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Fanfic: Junto a ti | Ponny (+18) | Tema: Rebelde, AyA


Capítulo: O que faz aqui?

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Olá, leitores. Primeiramente, gostaria de agradecê-los pelos favoritos. Isso, de certo, é muito importante para mim. Porém, peço para que também comentem o que estão achando da história. Preciso saber se estou agradando vocês, já que esse é o meu foco principal. Feito o pedido, vamos para a história? rs. Boa leitura.

Narrado por Alfonso.


O meu coração parou quando eu ouvi a voz da Belinda ecoando pelo quarto. Aliás, como eu não reagiria com desespero?
Levando em consideração que eu a trouxe para a comemoração dos meus amigos mais íntimos a fim de apresentá-la para eles e agora eu estava em cima da minha ex, prestes a beijá-la, sim, eu tinha motivos para tamanho nervosismo.


— Calma, eu vou te explicar tudo. — eu murmurava baixinho enquanto me afastava de Anahí.


— Ótimo, então explica.


Respirei fundo. Belinda estava muito brava comigo e eu não podia tirar a razão dela. Desde que Anahí chegou, eu tenho agido como um cafajeste. Além de não ter controlado tampouco tentado esconder os meus olhares para ela, eu ainda pensei nela ao lado de Belinda e vim procurá-la no quarto de Dulce. Se tinha como eu ficar mais errado, eu não sabia como.


— Anahí, será que você poderia nos deixar a sós? — perguntei direcionando o meu olhar para a minha ex, que, quase automaticamente, ergueu as sobrancelhas ao ouvir o meu pedido. Droga, eu consegui piorar tudo ainda mais.


— Então, não, eu não posso. Sinto muito, mas eu vim para esse quarto primeiro. — ela respondeu ironicamente, me olhando com um sorrisinho tão filho de uma puta que me fez perceber como esse jeito dela fazia falta no meu dia-a-dia. Ah, Anahí... Por que as coisas têm que ser assim? Por que você não facilita tudo? — E além do mais, já que o assunto também me envolve, por que não conversamos os três? Adorarei ouvir a explicação que você dará a ela, ex-marido.


Olhei-a incrédulo. Ok, Anahí sempre foi cara de pau, mas não tanto assim. Céus! O que havia acontecido com ela?


— Ótima ideia, Alícia.


Nesse momento eu quis muito rir. Porra, Belinda, Alícia?


— É Anahí, querida. — aquele jeito irônico de falar continuava ali, intacto. — Vamos lá, Herrera. Comece com o seu discurso. — Anahí cruzou os braços, realmente esperando que eu falasse algo.


Maldita hora que o Christian saiu da porra desse quarto. Será que tinha como eu ir buscá-lo?


— É... é... é...


— Que saco, Alfonso. Fala de uma vez. — Belinda ordenou, impaciente.


Mulher em si já é algo complicado, agora quando uma resolve se juntar com a outra para ficar contra um homem, meu amigo... esse homem tá fodido. Nesse caso, eu tô inexplicavelmente fodido.


— Ah, Belinda, foi o seguinte: eu vi a Anahí sair da sala chorando e decidi segui-la para saber o que estava acontecendo com ela. Não é porque ela é a minha ex-esposa que eu tenho que deixar de me preocupar. — tentei arranjar as melhores palavras possíveis para não magoar ninguém. Não sei se consegui, mas a tentativa é o que vale. — Você não concorda comigo?


— Eu deveria concordar?


— De certo que sim. — retruquei convincente. Ou tentando ser, pelo menos.


— É verdade, Alícia? — Belinda questionou olhando fixamente para Anahí. Coloquei uma mão na boca e me amaldiçoei por estar querendo rir de novo. Controle-se, Alfonso. Se você rir, você provavelmente será um homem morto.


— Eu já falei que o meu nome é Anahí, garota. A-n-a-h-í. — ela levantou-se da cama. Senti o meu corpo ficar tenso. O que ela iria fazer? — Olha, eu só vou lhe fazer uma única indagação, ok? Depois deixarei o casalzinho conversar em total privacidade. Isso aqui não terá a emoção que eu estava esperando. Uma pena, mesmo. — ela me olhou com o olhar e o sorriso insuportavelmente atrevidos e desafiadores. Merda, não me olha assim, inferno de mulher... Eu fico louco. E nesse caso, de medo e tesão. Não necessariamente nessa ordem. — Quando você entrou no quarto, a cena que você viu parecia que ele só queria que eu dissesse o motivo das minhas lágrimas? — o que ela perguntou me fez engasgar com a minha própria saliva. Anahí, não... Qual é o teu propósito, porra? Você não me quer nem quer que ninguém me queira? Que merda. — Bom, tenho que ir. Agora você pode falar apenas com o seu... hum... namorado?


— A gente não namora ainda. — Belinda falou encarando a minha ex-mulher como se fosse matá-la. Ah, vamos combinar... Se a situação não fosse essa e se eu não tivesse no meio, isso tudo estaria engraçado.


— De qualquer forma, eu desejo uma boa conversa aos dois. — e de repente, Anahí começou a andar até a porta. Eu a acompanhei o percurso inteiro com o meu olhar. Meu sangue fervia em minhas veias e a única coisa que eu desejava era acabar com a raça dela. Que maldita! Ela estava querendo me prejudicar com a Belinda de propósito! — E ah, só mais uma coisa. Alfonso, caso queira continuar a nossa “conversa”. — sim, ela realmente fez aspas no “conversa”. — Você sabe muito bem onde me encontrar. — triunfalmente falando, Anahí deu sua cartada final e fugiu do meu campo de visão.


