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Fanfic: Ps.Nunca Me Esqueça | Tema: vondy


Capítulo: 16°∆

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Dedicado a: Bdulce, Viciada e Rosa.
Migaaaaas, para quem esperava a Dulce deixar de ser trouxa, ta aí o início, é o "Penúltimo" ato de trouxa dela! Iehhuuuuul!🙌😂








∆Confissões∆(+16).






Pov`s Christopher..



Dulce apareceu na minha porta falando espanhol, mas seu sotaque inglês carregado deixava sua fala tão sexy..


— Nossa..— Cleo fala, e eu notei que ela estava em um misto de raiva, vergonha e surpresa.


Fiquei com dó da forma como a qual ela me olhou.


Eu sei que falei de forma dura com ela por ela merecer, e por saber que precisava deixar claro o fato de que não ia mais rolar nada entre nós, porém não foi tão fácil quanto eu pensei que seria dar-lhe um ponto final tão brusco, ainda mais dado por Dulce.


De repente, a menininha recatada e retraída começou a se parecer com a mulher que seu corpo demonstrava que ela era.


E que mulher.-penso, satisfeito, observando-a entrar em minha sala, deixando Cleo irritadiça, enquanto vestia sua blusa e descia sua bunda da minha mesa.


— Faça bom proveito então, querida! — Cleo alfinetou, se encaminhando para a porta.


— Coisa que você não fez, não é? — Dulce debochou.


Como ela sabia que Cleo era a minha ex? - me pergunto, intrigado, observando quando Cleo se virou e as duas se encararam, com o ar de ódio pairando entre elas.


— Pelo contrário, benzinho. Eu aproveitei tanto, que cansei. — disse ela, se achando.


Eu ri, ironicamente.


— Cansou tanto que tava tentando me seduzir. — murmuro.


Ela me olha, e acho que nem raio laser é tão intenso quanto aquele olhar duro que ela me deu.


— E eu vou conseguir, querido. Só pra ter o gostinho de te fazer perceber que só eu consigo dar a você o que você gosta. — olhou para Dulce, com desprezo. — Pode até tentar fazer de conta que não é verdade, e se enganar com essa daí, mas lá no fundo, você sabe que a única que quer sou eu. E eu vou estar esperando, de braços abertos, pra esfregar na sua cara que você não vive sem mim. —  despejou, com um sorrisinho cínico. — Aproveita bem, Docinho. Ele não vai ser seu por muito tempo. — debochou, e saiu.


Dulce não disse nada.


— Então.. Onde aprendeu espanhol? — pergunto, após um tempo que a porta bateu em um estrondo.


Ela foi até a minha mesa e depositou uma caixa azul, que eu sabia bem o que era.


— Maite está me ensinando, mas não sei muita coisa, apenas o básico para me virar. — responde, de forma fria. — Mas, isso não importa. Eu vim mesmo porque quero conversar com você. — olhou para as unhas.


Ela estava apoiada na cadeira direita em frente minha mesa, de costas para mim.


Seu bumbum estava tão perfeito naquele shortinho apertado, que ao lembrar que estávamos sozinhos senti vontade de dar umas palmadas naquele rab/o. Quem disse a ela para sair com aquelas roupas?


— Pode falar. — eu digo, olhando para o seu perfil.


Dulce era realmente muito bonita.
Seu cabelo, seu corpo, sua forma de agir, encanta até o mais santo dos homens.


— Antes de tudo, é sério aquilo que você disse para ela? — se virou para mim, escorada na cadeira.


Seu olhar e o meu se encontraram, nós fixamos e sustentamos a mirada enquanto eu me aproximava.


— Sobre ? — indago, quando a cerco entre mim e a cadeira.


Ela olhou para o lado e depois para baixo, roçando as unhas.


— Sobre ser fiel. Quis dizer que seria fiel a mim? De verdade?


— Claro que serei fiel a você, Dul. — pego seu rosto entre minhas mãos. — Deixa eu te explicar uma coisa, tá legal? Eu sei que você e eu não somos um casal de verdade, mas perante a lei seremos. E não seria certo te trair. Além do mais, você disse ontem que queria tentar, e para ser sincero, não vejo por qual motivo não.


Ela suspirou.


— Você sente alguma coisa por mim? — pergunta, tocando meu rosto com sua pequena mão, em um carinho subtil.


Após um tempo, eu a encarei.


