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Fanfic: DESEJO: Beijo da Morte. | Tema: Riverdale - LGBT - Cheryl Blossom & Betty Cooper


Capítulo: 2. Cama de gato.

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Ponto de vista: Elizabeth Cooper
ON:


Lord, have mercy on my soul
For I have walked the sinful road
That I'm down on my knees
Lord, have mercy on me, please


Matar, ver o medo da vítima, sentir o cheiro do sangue junto a excitação e adrenalina do momento onde escuto o clamor das mulheres por sua vida e o que me mantém animada para mais um dia. Piedade? Não sei o que é isso, as mulheres soam fracas e desdenhosas o tempo todo. Vejam bem, primeiro elas pecam, julgam uma as outras, vivem de rivalidade, faltam matar-se por homens e quando a morte bate na porta elas começam a lembrar de Deus, de todos os erros e clamam pela misericórdia, honestamente isso soa tão divertidamente patético, não o bastante ainda destroem o planeta, jogam lixo dentro dos bueiros e pedantemente ousam reclamar sobre enchentes nos dias de chuva intensa.


Minhas vítimas são selecionadas a dedo, não me considero uma assassina e sim uma justiceira e foi por isso que Jasmine Campbell foi a minha vítima da vez. Não, não foi apenas para desestabilizar Cheryl que matei a cretina da sua ex-namorada. Jasmine era uma pilantra infiel e eu posso provar, ela pecava traindo a mulher que ela dizia amar, há algo mais baixo que isso? Oh sem duvidas dirão que sim, Elizabeth há algo mais sujo que isso: O homicídio. Matar alguém tipificado no artigo 121 do código penal e eu vos respondo: grande merda! Eu elimino pessoas ruins da humanidade, claro que isso também é uma forma de saciar a minha insana vontade de dominação, porém e também uma maneira de melhorar o mundo.


Quando decidi por matar Jasmine Campbell não foi para atingir Cheryl Blossom, não de imediato, não mato minhas vítimas apenas para destruir outrem, mato com o objetivo de eliminar um ser humano ruim da humanidade, mato para saciar a minha vontade de justiça e mato por controle, contudo quando conheci Cheryl pessoalmente percebi que tinha de matar Jasmine por outro grande motivo: Cheryl era grande e boa demais para viver atrelada a uma mulher de merda como Jasmine Campbell. Cheryl é forte, é foraz, é sexy e destemida, e eu sei que ela não irá desistir com facilidade de encontrar a Beijo da morte, vulgo eu! Eu sei que ela vai me caçar, vai atras de mim como se eu fosse sua presa mortal, e devo confessar soa bem excitante, mas devo admitir que por um triz, mas só um triz senti pena de ver a ruiva tão que soa tão poderosa deixar-se domar pela dor, isso até me desapontou, o desejo carnal destrói, corrói, devasta o homem. 


Sobre Jasmine Campbell e sua morte não há motivos para me arrepender, ela era como qualquer outra mortal: pedantemente hipócrita e mereceu morrer, pois era nítido em seus olhos que o que tinha era apenas medo do próprio fim e não arrependimento por tudo o que havia feito com Cheryl Blossom e no fim, Blossom acreditava que ela era boa.


Provavelmente vocês devem se perguntar onde e quando se instaurou dentro de mim toda essa aura maligna e vos explicarei: INFÂNCIA. Desde a infância dentro de mim havia um lado assombroso que dominou tudo de bom que existe dentro de mim e aos poucos, coisa do meu dia-a-dia fez com que eu me tornasse a serial killer dos dias de hoje. Inicialmente, eu matava animais, eu tinha excitação com fogo e tudo o eu achava que deveria ser exterminado, seja por me perturbar ou perturbar as pessoas a minha volta, eu dava um fim. 


Contudo, até os quatro anos era apenas a vontade de matar que eu saciava matando animais, afogando o gato da minha irmã mais velha, ate o dia em que minha mãe me deixou, esse dia fez com que eu tomasse um ódio por mulheres e cometesse meu primeiro crime, esse não era milimetricamente perfeito como o que faço hoje, numa bela tarde de domingo botei fogo na casa da minha mãe, matando ela e minha irmã Polly, esse foi o castigo que dei a ela após me abandonar para ficar apenas com Polly, aquela cretina.


