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Fanfic: Ps.Nunca Me Esqueça | Tema: vondy


Capítulo: 13°∆(especial 13 leitoras).

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Eu não ia postar agora de manhã cedo, mas quando dei uma passadinha aqui e vi que ja somos 14 (eu e mais 13), fiquei tão felizona que decidi postar ksksksksks


 


 


Voltei! Sentiram minha falta?!


Estou me sentindo melhor, apesar de alguns encomodos, mas acredito que logo passa, apenas uma pedrinha nos rins, irritante, não vai me parar sksksks


Dedicado á Rosa e Viciada.



Rosa: Aiai bixa, ainda tem tanta água para rolar nessa fanfic, que haja coração. Mas fica calma, só posso dizer que aqui é Território Vondy, ou seja..biscates não reinão (não por muito tempo) kskksksksks #sem_spoilers. Postado! 😘💙


Viciada: Miga, tu ainda vai achar mais, só acho..ou talvez não, depende do ponto de vista ksskksks. Relaxa, a Dulcinha é inocente mas ela não é trouxa, a bixa é mais esperta que nós 14 juntas, só aguarde e você verá skksksks



Agora sim né, bora ler capítulo? Morram de amores por vondy (enquanto podem 😈) ksksksks brinks ksksksmsms (ou talvez não😈) ksksksksmsmsms


 


 


 


Pov`s Dulce


 


 


 


∆Um pouco de loucura não faz mal a ninguém∆(+16).


 


 



Aquilo era loucura, mas era uma loucura que eu estava amando cometer.


Sua boca na minha me levava a sentir coisas que nunca soube que poderia sentir, e estranhamente uma sensação gostosa e desconhecida em minha região íntima começou a surgir, quando ele, lentamente, foi me deitando na areia, e ficando por cima.


O que estava acontecendo?
Nos livros que eu havia lido, era sempre assim que um casal ficava antes de fazer amor, mas nunca soube como realmente se fazia já que não havia detalhes. Então, aquilo significa que ele iria fazer amor comigo?


Estava com um pouco de medo, pois não sabia o que de fato estava acontecendo, e mais extranho ainda foi sentir que ele estava entre minhas pernas, suas mãos em meus quadris me puxando de encontro o seu, me fazendo sentir algo duro e quente encostar em minha calcinha, então ele soltou alguns suspiros quando sua boca tomou o meu pescoço no lado direito e seu quadril pressionou o meu de novo, de encontro a minha calcinha, onde minha intimidade estava praticamente em combustão, com uma sensação de vazio e agonia me consumindo.
Querendo cada vez mais daquele contato duro.


— Deus, Dul. Eu quero você..— ele sussurrou, em meu ouvido, mas eu gemi de frustração quando ele parou de se movimentar contra mim. — Mas eu não posso, querida. Não seria justo com você. — ele disse, e logo levantou de cima de mim, ficando de joelhos entre minhas pernas.


Eu estava zonza, não sabia o que fazer naquela situação onde tudo que eu queria era suas mãos me tocando, em lugares que minha avó me disse que eu não deveria deixar ninguém tocar, e sua boca me Beijando, em todas as partes do meu corpo. Eu estava louca, com toda a certeza, mas louca para descobrir o que era aquilo que ele me fez sentir, e até onde poderia ir.


Com a respiração ofegante, me pus de joelhos como ele, mas fiquei ereta diferente dele que estava curvado com as mãos nos joelhos, parado, tentando recuperar sua respiração.


Observei que havia alguma coisa volumosa em suas calças, e mesmo nervosa, me aproximei dele e encontrei minha testa na sua, olhando bem em seus olhos quando meus braços rodearam sua cintura .


— Por que parou? Eu estava gostando..não seria injusto.— Eu digo, ainda ofegante, mas não tanto como antes, e tentei lhe dar outro beijo. Ele recusou, tomou meu rosto com suas mãos e sorriu, me dando um olhar de " Sei o que quer, mas não vou dar a você".


— Eu não posso fazer isso. Eu não vou fazer.— disse, me olhando intensamente, como se suas palavras fossem para convencer a mim e a ele também.


De repente, me senti desconfortável.


— Você não quer continuar porquê estou sendo oferecida? — pergunto, com o desgosto me tomando de assalto.


Quando mais nova, minha mãe disse que eu não deveria me dispor tão facilmente para alguma coisa ou alguém, ou seria taxada de oferecida, e isso não era nada bem visto, mesmo que eu não ligue para a opinião das pessoas quando sei que estou certa, não gostava da ideia de Christopher pensar algo ruim de mim. Eu queria que ele só pensasse coisas boas ao meu respeito.


