Fanfic: The Sparkle of Your Eyes | Tema: Monsta X, Showho,
Era quase noite quando eles aparecem no quarto enorme, Wonho não soube como reagir ao se situar em um ambiente completamente luxuoso. Uma cama enorme e alta no centro, cadeiras grande, uma mesa, espelho enorme, cômodas e três portas, todas bem espalhadas pelo quarto. Sem falar nas janelas enormes do lado esquerdo.
— Que lugar é esse? — indagou para Hyunwoo ao seu lado.
— Uma casa de campo, longe da capital.
— Porque me trouxe para cá? — perguntou olhando para o mais alto.
— Para te proteger caso alguém queira te fazer mal de novo — respondeu cauteloso.
— Não sei se alguém realmente vai ter coragem, fora Yeojoo. Mas ela não é mais um problema — disse desviando o olhar, lembrando das cenas que presenciou momentos antes.
Apesar de violência fazer parte do seu trabalho, o que Hyunwoo fez mais cedo foi bem diferente, e ele estava tentando não ficar nervoso com aquilo. A adrenalina de lembrar de sua vida passada e de estar com ele estava passando aos poucos.
— Hoseok — Hyunwoo fala, tocando nos braços dele, para que Wonho o olhasse — Aquilo aconteceu porque eles mexeram com você, eu não saio matando as pessoas assim tão facilmente — ele se aproximou do menor, tocando em seu rosto — Eu não vou mais deixar nada te tirar de mim de novo — disse mais determinado — Me perdoe por ter visto tudo aquilo, mas eu não podia de jeito nenhum deixar nada acontecer com você.
— Mas estou mesmo seguro? — Wonho não ia pagar de forte, ele quase morreu naquela tarde e ver Hyunwoo levando choque na sua frente sem fazer nada, foi desesperador para si — Nós estamos? — perguntou temeroso.
— Sim — confirmou — Primeiro que quase ninguém mais sabe desse lugar.
— Acho que ninguém sabia da minha casa e mesmo assim eu fui pego — ele juntou as mãos naquele momento — Eu pensava que só você podia se transportar.
— Alguns conseguem, mas não todos. Quem é da realeza são quem tem mais facilidade para nascer com esse dom, além, de outro totalmente individual — isso explicava os outros não terem se transportado quando tudo começou a dar errado.
E apenas naquele momento, entendeu que Yeojoo havia ficado porque ela queria morrer. Tudo aquilo era para garantir isso. Pensar nisso lhe deu uma sensação de angústia, mas não queria pensar naquilo.
— Então qual é o seu dom? — perguntou curioso — Yeojoo, o dom dela me fez lembrar algumas coisas.
Falou sentindo o rosto esquentar um pouco, ainda era novo para si pensar que tinha um relacionamento com o maior.
— Eu controlo o fogo — ele estendeu a palma para cima, e uma chama se acendeu.
— Uau! — Wonho ficou impressionado — Porque não usou ele? — Não conseguiu conter a boca com a pergunta.
Hyunwoo sorriu, amava a curiosidade dele.
— Porque eu queria fazer o que fosse com minha próprias mãos, sem depender de nada - explicou, apagando a chama e segurando a mão de Wonho.
Ele percebeu que as mãos do maior estavam sujas de sangue.
— Você se machucou, quando eles te deram choque? — perguntou preocupado analisando a palma grande.
— Não, treino há anos para ficar o mais preparado possível para qualquer tipo de combate. O choque não foi nada, apenas encenação para distraí-los — explicou.
— Tem certeza que agora está tudo bem mesmo? — insistiu.
— Sim não precisa mais se preocupar — tentou acalmar Wonho — Que tal tomar um banho? Vou pedir comida para comermos.
— Tem mais alguém aqui? — era difícil não se preocupar.
— Temos três mulheres e dois guardas, não se preocupe — lhe falou seguro — São pessoas de confiança.
Mas Hoseok não parecia convencido.
— Eu construí essa casa há muito tempo, pra nós — disse, fazendo o moreno se arrepiar — Esperei pelo dia que você renascesse, porque mais cedo ou mais tarde aconteceria, enquanto isso, alguém tinha que cuidar de tudo, não é? — sorriu miúdo para o amado.
Depois disso, o policial acabou sentindo vergonha da palavras dele, aquilo ainda era estranho.
