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Fanfic: O Desafio(adaptada) | Tema: Vondy


Capítulo: Capítulo 23

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— Dá para ir mais rápido? — perguntou Dulce, um pouco irritada por estarem demorando tanto para voltar à cidade. Tinha exatamente quarenta minutos para se arrumar e chegar ao trabalho.


— Claro. Só que serei multado — respondeu Christopher.


— Acho que você pode pagar.


— Qual é o seu problema? — Ele trocou de faixa. — Estava tudo bem ontem à noite e, de repente, você começou a agir como uma p...


— Se tem amor à vida, não termine essa frase.


— ... como uma peste. — Christopher abriu um sorriso e ultrapassou um carro.


Dulce ignorou o sorriso ridiculamente brilhante e olhou pela janela.


— Está tudo bem, tudo ótimo. Só tenho muito trabalho a fazer, se quiser tirar todo esse tempo de folga para o casamento.


Eles ficaram em silêncio.


Depois de alguns minutos, Christopher perguntou:


— Foi alguma coisa que eu fiz?


Alguma coisa que ele tenha feito? Será que ele era assim tão burro? Estava brincando com os sentimentos dela, fazendo com que ela se apaixonasse por ele mesmo que ele não tivesse qualquer interesse além da amizade!


— Não — mentiu. — Só estou cansada.


— Desculpe. — Ele entrou com o carro pelo bairro Queen Anne Hill. — Sabe, se foi culpa minha. Não quis chatear você por causa dos seus pais nem fazer com que todos quase fôssemos presos, nem...


— Christopher — interrompeu Dulce. — Foi o melhor aniversário de todos. Eu juro. Só preciso voltar à vida real, sabe?


Meu Deus, como aquilo tinha soado deprimente! Voltar à vida real, na qual Dulce não era uma princesa, Christopher com toda a certeza não era seu príncipe e ela trabalhava em um lugar onde todos riam dela por trás das pranchetas.


Ele pareceu satisfeito com a resposta, já que não disse mais nem sequer uma palavra. Christopher apenas estacionou o carro e deixou que ela fosse sem ao menos se despedir.


Era melhor assim.


Tinha de ser.


Quando chegou ao trabalho, Dulce já estava dez minutos atrasada e não tinha tomado café da manhã.


Algumas pessoas começaram a sussurrar quando ela passou, o que não era assim tão incomum. Ela caminhava até a mesa de trabalho sob os olhares dos colegas. Por favor! Ela não tinha voltado com as mesmas roupas do dia anterior, depois de uma noite de sexo, nem nada! E não porque a ideia lhe tivesse desagradado, na véspera. Argh! Como podia ser tão idiota? Aquele cara era sua kriptonita: um beijo, e ela ficava sem forças! Ele deveria vir com uma placa de “Perigo!”, ou um aviso do Governo, de alerta às mulheres inocentes.


— Oi. — Um homem que ela nunca tinha visto entrou em seu caminho. — Feliz aniversário, Dulce. Espero que tenha sido maravilhoso.


— Ah, sim, obrigada. — Sentindo-se desconfortável, Dulce olhou ao redor e notou que todas as atenções estavam voltadas para ela. Mantendo a cabeça baixa, foi direto para sua mesa.


Estava coberta de rosas.


Centenas de rosas amarelas.


Pegou o cartão com as mãos trêmulas. Dentro dele havia um bilhete: “Sinto muito por você ter chorado. Espero que tenha tido um ótimo aniversário. Passo para pegá-la às cinco, para terminarmos a lista. Christopher.”


— Caramba.


— De quem são? — Seu chefe, Mark, se aproximou por trás dela e sorriu. — E por que não nos disse que era seu aniversário?


— Eu, hã...


— Não precisa dizer. Mas quero que você vá à minha sala, está bem? Quando estiver pronta. — Ele ergueu a caneca no ar, fazendo-a sentir o cheiro da cafeína de que ela tanto precisava, e se afastou.


Dulce guardou a bolsa e foi até a sala de Mark. Fechou a porta e se sentou.