— No, cariño. Eu a quero mais do que esperava querer, e você não é uma oferecida, muito pelo contrário, você é..senhor..— ele riu. — Você é muito mais do que o que eu mereço ter algum dia, e ter consciência disso é estranho para mim..me sinto estranho perto de você, mas eu fiz algo muito errado, que eu sei que você não merecia que eu tivesse feito, por isso não acho justo tomar você dessa forma..nessas circunstâncias..


— O que você fez? — pergunto, confusa.


— Nada que seja interessante para você, mas eu contarei algum dia. — ele disse, e me deu um beijo singelo na testa.


Apesar de magoada por ter sido recusada, me sentia mais protegida em seus braços do que se estivesse dentro de um carro forte, e aquele tipo de sentimento de que eu nunca estaria em perigo se ele estivesse comigo, e que eu não teria medo de nada quando estivéssemos juntos, eu nunca consegui sentir com ninguém.


— Vou cuidar de você, vou respeitar você, e vou fazer o possível e o impossível para que ninguém te fassa mal. Eu prometo. E por isso, vou manter minhas mãos longes o suficiente do seu corpo.. essa vai ser a tarefa mais difícil da minha vida.— ele jurou ainda com sua boca em minha testa, mas logo em seguida levantou.


Estavamos mais calmos, mas eu estava profundamente chateada, mesmo que não demonstrasse para ele, por não termos ido até o final. Havia um, não? Eu queria descobrir, queria explorar aquelas sensações desconhecidas e deliciosas, mas entendi que ele não faria nada mais, então peguei minha bolsinha e as sandálias que estavam na areia, então comecei a andar até o carro.


O caminho foi silencioso, ele não disse nada, e eu também não, apenas me questionava internamente que tipo de sentimento era aquele que eu estava sentindo. Ele havia me negado, havia recusado quando tentei beijar outra vez, e me disse que não me tocaria mais. O que havia de errado comigo?


Quando chegamos na casa de Maite, decidi descer do carro e ir para dentro sem olhar para trás, porém antes de sair eu disse, da minha forma mais fria.


— Vou mandar a roupa e as jóias de volta para você, de alguma forma, e quanto ao celular, eu vou dar um jeito de pagar por ele. Maite disse que me ajudaria a arranjar um emprego, assim que Christian disponibilizasse meus documentos, e também disse que me ajudaria a obter um visto para trabalho, então não vou precisar que fique me dando coisas ou me sustentando por muito mais tempo. Prometo repor tudo depois. — estava pronta para descer, quando ele segura meu pulso e diz.


— Você não tem que me devolver nada, Dulce. Se te dei o que dei, foi porque eu queria te dar, e porque eu posso. Dinheiro nunca foi nem será problema para mim, portanto não preciso que reponha nada do que gastei com você. Entendeu?


Soltei meu pulso do seu toque e desci do carro, então rapidamente peguei o celular na bolsinha e comecei a gravar aquilo, para não esquecer pela manhã de fazer tudo que eu pretendia lhe dizer que faria, e já comecei dizendo :


— Não quero nada que venha de você, Christopher. E não me agrada a ideia de que te devo alguma coisa, sendo que eu não pedi para que nada disso acontecesse.


Ele também desceu, e veio andando até mim, dizendo:


— Mas aconteceu, e eu me sinto na obrigação de te dar tudo que você precisar. Será que você não entende que me importo, que gosto, de você?!


Eu só não esperava que a discussão fosse para esse rumo. O que ele me disse, acabou me abalando, como poderia dizer que gostava de mim se recusou meu contato?


— Se gosta, então porque raios me recusou?! —Pergunto, com meu olhar desafiador. Aquela hora o álcool já me dominava o cérebro, me deixando alta o suficiente para ter coragem de falar tudo que eu sentia.


Em resposta a minha pergunta furibunda, ele me enlaçou pela cintura, grudando nossos corpos.


Sua resposta foi tão afetada pelo álcool como a minha pergunta.


— Voce me excita! Me deixa louco! Mas entenda, que eu não posso ter você! Não sou para você.
— ele diz, menos agitado na ultima frase. — Não posso, porque você é tão inocente que tenho certeza de que nem saber o que estávamos fazendo, você sabia.


Seus olhos castanhos estavam grudados nos meus, e aquele jeito de mirar que só ele tinha me poria louca qualquer dia desses.


