Fanfics Brasil - PATRULHA CHUVOSA (3) Kakashi Hatake e Maisha Inoki (ou s/n), uma história de amor.

Fanfic: Kakashi Hatake e Maisha Inoki (ou s/n), uma história de amor. | Tema: Naruto


Capítulo: PATRULHA CHUVOSA (3)

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Notas do Autor


 


Esse ficou longo, mas é bom!
Espero que vcs gostem, fiz com amor <3

 


Capítulo 3 - Patrulha chuvosa (3)


 


Fanfic / Fanfiction Kakashi Hatake e Maisha Inoki (ou sn), uma história de amor - Capítulo 3 - Patrulha chuvosa (3)

 



 PATRULHA CHUVOSA (3) 


 


“Akira, eu não aguento mais andar” - Maisha sussurou para Akira enquanto ambos seguiam no núcleo 2 em sua missão. “Meus pés estão ardendo, eu estou com dor de cabeça. Acho que é fome, e  nós estamos andando já tem três dias, já passamos por Taki e nosso ponto de descanso aos arredores de Konoha não chega nunca. Será que falta muito?” - ela suspirou desanimada.  


“Creio que não Maisha, você deveria me ouvir mais... sabe, quando eu digo que ser uma jounnin implica não somente em lutar essa é uma das coisas que eu quero dizer. Estamos apenas a três dias fora da aldeia e você já está reclamando. Se treinasse mais fora da academia além de fazer os exercícios bases, você teria um desempenho melhor. Você precisa coordenar mais treinos em caminhar bastante, ficar em pé por várias horas, ficar sem comer.... Tudo isso ajuda, você pensa que não Ma, mas acaba ganhando equilibrio físico e emocional com isso” - explicou Akira. 


“Falando assim você poderia ser um sensei” - ela riu - “Eu sei, minhas habilidades são mais voltadas pro campo. Afinal, não fui treinada como a arma secreta?” - ela ficou triste. 


“Hmm, de certo modo sim. Mas você não precisa dela, veja: você é uma das melhores ninjas da nossa aldeia sem precisar usar, hm, você sabe” - ela sorriu para ele animada com o comentário fazendo-o corar. 


“Eu achei que a essa altura já teríamos enfrentado alguém” - ela riu. 


“Enfrentar para que? Nossa missão é pegar informações e entrega-las ao Hokage de Kiri. Se enfrentarmos alguém colocamos a missão em risco” - ele falou bravo negando com a cabeça. 


O silêncio se fez mortal. Depois do primeiro dia andando fora de Kakusareta o núcleo 1 e 2 de chunnins já estavam exaustos. Apesar dos demais terem habilidades suficientes para completar a missão, em sua forma astral Maisha sentia a exaustão pairando no ar. Quando ela se focava nos jounnins que acompahavam a traseira de seu núcleo 2 e quando observava o jounnin do meio e o que acompanhava Takahiro no núcleo 1 ela sentia tranquilidade e calma. O que dava força para ela seguir. “Eles devem ter muitas horas de treinamento para conseguirem ficar calmos assim”, ela bufou na mente. O céu estava ficando com um clima estranho, as brilhantes estrelas da via láctea davam lugar para nuvens acinzentadas e carregadas, deixando o clima mais tenso. “Só faltava essa por Hashirama, começar a chover”, ela pensou. 


O percurso seguiu por longas horas, Maisha já até havia ponderado em desistir e voltar para Kakusareta, mas em contrapartida sabia que a missão dependia do uso do chacra do Kurame para extrair informações da mente do capturado de Kiri. “Voltando para Kakusareta não tardarei em treinar isso, acho que o nome perfeito para esse tipo de treino seria “COMO SE PREPARAR PARA UMA MISSÃO SEM SE FUDER” - ela riu com o próprio pensamento. 


“Que foi?” - questionou Akira. 


“Nada demais, perdida apenas nos meus...” 


“Próprios pensamentos, eu sei” - ele sorriu de volta. 


Ela ficava impressionada como ele conseguia completar suas frases, quase como se também pudesse entrar na mente dela. “Talvez ele possa me ajudar com o treino”, pensou. 