— Onde posso tomar banho? — perguntou tentando disfarçar o leve rubor que sentia em seu rosto naquele momento, fazendo Hyunwoo rir levemente.
— Vem — e o puxou pela porta do canto direito.
Por dentro, era simplesmente de tirar o fôlego, todo o local era revestido de mármore branca, com riscos pretos desordenados. Havia uma banheira também branca enorme em um canto a esquerda, mas que tomava até um pouco da metade da parede em seu cumprimento. A torneira alta era de ouro, tinha certeza.
Uma pia redonda e grande na cor preta, na qual havia um grande espaço ao seu lado, continha alguns frascos de porcelana na cor branca, com uma linha rosa meio amarelada na parte de baixa. Era sustentada por uma base grossa na mesma cor no lado direito, sua localização sendo mais perto da porta. E a sua frente, do lado direito, o sanitário, na cor preta.
Havia um grande espelho redondo, acima da pia, rodeado por um a moldura dourada, não duvidava que era ouro também. E no canto esquerdo, uma pequena cabine, poderia ser a ducha, porque parecia que havia instalação de água igual a da terra.
Tinha uma espécie de armário sem porta, entre a pia e a banheira, com algumas toalhas dobradas, e potes também de porcelana, de vários tamanhos, na mesma cor dos que estavam na pia.
Tudo tinha um toque dourado, era um tipo de banheiro que só via na televisão. Enquanto Hoseok admirava tudo aquilo, Hyunwoo foi até a banheira, que estava com água.
— Eu enchi mais cedo, para mim, mas não deu tempo usar — sentindo a temperatura do líquido.
Usou seu poder para esquentar a água, o que foi bem rápido.
— Tem tudo o que precisa ali — apontou para o armário — Eu vou indo ver o jantar — Hyunwoo avisou quando terminou o que fazia.
Decidiu sair para deixar Wonho mais a vontade. Não queria parecer que esperava algo além naquele momento, sentia que o outro precisava de um tempo sozinho e o banho era perfeito para isso.
Depois de analisar todos os potes delicados e diferenciar shampoo, creme, sabonete, o que ele conhecia, fez todo o ritual do banho. A água morninha lhe fez relaxar e ele repassou tudo o que aconteceu naquele dia, com mais calma.
Ele agora estava em uma situação totalmente inimaginável, porém, depois de relembrar de Lira, ele não se sentia tão estranho. Era como se tudo aquilo fosse familiar, no caso, estar com Hyunwoo.
Mesmo não admitindo, se sentia seguro ao lado dele, e se lembrou dos amigos falando que Hyunwoo era apaixonado por si e ele negou. Riu de si mesmo ao pensar que naquela época, acreditava piamente que eles eram só amigos e que Hyunwoo não tinha esse tipo de interesse.
Parecia loucura, mas agora, ele estava sentindo algo muito forte por Hyunwoo, poderia dizer facilmente que era influência de Lira. Entretanto nos últimos dias que Hyunwoo não apareceu para lhe ver, ele sentiu saudades, porque apesar de querer que ele lhe contasse a verdade, ele realmente sentia falta da presença do outro perto de si. Tanto que quando sentiu a presença do mascarado antes de vê-lo, ele jurava que era Hyunwoo. E sentiu uma pontada de felicidade. Suspirou, imaginando que mesmo que não houvesse nada de reencarnação, se ele conhecesse o maior, seus sentimentos ainda poderiam se aflorar em relação a Hyunwoo, e acabaria apaixonado por ele. Ele se sentia feliz em estar com ele, e só percebeu isso nos últimos dias, quando estava sem vê-lo.
Notando de repente que estava demorando demais no banho, e deveria ter consciência de que aquela não era sua casa, saiu da banheira. Mas lembrou das palavras de Hyunwoo antes de chegarem ali, “nossa casa”, e sorriu involuntariamente.
Pronto, agora estava ficando alegrinho só de lembrar dessas coisas. Tratou de terminar o banho e se secar, depois encontrou um roupão ali e achou que não seria nads demais pegar um.
Logo após pegou uma toalha pequena e começou a secar o cabelo. Respirou fundo criando coragem, ainda estava um pouco tímido, e quando abriu a porta, encontrou Hyunwoo colocando uma roupa em cima da cama. Ele pareceu se assustar e engolir em seco.