— Então me ensina! Quando eu demonstrei que não queria continuar?! Droga, Christopher! — digo, vencida, e me entrego por completo a aquela deliciosa sensação de me render a ele. — Eu quero saber. Eu quero sentir. Quero tudo com você..— digo, completamente entregue.


— Não sabe o que está me pedindo, menina. — ele avisa, me advertindo como se eu estivesse indo na contra-mão. — Já te disse, que se você for minha..


— Então que seja! Que seja! Eu quero ser sua..eu quero que você seja meu! Eu nunca senti isso, e pode ser cedo para dizer, mas eu quero sentir isso para todo o sempre. É a melhor sensação que já pude experimentar..


Nossas respirações estavam próximas novamente, sua boca à milímetros da minha.


— Cariño, eu de fato sinto coisas inexplicáveis com você, mas..porr/a, estou muito confuso. — entregando os pontos. — Há algo que me atormenta esses últimos dias, e ando muito perturbado. — confessou.


— Com o que? — pergunto, tocando seu rosto com subtileza, e só então notei em seus olhos o olhar que há muito não via.


Um olhar que eu conhecia bem, aquele que diz "Eu estou sofrendo por amor, mas não quero falar para ninguém", que minha mãe sempre trazia em sí, toda vez que recordava do meu pai.



— Você tem outra, não é?— pergunto, já sabendo a resposta.


Ele me olhou de outra forma, e dessa vez eu não soube descrever o que ele queria dizer com aquele olhar.


— Eu a amei por oito fodidos anos. —disse, após alguns minutos de silêncio, e por mais que seus braços ainda estivessem o meu redor, era como se seu corpo estivesse alí, mas seu espírito não.— E mesmo que eu tente, não consigo tirar aquela maldita da minha cabeça..— se afastou, massageando a têmpora.



— Ela morreu? — pergunto, compadecida, porém o ciúmes fora inevitável. Eu já a detestava só de saber que existia, e tudo que eu queria era que ele me dissesse que sim, ela estava morta. Egoista? Um pouco. - reconheci.



— Não..mas de certa forma, foi como se fosse. Em um dia eu achei que sabia quem ela era, e depois percebi que, durante anos, estive com uma pessoa que eu não conhecia tão bem quanto julguei conhecer.


 


Droga. Ela ainda está viva. — pensei, revirando os olhos. Mas não demonstrei da minha breve frustração.


— Ela magoou você?— pergunto, quando ele se apóia, de costas para mim, no capô do seu carro, e em seguida se virou, após um tempo.


Ele mordeu o canto da boca, e respondeu, quase como em um murmúrio.


— Ela fode/u com a porr/a do meu sistema.


Eu não entendi o que ele quis dizer, mas acreditei que fosse algo que expressasse o fato de que ela o deixou arrasado.


Eu a detestei mais ainda, e me senti angustiada com a forma que suas palavras saíram, como se lhe arrancassem a alma fora com cada uma das sílabas ditas.


Novamente, ele ficou de costas para mim, com a mão na testa.


— Não sei se posso ter algo com você desta forma. Entende agora como seria injusto?


Sim. Eu entendia em perfeito. Mas eu não queria desistir.


A verdade era que eu era estava tão cansada de me sentir sozinha, e queria tanto saber o que era ser amada, ter o meu próprio romance, saber o que era me apaixonar, viver o amor, que não me importei com o fato de que para isso teria de enfrentar a difícil tarefa de tentar conquistá-lo.


— Eu não me importo que você não sinta nada agora. Eu posso te fazer esquecê-la.— digo, me aproximando novamente, o abraçando por trás e pondo as mãos sobre o seu peito, onde seu coração batia descompassado. Estranhamente me senti confiante.


Após uns minutos em silêncio, sentindo o vento frio da noite, me veio um pensamento, e comentei , ainda abraçada a ele naquela posição.


— Olha só. Quanta ironia..você diz que quer cuidar de mim, mas pelo que parece, quem precisa ser cuidado é você. — sorri, afagando-lhe o peito.


Ele segurou minhas mãos e as afastou, virando para mim outra vez.


— Não fui eu que rachei o crânio, Dul. — sorriu. Seus olhos estavam tristonhos e um tanto vermelhos. Internamente me perguntei se algum dia alguém conseguiria me amar tanto ao ponto de chegar ao sofrimento para me esquecer. Aquilo parecia profundo demais


— Mas é você quem está de coração partido. — rebati.


Streak.


Ele se calou por um tempo, e eu observei enquanto se apoiava no capô do carro, cruzando os braços na frente do peito.