“Akira, eu queria...” - Akira voltou a prestar atenção nela mas antes que pudesse terminar Takahiro conseguiu a atenção dos que ali estavam parando de forma abrupta no meio da mata. 


“Chegamos!” - ele sorriu - “Estamos nos arredores de Konoha.” - ele esticou o braço esquerdo para o lado apontando com um dos dedos o meio da mata. “Konoha fica para aquele lado, não muito perto. Seria uma caminhada de uns 40 minutos ainda até chegar lá, mas já estamos nos limites de suas florestas e matas. Aqui já é território deles. Núcleo 1 e 2, aprontem as barracas de descanso, eu e Kazuki montaremos a tenda para abrigar todos sentados na hora de comermos. Shiro auxiliará os chunnins com a montagem das barracas e Isume e Hiroshi irão fiscalizar o perímetro em até 100 metros em círculo do ponto da tenda enquanto isso” - todos assentiram e começaram os preparativos. 


Kazuki e Shiro ambos tinham a mesma idade, em torno dos 28 anos  e eram altos. Os dois eram jounnins há muito tempo. Ao que as meninas da academia sabia eles eram os dois ninjas que mais faziam missões para fora da aldeia. Kazuki era bonito, todas as meninas da academia tinham uma queda por ele. O braço direito era fechado com várias tatuagens, diziam que cada uma representava uma memória que ele levava consigo de cada pessoa que já havia matado para proteger Kakusareta. Os cabelos eram pretos e os olhos castanho mel. Ele não era de conversar muito. Shiro já era mais simpático, apesar de não ser tão bonito quanto Kazuki. Ele tinha cabelos castanho claro, olhos pretos e uma larga cicatriz de queimadura no lado esquerdo do rosto, quando protegeu umas das crianças da aldeia de um incêndio residencial. 


Hiroshi tinha uns 32 anos pelo que Maisha sabia, e era casado com uma de suas professoras. Ele também não era de muita conversa fora da academia, mas ela não sabia se ele era tão popular e bom quanto Kazuki e Shiro. Hiroshi tinha um corte de cabelo militar, diferente dos outros que tinham um corte de cabelo mais despojado. Ele tinha olhos pretos como a noite e o cabelo loiro claro. Os traços eram finos, no ranking de beleza de Maisha ela considerava ele mediano.  


Isume era o jounnin mais novo dali. Ele tinha apenas 22 anos, mas assim como Kazuki também passava mais tempo fora da aldeia do que dentro dela. Ele era loiro, de olhos verdes e de estatura mediana, o que não agradava Maisha. Ela gostava de homens mais altos.  


O tempo de montagem das barracas foi bem rápido, acreditava Maisha mais pelo desespero de todos de quererem descansar. 


“Takahiro-sensei, quando partimos teremos algum outro ponto de descanso antes de chegar na embarcação que nos levará a Kiri?” - perguntou Maisha olhando o mapa anexo no roteiro da missão - “Por que aparentemente vamos andar muito mais quando sairmos daqui até chegarmos na embarcação.... para descansar só nela” - ela corou por que ele começou a rir antes que pudesse terminar sua frase. 


“Não se preocupe Maisha, foi mais para te assustar. Hokage-sama pediu para que eu não tivesse misericórdia de vocês na missão, queria deixar vocês pensando que não descansaríamos mais na travessia mais longa do roteiro. Mas é evidente que vocês não aguentariam” - ele sorriu enquanto caminhava em direção ao restante dos chunnins que estavam aglomerados em torno de Akira conversando e rindo. Takahiro passou a mão no cabelo de Maisha deixando-o bagunçado quando passou por ela. 


“Perfeito, a “reunião masculina” começou com esse bocó” - pensou ela irritada já que ela era a única mulher na missão e todos estavam em volta de Akira conversando sobre os treinos extremos que ele fazia. 