— Você não disse que estaria no casamento de Uckermann — começou ele. Nada de “Olá, Dulce!” ou de um “Oi, tudo bem?”. Nada. Apenas essa afirmação. De que ela se esquecera de mencionar que iria ao casamento do século. Ops?


— Eu, hã... estava tentando respeitar a privacidade do casal. — A mentira veio naturalmente. Na verdade, só queria afastar o foco dela e de Christopher outra vez.


A notícia acabaria vazando, e ela não queria ser cercada pelas colegas de trabalho, todas perguntando como era o cheiro dele.


— Quero que você faça a cobertura.


— Mas sou uma convidada.


— Exatamente. — Ele se inclinou para a frente e juntou as mãos na mesa. Seus olhos cinzentos brilhavam, e as luzes fluorescentes faziam sobressair uma veia em sua testa. — Desde aquele incidente... — Era assim que ele o chamava. O incidente em que ela aparecera para dar as notícias completamente bêbada, depois de uma noite com o infame solteirão de Seattle. Nunca permitiriam que ela esquecesse aquilo?


Mark fez uma pausa e pigarreou.


— Você cobriu algumas histórias aqui e ali, mas ainda não recuperou o posto de âncora do jornal. Não é só você. É nossa reputação que está em jogo. Não podemos permitir que uma garota com seu tipo de...


Ah, isso seria interessante!


— ... reputação... seja o rosto da Komo News. Mas estou disposto a lhe dar uma segunda chance se você fizer um bom trabalho na cobertura desse casamento. Todos os jornais querem publicar essa matéria, mas somos os únicos que têm uma vantagem: você.


— Eu precisaria pedir permissão, Mark. Sabe disso.


Ele deu de ombros.


— Peça ou não peça. Você decide. Mas, mesmo que neguem, quero que faça a reportagem.


— Mas...


— É sua carreira que está em jogo, Dulce. Quer outra chance ou não? Porque, se não quiser, a porta da rua é a serventia da casa. — Ele se virou para o computador e não olhou para ela uma segunda vez. — Está dispensada.


Ela se levantou com cuidado.


— Sim, senhor.


— Ah, Dulce?


Ela se virou.


— Quero que pense bem sobre seu futuro. Talvez a Komo News não seja o lugar certo para você. Temos diversos outros graduados ansiosos para assumir seu posto.


Lutando contra as lágrimas, Dulce saiu da sala e seguiu direto para a mesa. O cheiro de rosas a deixou sufocada. Ou talvez fosse o medo. Não sabia ao certo.


Com as mãos trêmulas, pegou o celular e ligou para Anahí.


Caixa postal.


É claro.


Eles deviam estar no avião.


O problema era que Dulce sabia que Anahí queria privacidade. Esta era uma das principais razões de ela ter escolhido fazer o casamento em Uckermann Abbey, em vez de em uma grande igreja. A casa era propriedade particular, então conseguiriam manter os paparazzi sob controle. Tudo bem que Alfonso não era tão famoso quanto Christopher, mas a família era dona de metade de Seattle, praticamente, e tinha sido citada na Forbes mais vezes do que Dulce poderia contar. O casamento era uma notícia das grandes. Os Uckermann eram magnatas, donos de empresas milionárias. E as pessoas eram quase tão obcecadas pelos irmãos Uckermann quanto pelos Seahawks, o time de futebol americano.


Foi um mau começo para o dia de Dulce. Ela trabalhou durante o almoço e, quando o relógio deu cinco horas, estava tão desesperada para ir embora que quase saiu correndo pela porta no instante exato em que o ponteiro grande chegou ao doze.


— Pronta? — perguntou uma voz atrás de Dulce.


Mais sussurros e murmúrios de surpresa, alguns palavrões, e então um gemido. Sim, uma das mulheres tinha gemido em voz alta.


— Christopher. — Dulce engoliu em seco e se virou, pronta para encarar o deus grego. Ele vestia camiseta branca e uma calça jeans apertada e rasgada. Santa Mãe de Deus, estava lindo!


