Fanfic: O Cálice do Desejo e a Divindade do Amor - 3ª Temp [+18] [Hot] (Saint Seiya) - Finalizada | Tema: Saint Seiya
Área Externa da Mansão
Máscara da Morte, juntamente com Milo, se aproximou de Aiolia e Shura, que estavam sentados perto da sinuca conversando. Máscara da Morte os cumprimentou:
(Máscara da Morte) – Oi, Leãozinho! Oi, Bebê! Viemos chamá-los para jogar!
Shura cruzou os braços.
(Shura) – E o que seria desta vez?
Máscara da Morte pegou o baralho e mostrou as cartas para Shura.
(Máscara da Morte) – Bebezinho, desta vez você não tem do que reclamar, vamos jogar cartas! Leãozinho escolhe o quer jogar.
(Aiolia) – Copas em dupla.
Milo sorriu.
(Milo) – Ótima escolha!
(Shura) – Certo, eu escolho o Milo para ser o meu par.
Máscara da Morte sorriu.
(Máscara da Morte) – Tudo bem, já imaginei que o escolheria, eu fico com o Leãozinho! Cadê o Nonon?
(Shura) – Acho que eu o vi na piscina interna. Já temos as duas duplas!
(Máscara da Morte) – Temos que ter um juiz, esqueceu que você chora demais quando perde? E não estou a fim de você reclamando que perdeu porque roubamos!
(Shura) – Eu não reclamo! – disse em protesto – e, quando reclamo, estou com a razão!
(Milo) – Não vamos precisar de juiz, afinal, seremos a dupla ganhadora. Certo, Shura?
(Shura) – Exatamente.
Máscara da Morte sorriu.
(Máscara da Morte) – Beleza, então! E a dupla perdedora terá que pagar uma prenda! Concordam?
Todos concordaram.
Se sentaram em uma das mesas perto da piscina, dividiram o baralho em quatro partes e distribuíram as cartas.
(Máscara da Morte) – A dupla azarenta que fizer duzentos pontos primeiro acaba o jogo.
Depois de várias rodadas, estavam praticamente empatados – 182 pontos para Mask e Aiolia e 196 pontos para Milo e Shura – quando Shura sorriu na última rodada e jogou a rainha de copas.
(Máscara da Morte) – Puta que pariu! Eu sabia que você estava pegando todas essas cartas não era à toa! Leãozinho, leva essa rodada, senão estamos fritos, minha última carta de copas acabou de ir embora!
Aiolia passou a mão no cabelo.
(Aiolia) – Desculpa, cara, mas também não tenho mais nenhuma carta de copas... Só me restou esse seis de ouros, foi mal...
Shura levou todas as cartas da mesa e calmamente foi virando a sequência de todas as cartas de copas e a rainha de espadas.
(Shura) – LUA! São cinquenta e dois pontos para os dois lindinhos! Ou seja, fizeram duzentos e trinta e quatro pontos, mocinhas!!!
Milo fez um toca aqui com o Shura.
(Milo) – Caralhoooo!!! Eu sabia que você estava fazendo “lua”, perfeito cara!!!
(Máscara da Morte) – Bom, não se pode ganhar todas, não é? Foi mal, Leãozinho, quando percebi o que ele estava fazendo, já não tinha mais cartas para o deter!
(Aiolia) – Digo o mesmo! Foi mal, cara!
(Shura) – Chega de choro! Hora de pagarem!
(Máscara da Morte) – Não somos você, Bebê, aceitamos a derrota! O que querem?
Milo olhou para Shura e sorriu, se aproximou do parceiro e disse no ouvido de Shura a sua ideia.
(Shura) – Vou adorar isso!
(Milo) – Queremos que trollem o Kanon!
(Shura) – Vão ter que jogar um balde de água gelada nele!
(Aiolia) – Ferrou! Vocês sabem que ele tem o mesmo poder do irmão, né?
