Fanfic: The Sparkle of Your Eyes | Tema: Monsta X, Showho,
Wonho esperou a dor vir, mas ela não veio. Em vez disso sentiu um braço envolver suas costas e ouviu o barulho de algo batendo e sendo amassado ao seu lado. O corpo que o abraçava mexeu levemente a sua frente com estranheza, e sem entender o que realmente estava acontecendo, ele abriu os olhos.
Ao se virar, viu Hyunwoo segurando o carro com uma mão, em seu rosto parecia que ele fazia algum esforço, mas era só isso mesmo. Mas foi então que depois, sentiu fúria em seus olhos. Quando o carro parou de forçar e desligou, ele soltou, respirando fundo se virou para Wonho, que o olhava assustado.
Ele havia parado o carro com a mão? Isso era impossível. Mas não deu tempo de esboçar nenhuma reação pois, logo ouviu a voz de Jooheon chamar a atenção. Ele estava muito apreensivo.
— Majestade, precisamos sair daqui rápido antes que mais alguém nos veja — ele disse se aproximando com a voz preocupada.
O secretário do Rei usou seu dom para escanear ao redor, verificar se alguém tinha filmado a ação, já que algumas pessoas haviam visto o que realmente aconteceu. Três celulares e duas câmeras de vigilância nos prédios ao lado, inclusive de alguns carros parados. Conseguiu localizar todos e fazer os aparelhos queimarem. Se certificou de que estivessem sem nenhuma chance de concerto.
Mas Wonho não viu isso a olho nu, e quando acenou pra Hyunwoo avisando que tinha terminado, em um piscar de olhos, sentiu um abraço do maior e rapidamente a paisagem mudou. Sentiu vertigem, mas logo percebeu que estava na frente de sua casa.
A entrada estava escura e por isso seria difícil alguém ver. Como era madrugada, a vizinhança que era composta por velhinhos deveria estar dormindo. Naquele momento Hyunwoo agradeceu por Wonho ter escolhido um local calmo para morar.
— Você está bem? — o moreno perguntou ainda abraçado a ele, mas olhando seu corpo, para ver se tinha machucado em algum lugar
Mas Wonho se afastou, o movimento fez a luz automática da porta acender.
— O que acabou de acontecer? — perguntou para Hyunwoo.
Este que não sabia como responder, já que não havia pensado nem em como falar tudo para Wonho, ou quando. Sabia que um dia teria que contar, sentia essa necessidade.
— Majestade — aquela palavra de novo, Wonho achou tudo muito estranho — Podemos chamar Jinyoung para apagar a memória dele — Jooheon quem sugeriu.
— O que? — Hoseok perguntou assustado.
— Não — Hyunwoo recusou — Ele teria que saber a verdade uma hora ou outra.
— Podem me explicar o que tá acontecendo? — esbravejou chamando a atenção para si.
Hyunwoo e Jooheon se olharam por um momento, sem saber como iniciar aquela conversa. Eles não estavam preparados para aquilo.
— A gente tava no meio da rua, como viemos parar aqui? — perguntou novamente ante a falta de resposta dos dois a sua frente — E como você parou o carro? — alterou um pouco o tom da sua voz.
Ele olhava para Hyunwoo esperando por respostas. Pela primeira vez em muito tempo, o celestial não sabia o que responder. Como falaria que ele era um deus?
— Sua majestade é o Deus Rei do Reino Celestial — Jooheon respondeu depois de perceber a falta de ação do mais alto.
— Rei? — Wonho falou sem entender nada — Reino celestial? Tá me dizendo que ele é um deus? — olhou incrédulo para Jooheon e depois para Hyunwoo que permanecia calado — Porque não está falando nada? — pergunta olhando para o maior.
Aquilo parecia absurdo demais, só conseguia pensar que estavam tirando sarro da sua cara.
— Hoseok, eu sei que parece absurdo, mas essa é a verdade. Eu parei o carro com a mão, te trouxe para casa em um piscar de olhos, quer provas mais concretas do que isso? — Hyunwoo explica enquanto se aproxima de Wonho.
