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Fanfic: Me Dê Isto ADP Levyrroni {One Shot} +18 (Finalizada) | Tema: Levyrroni


Capítulo: | 1 |

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-Deus, eu sou tão patética.


Maite inclinou a cabeça para trás e gemeu no telefone.


-Eu devo estar bem repulsiva se até Derick Hamilton pula fora quando eu lhe contei como quero passar meu aniversário.


Ela estava esticada nos braços da poltrona de sua sala de estar, A bata de seda de cor damasco estava aberta deixando ver seus seios e se amontoava no alto de suas coxas. Uma pena oscilava em seu pé. Todos os dias ela estava naquele estado de antecipação aquecida, a bolsa de brinquedos sexual, estava pronta para mostrar a Derick Hamilton quando ele chega-se do trabalho.


Quando ele lhe ligou do trabalho, e ela fez aquelas sugestões de suas intenções, ela pensou que ele estava interessado quanto ela. Então, hoje à noite, no último minuto ele a chamou e cancelou.


–Pare com isso. –Sua amiga Diana ordenou.


–Eu não deixarei você falar de você mesma assim. E eu te disse que Derick Hamilton era um perdedor. Um Sr. Frangote.


–Eu não posso acreditar que lhe contei todas as minhas fantasias. –Ela reclamou.


–Aqui estou nesta bata franzina, e usando uma dose pesada da fragrância Kisses em todos os lugares apropriados. Pra não mencionar o gasto de uma tarde em uma estância termal para ter umas atenções pessoais. -Ela deu uma risadinha. -E eu quero dizer `pessoal`. É a primeira vez que eu fiz esse tipo de massagem. Eu não posso nem imaginar como eles conseguem se concentrar no trabalho.


-Você desperdiçou tempo planejando esse encontro com o Hamilton, isto é certo. Sua perda é tudo que eu posso lamentar.


–Só olhe para mim. –May acenou sua mão no ar, como se Dulce realmente podia fazer isto.


–A maioria das mulheres não podem conseguir que os homens mantenham as mãos longe delas, tendo que rechaçar tais avanços toda hora. Todos os homens que eu conheço querem apagar as luzes, chupar meus seios, empurrar seu pênis em minha vagina.


–Isto é porque todos os caras que você namora pensa que as mulheres só querem que eles subam em cima e pronto. Quando é que você já saiu com um homem um pouco selvagem, alguém cujos olhos prometem o que você espera que eles entreguem?


May suspirou.


–O problema é homens assim não parecem estar muito atraídos por mulheres como eu, Diana. Não é que eu não tentei


–Talvez ajudasse se você se livrasse desse olhar suplicante.


–Talvez eu só não saiba como ser má. Talvez eu devesse acabar com tudo isso e esquecer.


Diana riu.


–Você quer fazer isso há tanto tempo, querida. Você gastou horas em minha loja depois que eu fechei, escolhendo apenas os brinquedos certos e fazendo planos assim você poderia ter sua celebração. Você acabou por escolher o sujeito errado. Todos os sujeitos errados.


Diana possuía a Encantos, uma loja de brinquedo sexual, Diana fez que se tornasse um negócio lucrativo. May ficava constantemente surpreendida em quantas pessoas eram clientes lá e a loja ia muito bem.


–Debaixo da civilidade todo mundo é um pouco selvagem. –Diana disse a ela, rindo.


May olhou para a bolsa de compras rosa claro que estava em cima da mesa e gemeu. 


-Então o que eu deveria fazer? Caminhar até um estranho e perguntar? "Oi, você iria gostar de usar um vibrador em mim? Assista-me usar um em mim mesmo. Prender-me e espancar-me até eu ficar fora de mim? Quer fazer sexo anal comigo?”


A risada de Diana soou através do telefone.


–Seria bom se você pudesse, mas sim, eu vejo o lado impraticável disto. Eu direi a você o que você deve fazer. Vá até a porta mais próxima e convide o William Levy. Você sabe que é isso que você realmente quer, de qualquer maneira.


May se sentou tão rápido que o chinelo caiu de seu pé.


-Você não pode estar falando sério.


-Oh, querida, eu estou mais que falando sério. Você me disse que ele é um jogador e está em todos os seus sonhos por mais de seis meses. Então ele não deve ser o único a ajudá-la a realizá-los?


-Mas, mas…


-May. William Levy é tudo o que uma mulher sonha. Alto, atlético, cabelos escuros, queixo áspero, olhos de prata liquido que tiram sua roupa e uma boca que poderia comê-la. Hum. Eu estou ficando quente só de pensar sobre isto.