— Estou bem. Sou um Uckermann, afinal. Os homens Uckermann`s não sofrem por amor. Fazemos sofrer, é diferente. — piscou.


Eu não liguei para o seu ato machista, pois as lágrimas que ardiam em seu olhar me denunciaram o contrário. Ele parecia tão vulnerável de uma forma, que tentar se parecer ser ou ser o aguenta tudo, era como um refúgio para seu abalo emocional, mas eu me neguei a permitir aquilo.


Ele era humano apesar de tudo, e sabia que tinha sentimentos, não podia negligenciá-los.


— Então porque você está chorando? — pergunto, o encarando.


Eu deveria estar muito bêbada para ser tão atrevida daquela forma.


— Não estou. Apenas, caiu um cisco no meu olho. Está enxergando coisas onde não há. — retrucou, esfregando os olhos.


— Deixa de ser marrento. — eu digo, risonha, me aproximando um pouco mais, e então foi ele quem me abraçou dessa vez, apoiando seu queixo na minha cabeça.


Ela não merece suas lágrimas. — digo, me ajeitando em seus braços para olhar em seu rosto, e com os dedões fui secando seu rostinho, que estava ficando vermelho.— É apenas uma sem noção, tenho certeza que ela é cega e que não tem ideia da pessoa incrível que perdeu.


Ele sorriu.


— Como pode dizer isso, se nem me conhece direito? — ele pergunta, carinhosamente, beliscando a ponta do meu nariz com leveza.


Homens incríveis são aqueles que mesmo magoados, querem cuidar da outras pessoas, e não gostam de mostrar o quanto está sofrendo para ninguém se meter na sua vida, você se mantém forte perante aqueles que precisam de você no seu trablaho, e não deixa isso que aconteceu afetar sua vida profissional. Maite me disse o quanto esteve ocupado durante as últimas semanas..e agora que sei o quanto tem sofrido, só me faz te admirar mais, por não ter desistido da sua carreira por conta de uma desqualificadazinha de quinta.— digo, desbocada, e ele só riu. Mas eu sabia bem a quem pegava referências em minhas recordações , que começaram a surgir. — E sobre te conhecer, tenho perguntado muito de você para Christian e Maite, então sei um pouco. — admito, corando, eu imaginei, na esperança de não pensar no que minha mente recordava.


Estava atordoada.


Mas porém, eu não contei para ele que naquele exato momento me lembrei que minha mãe havia largado seu emprego de professora quando Edgar terminou a relação, e ela se afundou na bebida e nos remédios calmantes.



Lembrar aquilo me abalou, mas eu também fui forte.


Ele precisava de alguém para ouvi-lo, não ouvir alguém.


— Aeh? Então, quer dizer que andou pesquisando sobre mim, senhorita Saviñón? — ele pergunta, risonho, mas eu não respondi, ainda um pouco calada, apenas o observando. Acho que ele nem percebeu meu estado aéreo. — Bem, eu agradeço pelo seu elogio, mas ela não é uma desqualificada..até que é uma boa profissional também. Nós trabalhamos juntos.


Depois do que ele disse, me arrependo de querer ouvi-lo, e me recuperei do transe ao perceber que ele falava dela de uma forma tão..afetuosa? Leve? Bem, não importava, só sabia que odiava ouvir ele falar tão bem daquela desqualificada.


Para mim ela seria sempre isso. UMA DES-QUA-LI-FI-CA-DA _ DE-QUIN-TA!


— Não a defenda. — digo, calando sua boca com um dedo em seus lábios. Não demonstrando minha irritação.


— Tudo bem. Ela é uma desqualificada de quinta. — disse, e riu, quando eu disse..


— Isso ai. Está indo muito bem.


Nos conversamos mais um pouco no capô do seu carro, abraçadinhos como um casal de namoradinhos.


Será que eramos aquilo? Bem, talvez fosse melhor apenas deixar fluir.


O papo se estendeu um bocado, e nós trocamos mais alguns beijos, até percebermos que já se passava da meia noite e meia.


— Sabe Dulce..há muito tempo não me divertia como hoje. — disse, tocando meu rosto e o erguendo na altura do seu.
Seus olhos vagaram da minha boca aos meus olhos.


— É porque, você nunca encontrou uma mulher como eu, por isso nunca se divertiu tanto quanto comigo. — digo, convencida, o fazendo rir mais.


— Convencida nem um pouco, não?


— Realista meu bem. Realista. — pisquei, o olhando com toda a paixão que havia dentro de mim.— E quer saber? Depois que você ficar comigo, não vai mais nem lembrar de outra..— digo, confiante, mas na verdade nem sabia o que casais faziam. Precisava começar a pesquisar sobre relacionamentos.