Mas ele se afasta, sentindo suas costas tocarem na porta de sua casa, agora com um misto de medo, aquilo deixou o maior um pouco triste com sua reação.
— Não precisa ter medo de mim — Hyunwoo fala cessando os passos, não queria assustar ainda mais o outro.
— Como não? O que acabou de acontecer… Eu não sei o que pensar… — disse mais baixo, sentindo receio — Se você é mesmo um deus, porque está aqui? — mesmo sendo loucura demais, ele não podia negar o que tinha acontecido.
O Rei hesita por alguns segundos antes de responder.
— Por você — responde olhando para Wonho, seu olhar mais profundo, demonstrando sinceridade.
O que causou um arrepio em Wonho.
— Por mim? — aquilo ficava cada vez mais estranho — Mas porque? — pergunta com o coração acelerado.
Algo dentro de si estava embrulhando, sempre se perguntou do porque aquele homem aparecer tão repentinamente em sua vida e começar a fazer parte dela. Mas aquilo parecia tão...
— É complicado de explicar agora, acho melhor esperar quando você estiver mais calmo — Hyunwoo fala.
— Mais calmo? Eu preciso de respostas, Hyunwoo! — ele fala agoniado.
— E você as terá, mas em outro momento — responde calmamente dando alguns passos para trás.
— Onde você vai? — Hoseok pergunta se afastando da porta fazendo menção de ir em direção a eles.
— Embora, acho que é melhor te dar um tempo, depois venho te ver — explicou enquanto ia para o lado de Jooheon, pegando no ombro dele.
— Espera! — pede mas não deu tempo de sequer ouvirem.
Os dois desaparecem bem a sua frente, o deixando sozinho com seus pensamentos e indagações.
— Majestade, e agora? — Jooheon pergunta quando apareceram no palácio de Hyunwoo, foi o único lugar que conseguiu pensar em ir depois de tudo.
— Vou me preparar pra contar a verdade a ele — explicou.
Jooheon assentiu, talvez fosse melhor, mas lembrou de algo.
— Mas e se descobrirem? — perguntou preocupado.
— Não vai acontecer nada — disse rápido — Se fizerem algo, será sabendo das consequências.
E Jooheon acabou vendo uma aura enegrecida ao redor do deus e engoliu em seco. Só um maluco teria coragem de enfrentar o Rei.
.
Alguns dias se passaram e Wonho acabou refletindo muito sobre tudo o que havia acontecido. Quanto mais pensava, mas tinha certeza de que estava ficando maluco em realmente acreditar nos dois. Hyunwoo não havia aparecido mais, estava começando a ficar aflito, precisava de respostas, mas cadê aquele que as tinha?
Se ele fosse um deus, porque ele teria interesse em si? Não tinha lógica para ele alguém do reino celestial, como Jooheon havia dito, perder tempo com um humano como ele. Que graça ele tinha? Era só um policial que vivia para o trabalho, sem muitos hobbies, ou algo extraordinário que o destacasse fora da academia, o qual tinha um status um tanto elevado.
Status esse que as pessoas acabavam mantendo um pouco de distância, pois além dos dois amigos malucos que tinha, outros não se aproximavam, justamente por causa de sua fama de durão. Mas ele não era rígido todo o tempo, só no trabalho, fora dele, se considerava uma pessoa até que legal.
Apesar de achar estranho que havia conseguido umas folgas estranhas nos últimos meses, estas acabaram lhe rendendo momentos agradáveis com Hyunwoo, mas não tinha nada muito interessante além disso. Claro que de vez em quando recebia ameaças, alguém tentava lhe matar. Mas era rotineiro, dado a sua vida de policial que levava o trabalho a sério e prendia muita gente criminosa, ou matava mesmo.
Mas decidiu sair de seu momento de reflexão e tratou de se arrumar para o início do seu turno, que se iniciaria naquela tarde. Colocou uma blusa de algodão preta, calça preta do uniforme e botas preta. Quando ia pegar a bolsa, sentiu uma presença atrás de si, como foi algo de repente, imaginou que seria Hyunwoo.