— Eu separei uma roupa para você — disse um pouco envergonhado ao ver Wonho se secando, era uma visão e tanto que não imaginava gostar tanto, e caminhou mais rápido para a saída — Eu vou me banhar em outro quarto, então logo eu volto — e saiu rapidamente.
Ainda estava tentando deixar Wonho mais a vontade e percebendo que estava fedendo a sangue, queria estar limpo quando chegasse perto dele de novo.
Agora vestido há algum tempo, com o cabelo quase seco, Hoseok estava deitado, de lado para a janela, olhando o céu escuro, tinha impressão que as estrelas eram maiores ali. Hyunwoo havia lhe dado uma roupa de dormir de seda, preto. Era um pouco longo, mas ao mesmo tempo um pouco apertada.
Os dois eram opostos, enquanto ele mesmo tinha mais massa muscular que Hyunwoo, o outro era mais alto.
A noite não estava fria nem quente. Ele deveria estar com fome e sabia que logo eles jantaram, mas não sentia nada além daquele pequeno nervosismo, aconteceu muita coisa em tão pouco tempo.
Hyunwoo, que havia trago uma havia trago uma bandeja com o jantar, depositou-a no criado mudo e acabou ficando uns segundos pensando se chegava pertou ou não, mas não se privou mas, ficou semanas só desejando aquilo, então tentou fazer com cautela, para não assustar o mais novo.
Wonho sentiu a cama afundar atrás de si um braço abraçar seu tronco. Sentiu um beijo leve no pescoço. Era tudo estranho, novo, mas ao mesmo tempo familiar.
— No que está pensando? — Hoseok ouviu a voz grossa perto do ouvido, sentindo um arrepio, mas que em nenhum momento rejeitou a aproximação do outro.
Wonho apenas se virou, olhando para Hyunwoo, que estava perto o suficiente, e retribuiu o gesto anterior, o abraçando pela cintura. Ele realmente estava gostando de estar perto.
Só notando depois que naquele momento, o maior estava sem camisa, a pele exposta, o abdômen definido, era a primeira vez que via o moreno daquele jeito.
Tentou não demonstrar o constrangimento que lhe acometeu para não ser inconveniente naquele momento, estava com vergonha agora que estava sentindo a quentura da pele dele. Então passou os olhos para o rosto do deus, tentando não deixar evidente o que sentiu.
Lembrou da pergunta que Hyunwoo fez com muito custo.
— Em como senti falta disso, mesmo nós nunca termos tido isso — confessou tentando mudar o foco dos seus pensamentos, porque com o moreno quase nu perto de si, eles queriam se voltar para uma certa lembrança.
Hyunwoo riu levemente, fazendo as ruguinhas nos olhos aparecerem. Não sabia se levava aquilo para um duplo sentido ou não, pois percebeu a secada que recebeu.
— Mas nós tivemos, muitas vezes — ele rebateu, vendo Hoseok corar mais ainda — Só que faz muito tempo — não disse mais nada além para não matar o outro de vergonha.
Ele beijou a testa do menor, fazendo um leve carinho em suas costas. Era tudo novo para si também, o que era muito estranho por sentir a familiaridade do momento atual. Wonho não se mexeu por um tempo e Hyunwoo achou que havia dormido.
— Dormiu? — perguntou baixinho, porque caso estivesse, não o acordaria.
Mas estava enganado, quando ele se mexeu e olhou para ele.
— Hyunwoo — pronunciou de repente — Você gosta mesmo de mim? — perguntou em meia voz, acabou desviando o olhar.
— Não — ele respondeu rápido, fazendo Wonho o olhar novamente, agora assustado — Eu amo você.
Isso o surpreendeu, o deixando sem saber o que responder e seu rosto já ardia de forma intensa. Naquele momento, mesmo que parecesse idiota, era uma duvida que lhe acometeu desde que chegaram ali.
— Depois de tudo que aconteceu, ainda duvida disso?
Wonho baixou a cabeça envergonhado com o que ele iria falar a seguir.
— É que… Eu sou um homem. E você se apaixonou por ela, Lira. Fiquei pensando se você gosta de mim mesmo ou acabou apenas se conformando porque eu sou ela — dizia enquanto um biquinho se formava em seus lábios.
Nem parecia o policial implacável ele encarava qualquer criminoso e quase sempre saía vitorioso. Sua personalidade era tão doce que Hyunwoo se perguntava porque ele havia escolhido uma profissão tão oposta a ela. Mas por hora, decidiu sanar as dúvidas do amado.