Anos se passaram e então, aos dezessete anos finalmente me assumi e arrumei minha primeira namorada: Natalie. Como eu a amava, como eu a amei, mas a vadia me traiu, e então a vontade que eu controlei por anos apos matar minha mãe renasceu dentro de mim, era como se eu fosse um vampiro que precisasse de sangue e para sobreviver matava animais e bebia o sangue, eu matava para saciar o meu desejo de controle e poder, porém após ter sido traída, passei a matar como forma de justiça. Eu mato pessoas pecadoras, eu purifico almas. 


Voltando a Jasmine Campbell não me arrependo em manda-la para o inferno, afinal, era tão suja quanto Natalie, tão suja quanto Alice. Ela era suja e pessoas sujam, pecadoras e infieis merecem a morte. Cada vez que me recordo em como ela implorou para viver, apenas por medo da morte, sinto meu sangue ferver em excitação.


FLASHBACK ON:


--Como se sente Jasmine sabendo que vai morrer por ser uma adultera? Por ter traido a garota que prometeu amar e acima de tudo ser fiel?


-- Não me mata por favor! -- Jasmine implorava para que eu desistisse, pobre coitada, eu amava o desespero das minhas vitimas.


-- Sabe Jasmine, eu não iria mata-la. -- Disse amolando minha faca. -- Você foi minha vitima fora da curva. Cheche entrou no meu caminho e eu tinha de afasta-la mas como uma boa agente gostosa e atrevida ela continuou me caçando como se eu fosse caça e caçador e eu não gostei, e dai revirando a vida dela encontrei você, uma macaca infiel. -- Ri do que havia chamado a garota, ta ok gente ela era linda e eu sei que estou sendo racista, mas o que isso importa? absolutamente nada.


-- Cheryl vai acabar contigo. -- Jasmine gritou. -- Eu sei que ela vai fazer isso por mim, no fim você também vai morrer sua racista de merda. -- Jasmine disse cuspindo nos meus pés.


-- Você é abominável sabia? Como pode trai-la? -- Perguntei com raiva. -- Ela amava você e o que fez? a traiu com uma colega de corporação. -- Chutei a perna de Jasmine. -- E agora vai pagar caro. -- Berrei irritada e desci minha faca por seu braço, cortei o mesmo sem dó, depois cortei o outro vendo o sangue jorrar, depois de passar minha faca retirei minha gilete do bolso e passei a mutilar parte por parte do corpo da negra, eu amava a tortura. Quando Jasmine estava perdendo os sentidos empurrei a mesma até a parede próxima, amordacei sua boca, e a pendurei na parede do apartamento como se fosse o hall de entrada, ela estava "crucifixada" dos pés a cabeça.


Naquela madrugada havia sabotado a fiação, fingi que o prédio estava com uma bomba, tudo para matar minha vitima que como havia dito foi fora da curva, corri alguns riscos e foi muito excitante mas o fim, quando Jasmine morreu, eu me senti a mulher mais poderosa do mundo, e estava pronta para ver a reação de Cheryl Blossom ao encontrar a ex-namorada que havia lhe traído morta. Presa com pregos nos pulsos, o corpo mutilado e minha marca icônica e unica: Meu beijo mortal dos meus lábios avermelhados.


FLASHBACK OFF: 


Ponto de vista: Elizabeth Cooper OFF:


X


A cena do crime foi isolada e Cheryl Blossom pela primeira vez na vida estava completamente abalada com um crime. Estava tão abalada que ate aceitou o café dado por Elizabeth sem reclamar, sem hesitar e a loura apenas a analisava com ambiguidade nos olhos, mas Betty sabia que tinha olhos bem curiosos para cima dela, olhou de canto e viu Verônica Lodge ainda que disfarçadamente e Elizabeth se pudesse arrancava a língua dessa anã cabeçuda, sabia que essa mulher seria um problema, contudo não iria matá-la, afinal, Lodge assim como os demais agentes eram próximos de Blossom e isso tornaria Cooper culpada, pois foi só ela chegar na corporação e todos morrem? Isso soava óbvio demais, muito amador para a serial killer que exterminava mulheres há cerca de um ano e meio e havia acabado de matar a ex-namorada de sua inimiga número 1.


Reggie Mantle se aproximou da melhor amiga de maneira calma e por mais que Cheryl quisesse bancar a forte o oriental sabia o quanto ela estava um caco e não era para menos, afinal,  ver a ex-namorada morta daquela forma e sabendo que era um aviso escancarado para que Cheryl se afastar do caso não tinha como a ruiva não surtar.