E com o coração palpitando mais rápido, se virou rapidamente, mas para sua surpresa, encontrou um desconhecido no meio do seu quarto. Levou um susto quando viu que a pessoa estava usando uma máscara de ferro, com uma capa grossa e roupas pretas, parada à sua frente.
Tentou reagir rápido, mas o mascarado pegou em seu braço e sem aviso prévio, sentiu a mesma sensação de quando Hyunwoo o transportou.
Quando viu o novo local, percebeu que era um balcão velho e abandonado, com pedaços de madeira velha e objetos de ferro enferrujados. O outro continuou segurando o seu braço e o levou para trás, juntando as duas mãos. Tentou se soltar, mas a pessoa que o segurava era muito forte.
Foi sentado em uma cadeira a força, seus braços e tronco foram amarrados com cordas grossas. Quando estava bem preso, viu a porta grande da frente se abrir um pouco, o bastante para passar duas pessoas, eram duas mulheres, que caminhavam devagar até onde Hoseok estava sentado.
Uma delas era uma jovem de cabelos brancos soltos, usando um vestido longo azul de tecido leve e um pouco brilhante. Ela estava servindo como guia para a outra mulher. Parecendo um pouco mais velha, mas não muito, trajando um vestido também longo branco, de cabelos pretos curtos, ela estava com uma venda branca sobre seus olhos.
Seu rosto era delicado e o nariz era tão perfeito, se perguntou o porquê de ela estar vendada, óbvio que era cega, mas o motivo para estar naquela situação era o que deixou Wonho curioso. Ele esperou ela se aproximar sem dizer nada, sentia que logo saberia o motivo de estar ali. Não foi amordaçado, com certeza ela iria querer que ele falasse.
— Finalmente você renasceu, sabe quanto tempo esperei por esse momento? — a mulher de branco disse quando estava bem a sua frente.
Wonho não entendeu o que ela quis dizer.
— Renasceu? — perguntou confuso.
Ela virou o rosto por um segundo, transparecendo confusão.
— Quem falou? — indagou sem parecer entender.
— Eu — Wonho respondeu — Me trouxeram pra cá, me amarraram e não sabem quem sou? Porque estou aqui? — estava começando a se irritar.
Geralmente ele lidava com criminosos que tentavam se vingar dele, essa situação não lhe assustaria tanto, se não tivesse sido levado ali do mesmo modo que Hyunwoo o havia levado do acidente de carro para sua casa. Desconfiava que aquelas pessoas pertenciam ao mundo do moreno.
A mulher se virou para a que estava do seu lado.
— Você disse que havia trago Lira, te falei que me trouxesse apenas quando tivesse certeza — sua voz era de repreensão.
— Mas é Lira — a moça loira respondeu — Nessa vida ela renasceu em um corpo masculino — explicou.
Depois de compreender, a morena se voltou para Wonho.
— Interessante — disse se aproximando — Deixe-me vê-lo — estendeu as mãos e com ajuda da outra, seus dedos tocaram o rosto de Wonho.
Ela espalmou as mãos por todo o rosto dele, percorrendo por completo, devagar. Analisou a testa, desceu pelos olhos, acariciou as bochechas e o nariz, por fim seus lábios e queixo.
— Você é bonito — disse por fim, dando um sorriso miúdo, com as mãos descendo pelo pescoço — Jovem — e descendo pelo ombros e mais além, sentiu a grossura dos braços dele e apertou um pouco antes de se dar por satisfeita e cortar o contato — É um homem forte — finalizou sua análise e deu um passo para trás.
— Quem é você? — ele perguntou por fim.
A mulher cega respirou fundo, com certeza se preparando para falar. Wonho observava ela com atenção, que agia como uma idosa, mesmo com sua aparência jovem, e havia algo estranho nela, estava calma demais. Ao contrário de sua companheira que estava com a respiração desregulada, ela estava nervosa, e aquilo estava deixando o policial alerta. Sentia o mascarado atrás de si, como um guarda.
