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Fanfic: O Duque É Um Leão *AyA*Ponny* | Tema: Ponny, AyA


Capítulo: Cap 11

194 visualizações Denunciar


Foi uma desculpa fraca, mas era a verdade.


Se o animal quisesse matá-la por causa disso, ela supôs que merecia.


Antes de chegar, seu objetivo tinha sido a fuga. Se ela tivesse se concentrado nisso, ela teria ficado longe do jardim, e poderia ter tido uma chance de deixar a mansão com vida.


O difícil teria sido se esgueirar em outra direção quando a fera passou a porta de seu quarto.


Enquanto ele passava seu tempo no jardim, ela poderia ter escapado pelas portas da frente e fazer seu caminho de volta para casa, pela floresta.


Os servos estavam todos cegos. Ninguém teria conhecimento se ela fosse devagar o suficiente e sem chamar a atenção em seu caminho para frente.


Em vez disso, ela tinha seguido a morte e tentando-a. Agora, ele ameaçava atacar.


Atrás da besta, ela podia distinguir a beleza do jardim.


Ao redor do castelo, espessos arbustos cresciam selvagens para agir como uma barreira natural.


Aqui, as rosas individuais cresciam em talos delicados.


Cada uma das flores estava fechada para a noite, e suas cores eram drenadas de noite, mas sabia que tinham que ser requintadas.


A excelente qualidade de seus caules, folhas e espinhos eram indicativos de um bom jardineiro.


Ela percebeu que o jardineiro era a fera.


— Diga-me — o perigo ainda rondava nas palavras do animal. —, você gosta do que vê?


Para sua surpresa, a fera se afastou. Ele moveu para trás com a mão, indicando o jardim.


O jardim central era pequeno. Cercado por quatro paredes, cada parede com sua própria porta que davam para o espaço, era fechado para do resto do mundo.


Sem um telhado, o luar se derramado livremente no espaço, e ela conseguia ver as estrelas cintilando acima.


O ar noturno estava frio, mas não era insuportavelmente.


No meio do jardim havia uma fonte. Sua água caia em cascata por uma estátua feminina, uma jarra transbordante descansando em seu ombro.


Era mágico? Ela ficou maravilhada com a visão.


Ao redor da fonte, um paralelo com cada parede, tinham bancos de pedra. Eles lembraram-na daqueles que estavam no recinto por trás da igreja em Sherborne, e ela ansiava por sua casa.


Entre as paredes e os bancos, perturbados apenas pelos caminhos que conduziam a cada porta, havia flores.


As rosas eram cultivadas em uma seção do jardim, mas não eram todas da besta.


Outras plantas com flores enchiam outros lotes, e o cheiro do ar era fantástico, mas as rosas realmente chamaram sua atenção e mantiveram seus olhos nela.


Diante de cada uma delas havia uma placa pequena, muito pequena para ela ler de onde elas eram.


— É lindo, adorável. — ela respondeu.


Ela lançou um olhar hesitante à fera e deu um pequeno passo em frente para testar seus limites.


Quando ele não reagiu, ela lentamente passou por ele e foi examinar as rosas.


Agora que ela tinha quebrado a regra, descobriu que não havia como entrar em mais problemas.


Enquanto ela fosse respeitosa, tinha certeza de que a besta não a golpearia pelas costas.


Ela abaixou-se para examinar as pequenas placas no meio de cada uma das rosas.


A besta as tinha nomeado.


Ela piscou, tentando dar sentido ao que via.


Havia dezenas, fileira após fileira de rosas lá, cada uma com sua própria placa pequena.


Lucille. Elizabeth. Bertha. Margaret...


Ao estudar os nomes, notou um que a retesou: Marigold.


Não havia nenhuma maneira de que a besta tivesse chamado uma rosa após outra com base em nomes femininos claramente humanos.


Os nomes não eram para flores, eram para as mulheres.


Dois anos atrás, Marigold Fischer havia sido escolhida como sacrifício.


As rosas não eram apenas flores em um jardim, eram marcadores graves.


Ela ofegou e tropeçou para trás, caindo em sua parte inferior.


A besta estava atrás dela em um instante.


Suas costas pressionaram firmemente contra sua perna estranha, e ela ofegou novamente.


— Você é uma mulher inteligente, para ter descoberto. — a besta disse em um tom baixo, reverberante. — Você entende agora, porque não tem permissão para entrar no jardim? As mulheres antes de você me desobedeceram também. É isso que você quer?


— Não...


Agora que ela estava enfrentando diretamente, ela sabia que a morte não era o que ela queria. Ela ainda tinha muito para viver.


Não importava quão corajosa tivesse sido durante toda a viagem até a mansão, ou quão legal e resoluta tinha sido quando Brian chegou para buscá-la, agora sabia que não estava pronta para morrer. Ainda havia muito pelo qual tinha que viver.


O pai dela. Suas irmãs. A vida que compartilhavam juntos...


E a cidade sabia que se morresse agora, se tornaria uma dessas coisas?


Será que ela seria esquecida, nada mais do que uma rosa e uma pequena placa em um jardim proibido?


Ela se afastou da besta, mas ele era rápido, e ela não foi muito longe.


Para uma agilidade, que ela não imaginou possível em uma criatura de seu tamanho, ele se abaixou e passou suas garras na parte de trás de seu vestido. Com um puxão, ele levantou-a.


Ficou atônita, o tecido não rasgou.


— Por favor... — ela ofegou. — Eu não vou contar a ninguém sobre o que aconteceu aqui.


— Então você vai deixar este jardim e nunca mais voltar. — a besta disse rigidamente. — Não tenho paciência para as mulheres que me desobedecem. Tudo o que resta daqueles que me testaram no passado é o que você vê diante de você. Você entende?