— Não sei. — respondo, sinceramente.


Ela pareceu magoada, sua expressão, seu olhar, falavam por sí mesmos, mas o que eu podia fazer? Não iria iludí-la dizendo que a amava, se eu sabia que não, mas também sabia que sentia algo, apenas não tinha como nomear no momento.


Ela me soltou, com um sorrisinho tristonho, seu olhar era tão cheio de sentimentos que a dor dela parecia mais clara que água.


— Você se apaixonou? — pergunto. Ela olhou para o lado e não me respondeu mais nada.
— Ei..— a chamei, abraçando-a contra  meu peito. Ela não expressava nenhum som ou reação. — Fica tranquila, cariño. Só quero a verdade. — insisto, acariciando seu rosto contra o meu peito.


— Me desculpa.. — ela sussura, quase que para dentro, se afastando com a voz embargada.


— Não Dul. Não precisa me pedir desculpa por isso. — digo, olhando ternamente para ela.


— Não é para você.. — respondeu, me olhando com carinho. — Mas também serve como se fosse.


— Tudo bem. Eu..— ela me interrompe.


— Deixa eu falar, okay? Depois você fala o que quiser. — pediu, piscando e olhando para cima, secando os olhos.


Eu acenti, e me sentei na cadeira com meu olhar sobre ela, atento a cada movimento que seu corpo produzia.


— Eu fui criada em uma fazenda, acho que isso você já sabe, e lá aprendi tudo que precisaria aprender na escola, porém evitaram qualquer assunto interligado a reprodução humana, minha avó dizia que eu era muito nova para saber daquilo, e tudo que me disse era que um dia eu encontraria alguém, e nós viveríamos uma história de amor, onde ele me ensinaria tudo sobre concepção de bebês e sobre amor, mas só quando eu fosse bem mais velha, e me casasse. Eu achei válido, e esperei por isso ansiosamente, mesmo que lá na fazenda não houvesse muitos garotos da minha idade quando eu tinha 14 anos e queria saber qual era a sensação de beijar na boca, igual nos livros de romance que eu lia no sótão, escondida. Ninguém nunca apareceu, porém eu continuava a espera, porque eu achava linda a relação dos meus pais e queria uma igual. — sorriu, ao recordar. — Nós éramos muito felizes, mesmo que eu e ele não nos dessemos bem, mas eu nem me importava muito pois ele quase nunca estava em casa, e fazia mimha mãe muito feliz. Ela me amava e eu a ela, então se ela estava feliz, para mim bastava. — declarou, e novas lágrimas surgem. — Até que um dia minha mãe entrou pela porta da sala, destruída. Ela chorava tanto que parecia que havia levado mil injeções. Eu fiquei preocupada, mas ela disse que não era nada, me pediu para deixar ela conversar com a minha avó, e eu deixei, só que fiquei ouvindo atrás da porta. Descobri que papai estava ficando com outra pessoa, quando não dormia em casa. Ela disse que já sabia da outra há um tempo, mas que ele tinha dito que iria esquecê-la para ficar com a mamãe. Eu fui o fruto de uma traição. — seu rostinho estava vermelho e as lágrimas eram grossas descendo até pingar do seu queixo. Fiz menção de me aproximar mas ela não deixou, então continuou. — Ele nunca tinha deixado a ela de verdade, minha mãe sempre fôra a outra, e as viagens de negócio dele era para ficar com ela. Depois disso, ela me deixou de lado. Não gostou mais de mim, descobri que quando olhava para mim lembrava dele, e estava sofrendo por isso, então um dia ela me largou na fazenda com minha avó, e foi para a cidade. Minha avó era fria. Ela não me abraçava, não me beijava, nem dormia comigo, como minha mãe fazia quando eu tinha medo do escuro ou das tempestades, então aprendi a me virar sozinha. Não me lembro bem o que aconteceu dos meus 14 até 17, só sei que passei a viver com a minha tia Kaélly, na casa de campo, que era bem afastada da fazenda, e ela também não gostava muito de dividir a casa dela com outra pessoa, e em outro momento fui ficar com minha mãe no apartamento que meu pai deu para mim, em Seattle, e onde ela ficou morando, daí descobri que ela estava namorando um homem, era Edgar. Ele e eu não nos dávamos bem, e uma vez ele tentou me agarrar, mas minha mãe apareceu quando eu gritei e eles brigaram, ele deixou ela e ela me culpou. Foi difícil viver com ela a partir dalí, até que um dia ela morreu, e eu fiquei sozinha. São as minhas últimas lembranças, mas sabe o engraçado? Depois da separação deles, em todas as lembranças eu me vejo sozinha. Desprotegida. Vulnerável. — fungou, clareando a voz para não parecer chorosa. Eu só queria por ela no colo e dizer que nunca mais ninguém iria magoá-la, nem fazer mal a ela, mas ela não queria minha proximidade.