— Meu nome é Yeojoo — respondeu com a voz aveludada — Fomos amigas em sua outra vida.
— Outra vida? Do que está falando? — perguntou sem entender mais nada.
— Hyunwoo ainda não contou? — disse surpresa — Descobri há pouco tempo sobre você, mas Hyunwoo não. Ele já te vê há alguns meses, certo? — indagou retoricamente — Teve tempo de te falar tudo, porque não fez? — ela colocou a mão no queixo como se pensasse muito na situação.
— Eu… — Hoseok estava achando tudo estranho, era tão estranho quanto Hyunwoo dizer que era um deus.
— Será se ele tava com medo? Talvez te manter em oculto… — refletia mais consigo mesmo — Sabe, ele tem alguns inimigos que amariam ter essa informação, ele com certeza não quis repetir o mesmo erro.
— Que erro? — ele perguntou mais ansioso — Que história é essa de vida passada?
Isso era surreal para Wonho que sempre foi cético com essas coisas de vidas passadas. Na verdade, religião no geral. E também nunca teve muito tempo para pensar nisso, tinha planos e metas a cumpir. Então tudo aquilo acontecendo era muito irreal para si.
Percebeu que a mulher ajeitou a postura, se preparando para falar, agora talvez ele tivesse suas respostas.
— Antes de se tornar rei, Hyunwoo gostava de ir para a terra — iniciou calmamente — E em uma de suas viagens, ele conheceu Lira, uma jovem camponesa do início da dinastia Joseon. Eles se apaixonaram perdidamente e ele só queria ficar com a sua humana — falava com sua voz melodiosa — Mas isso acabou despertando o descontentamento dos soberanos e a inveja de outros, que acabaram querendo usar isso de alguma forma para usurpar o trono. Nessa época, ele e eu éramos muito próximos, já que nossos pais eram irmãos, e acabou que conheci a bela moça. Comecei a ajudá-lo a ir encontrá-la, e até mesmo a protegê-la mas, as coisas piorar — ela parecia dizer tudo isso com pesar — Não quero entrar em detalhes, mas meus pais eram os traidores, e sem saber, eu acabei falando demais para eles. Você já deve imaginar o que aconteceu...
Wonho ouvia tudo calado, mas era difícil de acreditar. Ela decidiu continuar.
— Usaram isso para encontrar ela e matá-la, como um estratégia para desestabilizar Hyunwoo, mostrar que ele era incapaz de herdar o trono. Meu pai seria o segundo na linha de sucessão, então ele achava um plano bom. Tentou fazer tudo por debaixo dos panos, óbvio. Mas o problema foi que apenas nós dois sabíamos a exata localização de Lira, e uma pessoa de confiança que ele deixou para protegê-la, e como essa pessoa não saiu do lado dela por todo o tempo, ele soube de quem tinha escapado a informação. Então ele facilmente encontrou os culpados.
Yeojoo levantou a cabeça, como se olhasse para o céu, era uma bela visão, pois o rosto dela era quase que angelical. Suspirou baixando o rosto novamente, voltando a falar.
— Hyunwoo realmente perdeu o controle naquela época, mas não do jeito que imaginavam — ela abraçou o próprio tronco, como se de repente sentisse frio, e suas feições demonstravam desconforto, como se ela sentisse dor — Ele usou o amor e a dor da perda que sentiu e o transformou em ódio. Obstinado, caçou todos que participaram do plano, ele conseguiu descobrir todos os nomes e conforme a participação do indivíduo, ele torturou e matou. Mas não fez isso em calabouços às escondidas, ele fez em público — um arrepio passou pelo corpo dela — Alguns tiveram morte rápida, mas outros no entanto… Meus pais foram queimados vivos, na brasa, lentamente — Yeojoo apertou o próprio corpo, como se aquilo fizesse a lembrança ser menos dolorosa — Até hoje ouço os gritos da minha mãe.