(Máscara da Morte) – O Nonon vai nos matar!
(Shura) – Amarelaram?
(Máscara da Morte) – Claro que não! Mas tenho uma condição! Eu faço a trollagem sozinho, não precisa de dois para fazer isso e não quero que o Leãozinho morra antes de se casar!
(Milo) – Por mim tudo bem!
(Shura) – Por mim também!
(Aiolia) – Cara, vai mesmo fazer isso sozinho?
(Máscara da Morte) – Te amo, Leãozinho! Vou ser o seu herói! Cuida do Dite por mim, tá?
Aiolia sorria e balançava a cabeça.
(Aiolia) – Você não existe, cara! Mas obrigado assim mesmo!
Máscara da Morte se levantou, com Milo logo em seguida.
(Milo) – Vou te acompanhar para ter certeza de que você não vai amenizar a trollagem com o Kanon!
(Shura) – Vou esperar aqui, não quero correr o risco de levar um golpe por estar perto.
(Aiolia) – Vou ficar com o Shura!
Mansão Kido
Máscara da Morte e Milo passaram pela área de serviço, pegaram um balde e foram para a cozinha. Encheram-no de água gelada e estavam colocando pedra de gelo, quando o Afrodite, que carregava roupas de cama limpas, passou pela cozinha e viu os dois juntos.
(Afrodite) – Por que estão colocando gelo dentro do balde?
(Milo) – Seu marido perdeu uma aposta.
Máscara da Morte sorriu para o amado.
(Máscara da Morte) – Vou ter que jogar água gelada no Nonon! E como vimos que ele está deitado nas espreguiçadeiras da piscina interna, a melhor hora é agora!
Afrodite cruzou os braços e balançou a cabeça em negativa.
(Afrodite) – Essa brincadeira não vai dar certo! Você vai acabar levando uma baita de uma surra!!!
(Máscara da Morte) – Pelo menos, vou sobreviver! Eu salvei ele do irmão, então ficaremos quites!
Máscara da Morte se aproximou do Afrodite e deu um selinho nele.
(Máscara da Morte) – Não se preocupe, Amor, você cuida dos meus machucados!
(Afrodite) – Você não tem jeito mesmo!!! Não vou ficar aqui para ver você se machucando! Vou para o nosso quarto! E é bom voltar inteiro!!!
Afrodite saiu e seguiu seu caminho pelas escadas para ir em direção ao quarto.
(Milo) – Beleza, cara! Hora de executar o plano!
Máscara da Morte respirou fundo.
(Máscara da Morte) – Bora logo com isso!
Saíram em direção à piscina interna.
Afrodite subia o último degrau quando encontrou com Kanon, vestido de calça preta e blusa regata azul, que iria descer as escadas.
(Kanon) – Oi, Dite!
(Afrodite) – Você não estava na piscina interna?
(Kanon) – Não, estava no meu quarto. Vou descer agora e depois vou para a piscina externa, quero pegar um sol! Por quê?
Afrodite ficou pálido na hora e deixou caírem na escada os lençóis que segurava. Kanon ficou assustado com a reação repentina do Afrodite e o segurou pelos ombros.
(Kanon) – Que merda! Dite, fala comigo!!! O que aconteceu???
Afrodite falou baixinho, ainda assustado:
(Afrodite) – Vou ficar viúvo!
Piscina Interna da Mansão
Máscara da Morte o viu deitado na espreguiçadeira de barriga para cima, usando sunga box listrada preta e branca, um braço estava cobrindo os olhos e o outro na cabeça.
Milo sorriu e disse baixinho:
(Milo) – Boa sorte, cara!
Máscara da Morte se aproximou devagar e, levantando o balde cheio de água gelada e cubos de gelo, virou de uma só vez todo o conteúdo, derramando em cima do peitoral e barriga e fazendo ele se levantar de uma vez só, se sentando na espreguiçadeira.