Entendeu finalmente o gemido.


Fingindo não estar intimidada quando aqueles olhos cor de mel esverdeados encontraram os dela, Dulce pegou a bolsa e se levantou.


— Estou pronta, se você também estiver.


Alguns celulares foram erguidos, virados para eles. O sorriso de Christopher não chegou aos olhos. Na verdade, ele parecia quase... irritado. Umedecendo os lábios, acenou de leve para as pessoas que estavam em pé ao redor deles e se virou. Algumas mulheres começaram a conversar em voz alta perto do cubículo de Dulce.


— Ótimo. — Ele sorriu e colocou uma das mãos em suas costas enquanto seguiam pelo corredor.


Mais algumas risadinhas de deboche foram ouvidas quando passaram pelas salas.


E então uma cantada.


A mão de Christopher parecia queimar as costas de Dulce. Ela não deixou de notar que, quando passaram pela sala de Mark, seu chefe tinha um brilho de satisfação no olhar. Maldito. Estavam quase livres.


Dulce apertou o botão do elevador e rezou para que ele fosse mais rápido.


Daria para ouvir se um alfinete caísse. O departamento ficava estranhamente silencioso sem o burburinho e as risadas habituais.


— Christopher? Christopher Uckermann? — Uma mulher pigarreou.


Dulce e Christopher se viraram.


Michelle Klike era a repórter que substituíra Dulce no jornal das cinco. Tinha cabelos loiros brilhosos e era magra como uma modelo. Seu apelido era Barbie.


— Oi? — O homem umedeceu os lábios e deu aquele sorriso falso outra vez.


— Michelle Klike. Tenho certeza de que já me viu no jornal. — Ela balançou o cabelo platinado e deu uma piscadela. — A gente devia marcar um almoço. Adoraria conhecê-lo melhor.


Aham, claro. Dulce bufou com desdém. Michelle a olhou, irritada, e voltou a atenção para Christopher outra vez.


— Eu, hã... — Christopher sacudiu a cabeça e passou um braço ao redor de Dulce. — Estou ocupado.


O sorriso de Michelle se tornou algo mais parecido com um rosnado quando ela voltou os olhos para a colega de trabalho, depois para Christopher e de volta para a outra mulher, com a testa franzida, parecendo confusa.


— Bem... — Ela pegou um cartão. — Me avise quando tiver acabado com Dulce, e a gente marca.


Acabado? Dulce ergueu tanto as sobrancelhas que provavelmente se perderam em seus cabelos, e ela deu um passo na direção de Michelle.


— Obrigado, mas já escolhi a repórter com quem falo.


— Por enquanto. — Michelle abriu aquele maldito sorriso outra vez e foi embora.


As portas do elevador se abriram, graças a Deus.


Christopher apertou o botão de fechar portas pelo menos dez vezes antes de elas obedecerem, então uma música brega encobriu o silêncio constrangedor.


— Desculpe — ele disse, finalmente, com a voz rouca. — Não costuma ser tão ruim. Quer dizer...


— Christopher. — Dulce levantou a mão, com a intenção de fazê-lo calar-se. — Não precisa se explicar. Sei quem e o que você é, está bem? Vamos deixar isso pra lá. E pense comigo: ao menos você não vai precisar ir à boate para arrumar a próxima.


As narinas de Christopher se inflaram e seus olhos ficaram frios por um breve momento antes de ele os desviar e sacudir a cabeça. Quando as portas do elevador enfim se abriram outra vez, ele deixou que Dulce saísse na frente e de novo pôs a mão em suas costas. O que ele estava fazendo? Ela havia acabado de tentar afastá-lo de novo, e ele continuava a ser legal?


Ela o encarou, desconfiada.


— O que você está tentando fazer?


Ele deu de ombros enquanto caminhavam pelo estacionamento.


— Pensei em comermos alguma coisa antes de resolvermos o presente de casamento e os bonecos do bolo — explicou Christopher, destravando as portas de um BMW branco. Sério, quantos carros aquele cara tinha?