— Esse e o terceiro aviso contando com o bilhete debaixo da minha porta e o primeiro da vítima de meses atrás onde o Jughead quase foi morto. — Cheryl comentou soluçando. — E agora a Jasmine foi morta Reggie, e isso é tudo culpa minha! Isso é tudo culpa da minha incompetência. — Cheryl limpou as lágrimas — Eu falhei no meu trabalho umas cinco vezes e isso não pode acontecer.


Elizabeth Cooper ficou observando tudo de soslaio porque sabia que a confiança de todos seria conquistada com o tempo até porque mal tinha chegado e arrumou atrito com duas agentes que apesar de descartáveis sabia que tinha de permanecer vivas pelo menos até o plano avançar.



DIAS DEPOIS


Luto. Essa era a palavra que Cheryl Blossom lutava contra. Não queria vive-lo, não queria ser fraca e deixar que a morte de Jasmine a destruísse e de maneira alguma queria abandonar seu posto com uma total desconhecida a frente do caso "Beijo da morte". Tudo bem que havia passado alguns dias e aparentemente Blossom e Cooper estava se suportando, estava se aturando, contudo Cheryl ainda tinha um pé atras com a loira, sabe a famosa intuição? Pois bem, ela apitava sempre para Cheryl quando Elizabeth passava pelos corredores.


Cheryl batia a caneta em cima da mesa demostrando total irritabilidade quando viu uma loura de cabelos ondulados, uma maquiagem carregada nos olhos, batom cor nude e um visual quase de uma deusa adolescente do rock Distribuídos em 1,68 de altura passar pela sua porta com dois cafés em mãos e alguns docinhos e dizer: -- Bom dia, Agente #1. -- Elizabeth sorriu falsamente, mas convincente o bastante para fazer Cheryl forçar um sorriso que ela não tinha.


-- O que pensa que esta fazendo? -- Cheryl perguntou receosa.


-- Levantando a bandeira da paz. -- Elizabeth Cooper respondeu soando simpática, se Cheryl soubesse o quanto Cooper consegue ser manipuladora. -- Vamos por parte, eu tenho uma colega de corporação que precisa de um café e eu preciso saber como estão as investigações para poder ajudar todos. -- Betty sorriu. -- Vai, me dar uma chance? -- Perguntou a loura fingindo uma doçura que não tinha, verdadeiramente falando.


-- Sente-se. -- Cooper apontou para a cadeira a sua frente. -- Obrigada pelo café, esta maravilhoso e do jeito que eu gosto. -- Cheryl falou desconfiada.


-- Oh me perdoa. -- Betty fez uma carinha de tímida. -- Talvez eu tenha perguntando ao Mantle como era seu café só para poder conversar...


-- Obrigada. -- Cheryl sorriu. -- Devo confessar que é esforçada e tem o espirito de companheirismo, o espirito de equipe. -- Cheryl alisou o cabelo. -- Devo confessar que a julguei erroneamente, é uma ótima agente, eu vi seu currículo, talvez eu estava tentando me distrair e esquecer do assassinato da minha ex. -- Cheryl deu um grande gole no café a fim de segurar a lagrima que queria descer de seus olhos. -- É uma excelente agente e sem duvidas essa equipe não esta lidando com amadora.


Elizabeth encarou a ruiva docemente, segurou na mão de Cheryl e disse: -- Eu sinto muito pela sua perda. -- Betty forçou uma voz melancólica. -- Eu perdi minha mãe aos sete anos, eu fiquei muito mal, e ate hoje luto para descobrir quem a matou. -- Elizabeth abaixou a cabeça e abriu um sorriso fingindo controlar o choro. -- Posso até não ser uma amadora em campo mas sou uma garota clichê, entrei para o FBI com o proposito de um dia prender o assassino da minha mãe e irmã.


Cheryl a encarou chocada e ainda tentando encontrar as palavras certas, levantou e foi ate Elizabeth e a abraçou dizendo: -- Eu sinto muito e me perdoe por trata-la mal no seu primeiro dia.


Elizabeth a abraçou de volta e Cheryl mal podia imaginar o sorrisso malignamente perverso que a loura tinha nos lábios ao ver o próprio reflexo pela vidraça da enorme sala.


Cheryl se desvencilhou dos braços de Betty e voltou para sua mesa ao sentar-se sem querer esbarrou as mãos em uma pasta que ela ainda não tinha aberto, o objeto caiu no chão e Cheryl viu algumas fotos de Jasmine Campbell com outra garota aos beijos e seus olhos encheram-se de lagrimas. 


 


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Autor(a): serenate

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