(Saga) – QUE PORRA É ESSA?????????
(Máscara da Morte) – Ai, merdaaaaa!!!!!
(Milo) – Puta merda! Ferrou!!!
Saga estava possesso e olhou para Máscara da Morte, que deixou cair o balde perplexo e começou a dar passos para trás.
(Saga) – VOCÊ TIROU A PORRA DO DIA PARA ME SACANEAR??? É NO ESCRITÓRIO, E AGORA ISSOOOO?!
(Máscara da Morte) – Sassá, você acreditaria se eu dissesse que tudo não passou de um engano???
Saga começou a queimar o cosmo.
(Saga) – NÃOOO! E EU JÁ ESTOU PUTO COM AS SUAS BRINCADEIRAS SEM LIMITES!!!
Máscara da Morte, ainda andando para trás, apontou o dedo indicador para o Saga.
(Máscara da Morte) – Nesse caso, não tem muito que eu possa fazer, então... não me obrigue a usar as “Ondas do Inferno” em você!
Saga aumentou seu cosmo ainda mais.
(Saga) – BOA SORTE COM ISSO, IMBECIL!!!
Afrodite apareceu correndo na piscina interna e viu a cena de longe do Máscara da Morte apontando o dedo para Saga e Saga com o cosmo elevadíssimo mirando o seu marido.
(Afrodite) – O QUE ESTÁ FAZENDO??? NÃO VÊ QUE ELE VAI TE MATAR???? CORREEEEE!!!!!
Máscara da Morte, assim que ouviu o amado, saiu correndo em disparada em direção ao corredor e, quando olhou para trás, viu Saga correndo atrás dele.
(Máscara da Morte) – Mas que droga!!!!!
(Saga) – SEU COVARDE! NÃO FUJA!!!
(Máscara da Morte) – ATENAAAAA!!!!!!
Máscara da Morte derrubava o que via pela frente na tentativa de criar obstáculos para atrasar Saga.
Atena
Estava saindo da biblioteca quando ouvi meu nome sendo gritado. Olhei em direção ao som do chamado e vi, correndo em minha direção, o Máscara da Morte.
(Máscara da Morte) – ATENAAAA!!!! GRAÇAS AOS DEUSES!!!!!
Ele correu mais rápido, se aproximou e ficou atrás de mim.
(Máscara da Morte) – Me salva!!! Por favor!!! O Sassá quer me matar!!!! – ele suplicou, me deixando de frente para o Saga, que corria na minha direção com o cosmo elevadíssimo!!!
Droga!
Saga parou a uns três metros de nós e apontou para o Máscara da Morte e estava furioso!
(Saga) – Saia de trás dela, seu covarde!
Falei calma, mas em um tom alto para que ele escutasse.
(Atena) – Saga, por favor, abaixe o seu cosmo! Tenho certeza que podemos resolver esse problema conversando!
Saga respirou fundo e foi abaixando o cosmo aos poucos. Ele olhou para mim com os olhos semicerrados e expressão de bravo!
(Saga) – Ele é assim por culpa SUA!! Eu já te disse para colocar limites nele!!!
(Atena) – Esse é o jeito dele, não pode culpá-lo por ser assim! E, além do mais, podemos resolver isso conversando!
(Saga) – Se ele tivesse levado uma bela de uma surra, eu duvido que ele fosse assim! Mas, não, você o mima demais!!!!
Respirei fundo e perguntei para o Máscara da Morte:
(Atena) – Poderia me explicar por que o Saga está tão nervoso contigo?
Máscara da Morte olhou para o chão e me respondeu:
(Máscara da Morte) – Eu joguei água gelada com cubo de gelo em cima dele enquanto ele descansava na espreguiçadeira...
Olhei para o Saga que estava molhado, de sunga e muito irritado.
(Atena) – Pelos deuses, Mask!!! E por que você faria isso??? Logo com ele???