— Posso ser sincero? — perguntou se ajeitando melhor, ao que Hoseok confirmou com a cabeça, com um pouco de expectativa — Quando eu soube que você era um homem, fiquei um pouco decepcionado, porque não via como poderia ficar com você. Eu nunca tive interesse em mais ninguém depois dela, nem mulher, tampouco homem. Então apenas ia me conformar em te ver vivo, por isso fui te ver pessoalmente, me certificar de que estava bem e que sua vida era boa. Qualquer coisa eu melhoraria pra você, seja o que fosse — falava calmamente, percebendo como foi bobo na época em achar que conseguiria resistir aos encantos do menor, que eram infinitos.
Mas parece que um estalo deu na mente de Wonho.
— As folgas que venho tendo com mais facilidade, é você? — perguntou surpreso.
— Sim — Hyunwoo riu divertido — Queria te ver mais — sorriu envergonhado ao admitir isso.
— Me ver mais? — Hoseok sentiu o coração acelerar, aquilo era felicidade?
— Óbvio, meu plano inicial foi pro brejo quando eu te vi pela primeira vez. Mesmo que fosse um homem, totalmente o oposto dela, você ainda me fazia querer ficar perto de você, te ver sorrindo… — admitia apertando o abraço ao redor do tronco de Wonho — Meu coração acabou voltando a bater novamente cada vez que te via, de novo e de novo. E quando percebi, estava apaixonado de novo. Por você. Não porque você é ela. Na verdade, vocês são bem diferentes, apesar de o sorriso e o brilho no olhar serem os mesmos — Hyunwoo se ajeitou novamente, como estava mais em cima, ele se abaixou, para ficar com a cabeça na mesma altura do menor.
Desfez o abraço, para tocar a bochecha de Wonho, sentindo ela quente, sorrindo por ver ele envergonhado, que conseguia ser incrivelmente adorável para um homem tão grande e musculoso. Hyunwoo sentia que iria explodir naquele momento.
— Eu te amo tanto, parece que agora é duas vezes mais — confessou arrastando a mão para a nuca de Wonho, o beijando ternamente, deixando o menor quase explodindo, tanto pelas palavras quanto pelo gesto.
Lentamente passou a língua pelos lábios alheios. Wonho os abriu permitindo a passagem para o maior, que aprofundou o toque, logo os dois estavam trocando um beijo intenso. E a posição já não estava tão boa para Hyunwoo, que se moveu, ficando por cima de Hoseok. Agora se encontrando entre as pernas alheias, segurando firme na cintura dele, sentindo os músculos trabalhados enquanto o mais novo segura na nuca do maior, o beijando com necessidade.
Mesmo que agora fosse um homem, e nunca tivesse se relacionado com outro na sua vida, porque as poucas pessoas que teve algum envolvimento eram mulheres, naquele momento ele se sentiu como Lira. Ele queria se entregar totalmente para o outro, isso acabou sendo algo em igual, independente da vida.
Hyunwoo subia as mãos pelo tronco dele, o tecido fino lhe deixava sentir cada parte do abdômen bem definido, para ele era diferente tocar um corpo masculino daquele jeito e pra Wonho era estranho ser tocado daquela forma. O deus fazia devagar, subindo até o peito esquerdo, até que o sentiu tremer, o coração de Hoseok batia forte, assim como o seu.
Eles se separaram para recuperar o fôlego enquanto se encaravam, apesar dos toques serem novos para ambos, o desejo que sentiam era igual. Ainda sentindo o peito de Wonho, que era muito saliente, o apertou, bem em cima do mamilo, que endureceu e causou um arrepio nele, que arfou forte.
Hyunwoo sorriu satisfeito com aquilo, e então se levantou, ficando de joelhos sentou em cima das próprias pernas, em seguida, pegou firme na cintura do outro, colocando o menor sentado em seu colo. Sem paciência pra desabotoar a camisa de seda, a puxou para cima, apesar de dificuldade por estar meio apertada, ele conseguiu.
A luz do quarto ele pode ver o tronco nu pela primeira vez. A pele branca, os gominhos e o peitoral grande, os botões rosados, ele olhou aquilo com admiração. Deixando o outro até envergonhado com o olhar tão desejoso que recebia.