“Vamos lá, todos se dispersando. Núcleo 1, vocês são em 4 chunnins. Nós temos duas barracas montadas de descanso cada uma com dois colchonetes. Vocês se dividam entre as barracas para o turno de descanso de vocês. Lembrem-se, vocês tem 6 horas apenas para dormir enquanto o núcleo 2 faz a ronda do perímetro. Como bônus por terem montado as barracas rápidos darei 15 minutos a mais para vocês pegarem no sono: NÃO ENROLEM, NADA DE CONVERSA, NADA DE PENSAR NA VIDA. É deitar e dormir, do contrário não irão se recuperar para quando partimos”.  


Todos assentiram e eles foram para suas barracas, “Meu Hashirama, estou tão cansadaaaaa, por que eu fui escolhida no núcleo 2?”, bufou ela. 


“Núcleo dois, vocês se dividiram. Vocês também estão em quatro pessoas. Uma para cada apontamento da bússola. Uma no norte, uma no sul, uma no leste e por um uma no oeste. 6 horas seguidas de patrulha sem descanso, prestem atenção e tenham foco. Nada de querer cochilar, se dormirem e nós tivermos partidos não iremos atrás de vocês. Se vierem entre vocês para saber para onde cada um vai”. 


Ela e os outros meninos se reuniram, todos queriam ir para leste onde ficava a entrada de Konoha que Tahakiro falou. “Eu quero saber onde ficam os portões de Konoha”, ela se irritou. 


O chacra alaranjado da raposa tomou conta na pequena reunião para decidirem os devidos posicionamentos de cada um na patrulha. 


“O leste... é .... meu” - Maisha falou entre dentes, os três ninjas estremeceram. Todos já tinham tido a experiência de saber a força de Kurame, Maisha vivia batendo nos meninos de Kakusareta por que eles sempre estavam irritando ela, cortando pedaços de seu cabelo. Brincadeira de criança mas que irritava profundamente ela, até que ela começou a usar Kurame para ter mais força e bater neles impiedosamente. E também levou suspensão várias vezes da academia por bater nos colegas de classe. Sem mais nem menos, todos sabiam que não compensaria discutir com ela. 


“Tudo bem, o leste é seu” - disse Misho. 


“MAS QUE MERDA, JUSTO AGORA?” - Maisha olhou irritada pro céu. A chuva começou e caia fortemente, o silêncio da mata foi tomado pelos vendavais fortes que ali tomavam curso. 


Maisha seguia para o seu caminho debaixo da chuva quando passou pela tenda central onde os jounnins estavam em torno da fogueira. Ali estava agradável já que o calor do fogo supria a ventania que se fazia fora da tenda que era transparente. 


“Takahiro, o Sr. vai ficar aqui?” - questionou ela. Kazuki se levantou e caminhou em direção a ela. Ele parou na frente dela e ofereceu uma capa branca. 


“Tome, vai te aquecer lá fora” - disse ele olhando para a roupa dela que estava encharcada. “A voz dele é tão máscula e rouca”, ela ficou estática na frente dele. Percebendo a falta de reação dela diante dele, ele a virou de costas fazendo-a corar e vestiu a capa fechando os botões na gola.  


“É claro que vamos ficar aqui, nós descansamos também enquanto vocês patrulham. Os novatos servem pra isso MA-I-SHA". - sussurrou ele no ouvido dela enquanto literalmente empurrava ela pra fora da tenda central. Ele sussurrou o nome dela lentamente deixando ela com os olhos arregalados. Ela ficou longos segundos parada fora da tenda sem conseguir se mover, nunca ninguém tinha falado o nome dela de forma tão sensual. 


Ela ficou longos segundos parada embaixo da chuva fora da tenda central. Ela devia estar imaginando coisas, o cansaço estava fazendo isso com ela. Ela balançou a cabeça negativamente e caminhou em direção ao seu posto de patrulhamento. 


AO LESTE 


 


Andou por longos 30 minutos de baixo da chuva intensa, sem muito conseguir enxergar. 


Maisha então avistou uma grande árvore que tinha uma copa enorme, com tantas folhas que ela tinha a chuva não chegava no solo formando um pequeno espaço de terreno seco. 


