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Fanfic: Segure-se Firme - Vondy (adaptada - finalizada) | Tema: Vondy, HOT


Capítulo: Prólogo

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Dulce


— Abra-as mais, - Dustin disse ofegante no meu ouvido, quando ele apertou meu joelho esquerdo contra o banco traseiro de couro de seu carro. Pensei que tivéssemos esse baixo até agora, mas às vezes ele queria algo diferente. Então eu tive que me ajustar. Além disso, manter a cabeça no jogo era difícil de fazer.


No início isso tinha me machucado. Agora era apenas desconfortável. Mas eu amava Dustin, e ele queria sexo. Então, eu dei a ele. O que significava que algumas noites por semana, ele beliscava meus mamilos realmente duro, então fez o ato e nós estávamos feitos. Estar perto dele valia a pena. Eu me senti tão desconectada dele ultimamente, que isso ajudou a aliviar a minha mente. Quando estávamos de volta aqui juntos, estávamos bem de novo.


— Gostou? - Eu perguntei, movendo minha perna para cima para descansar ao longo da parte superior de seu banco traseiro.


— Foda-se, sim. Como isso, baby. Assim mesmo. Você é sempre tão malditamente apertada. É quase impossível ficar dentro de você.


Eu concordei com ele. Que era por que era tão desconfortável. Parecia que devia haver alguma coisa para fazê-lo deslizar mais fácil. Mas ele nunca mencionou isso, então eu não perguntei.


— Porra, uhhhh, sim... Deus, querida, tão bom, uhhhh! GAAAAH, - ele gritou em alta voz, quando ele jogou a cabeça para trás e seus olhos rolaram em sua cabeça.


Isso significava que tinha acabado. Ele foi feito. Graças a Deus.


Quando ele se afastou de mim, eu rapidamente sentei-me, no caso de ele querer ir para a segunda rodada. Eu me sentia como se ele tivesse me dividido neste momento. Eu não queria uma segunda rodada.


— Você sabe que nós vamos nos casar um dia, não é? - Disse Dustin, quando ajudou a arrumar a minha saia, então me entregou minha calcinha.


Eu nunca tinha dito a ele como eu estava insegura sobre nós fazermos sexo o tempo todo, mas ele me conhecia muito bem. Ele tinha sido meu melhor amigo por toda minha vida, e quando a nossa relação tinha evoluído para algo mais, não foi uma surpresa para ninguém.


Eu tinha amado Dustin Uckermann desde que éramos crianças, por isso só fazia sentido que ele e eu  fossemos evoluir para isto, mesmo que eu não tivesse certeza de  que  era isso que eu queria. Nosso relacionamento mudou muito ao longo dos últimos dois anos.


Ou talvez fosse apenas Dustin que tinha mudado muito ao longo dos últimos dois anos.


Às vezes eu não o reconhecia mais. O rapaz do outro lado da rua não era o amigo descontraído, de confiança que eu sempre adorei. Ele era o astro do basquete, com recorde, que já tinha olheiros universitários verificando-o no seu segundo ano do ensino médio. Meninas o queriam, e os meninos queriam ser ele. Ele se deleitava com a atenção. Ele sabia que era especial e ele não era humilde sobre isso.


Mas eu o amava. Então, eu aceito esta mudança. Pelo menos, eu estava fazendo o meu melhor para aceitar. Mesmo que isso significasse que ele só tinha tempo para mim, quando ele queria ter relações sexuais. O resto do tempo ele estava ocupado jogando basquete e bebendo com os amigos, o que era algo que eu não faria. Eu desenhei uma linha para ir a estas festas que ele comparecia. Eu tinha ido a duas delas com ele, e ele tinha ficado tão acabado que eu tinha sido forçada a ir para casa sozinha. Se eu não voltasse para casa no toque de recolher, os meus pais me moeriam até eu completar trinta anos.


Eles confiaram em Dustin, mas não tinham ideia de quem ele realmente era. Não mais. Meus pais nunca ficariam bem que eu fosse a festas. Meu toque de recolher era mais cedo do que todos os outros. E frustrava Dustin, mas ele sempre me garantiu que estava tudo bem, que ele iria trabalhar em torno disso.


— Você não está falando de novo, querida. Isso significa que você está chateada. O que eu fiz desta vez? - Dustin perguntou, enquanto eu puxava a minha calcinha de volta no lugar.