— Não importa o corpo, Hoseok, você me deixa louco de qualquer jeito — disse com a voz mais grossa que o normal.
Enquanto as mão grandes apertaram a cintura, levou a boca para o pescoço alvo, deixando beijos molhados, fazendo Wonho suspirar mais arrastado, que estava com as suas no ombro largo do maior, logo as arrastando pelo pescoço e nuca de Hyunwoo. Este que foi descendo os lábios até alcançar o mamilo direito e o sugou com força, fazendo um gemido escapar da boca do policial.
Aquilo era excitante demais não só para Hoseok, que sentia o sangue começar a ferver, mas pra Hyunwoo que se deleitou em ouvir aquilo. Sugou com mais força fazendo o membro de ambos começar a despertar. As mãos passeando pela barriga e costa do mais novo, ele trocou o mamilo por outro e agora Wonho gemia mais, segurando os fios de Hyunwoo entre os dedos com força.
O Rei desceu as mãos e pela primeira vez, alcançou a bunda de Wonho, com as duas mãos enquanto subia a boca pela pele até o pescoço dele de novo. Ele apertou com vontade a carne alheia e o puxou para cima do seu membro, arrancando gemidos dos dois.
Passou a movimentar o quadril de Wonho com a mão ainda apertando forte, se deliciando com a fartura do menor, enquanto ele estava por cima do seu pênis. O de wonho estava sendo estimulado entre os dois corpos, que agora estava colados, ambos agora duros. Os movimentos deixando-os com mais tesão.
Mas então Wonho segurou o rosto de Hyunwoo, de repente parando tudo, o olhando nos olhos, mesmo que estivesse com desejo, ainda havia apreensão em sua face.
— Eu nunca fiz sexo com um homem — confessou baixo.
Embora tivesse com vontade de se entregar ao outro, ele não sabia muito o que fazer e não queria que a primeira vez deles fosse um desastre, e sim ele estava pensando nisso. Sempre foi um romântico por natureza.
— Nem eu — Hyunwoo disse parando os movimentos, mas levou uma mão até o rosto do amado, compreendendo a insegurança alheia — Por isso vamos devagar — disse para ele, tentando passar confiança, então selou os lábios rápido — Hoje podemos fazer só um agradinho, o que acha? — perguntou, ele estava com muito tesão, e sabia que Wonho também, sua ereção entre eles não negava.
Mas se ele se recusasse, ele cederia.
— Tudo bem — ele confirmou com um sorriso miúdo, esse que sempre deixava Hyunwoo morrendo de amores, e se sentindo mais tranquilo, ele beijou o outro com intensidade.
Então com as mãos ele segurou Wonho pelo quadril e o levantou, que não entendeu até Hyunwoo se levantar também, mas apenas para se sentar de maneira mais confortável.
Suas pernas estavam ficando dormentes. Então puxou Wonho e o fez sentar entre suas pernas, de frente pra si, fazendo o policial o rodear com as pernas em sua cintura.
O trouxe para si novamente, o beijando ardentemente, agoras os dois membros estavam na mesma altura, se chocando entre o tecido macio da seda preta que usavam. Hyunwoo aproveitou agora com a situação meio que resolvida e adentrou a mão dentro da calça de Wonho, já que ele não havia colocado mais nada por baixo, encontrando o penis dele totalmente ereto.
Quando tocou ele em cheio com a mão, Wonho deu um sobressalto, e quando sentiu o aperto, ele gemeu, apertando seus braços grandes do maior. Então a mão se moveu, trazendo seu membro para fora, depois tratando de alcançar a glande. Hyunwoo cobriu toda a ponta e apertou, sentindo um pouco de líquido ser expelido.
Wonho estava muito excitado naquele momento e quando ele movimentou a mão novamente pela base, sentiu a pressão dos dedos do menor, agora em seu ombro. Estava satisfeito de ver ele tão sensível aos seus toques, logo alcançou a boca carnuda, que não conseguia retribuir o beijo porque Hyunwoo aumentou o ritmo dos movimentos, indo mais mais rápido.
Desviou a boca do deus e foi para o pescoço, sentindo sua pele um pouca salgada, o suor já começava se formar entre as peles, o quarto estava quente demais naquele momento. Os movimentos eram precisos e o mais novo estava inebriado, com a testa encostada no ombro de Hyunwoo.