Ela correu em direção a árvore para poder se proteger da chuva que havia ficado mais intensa. 


“MERDA”, ela gritou no meio da floresta. Seu grito ecoou para todos os lados. Ela trapeçou em um pequeno pedaço de tronco no caminho que não havia visto por causa da baixa luminosidade do local. Ela foi mancando até a copa da árvore, a capa que Kazuki deu para ela rasgou na altura dos joelhos. 


“Raito jutsu!” - Maisha lançou no ar uma pequena bola branca de luz no ar. O suficiente para iluminar o espaço sem passar além daquela grande árvore. 


“Ah, vai para a puta que pariu” - Maisha olhou para o joelho direito. Além da capa ter rasgado, a calça dela rasgou e fez um ferimento profundo no joelho. “AAAH HASHIRAMA, QUE PERFEITO. SÓ FALTAVA ESSA! A PRIMEIRA CICATRIZ AO INVÉS DE SER DIGNA DE UMA BATALHA É DIGNA DE UMA QUEDA EM UM TRONCO?” - ela gritou irritada. 


“Você grita demais, fala demais e para uma moça fala palavrão demais. Desse jeito você se coloca em risco.” - uma voz masculina surgiu nas costas dela. 


Por um instante Maisha gelou, a voz não era de ninguém do clã. Ela sacou a sua Kunai por debaixo da capa e num movimento rápido em forma de giro virou para atingir o inimigo ali presente. Mais rápido que seu giro que nem Akira conseguia desviar o rapaz se esquivou do golpe, se jogando para trás. 


Maisha ficou em posição de ataque enquanto o rapaz se afastou mais um pouco. Sorte dela que ela estava com a sua força astral ativada “Kimochi Jutsu” - ela o fez astralmente.  


O rapaz abaixou a guarda instantaneamente, os ombros ficaram mais relaxados. Nesse momento ela agradeceu a Hashirama por advir de uma linhagem astral. 


Ela observava o rapaz na sua frente, ele era um pouco mais alto que ela. Ele vestia um colete cinza claro que em sua traseira portava uma espada ninja. Usava uma máscara onde não se dava para ver os olhos dele, uma máscara cinza claro com pequenos traços vermelhos na bochecha. “Isso me lembra a forma de uma gato”, ela pensou. O cabelo era cinza claro e ele tinha uma taguagem no braço esquerdo. Ela um traço leve que forçava um 6 ou talvez uma fumaça mal desenhada com um risco embaixo. Os minutos se passaram enquanto um só olhava para o outro, o rapaz deu um passo a frente e Maisha ergueu a Kunai novamente. Ele levantou as mãos num movimento pedindo calma. 


“Só estava ponderando se o gato comeu a sua língua. Há poucos minutos não parava de gritar e xingar e agora está quieta.” - a voz dele era firme, num tom baixo e quente. 


“E quem VOCÊ acha que é para dizer se uma donzela pode ou não falar palavrão?” - ela se irritou.  Ele lembrava os meninos da academia dizendo isso. Ele riu. 


“Eu sou o Tenzō” - ele disse calmamente - “E você é a?” 


“Eu sou “a-não-é-da-sua-conta"! Tu acha mesmo que eu vou sair por aí falando meu nome para um babaca que vê uma donzela cair e nem ajuda ela a se levantar? E pior, nem sei quem é você” - ela gritou. 


“Nervosinha você, interessante. Eu já disse quem eu sou, aparentemente você não tem problemas de memória porque eu acabei de dizer meu nome” - ele riu - “Eu sou de Konoha, você está nos arredores do meu patrulhamento, queria ver se era algum inimigo. Por isso não ajudei, fiquei observando para ver se aconteceria algo mas não, é só uma menina que tropeçou no tronco. Aliás, está tarde pra você estar aqui. O que faz aqui?” - ele questoinou sério. 


“Menina?”, ela se irritou. Partiu para cima dele com a Kunai desferindo vários golpes contra ele sem nenhum certeiro, mas o suficiente para deixar ele atordoado com tantos movimentos. Ela desferiu mais um golpe enquanto ele tentou inutilmente se afastar, a kunai cortou a palma da sua mão enquanto ele defendeu o rosto – como se fosse pegar nele, mas a máscara protegia. 