— Pode ser. — Dulce entrou no carro e mais uma vez se deu conta de que era delírio dela até mesmo imaginar ficar com um cara como Christopher. Ele estava brincando com ela, só podia ser isso. No instante em que ela fosse embora, ele ligaria para Barbie. — Para onde vamos primeiro?


— Bem... — Ele deu partida no carro. Jesus, o que ele estava usando? Que tipo de perfume era aquele? Ela se inclinou para a frente e sentiu o rosto corar quando estremeceu ao aspirar o cheiro dele.


— O que você está fazendo? — perguntou Christopher. O carro estava em ponto morto outra vez. Os olhos dele brilhavam de divertimento.


— Hã... — Dulce se afastou de repente. — Só ajudando a ver.


— Ver?


— O trânsito. — Ela apontou para trás, para os carros inexistentes que não transitavam pelo estacionamento.


— Acho que vou conseguir me virar sozinho. — Ele deu uma piscadela e continuou a dar ré enquanto Dulce rezava para que o carro a engolisse.


— Então, esse seu restaurante... — Mudando de assunto, ela procurou um batom na bolsa. — Ele fica perto do lugar onde resolveremos a questão do bolo?


— É.


— Legal.


Mas que droga. Será que o clima ficaria desconfortável assim o tempo inteiro?


— Obrigada pelas flores. Eram bem bonitas. — Pronto, ela fizera as pazes.


— Eram amarelas — comentou Christopher enquanto manobrava o carro para pegar a Third Street.


— Eram — concordou Dulce, devagar.


— São a cor do perdão.


— Está certo.


— Só achei que devesse saber. — Ele deu de ombros.


— Christopher, você não fez nada de errado.


Ele não respondeu. Apenas continuou a dirigir enquanto Dulce tentava não parecer uma cadela no cio ao sentir o cheiro que continuava a emanar dele.


Christopher estacionou em uma vaga perto de um pequeno restaurante e contornou o carro para ajudá-la a sair.


— Sei que parece um botequim, mas é muito bom. Juro.


O prédio de tijolos era velho, como a maioria dos edifícios do centro de Seattle. A porta do restaurante era vermelha, e, ao lado dela, pintado com tinta spray, o nome do restaurante: Fork. Hum. Ela deu de ombros e o seguiu porta adentro.


Havia algumas pessoas lá. As mesas eram de diferentes modelos, todas cobertas com toalhas quadriculadas, sobre as quais havia gigantescas taças de vinho. Hum, talvez ela gostasse do lugar, afinal. Christopher segurou sua mão, levou-a até uma mesa no canto e puxou a cadeira para que ela se sentasse.


— Você já pediu? — Dulce apontou para uma taça de vinho que, servida, estava sobre a mesa.


— Não. — Ele sorriu. — As mesas daqui são assim. O vinho está incluso. Pode beber à vontade, sempre. A primeira taça é sempre do vinho da casa, depois eles trazem o que for de sua preferência.


— Meu Deus. — Dulce lançou um olhar de cobiça para a taça de vinho. — Você me trouxe ao paraíso.


O sorriso que ele deu foi tão grande que Dulce engasgou antes de olhar para o cardápio. Era escrito à mão em um pequeno quadro-negro disposto ao lado dos talheres.


— Gostou? — perguntou Christopher.


— Amei. — Dulce o encarou e sorriu.


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Autor(a): leticialsvondy

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Tinha sido um acidente. Ele ia pedir apenas uma maldita flor. Mas então se lembrou da expressão desanimada de Dulce, de como ela parecia triste quando saiu do carro. E pediu mais algumas. Enquanto conversava com o florista, foi como se ele tivesse perdido totalmente o domínio sobre a própria boca. E quando o homem lhe perguntou o porquê de ...