— Eu sinto muito. — digo, realmente tocado com sua história. Menina nenhuma deveria ter sido tão negligenciada daquela forma.


— Deixa eu terminar. — aspirou o ar, e olhou para mim, fixamente. — Quando eu acordei naquele hospital, e soube que você cuidava de mim desde o acidente, que não saiu de perto de mim, que me visitava, que pagava meu tratamento, que se importou com a minha vida, eu me senti tão.. Ah..eu não sei dizer, só sei que foi a melhor sensação de todas. A forma como você me olhava era tão confortante, que eu me sentia segura só de saber que estava por perto. Daí os dias passaram, Maite e Christian cuidaram de mim durante a recuperação, você depositava dinheiro para ela comprar coisas para mim, e perguntava como eu estava. Lutei contra o que estava começando a sentir, contra o que imaginei que sentia por mim. — riu, amargamente. — Eu fui tão boba, que achei que você sentia alguma coisa por mim. Acreditei que você fosse a pessoa pela qual eu esperei durante minha vida toda, e por conta de você e dos Chávez, acreditei no amor outra vez. Mas dessa vez era diferente. Eu não tenho mais os mesmos pensamentos que uma garotinha, agora eu quero mais, eu quero saber o que é paixão, desejo, quero saber o que se sente quando se faz amor como os livros diziam, quero descobrir todas essas sensações, e imaginei todas com você. — confessou, suspirando e dizendo. — Que completa idiota eu fui. A história só estava se repetindo, e eu nem reparei. Dessa vez, eu quem sou a outra, enquanto que você ainda está preso á aquela mulher. — sorrindo, irônica.


— Não Dul. Você não é a outra! Já acabou tudo entre mim e a Cleo, e eu juro que gosto de você. Só não..Bem.. — deixei morrer, sem saber como dizer.


— Só não está apaixonado por mim. Tudo bem. Eu entendo. — secou suas lágrimas e respirou fundo, para dizer. — Não posso exigir que você sinta essas coisas por mim, só por ter idealizado com você as minhas fantasias.


— Mas eu gostei de saber que sente isso por mim. De verdade. Eu estou lisonjeado. — confesso, ficando de pé um pouco mais perto. — Eu quero ficar com você, Dul. Eu quero que a gente tente dar certo. — digo, me aproximando mais, e dessa vez ela me deixou tomá-la em meus braços.


Sorria, com os olhinhos vermelhos e marejados.


— Até quando? Até você perceber que ainda sente algo por ela, chegar em mim e dizer que nunca a esqueceu? Não Christopher. Eu não quero isso.


— Eu não farei isso. — digo, seguro da minha decisão, colando nossas testas. — Juro para você que eu nunca vou te deixar por ela. Eu juro. Eu juro. — prometi, beijando cada parte do seu rosto.


— E se você não se apaixonar por mim?


— Como não vou me apaixonar por ti? Por Deus, olhe pra você! Você é linda, perfeita..— olho em seus olhos, acariciando sua face. — Seus beijos me deixam louco, eu quero ter você o tempo todo. — a peguei pela cintura e a depositei na mesa, ficando entre suas pernas e beijando seu pescoço, enquanto minhas mãos percorriam suas coxas e a traziam para colar em mim. Meu nariz e boca em seu belo pescoço. Ela suspirava. — Esse teu cheiro, sua voz, seus gemidos quando eu te acaricio de forma mais ousada, fica empreguinado na minha mente..eu nem consegui dormir direito só de pensar em quase ter feito amor com você naquela praia. — confidencio. Beijei, chupava e lambia seu pescoço, dos dois lados, e subi para sua boca, dizendo entre o beijo. — Se eu pudesse voltar atrás...Tinha tomado você para mim.


— Chris..— gemeu. Ela já deveria estar tão excitada quanto eu.