Mas percebeu que ele estava ocupado demais com seu membro enquanto ele próprio estava ainda coberto pela calça. Não queria aproveitar tudo sozinho então levou sua mão para a ereção negligenciada, apertando ainda por cima do tecido. E ouviu Hyunwoo gemer, desestabilizando os movimentos que fazia, a mão que ele usava para acariciar as coxas de Wonho apertaram com força quando o mesmo adentrou sua mão pela calça, trazendo membro para fora.
— Vamos fazer juntos — Wonho levantou a cabeça, olhando para Hyunwoo, logo lhe deu um beijo e começou a se movimentar.
Hyunwoo retomou os movimentos e agora os dois estavam com as testas coladas, as mãos em movimento no penis do outro. O mais velho ainda apertava a coxa de Hoseok e este estava com a mão entre o pescoço e o ombro de Hyunwoo. Os gemidos entrecortados eram interrompidos quando arriscavam um beijo.
Mas como Wonho estava recebendo a masturbação por mais tempo, acabou sentindo seu orgasmo chegando antes.
— Hyun.. — ele tentou avisar com a voz mais fina, mas o outro negou, continuando os movimentos e vendo que Wonho estava perdendo controle, juntou os dois membros.
Ele auxiliava as duas mãos agora e o menor já sentia seu corpo começar a tremer, ele pegou nos cabelos de Hyunwoo, os puxando quando o prazer aumentou e então em um gemido arrastado sentiu seu penis explodir em prazer.
Ele levantou a cabeça fechando os olhos, soltandos os sons pela boca, o corpo arqueando para trás, mas sem soltar o maior, liberando seu gozo entre os dois. Hyunwoo ao ouvir e ver o outro completamente tomado de prazer, sentiu o seu vindo, Wonho era a coisa mais sexy do mundo com a boca aberta, puxando ar e gemendo enquanto os seus movimentos frenéticos prolongavam o prazer dele.
O estímulo sonoro e visual lhe excitaram o bastante para atingir seu próprio orgasmo. Com um longo gemido rouco ele liberou seu semen, sentindo-se tremer, para logo os movimentos perderem o ritmo enquanto os dois aproveitavam aquela sensação pós gozo.
Ao passar mais a dormência do êxtase sorriram um para o outro enquanto recuperavam o fôlego, mesmo suados, não se importavam, estavam sujos mas se sentiam mais que felizes naquele momento. Wonho estava ciente do que Hyunwoo era, viu o que ele fez, mas sabia e entendia, de verdade. E sabia que o Hyunwoo que conhecia tanto atualmente quanto da outra vida, era o homem digno de seu amor.
— Casa comigo — o deus pediu, pegando Wonho de surpresa.
— M-mas… Nós mal nos conhecemos — disse gaguejando, aquele pedido era muito repentino.
— Tem certeza? — Perguntou sugestivo.
— Hyunwoo — Wonho corou novamente, escondendo o rosto no ombro dele — É só que, eu não sei se estou pronto pra toda essa mudança agora, e eu tenho minha vida, um emprego, não posso simplesmente abandonar tudo.
Hyunwoo riu vendo que Hoseok havia pensado que ele o obrigaria a deixar sua vida, mas tratou de tirar qualquer paranóia que se formaria na mente do seu amado.
— Eu fiz esse pedido agora, mas não vamos casar amanhã, eu sei que você tem a sua vida. Assim como na outra vida, não vou te obrigar a mudar totalmente para cá. Deixarei que você decida quando quiser vir, eu só quero deixar claro minhas intenções com você — explicou, pegando a mão de Wonho com a sua que estava limpa.
O menor levantou a cabeça de novo, olhando para Hyunwoo, esse homem realmente existia? Ele realmente tinha tamanha sorte?
— Então, minha resposta é sim! — disse sorrindo para ele.
O Deus Rei sorriu abertamente e acabou o beijando com pressa, seu peito parecia que iria explodir. Dessa vez tudo iria dar certo.
Autor(a): Slow Cif
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+ Fanfics do autor(a)Prévia do próximo capítulo
Wonho acordou sentindo beijinhos sendo distribuídos em seu ombro, que estava um pouco descoberto, a blusa de seda não estava fechada, facilitando para Hyunwoo, que desfrutava da pele morna do outro. O menor se mexeu um pouco, sinalizando que estava acordado, para então sentir um abraço em seu tronco. — Bom dia — ouviu a voz grossa per ...
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