— Nada. Apenas perdida em pensamentos. Eu não estou chateada, - eu assegurei a ele. Isso era o que eu sempre fazia: ter certeza de que ele estava feliz e livre de preocupações.


Ele se inclinou e tocou o lado do meu rosto. O olhar gentil nos seus olhos lembrou-me o garoto que eu tinha me apaixonado anos atrás. — Você é minha única, Dulce María. Minha primeira e única. Você sabe disso, não é?


Eu balancei a cabeça.  Ele vinha me dizendo isso desde o nosso primeiro beijo. Um primeiro beijo que poderia não ter acontecido, se Christopher, o irmão mais velho de Dustin, não tivesse demonstrando atenção por mim. Não era esse tipo de atenção. Não era o tipo que ele mostrava pelas garotas de sua idade. Christopher estava no último ano do ensino médio. Ele e seu bando de amigos corriam a escola. Eles possuíam.


Em nosso primeiro dia de escola, Dustin tinha me deixado para trás para sair com o time de basquete e os caras mais velhos que eram mais do que dispostos a trazê-lo para o rebanho. Eu era a menina que não conhecia muitas pessoas por causa dos meus pais rigorosos. Christopher, no entanto, me encontrou no corredor na escola naquele dia. Ele me ajudou a passar por isso. Para o meu primeiro almoço no grande refeitório, Dustin tinha ido sentar-se com seus novos amigos e não me convidou. Eu estava extremamente intimidada pelo lugar, então eu encontrei um ponto com uma árvore do lado de fora para comer o meu almoço. Sozinha. Até Christopher Uckermann me encontrar e sentar-se ao meu lado. Foi assim por um tempo. Mas, quanto mais atenção que ele me mostrava, mais atenção Dustin começou a mostrar. Logo eu era menina de Dustin.


— Eu amo você, baby. Você é minha garota. Eu odeio que tenhamos que correr, e eu não possa levá-la para uma cama e cercá-la com a luz de velas. Isso é o que você merece.  É o que eu quero para você. Mas agora temos que esgueirar-nos em torno de seus pais. Um dia você vai ser livre. Não os queremos assistindo todos os seus movimentos.


Eu balancei a cabeça. Ele estava certo. Um dia eu iria para a faculdade e os olhos superprotetores do meu pai não iriam estar direcionados para mim. Ele teria que deixar-me fazer minhas próprias escolhas.


— Eu também te amo, - eu disse a ele.


Ele sorriu e então se inclinou para me beijar. Foi um beijo suave. Depois do sexo Dustin gostava de me tratar como se eu fosse um tesouro. Ele nunca quis que eu duvidasse que ele me tinha carinho. Era esses alguns momentos que faziam o resto valer a pena. Porque a verdade é que eu não gostava de sexo. Era desconfortável e doloroso, e eu não entendia por que as meninas gostaram tanto. Pelo olhar no rosto de Dustin, sempre que ele saia, eu podia ver que foi fantástico para ele. Mas eu nunca tive esse sentimento. Além de desfrutar de vê-lo sentir prazer, e eu temia ter que fazê-lo.


— Temos 15 minutos para chegar em casa, - disse Dustin. Este era um ritual todas as noites com a gente. Ele iria me levar para casa, em seguida, correr para uma festa ou para ir jogar basquete. Era doloroso imaginar que ele estava perto de outras garotas, bebendo e ficando fora até tarde. Eu tinha lhe dito uma vez que isso me preocupava, que ele iria se cansar das regras dos meus pais e terminar comigo. Ele assegurou-me que me amava e só a mim. Sempre.


— Foda-se!


Eu empurrei minha cabeça, assustada com sua explosão, ao vê-lo segurando a camisinha usada. O sêmen que era suposto estar perfeitamente dentro revestia o exterior do látex.


— Filho da puta, o preservativo rompeu-se, - ele jurou, antes de atira-lo pela janela. — Essa é a segunda vez que isso aconteceu com a caixa que eu comprei na semana passada. Vou comprar de uma marca diferente, - ele resmungou.


— Eu não sabia que outro tinha rasgado, - disse eu, tentando lembrar-me o tempo gasto na parte de trás do carro de Dustin na semana passada.


Seu rosto empalideceu um momento, e então ele deu de ombros. — Eu não queria preocupá-la. Isso me irritou e eu esqueci. Mas essa é segunda vez agora. Vou pegar novos. Não se preocupe, - ele disse, com uma piscadela, em seguida, puxou sua calça jeans e prendeu-as.


