da ressaca. Agora, vendo a cidade silenciosa, era simplesmente aterrador.


Passou pela igreja, vendo-a fechada e pensando no quanto a mesma deveria ter lotado para sua despedida. Por mais que o ovacionassem por suas oratórias, não tinha palavras para expressar em momentos como aquele. Além do quê, ainda que Themis tivesse conseguido contatá-los, não seria capaz de fazer isso. Na verdade, ele era a última pessoa que queria chamar atenção num momento como aquele.


Quando o carro chegou, atravessou os portões de grades negras e frente arborizada. Todo o terreno era assim ao longo de sua extensão embora alguns jazigos se destacassem pelo caminho com escultura de templos, anjos e mesmo do próprio Deus do Sono, Hypnos. Isso além das pequenas capelas onde muitos acendiam velas em memórias dos mortos.


Os mausoléus  indicavam os diferentes blocos, e o táxi seguiu em direção aos 'Elísios', um espaço onde mais lembrava um jardim. Alguns túmulos lembravam pequenos templos com seus pilares onde registrava o nome das famílias. Tratava-se de uma área fechada aos mais influentes da região, como os Karras.


Quando finalmente pôde deixar o carro, o advogado se manteve à distância assistindo aos ritos fúnebres que estavam a fechar aquela última despedida. Reconhecia muitos dos rostos ali.


Themis estava junto de seu marido. Ao lado, seus três irmãos segurando as mesmas flores de anis estrelado que viu nas janelas do vilarejo, todos acompanhados de suas esposas, alguns com seus primogênitos.


No entanto, havia apenas uma pessoa a quem os olhos de Alexis se demorou, levando-o a tirar os óculos escuros mesmo com a sensibilidade à luz pela enxaqueca. Ele estava ali, com o olhar parado olhando para a urna funerária em madeira escura e envernizada. Estava com um terno preto, segurando um ramo de flores, alheio à todos à sua volta. Alexis já o vira naquela postura e sabia o quanto ele estava sofrendo, mas sempre era o mais contido.


O advogado se manteve ao longe, acolhendo-se na sombras de uma árvore enquanto ouvia as últimas preces do padre local, reconhecendo ser o mesmo que os casou, igualmente emocionado.


Quando foi dado espaço para aquele quem observava então falasse, Alexis sentiu-se impelido a aproximar-se, chegando a dar um passo à frente, mas recuou. Não queria, eventualmente interromper aquele momento. Ainda receava pela reaproximação.


— Quando... Quando vi seu sorriso... há poucos instantes... da luz apagar-se em seus olhos... percebi que não tinha medo, pesar… Estava feliz! — e Andrew sorriu, contidamente, brincando com as flores em suas mãos. — Em suas poucas palavras me disse para não lamentar por sua partida porque... — ele respirou fundo, contendo a voz embargada.


Por um breve momento, fez-se o silêncio absoluto. Era possível ouvir a respiração das pessoas próximas umas das outras, intercalada pelo soluçar abafado por mãos e lenços. Naquela quietude, o advogado orava em silêncio para que o outro encontrasse forças para terminar aquele discurso.


— ... ela estava pronta para ir em seu encontro. Lembrei-me então... de uma manhã... quando disse que ela a visitou e lhe sorriu. — Andrew engoliu as lágrimas, visando ajudar a continuar aquelas. — Eu lembro desse sorriso porque... por que foi como você o fez para mim em seu último suspiro. Um sorriso puro… inocente… em paz. Não havia dor. Não havia sofrimento. Não havia tristeza. O que havia era apenas um… — e ele continuou, fechando os olhos momentaneamente, respirando fundo e sendo apoiado por um dos cunhados, tão emocionado quanto ele.


“Vai, você consegue...”, Alexis pedia em silêncio. “Você sempre foi bom nessas coisas! Sempre era escolhido pra discursar nas formaturas”.


— ... sorriso porque a espera não mais existia. Você me pediu perdão, não somente a mim como a todos aqui... — o arquiteto disse esticando o braço como que indicando a todos. — ... pela angústia que caiu sobre todos e pediu que todos a perdoasse por seu momento egoísta por se deixar levar pela saudade, mas também dar descanso a todos.  “Alice me espera”, ela disse… — e volta a respirar fundo. — E eu disse “Vá! Siga junto para nossa pequena Alice”... — e depositou a flor sobre a urna, demorando-se com a mão como se pudesse ainda tocá-la. — ... e que possa finalmente descansar em paz, Lydia.


Alexis respirou fundo, compartilhando daquela mesma emoção. Viu-o depositar as flores sobre a urna já fechada e recuar, abrindo espaço para o restante da família. Todos jogavam as flores enquanto desciam a urna, meio a abraços coletivos entre amigos e familiares. Vestiu novamente os óculos escuros.


Ainda que não fosse dos mais religiosos, Alexis recitou uma despedida silenciosa, baixando a cabeça. Quando levantou novamente, viu um rosto conhecido se aproximando, com um sorriso triste, mas que estava feliz em vê-lo ali, tal como ele que a recebeu com um abraço.


— Alexis! — Themis o abraçou forte, sendo imediatamente abraçada pelo advogado. — Não imagina o quão feliz estou de vê-lo aqui.


— Sinto muito chegar tão atrasado, vim o mais rápido que pude. — disse ele com a voz levemente cansada, mas também embargada.


A caçula dos Karras estava abatida, os olhos claros sem brilho, inchados pelas lágrimas. As olheiras denotavam cansaço. Conhecendo-a bem, de certo não deixou a irmã um dia sequer no hospital. Como a mesma havia dito, estava ao lado dela quando despertou do coma.