Eu procurava forças para olhar para Belinda, mas não achava.


O que eu me tornei em uma só noite? Primeiro um canalha, agora um frouxo... Tudo por culpa dela. Agora eu tinha certeza: definitivamente eu iria matar a minha esposa, ou melhor, ex... ex-esposa. E o faria amanhã mesmo.


— Só restamos você e eu, Alfonso. — Belinda pôs-se em minha frente e me fez olhá-la nem que eu lutasse contra. Engoli em seco.


É, Ponchão... Se vira pra sair dessa.


Narrado por Anahí.


Eu saí do quarto de Dulce feliz, alegre e realizada comigo mesma. Todos estranharam a minha mudança repentina, o que era normal, não é mesmo? Em uma hora eu estava mal, triste e chorosa, e em outra eu estava mudada da água pro vinho. Claro que isso não era fácil de entender. Porém, eu entendia (Alfonso e Belinda também) e isso já bastava.


Despedi-me de todos com um abraço e um beijo na bochecha. Dulce quis me levar para casa, mas eu não permiti. Eu jamais deixaria que ela ficasse longe de seu companheiro em uma data tão importante.


Cheguei em casa, pela primeira vez desde que Alfonso foi embora, com um sorriso. E além do mais, era verdadeiro. Eu tinha inúmeros motivos para estar feliz, obviamente. Além de tê-lo visto mais uma vez, eu pude ter a mais absoluta certeza que ele me ama, assim como eu também o amo.


Não vou dizer que o fato dele ter ido com aquela loira aguada do caralho à festa dos nossos amigos não me machuca mais, porque sim, machuca. Machuca muito. Todavia, eu percebi que não há sentimento entre eles, quer dizer, não pela parte dele, que é o que importa para mim. Ele me ama, ele falou isso... saiu daqueles lábios que eu tanto desejava. Falando neles, nós quase nos beijamos. Foi por pouco, muito pouco.
Oh, Deus, como eu queria beijá-lo! Por que eu tenho que ser assim, Senhor? Por que eu não posso evitar esse orgulho para voltar a ser plenamente feliz? Eu preciso do Alfonso como preciso de ar, eu só não consigo voltar a dizer isso a ele.


Em meio a tantos pensamentos, acabei adormecendo. E o pior: no sofá. Não era como se eu estivesse reclamando, porque não estava. De certa forma ele era confortável, mas nada comparado a minha cama. Nada era melhor do que estar deitada no espaço que mais me lembrava dele.


Acordei no outro dia com um suspiro – afinal, pensar em Alfonso durante à noite e ainda sonhar com ele era sempre uma tortura – e caminhei para o banheiro. Uma ducha me faria bem.


Tirei a roupa e entrei debaixo do chuveiro. Lembranças logo me atingiram em cheio, mas eu, por incrível que pareça, lidei bem com elas. Depois de olhá-lo novamente, eu recuperei um pouco as forças.


Estava saindo do banheiro quando alguém começou a bater na porta desesperadamente. Que porra era essa? Quem estava aqui logo cedo da manhã?


Sem me importar com quem poderia ser, eu fui abrir à porta ainda de toalha. Pela forma que a pessoa estava batendo, deveria ser importante. E então, quando finalmente eu abri, o meu azul encontrou o castanho esverdeado e aquela sensação deliciosa de friozinho na barriga que há sete anos eu sentia se instalou em mim pela milésima vez. Era ele.


— Alfonso? O que faz aqui?


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Autor(a): Rebeldesfic

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Narrado por Alfonso. Eu queria ir à casa de Anahí e estava com uma raiva tremenda tomando conta de mim. Na verdade, que papo é esse de “casa de Anahí”? Essa casa é minha também. Só estou permitindo que, temporariamente, a minha ex-mulher cuide dela sozinha. Entretanto, voltando à minha raiva: eu queria faz& ...


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Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 6



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  • anaylleaya Postado em 12/11/2018 - 00:18:56

    Ah fala sério, que coisa ridícula essas razões da Anahí, depois vai ser tarde demais e o Poncho vai está na razão dele de encontrar outra, desculpa, mas só pq os pais dela se separaram por brigas não quer dizer que ela vai também, ela tá precisando é de tratamento psicológico

  • hittenyy Postado em 11/11/2018 - 00:05:16

    Não estou entendendo essas atitudes da Anny 😪

    • Rebeldesfic Postado em 11/11/2018 - 22:03:46

      Dei a explicação hahahaha

  • Guiovanna Postado em 10/11/2018 - 17:38:59

    Adorei a web!! Continue por favor!!!

  • hittenyy Postado em 09/11/2018 - 01:19:33

    A Anny foi idiota por ter terminado com o Poncho se fossw por traição beleza ,agora só pq eles brigavam como qualquer casal isso não é um grande motivo para terminar e não quero mais Meu baby com a vaca da Belinda ,cnt

  • ponnyyvida Postado em 07/11/2018 - 20:49:52

    Aaaaa não para aí não menina. Que goniaaaaa, continua logo <3 Tô adorando a fanfic ;)



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