— Dulce..— ele suspirou, encostando nossas testas novamente. Eu descobri que amava esse tipo de contato.


— Deixo você cuidar de mim, se me deixar cuidar de você.— propus. Eu não sabia como faria, só sabia que faria.


Ele nem disse nada, apenas me beijou outra vez.


Poderia parecer cedo para estabelecer algum tipo de rótulo sobre nós, ou até cedo demais para se começar alguma coisa, porém dentro de mim eu sabia que havia algo de diferente naquilo, em relação a mim e ele, era como se mesmo tendo se passado pouco tempo desde que nos conhecemos até aquele dia, já fizesse tempo demais que eu esperava para emfim estarmos juntos. Como se nossas almas fossem almas gêmeas que há muito tempo andam juntas, e que sabiam que uma hora ou outra nos encontraríamos, por isso ansiavam desesperadamente para que isso acontecesse logo. Por já não suportarem mais estar separadas tanto tempo.


— Eu não quero magoar você.


— Você só vai me magoar, se não me deixar tentar. — eu digo — Não tenho mais nada há perder Christopher, por isso, me deixe tentar ganhar alguma coisa..me deixe tentar ganhar seu coração. — sorrio, quando ele me da um rápido selinho.


— Onde você esteve durante a minha vida toda, ein?— ele pergunta, acariciando meu rosto.


— Esperando você me achar. — sorri, e dei nele um ultimo beijinho, dessa vez no rosto. — Boa noite.


Me encaminhei para entrar em casa quando ele me chamou.


— Dulce?


Me virei outra vez, ja no portão.


— Sim?


— Vai se lembrar disso amanhã, não vai? Porquê eu não vou esquecer do que me prometeu.— piscou.


Eu também não iria.


—Vou sim. — prometi. Óbvio que eu iria, pois só então recordei que ainda estava gravando a conversa. —Durma com os anjinhos.


Ele me soprou beijinhos, dizendo..


— Sonhe comigo.


Eu tinha certeza que iria.


 


 


 


Continua


PS. Sorry pelos erros ortográficos que acharem, play? Ksksksks big kisses 😘💕


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Autor(a): big_girl3

Esta é a unica Fanfic escrita por este autor(a).

Prévia do próximo capítulo

Dedicado a Rosa.   Rosa : Miga, mais tu acha? Ksksks só um pouquinho, é verdade rsrsrrsContinuando 😘🧡     ∆Lembranças∆   Pov's Dulce..   Quando se bebe mais que morto de sede vendo fonte de água, não se espera lembrar de tudo que se faz enquanto bêbado, correto? Pois &eacut ...


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Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 26



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  • rosasilva Postado em 14/08/2019 - 09:46:57

    Ok miga

  • bdulce Postado em 13/08/2019 - 18:26:45

    Amando!!! parabéns!

  • viciadaemfanfics Postado em 13/08/2019 - 13:48:59

    Meu Deus, eu não consigo acreditar no quanto a Dulce é trouxa, kkkkk. Continua!!

  • rosasilva Postado em 13/08/2019 - 11:23:46

    Sim nem problema com hot

  • rosasilva Postado em 13/08/2019 - 00:39:42

    Miga sua loc ponha o Pablo na história kkkk pro ucher aprender o que ele vai perder miga ....

  • rosasilva Postado em 13/08/2019 - 00:25:33

    Miga sua loca acho ele idiota sim em trancar com a bruaca sò não espero ela enventa que tá grávida pfff neh nega

  • viciadaemfanfics Postado em 12/08/2019 - 21:42:03

    Dulce é tão trouxa, aposto que vai sofrer muito! Continua!

  • rosasilva Postado em 11/08/2019 - 11:06:02

    Posta mais mais ele é um idiota esse ucher

  • viciadaemfanfics Postado em 06/08/2019 - 22:47:28

    Tinha achado tão bonitinha a iniciativa do Christopher em chamar Dulce para sair, agora que sei o motivo acho ele babaca. Tadinha da Dulce, tão entregue a ele e ele usando ela para fazer ciúmes na ex. Continua!!!

  • rosasilva Postado em 06/08/2019 - 09:42:59

    Aí que ódio do ucher fazer ciúmes para aquela azinha por favor só não me fala que essa altura a quela vaca engravidar do Cris isso não pff..... Quero que a Dulce faç o Ucherzinho sofrer se tornando umulherao e a pareça outro para ele sentir ciúmes dela



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