Ela parou e olhou assustada, ele olhou para a mão cujo o sangue escorria fortemente e caia no gramado da floresta.  


“Ficou em choque?” - ele estava bravo, ela conseguia sentir isso com o Kimochi ativado apesar de não ter induzido nenhuma sensação nele. 


“D-de-desculpa, eu não queria, eu só...” - ela gaguejou. 


“Só se irritou com algo que eu falei, não se preocupe. Nada que alguns pontos não resolvam. Já passei coisa pior” - ele murmurou ficando claramente triste enquanto ela sentia a mudança de humor. 


“Maisha”. 


“Hm?” 


“Meu nome, é Maisha” 


“Hmmmmm. Nome bonito para uma pequena lutadora brava. Você domina bem a kunai” - ele estava pensativo. Ela conseguia sentir tudo com o Kimochi. 


“Eu treino bastante na minha hmm, aldeia”. 


“Aparentemente você é de fora, diria que mora em algum país litorâneo.” - ela gelou, como ele sabia disso? - “Pelo “tu”, normalmente essa expressão não é usada em países que não tem litoral. Um bom ninja sabe disso. - ela ponderou sobre o comentário, definitivamente iria tirar o “tu” do vocabulário quando estivesse em missão, se com uma palavra ele conseguia saber de Kakusareta ficava no litoral imagine os outros. 


“Sim, é perto do mar” - ela olhava para ele com os olhos cerrados enquanto ele enrolava o feixe de pano branco do punho direito na mão direita que estava com o corte. 


“Isso deve dar um jeito por hora” - ele riu com o humor alegre novamente. “Sinto uma pitada de curiosidade”, captou Maisha – “KIMOCHI CONFIANÇA” - ela o induziu em sua forma astral. 


Ele começou a tirar seu aparato ninja do corpo deixando-os cair no chão, enquanto ela observava atentamente. Ele sentou na grama se encostando na árvore. 


“Essa chuva me mata quando tenho que patrulhar” - ele comentou. 


“Eu sinto o mesmo” - ela retrucou. 


“Ah, então você também está em patrulha?” - “Mas que saco”, ela pensou.  


“Sim, patrulhando”. 


“E o que faz próximo aos portões de Konoha?” 


“Eu, hmmm, queria saber onde fica” - ela murmurou. 


“Engraçada você, quer saber onde fica e nem sabe onde está indo” - ele riu. Claramente estava se divertindo da situação ali. 


“Por que você usa isso?” - ela apontou para a máscara. “KIMOCHI CONFORTÁVEL”. 


“Hm, engraçado essa sensação que tenho com você. Como se eu pudesse te contar isso. Uso para proteção, eu trabalho diretamente para o Hokage como Anbu”. 


“Anbu?” ela estava curiosa. 


“É tipo, hmmm, um grupo de ninjas. Somos escolhidos a dedo pelo próprio Hokage para trabalhar com ele e integrar esse grupo, cumprimos missões de alto periculosidade independente do esforço, perigo, independente de para quem seja ou contra o que.” 


“Parece um grupo normal para mim, não vejo nada demais. Na minha aldeia também temos alguns ninjas que fazem missões de alto risco e respondem direto ao Hokage” - ela não via diferença. 


“Esses ninjas da sua aldeia que trabalham diretamente para o Hokage também são especializados em tortura, hipnose, conhecimento amplo da anatomia humana e sobretudo, são especializados em técnicas de assassinato?” - ele deu ênfase nas últimas três palavras, fazendo com que ela se assustasse cambaleando para trás e caindo de bunda na grama. 


A respiração dela ficou ofegante. 


“Não precisa se assustar, não irei te assassinar. Não hoje” - ele riu maliciosamente por debaixo da máscara. 


“Você aparenta ser novo para ser alguém com técnicas avançadas em assassinato” - ela murmurou ainda ofegante. 


“O que faz você pensar que sou novo?” 