(Máscara da Morte) – Minha deusa, eu juro que eu não queria fazer isso com ele, eu pensei que era o Nonon!
Saga deu um passo para frente e o Mask me puxou um passo para trás.
(Saga) – Eu não acredito em você!!! Você resolveu tirar o dia para me perturbar! E se eu não te der uma boa de uma lição, você não vai parar de me azucrinar!
(Atena) – Saga, você não vai encostar nele!!!
(Saga) – Se você não o educa, eu o educo!!! Obviamente você não tem pulso firme com ele!!! Olha só o estrago que ele fez na Mansão!!!
Saga ficou de perfil para me mostrar todas as coisas quebradas e derrubadas no chão.
Uau! Que bagunça!
(Atena) – São bens materiais, coisas que podem ser repostas! Eu não vou brigar com ele, sabendo que ele jogou essas coisas para se proteger de você!
Saga levou as duas mãos à cabeça em sinal de incredulidade e sorriu sarcástico.
(Saga) – Você o defende demais!!! Não vê que ele vai achar que pode aprontar qualquer coisa porque sabe que você vai defendê-lo?!
(Atena) – Não, não acho! E não vou passar a mão na cabeça dele, ele vai se desculpar com você pelo o que fez!
Me virei para o Máscara da Morte.
(Atena) – Sol, você sabe que o que fez com o Saga foi errado, não é?
Máscara da Morte confirmou com a cabeça.
(Atena) – Então peça desculpas a ele.
Máscara da Morte olhou para o Saga, que fechou a cara na hora.
(Máscara da Morte) – Me desculpe, Sassá, eu não quis jogar água em você!
Me virei para o Saga.
(Saga) – É isso??? Essa é a punição dele???
(Atena) – Ele pediu desculpas, o que mais você quer?
Afrodite apareceu no corredor, viu todo o estrago feito e olhou diretamente para o Mask atrás de mim. Veio em nossa direção vermelho de raiva e, quando se aproximou do Máscara da Morte, começou a dar tapas nele. Conforme batia, soletrava:
(Afrodite) – Qual a par-te de fi-car lon-ge de-le vo-cê não en-ten-deu?
(Máscara da Morte) – Ai, Dite!!!
(Afrodite) – Quer mesmo me deixar viúvo??? Que ideia é essa de querer irritar um louco????
(Máscara da Morte) – Amor, eu sou inocente!!! Eu pensei que fosse o Nonon!!!
Afrodite continuou com os tapas.
(Afrodite) – Olha a bagunça que você fez!!! Vai já arrumar essas coisas!!!
E saíram para o final do corredor.
Saga me olhou, levantou uma sobrancelha e sorriu para mim.
(Saga) – É impressionante descobrir que o Afrodite tem mais pulso firme que você, Atena!
Sorri.
(Atena) – Não tenho culpa de não conseguir dar uma bronca nele. Visivelmente vocês estão cometendo uma injustiça! Tem ideia do quanto você consegue ser intimidador?
Ele sorriu.
(Saga) – Claramente não a intimido.
Me aproximei dele – olhando fixamente seu corpo molhado – e coloquei minha mão no seu peitoral, que estava gelado.
(Atena) – Não, nem um pouco...
Olhei em seus olhos.
(Atena) – Na verdade, acho um charme quando está irritado!
Ele sorriu balançando a cabeça em negativa.
(Saga) – Você quer mesmo me enlouquecer, não é?
Sorri. Deslizei a minha mão pelo seu rosto perfeito.
(Atena) – Me prometa que não vai encostar no Mask, ele não fez por mal... por favor...
Ele me olhou por todo o meu rosto e puxou um sorriso.
(Saga) – Eu ainda acho que você o protege e mima demais! Mas prometo, por você! E não conte isso a ele!
Dei um selinho em sua boca.
(Atena) – Obrigada, meu amor! Não contarei!
Autor(a): Kelly Tavares
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