— Vamos para casa. - Ele abriu a porta e saiu, antes de se aproximar e pegar a minha mão para me ajudar. Uma vez que ambos estavam em pé do lado de fora, ele passou os braços em volta de mim e respirou profundamente. — Eu não sei o que eu faria sem você, Dulce. Eu a amo tanto, malditamente muito. Você é o meu centro. Você me mantém focado e aterrado. Eu posso confiar em você com qualquer coisa.


Este era o Dustin que eu conhecia. Meu melhor amigo. O cara do outro lado da rua, que eu tinha conhecido por toda a minha vida. Não o atleta popular, que bebia demais nas festas.


Eu fiquei na ponta dos pés para beijá-lo, e ele ainda teve de se inclinar para que eu pudesse chegar aos seus lábios. Dustin já tinha dois centímetros mais alto do que seu irmão mais velho. Os meninos Uckermann eram altos. Mas Christopher tinha ombros mais largos e do tipo de músculos que só os homens tinham. Dustin ainda era um menino. Mas ele era meu menino.


Ainda assim, isso não me impediu de olhar para Christopher sempre que eu podia dissimular. Quando Christopher estava fora lavando seu carro, eu estava no meu quarto assistindo por trás da segurança das minhas cortinas. Qualquer chance que eu tivesse de ter um vislumbre de Christopher, eu secretamente tomava.


No dia que Christopher sentou ao meu lado na hora do almoço, ele se tornou o meu herói. Ele tinha vindo para me resgatar. E desde então ele tinha intervindo e salvou-me mais de uma vez. Ter esse cara, que parecia maior que a vida, sempre lá para me ajudar, fez coisas para o meu coração que eu que não podia controlar. Mesmo que eu tentasse parar de sentir as coisas por ele. Eu simplesmente não podia.


Eu estava apaixonada por Dustin Uckermann, mas eu estava em adoração de ídolo completo com seu irmão mais  velho, um fato que eu só podia admitir para mim mesmo. Ele tinha o tipo de beleza que uma menina não podia ignorar.


**


Naquela noite, depois que eu estava enfiada na cama, meus pensamentos eram para fantasias com Christopher (porque esta foi à única vez que eu me permiti enganar mentalmente o meu namorado com seu irmão mais velho), eu ouvi as sirenes. Você não ouvia muitas sirenes em Sea Breeze. Era uma cidade pequena, e raramente as ambulâncias, carros de polícia e caminhões de bombeiros tinham motivo para correr para o mesmo local. Mas quanto mais alto eles ficavam, mais grave que eu percebia que era.  Sai da cama, fui para minha janela e olhei para baixo, na estrada. Eu podia ouvi-los, mas eu não podia vê-los. Tudo o que eu sabia era que eles estavam pertos.


O ruído não desapareceu, mas em vez disso, ficou mais alto, à medida que mais veículos de emergência se juntavam. Eu envolvi o cobertor em torno de mim e sentei-me no meu assento na janela, para esperar. Eu não conseguia dormir com o barulho, e eu decidi fazer uma oração para quem fosse à causa disso, era importante. Meus pais tinham me criado na igreja, e eu acreditava completamente na oração.


Assim como eu fechei os olhos, a porta do quarto se abriu, e eu me virei para ver minha mãe ali com um olhar de horror em seu rosto. O meu pai estava em casa? Levantei-me quando o medo tomou conta de mim, e eu encontrei o seu olhar. — O que há de errado, mamãe? - Perguntei. — Papai está aqui? É ele, não é?


Ela negou com a cabeça. — Estamos todos aqui, - disse ela, em seguida, colocando a mão em seu coração e respirou fundo. — Isso não é... - Ela parou e fechou os olhos. Eu deixei o cobertor cair no chão e comecei a ir com ela. Ela estava me assustando.


— Mamãe, me diga o que está errado, - eu implorei.


Ela levantou os olhos, e vi as lágrimas não derramadas brilhando neles. — É Dustin, querida.


— Dustin? - eu perguntei, parando e pegando a primeira coisa que eu poderia encontrar para me equilibrar.


Ela assentiu com a cabeça. — Seu pai acabou de sair do telefone com o pastor. Ele está em seu caminho para os Uckermann agora. Dustin bateu o seu carro em uma árvore, - disse ela, com a voz sumindo.