— O  importante é que esteja aqui! — respondeu ela limpando as lágrimas com as costas da mão até que o viu entregar-lhe um lenço, agradecendo. — Quando chegou?


— Hoje pela manhã. — respondeu, levando a mão à cabeça, sentindo leves fisgadas. — Tentei entrar em contato com você para saber onde seria realizado o cerimonial. Deixei um recado e Adônis me mandou o endereço.


— Foi uma semana bastante atribulada pra todos nós... — dizia Themis segurando um ramo de flores, tocando em suas pétalas com a ponta dos dedos. — Sobretudo pra ele. — comentou voltando-se para trás para observar uma figura em especial.


Alexis acompanhou seu olhar, embora soubesse para quem exatamente ela estava olhando. Ele estava ainda a receber abraços de alguns enquanto estava a conversar com o sacerdote, juntamente com os pais dela.


— Como ele está lidando com isso? — indagou Alexis levando a mão aos bolsos da calça.


— Bem, apesar de tudo. — respondeu a mulher. — Enquanto fiquei com meus pais e contatando a todos, ele, juntamente com meus outros irmãos, buscaram organizar todo o funeral, dar entrada nos documentos... — e suspirou. — Ele chegou a tempo de falar com ela.


— Ele... falou com ela? — reagiu o advogado com surpresa


— Sim. Ela perguntou por ele. Foi a primeira pessoa a quem Lydia perguntou quando acordou. — sorriu a caçula. — Eu liguei de imediato!— sorri , mas mordiscando os lábios. — Ele chegou aqui em menos de 10h... Acho que assim como você.


— Posso concluir que ele estava com ela quando... — e viu Themis assentir, fazendo-o levar a mão ao rosto e passar sobre a boca.


— Foi como se ela apenas esperasse por ele, Alexis. Apenas fiquei a assisti-los da janela do quarto. Ele ficou muito abalado no dia, claro... Não deixamos ele ir para o hotel, ficamos preocupados. — os olhos dela ficam marejados novamente. — Ele tentou consolar meus pais quando foi dar a notícia, acabou que eles o acolheram. Depois disso, ficou calado pelo resto do dia.


— Eu imagino. Isso é bem dele. — recordou Alexis, engolindo a seco.


— Ele não tem falado muito. Responde quando perguntamos algo, mas em geral, está fechado. — disse ela se voltando para Alexis. — Papai quem mais tem conversado com ele esses dias. — sorriu ela.


— Ele... — ele baixou a cabeça, se voltando para ela hesitante. — Ele sabe... que ligou pra mim?


— Sim, eu contei a ele. — Themis respondeu, fitando-o, percebendo sua reação apreensiva. — E não, ele não se opôs, pelo contrário. Ele mesmo disse que precisava saber.


Alexis nada disse, senão evidenciar sua inquietude, sem nada dizer. Sentiu Themis segurar suas mãos e lhe entregar o ramo de flores.


— Por que não vai falar com ele? — propôs ela fitando-o de maneira gentil, vendo-o levantar a cabeça e, mesmo com aqueles óculos escuros, perceber seus olhos aflitos. — Não acha que já adiaram demais isso?


Alexis puxou o máximo de ar, levantando a cabeça e voltando-se para ele, já sozinho, ainda frente à urna, contemplativo.


— Ele precisa de você mais que qualquer um agora, Alexis. — continuou ela, voltando-se para o advogado. — Você não veio aqui apenas pela Lydia, mas também por ele. Vá!


Alexis pegou o ramo e se manteve parado, enquanto Themis o deixava para que ele tomasse sua decisão. Voltou-se para fitá-lo, ainda sozinho próximo da urna como se estivesse a falar com Lydia, tocando em sua superfície.


Era como se ver há alguns anos quando seu pai havia falecido por conta de um aneurisma, também em seus braços. Sem que percebesse, talvez motivado pela lembrança, deu o primeiro passo em direção dele, com o coração apertado.


Ainda no caminho, falou com alguns conhecidos apenas com um meneio da cabeça e um aceno. Todos pareciam entender o que era aquele momento. Themis mesmo assistia de longe, percebendo a mão de seu marido em seu ombro e ambos assistindo de longe a cena dos dois bem próximos, junto ao toldo carpa montado por conta do sol.


Alexis subiu o elevado até onde estava a urna, ainda hesitante. Quando o viu levantar a cabeça e se virar para ele, sentiu o coração vir à boca, soltando o ar que absorvera naquele último segundo.


Os dois se encararam ainda por alguns instantes. "É como se estivesse me olhando no espelho!", pensou o advogado, engolindo a seco e  avançando o bastante para deixar o ramo de flores sobre a urna e fazer uma prece mental.


Em seguida, houve apenas o silêncio enquanto um estava a encarar o outro.


 


___________________________________________________________________
[1]
Jet-lag é  uma "descompensação horária" causada em um indivíduo quando troca de fuso horário. Quando um corpo é normalmente adaptado a uma rotina de 24 horas, mas quando há uma mudança drástica ocorre o descontrole dessa sincronia e vindo provocar alguns problemas fisiológicos.


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Autor(a): katrinnae Aesgarius

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Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 2



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  • luisarroni Postado em 11/07/2018 - 23:36:44

    Escrita muito boa. Continue postando!

  • katrinnae Aesgarius Postado em 10/07/2018 - 23:10:20

    Após um erro de capítulos, foi preciso reupar 5 capítulos simultâneos.



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