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Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 44



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  • rt1508 Postado em 12/08/2020 - 19:28:10

    Continuaaaaaaaa por favoor

  • nathalia_muoz Postado em 26/07/2020 - 20:07:32

    Continuaaa por favor, no dejes la historia

  • anne_mx Postado em 24/07/2020 - 02:38:15

    Por favor, me diga que a senhora não tá pensando em abandonar, foi uma das melhores fanfics, mais engracadas e construtivas que já li, continuaaa pelo amor de Deus, eu sempre vou tá aqui comentando <3

  • anne_mx Postado em 15/07/2020 - 23:01:52

    Finalmente Christopher entendeu que a ama e ela assumiu isso tbm, só falta um assumir p outro, amém que Jace não é tão idiota como pensei, amei o momento entre irmãos entre o Ucker e o Poncho, não sei porque mas algo me diz que a Dul e o Ucker se casaram sem querer ao assinarem os documentos KKKKKKKKK continuaaaa, amo vovó Nadine <3

  • anne_mx Postado em 13/07/2020 - 00:18:44

    Puts, que cena linda essa do casamento, eles dois se amam tanto, quando vão aceitar isso e se permitirem serem felizes? Continuaaa, quero só ver em que vai dar isso tudo <3

    • leticialsvondy Postado em 15/07/2020 - 22:07:32

      Parece que o Christopher percebeu isso agora

  • anne_mx Postado em 13/07/2020 - 00:17:40

    KKKKKKKKKKKK eu amei a cena deles com as fantasias, epna que tudo que é bom dura pouco, Belinda tinha que aparecer e fazer merda né? E depois o Christopher tinha que ser idiota né? Ai ai sei não, continuaaa <3

    • leticialsvondy Postado em 15/07/2020 - 22:06:30

      Pelo menos ele não ficou com ela, amei ver ela quebrando a cara kkk

  • anne_mx Postado em 12/07/2020 - 14:58:22

    KKKKKKKK vovó Nadine achou alguém a altura dela pra estressar ela tbm, amei a chegada da beata Petunia KKKKKKKKKK meu vondy juntos se beijando é tudo pra mim, continuaaaa, quero só ver eles indo p cama de novo juntos, se é que me entende <3

    • leticialsvondy Postado em 12/07/2020 - 21:45:31

      Você vai rir muito com essas duas kkkkk Postando!!

  • anne_mx Postado em 10/07/2020 - 22:17:03

    Agora eu até entendi o Poncho um pouco, mas mesmo assim, ele ainda é meio idiota kkkkkkkkk Foi lindo a Dul indo atrás dele e conversando com ele, eu simplesmente amei, claro, até o idiota do Jace aparecer! Vovó é tudo pra mim, a véa dormindo com uma arma minha gente KKKKKKKKKK Medo de fazer isso no dia que eu for me casar e aparecer uma Nadine dessas, continuaaaa, e já tá na hora da Dul dar um fora no Jace né? O cara é um completo babaca! Amei a cena da madrugada, foi lindo ver a sinceridade do Christopher <3

    • leticialsvondy Postado em 11/07/2020 - 22:32:40

      A parte da casa da árvore é uma das minhas preferidas <3 Vovó é a melhor, ainda vai aprontar mt kkkkkk

  • anne_mx Postado em 08/07/2020 - 23:40:33

    Ai Anahí, tô quase te tornando minha favorita, pq Dulce só tá me decepcionando, obrigada por dizer o que tava entalado na minha garganta e Alfonso é um idiota em? Entre ele e Jace, acho que não sei qual me irrita mais!

    • leticialsvondy Postado em 10/07/2020 - 15:45:56

      A Annie realmente é a mais sensata dali kkkkk O Poncho pelo menos explica um pouco agora porque ele age assim né, mas... Postando!!

  • anne_mx Postado em 08/07/2020 - 23:28:23

    O jeito que eu amo Anahí é diferente <3 Esse Jace é um pé no saco, pelo amor de Deus, que macho insuportável, continuaaaa, quero ver meu vondy juntinhos <3

    • leticialsvondy Postado em 08/07/2020 - 23:33:11

      Acho que ainda vai gostar dela ainda mais kkkk



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