A voz aveludada falhou, o tecido alvo de material fino que cobria os olhos dela se tingiram de vermelho, formando duas rodelas no lugar dos olhos, era como se ela estivesse chorando
— Mas a pessoa que cometeu o assassinato de Lira, com ele foi muito pior. Hyunwoo arrancou seus braços, pernas, ouvidos e a língua, e o colocou em exposição em um tronco, nu e amarrado com correntes de ferro. Ele ficou dias naquele estado até que seu corpo não suportasse mais e ele enfim morresse. Mas antes disso, os vermes apareceram comendo a carne podre que cobria o corpo, e ele nem sequer podia gritar, implorar por misericórdia ou pedir que alguém acabasse com seu sofrimento de uma vez — o tom da voz de Yeojoo era doloroso, como se ela conhecesse a pessoa que sofreu tal punição — Ele não arrancou os olhos para que ele pudesse ver tudo, os olhares de repúdio de todos que passassem por ali, os dias se passando e a morte chegando, lentamente. A podridão sendo sentida a metros de distância.
A expressão de Wonho era o puro horror, como aquele homem poderia ser capaz de tamanha crueldade? Isso explicava muito a leve sensação que ele sentia quando Hyunwoo estava por perto, era perigo. Mas ao mesmo tempo, não conseguia se afastar dele. Naquele momento, Wonho percebeu que ele estava acreditando naquela mulher, mas não podia.
— Essas foram as últimas coisas que vi na minha vida — a voz dela lhe despertou de seus pensamento — Mesmo que indiretamente, eu havia contribuído para a morte da sua amada, implorei por seu perdão e pela minha vida, e ele perdoou. Mas eu ainda deveria ser punida, como exemplo de que ele não pouparia ninguém do castigo — ela levou os dedos para sua face, perto das orbes, sem realmente as tocar — Meus olhos foram arrancados de mim, no dia que meus pais morreram, e naquele dia fui exilada da capital. Depois disso percebi que viver tinha sido pior do que morrer, mas como eu sobrevivi, tentei levar uma vida. Entretanto não foi tão fácil assim depois de tudo.
Ela baixou novamente as mãos e logo ela estava com uma expressão mais rancorosa.
— Perdi todo o prestígio, ninguém queria ter vínculo com a traidora. Nem o próprio Hyunwoo, veio até mim novamente. Ele esqueceu da minha existência, e acabei reunindo muito ódio por todos esses anos, esperando uma oportunidade de me vingar. E nada melhor do que fazê-lo te perder mais uma vez — um sorriso pequeno, mas macabro, surgiu nos pequenos lábios rosados, salientando a pequenina pintinha que havia no canto superior de sua boca.
Wonho sentiu medo, pela primeira vez desde que chegou ali, a calma que ela exalava era insana. Então Yeojoo se aproximou mais uma vez, levantando as duas mão para alcançar o rosto de Hoseok, que por reflexo tentou se afastar, mas estava preso.
Ela o tocou, as mãos que antes estavam mornas, agora estavam frias segurando em sua face.
— Eu tenho um dom especial, sabe — a mulher falou quando seu rosto se aproximava do dele — Posso te fazer recordar de suas vidas passada ao mesmo tempo que posso ver também. Acho que será mais interessante se você lembrar — ela segurou o queixo do homem com a mão direita, o polegar encontrado os lábios carnudos dele — Faz tempo que não beijo um homem — diz quando se aproxima e toca os lábios dele com os dela.
Autor(a): Slow Cif
Este autor(a) escreve mais 2 Fanfics, você gostaria de conhecê-las?
+ Fanfics do autor(a)Prévia do próximo capítulo
A princípio parecia que estava viajando, a velocidade era tanta que não conseguia distinguir nada além de rastros de cores ao redor. Até que tudo parou e pode se encontrar em um lugar, uma bancada de frutas e verduras a sua frente, percebendo que havia acabado de pagar e então pegou uma cesta cheia de maçãs, bananas, batatas e ...
Capítulo Anterior | Próximo Capítulo