— Oh Dulce..eu teria penetrado tão fundo, e tão forte em você, que ainda iria me sentir dentro de ti quando acordasse pela manhã...— sussurrei, enquanto devorava seus lábios com os meus. Minha língua explorava cada cantinho de sua boca.


Ela suspirava, mas em poucos segundos me afastou, negando e dizendo.


— Nã..não. Não, Chris. Po..por mais que eu tenha me apaixonado como uma tonta por você, sei que só está carente. E eu não quero ser aquela que você vai usar para tirar a outra da cabeça.— levantou da mesa, e limpou as marcas de batom fora de seus lábios.


— Dulce..— eu suspiro, passando a mão pelo rosto. — Quando vai entender que você não é a outra? Que droga! Eu já disse que quero você!


— Não sou a outra? Okay. Pois me responde uma coisa, bem rapidinho. — pediu, me olhando com as mãos na cintura. — Você ainda sente alguma coisa de amor ou saudades por, ou ainda quer ficar com, ela?


Eu quis dizer que não.
Eu queria falar que ela, Dulce María, era a única em quem eu pensava. Que eu só queria ela.
Mas não.
Eu não podia mentir, porém não consegui dizer a verdade, apenas abri e fechei a boca.


Ela sorriu, amarga.


— Eu já imaginava. — disse, e me deu as costas saindo. — Resolva os assuntos sobre o casamento, e me avise quando eu tiver que assinar alguma coisa, a demais, só me procure quando eu realmente significar algo mais forte que momentos, para você. — abriu a porta.


— Dulce..— tentei.


Ela, que ia saindo, se voltou para mim na porta. — Só tenha cuidado, Christopher. Eu não vou te esperar para sempre. — disse, sua voz embargada, e saiu batendo a porta.


— Droga! — Profundamente irritado, arremesso um vaso que estava na minha mesa, contra a pareide.






Continua.


Respondendo comentários.



  • bdulce : Obrigado, amor. Espero que goste cada vez mais.😘💛


  • viciadaemfanfics : Ela é eu ai..kkkk
    Mais fica feliz bixa, talvez esse seja o último capítulo de "Dulce: a trouxa". Kssksksksksk continuandooo! 😘😘

  • rosasilva : Perfect. Pq tipo assim miga, eu imagino eu e o crush quando escrevo a fic sabe kssksk daí, já viu Sksksks
    Migs..digo é nada. Só aguarde. Apenas, garanto que altas revelações e reviravoltas vem por ae ksksksk postado 😜💜😘

  • viciadaemfanfics : Essa ai? Minha filha..eu num digo é nada, pq se não é spoiler na certa skksksks continuanoo 💜😘🌹






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Autor(a): big_girl3

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Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 26



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  • rosasilva Postado em 14/08/2019 - 09:46:57

    Ok miga

  • bdulce Postado em 13/08/2019 - 18:26:45

    Amando!!! parabéns!

  • viciadaemfanfics Postado em 13/08/2019 - 13:48:59

    Meu Deus, eu não consigo acreditar no quanto a Dulce é trouxa, kkkkk. Continua!!

  • rosasilva Postado em 13/08/2019 - 11:23:46

    Sim nem problema com hot

  • rosasilva Postado em 13/08/2019 - 00:39:42

    Miga sua loc ponha o Pablo na história kkkk pro ucher aprender o que ele vai perder miga ....

  • rosasilva Postado em 13/08/2019 - 00:25:33

    Miga sua loca acho ele idiota sim em trancar com a bruaca sò não espero ela enventa que tá grávida pfff neh nega

  • viciadaemfanfics Postado em 12/08/2019 - 21:42:03

    Dulce é tão trouxa, aposto que vai sofrer muito! Continua!

  • rosasilva Postado em 11/08/2019 - 11:06:02

    Posta mais mais ele é um idiota esse ucher

  • viciadaemfanfics Postado em 06/08/2019 - 22:47:28

    Tinha achado tão bonitinha a iniciativa do Christopher em chamar Dulce para sair, agora que sei o motivo acho ele babaca. Tadinha da Dulce, tão entregue a ele e ele usando ela para fazer ciúmes na ex. Continua!!!

  • rosasilva Postado em 06/08/2019 - 09:42:59

    Aí que ódio do ucher fazer ciúmes para aquela azinha por favor só não me fala que essa altura a quela vaca engravidar do Cris isso não pff..... Quero que a Dulce faç o Ucherzinho sofrer se tornando umulherao e a pareça outro para ele sentir ciúmes dela



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