— Eu não voltarei.


Ela não conseguia chorar, gritar, ou correr.


O terror enrolando no seu peito infectou seu estômago, forçando-o a apertar bem forte, mas ela sabia que não era da besta que estava com medo, era a circunstância e a inevitabilidade de sua mortalidade.


Quer queira ou não a besta a matou, a morte era absoluta.


O que ela poderia fazer com seu tempo restante, a fim de fazer o maior impacto no mundo?


Ser morta em uma mansão, outra vítima sem rosto pela maldição, não teria nenhuma utilidade. Que bom seria fazer, agir ou gritar?


Se ela o fizesse, tinha certeza de que ele só iria trazê-la mais perto da morte.


— Então você entende o que arrisca.


Ainda havia uma bondade bizarra nos olhos do animal que não podia descartar.


Tão assustado quanto ela se sentia, e tão duro quanto seu coração batia forte no peito, ela olhou em seus olhos e viu compaixão lá.


A visão de que era humano.


Será que ele realmente matou todas essas mulheres?


Havia mais para ele do que a besta que ela viu no exterior, e ela sabia.


Engoliu seu medo, ela limpou seu vestido e fez o possível para parecer apresentável.


— Obrigada pela oportunidade, Lorde Herrera.


O silêncio se estendeu entre eles ao mencionar seu nome.


Os dentes da fera brilhava à luz do luar, e ela observava suas estranhas narinas dilatarem quando ele respirava.


Por fim, ele sacudiu a cabeça.


— Saia daqui.


Ela deixou o jardim sem hesitação e moveu-se rapidamente pelo corredor até que voltou para seu quarto.


Padre Millard estava errado sobre o besta, ele pode ter sido amaldiçoado, mas ele não era malvado.


Se a maldade realmente vivia em seu coração, ele não teria hesitado em rasgá-la em pedaços. Em vez disso, ele tinha lhe dado uma segunda chance.


Ela provaria para ele que era digna da vida, e que sua compaixão não fora extraviado.


Ela queria conhecê-lo, e não pararia por nada até entender os "Como?" e o "Porquê?" do misterioso Lorde Herrera.


 


 


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Autor(a): Mila Puente Herrera ®

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Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 37



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  • ponnyforever10 Postado em 24/09/2018 - 23:09:44

    AAAAA se casaram <33333. Amei a fic *---*

  • ponnyforever10 Postado em 22/09/2018 - 11:10:46

    Aii que nojo desses homens, ainda bem que Poncho salvou elas. Não acreditoooooo :(((

    • Mila Puente Herrera ® Postado em 24/09/2018 - 22:35:05

      RIDYCULOS DEMAIS :@ Pois é, ainda bem <3

  • ponnyyvida Postado em 22/09/2018 - 03:03:41

    O comentário de baixo é meu tá ?! Hihi

    • Mila Puente Herrera ® Postado em 24/09/2018 - 22:34:35

      FB e esse bug eterno...

  • Postado em 22/09/2018 - 03:02:48

    Meuuu Deusss como assim ?! Ele não pode morrer agora, não não :( Ele salvou ela *_* Awnt, são realmente uns bolinhos <3 Continuaaaa

    • Mila Puente Herrera ® Postado em 24/09/2018 - 22:31:57

      Não pode msm :/ Salvou sim *--* Sãaaao <3

  • ponnyforever10 Postado em 20/09/2018 - 22:53:12

    Aii ele é tão gentil <333, a história das rosas *----*. Anahi é um amor vai ajudar ele *------*.

    • Mila Puente Herrera ® Postado em 21/09/2018 - 23:15:51

      É sim *---* Triste mas fofa :/ Vai sim, será que dá certo?

  • ponnyyvida Postado em 20/09/2018 - 15:12:02

    Ainda bem que o site voltou, eu tava ficando louca já kakak Necessitava dessa fanfic <3 Ownt, eles tiveram a primeira conversa deles "normal" ;) Que fofo os dois *_* Continuaaaa

    • Mila Puente Herrera ® Postado em 20/09/2018 - 22:23:15

      SIM, eu SURTEI a cada minuto dele fora do ar ¬¬ A primeira de muitas :3 Eles são uns bolinhos,.. :3

  • ponnyforever10 Postado em 19/09/2018 - 22:37:40

    Ele salvou o pássarinho *-------*. Ele ta tão feliz que ela não tem medo dele>3333

    • Mila Puente Herrera ® Postado em 20/09/2018 - 22:21:49

      Salvou sim *---* O bichinho...

  • ponnyforever10 Postado em 19/09/2018 - 17:02:34

    Poncho assustou ela hein até eu assustei com os nomes das rosas sendo das mulheres pq sera :0. Ela não se assustou com a forma dele *--*

    • Mila Puente Herrera ® Postado em 19/09/2018 - 22:13:29

      KKKKKKKKK Sim, é meio macabro, mas você vai descobrir o pq... SIM *--*

  • ponnyforever10 Postado em 15/09/2018 - 11:43:53

    Ele observando ela *----*. Eitaa finalmente ela viu ele quero só ver a reação dela :0

    • Mila Puente Herrera ® Postado em 17/09/2018 - 00:05:54

      Sim :3 Olha aí... Vem mais :3

  • ponnyyvida Postado em 15/09/2018 - 04:02:27

    Aaaaa não creio que você parou bem nessa parteeeee :| Scrr, necessito saber o que aconteceu dps dissooo. A Any veio pra salvar ele *_* Posta maaaais <3

    • Mila Puente Herrera ® Postado em 17/09/2018 - 00:04:13

      Parei :3 Olha aí... Veio sim *--*



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