–E se ele não me quiser? E se isto não der certo? E se isto Oh, Deus, eu morrerei de vergonha. Além disso, ele nunca demonstrou interesse em mim.


–Você quer dizer mal paga e mal Fodida certo?


–Eu tenho que desligar. Vá à porta ao lado toque a companhia, e diga a ele que você o quer convidar para festejar o seu aniversário. E me chame amanhã para contar todos os detalhes.


May se sentou por muito tempo segurando o telefone depois de terminada a ligação. Ela realmente teria coragem para fazer isto? Ela certamente não podia negar o fato que William era um material de dar água na boca. Ela o lamberia por toda parte se ela tivesse a chance. Ele certamente gastaria suficiente tempo em seus sonhos.


Por que, ela se perguntou se ele nunca pensou ou fez nenhum comentário sobre ela? Ele certamente passou tempo demais em seus sonhos, Ora ele nunca fez nenhum comentário sobre ela?


Ele poderia ser um pouco mais áspero do que os sujeitos que ela estava namorando, mas era uma selvageria muito bem escondida a que a atraiu.
Ela não sabia quase nada sobre ele, pessoalmente, exceto que ele era um detetive de polícia do Estado, mantinha um horário muito estranho, e nunca levava mulheres para sua casa.


Espere. E se ele fosse gay?


Ela balançou sua cabeça. Não, ele não tinha postura de gay, sempre que ela o viu.


Pondo o telefone de volta no gancho, ela se levantou da cadeira e foi para a bolsa de Encantos da Diana, pegando cada um dos artigos e colocando tudo em Cima da mesa. Um novo vibrando em cor-de-rosa choque. Um Coelho com orelhas que daria fricção em seu clitóris. Três tomadas de alvo.


–Se você quiser conseguir transar em seu traseiro, -Diana acautelou - E é sua primeira vez, você tem que se preparar para isto.


–Uma garrafa de óleo perfumado e uma de loção perfumada. Dois conjuntos de algemas de couro com lã azul –No caso de você querer que ele contenha seus pulsos e seus tornozelos. E tomadas grandes para o caso de você querer que ele transe no seu traseiro. E uma minúscula bolsa acolchoada com duas bolas de marfim na mesma. Existe uma gota de mercúrio em cada uma, - Diana disse a ela. 


–Tenha certeza de que você as tenha no caminho de sua vagina, depois ande. Você não acreditará na sensação. Só tome minha palavra para isto, você me agradecerá depois.


Colocando tudo de volta na bolsa, May foi para frente do espelho que ficava em seu minúsculo corredor. Ela girou de um lado para o outro olhando criticamente, em seguida, deixou cair o roupão aberto. Nada mal, ela pensou. Seus seios eram um pouco pequeno, mas seus mamilos eram rechonchudos e rosas. Ela passou as mãos no estomago, seu abdômen estava plano permitindo ver sua vagina recém depilada.


O quão estranho sentiu não ter nenhum cabelo em toda sua extensão. Nem mesmo uma pequena penugem normalmente ficava um pouco a esquerda quando ela se depilava. Um dedo deslizou entre seus grandes lábios e já a achou úmida. Bem, inferno. Quente e pronta e ninguém para levá-la para a cama. Lentamente ela moveu o dedo de cima abaixo no ritmo que era tão familiar para ela. Ela espalha seus pés e balançou seus quadris adiante, apertando no toque de sua própria mão.


Ela estava tão pronta. Seus lábios vaginais pareciam quentes ao seu toque, e molhado com seus sucos. E por que não? Ela tem pensado sobre isto o dia todo. A semana toda. Seu dedo começou a mover mais rápido, dando a ela a fricção. Se ela fechasse seus olhos, talvez ela pudesse imaginar que era outra pessoa – como William – que tocava em sua vagina.


Ela estava quase tentada a pegar um de seus brinquedos e experimentar isto ela mesma.


Não! Ela puxou sua mão. Hoje não. Ela já teve noites suficientes em que teve que conseguir um orgasmo com seu vibrador ou sua pequena bala de prata, ou até seu Foguete de Bolso. Hoje à noite ela queria a mão de um homem nela. Seu pênis dentro dela. Um homem que amava sexo sem limites.


Ela mordeu seus lábios por um instante, pensando. Então ela retirou sua bata – pondo suas roupas para ir realizar seu propósito – agarrou suas chaves e um copo de vinho branco e dirigiu-se à porta.


Certo, William Levy. Vamos ver se você está à altura de sua publicidade.


 


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Autor(a): felevyrroni

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