Ele bateu o carro em uma árvore? Como ele fez isso? Eu tinha acabado de estar com ele, há duas horas. — Mas ele está bem? - Eu perguntei, quando as sirenes continuaram a zombar de mim. Com todos esses veículos de emergência lá fora, como ele poderia estar bem?


Mama balançou a cabeça. — Não, Dulce. Ele não está bem. Ele é... Ele se foi, querida.


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Autor(a): Dulce Coleções

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Seis anos mais tarde... Dulce Eu nunca esperei pisar em Sea Breeze, Alabama, novamente. Quando os meus pais arrumaram as minhas malas e me mandaram para viver em Fort Worth, Texas, com a irmã de minha mãe, que eu mal conhecia, eles tinham dito que eu voltaria para Sea Breeze depois que o bebê nascesse. O que não tinham dito era que eles estavam p ...



Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 429



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  • grids Postado em 05/09/2019 - 02:33:46

    PS: no início da fic quando a Dulce tinha relações com o Dustin só pq ele queria eu ficava pensando "meu Deus mana! Isso é um abuso, será que tu não tá entendendo?" não era forçado por meio de força física, mas era emocionalmente forçado, Dul (assim como muitas mulheres na vida real) estava num relacionamento tóxico e abusivo e nem se dava conta... Ainda bem que no final ela notou, ainda q parcialmente (pq ele n era boy lixo só pela traição)

    • Dulce Coleções Postado em 08/09/2019 - 14:13:10

      A primeira pessoa q notou esse abuso, sempre esperei alguém comentar sobre isso!! Ele era escroto num nível muito grande.

  • grids Postado em 05/09/2019 - 02:29:33

    Fic topppp! Por isso amo adaptações, a escrita é perfeita e a estória também ❤️ Ok que a mãe da Dulce foi péssima, mas ela precisava sim saber o boy lixo que o Dustin era! Ficava me perguntando o tempo todo se ela não saberia do q ele aprontava, pq todo mundo na fic endeusava e eu só pensava "que macho escroto! Embuste" morrendo de ódio kkkkkk pena que já cheguei no final, teria amado comentar capítulo a capítulo, enfim... Continua postando adaptações pq eu tô aqui pra ler todas, bjs 💕

    • Dulce Coleções Postado em 08/09/2019 - 14:11:19

      Sim, concordo com tudo, Dulce precisava saber q tipo de homem era ele, principalmente o fato de todo mundo ficava protegendo ele, iria amar teus comentários, e já estou preparando outras adaptações.

  • kauanavondy015 Postado em 21/03/2019 - 23:18:55

    Amei,uma das melhores fanfics q ja li

    • Dulce Coleções Postado em 27/03/2019 - 13:01:46

      Ain que linda*-*-*-**

  • Ellafry Postado em 19/03/2019 - 14:33:55

    com ou sem casamento essa história foi linda. Amei essa adaptação

    • Dulce Coleções Postado em 21/03/2019 - 02:14:15

      Ain que linda!!!!!!!!!!!!

  • rosasilva Postado em 18/03/2019 - 21:40:53

    Noooooooooooo triste acabo :'(... no livro tem o casamento dela é sobre os filhos??

    • Dulce Coleções Postado em 18/03/2019 - 23:49:43

      No livro acaba aí mesmo ;-;

  • ana_vondy03 Postado em 18/03/2019 - 21:27:05

    AHHHHHHHH, que pena q acabou assim! Bem q poderia ter uma segunda temporada né!? Mais em todo caso foi legal acompanhar a fic!

    • Dulce Coleções Postado em 18/03/2019 - 23:48:58

      Queria uma segunda temporada.

  • nat.vondy Postado em 18/03/2019 - 18:58:13

    amei o final, muito linda essa fanfic.

    • Dulce Coleções Postado em 18/03/2019 - 23:48:29

      Muito obrigada

  • rosasilva Postado em 17/03/2019 - 01:06:52

    Oh my gooddd ...

    • Dulce Coleções Postado em 18/03/2019 - 16:36:28

      OMG!!

  • ana_vondy03 Postado em 15/03/2019 - 15:59:12

    Continuaaa

    • Dulce Coleções Postado em 18/03/2019 - 16:36:06

      Continuando

  • Ellafry Postado em 15/03/2019 - 13:08:50

    que apressado rsrsr

    • Dulce Coleções Postado em 18/03/2019 - 16:35:39

      rsrsrsrs



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