“Sua voz, não parece de gente velha” - ela comentou e ele riu novamente. 


“Tenho 13 anos, estou em patrulhamento pois acabei de voltar de uma missão e me colocaram para patrulhar como forma de “descansar”, como se patrulhar fosse descansar” - ele murmurou revoltado com a situação. 


Ele se levantou e caminhou até ela que ainda estava caída no chão. A cada passo sua respiração ficava mais ofegante. Ele olhou minunciosamente seu rosto e suas expressões faciais. 


“E você?” 


“Eu o que?” 


“Quantos anos você tem Maisha?” 


“Eu tenho 11”. 


“Hmmmm” - ele olhou pro céu. A chuva havia parado. “Jutsu interessante esse da luz que você fez” - ele apontou para a bola branca pairada no ar que ainda iluminava eles. “Nunca tinha visto antes, na verdade nem vi o jutsu que você fez. Só a bola surgindo do nada”. Ele sentou no chão ao lado dela, ela tentou se apoiar nos braços mas ele se lançou por cima dela “COMO VOCÊ FEZ UM JUTSU SEM FAZER UM JUTSU?” - ele apontou a kunai dele que estava escondida para a garganta dela. 


Ela arregalou os olhos e começou a chorar, ela não estava fazendo a mesma coisa que fazia com Akira. Ela estava verdadeiramente com medo de morrer ali, logo na primeira missão. Ele se assustou com a reação dela tirando a kunai de sua garganta. 


“Me descul-pe-pe eu não queria assustar você” - ele se sentia perdido, ela conseguia sentir isso. Ela continuava a chorar por vários minutos enquanto ele olhava afastado e assustado. 


“Por favor Maisha, me desculpe novamente, eu só fiquei curioso...” - murmurou ele. 


“A-a-a, você fi-ca-ca curioso com algo e-e-e enfia uma ku-kunai na garganta das pe-pessoas?” - disse ela entre soluços enquanto limpava o choro com as mãos. Ela precisou de longos minutos para se recuperar. 


“Não sabia que você ia se assustar, para quem avançou em mim tão bem com a kunai você nem teve reação quando te confrontei”. 


“É que essa é a minha primeira missão dentro do meu clã e eu achei que fosse morrer, já que você é...” - ela parou ainda assustada. 


“Especialista em técnicas de assassinato? Sim, eu sou. Não significa que eu saia matando por matar, sua bocó”. - ele falou nervoso. O humor dele era muito instável, ás vezes chegava a ser obscuro para alguém tão novo, ela conseguia captar todos os sentimentos e sensações dele com o Kimochi. 


“Astral, eu fiz o jutsu em forma astral” - ela falou baixinho. 


“Forma astral?” - ele mudou para curioso. 


“Meu clã vem de uma linhagem astral, nós direcionamos uma pequena fração do chacra para que o nosso espirito saia do corpo. Assim na forma astral nós podemos fazer jutsus sem que as outras pessoas vejam”. 


“HMMMM, isso faz sentido. Numa luta de verdade isso é muito útil”. - ela assentiu com a cabeça - “Por isso não vi você fazendo o jutsu que invocou essa bola de luz”.  


“Por que Tenzō?” - ela perguntou triste por ele - “Por que você quis entrar num grupo tão obscuro assim?” 


“Ah, isso.” - ela sentia a transição de humor, por um breve instante ele ficou pensativo e depois triste. “Eu me tornei uma pessoa mais fria depois que meu pai morreu e depois que eu matei minha melhor amiga também” - ela estremeceu quase que insistivamente se afastando dele. Ele percebeu que ela ia se afastar e sem que ela esperasse a mão esquerda dele segurou a mão direita dela sob a grama impedindo que ela saísse de perto - “Não foi por querer, não tive a intenção... eu estava em uma missão e ia matar um inimigo e ela se colocou na frente protegendo ele e deixando ele fugir, mas meu chidori acertou ela em cheio no coração. Até hoje não entendo porque ela protegeu ele, não faz sentido para mim”. - ele estava claramente abalado em relembrar isso. 


“Nunca se sabe os caminhos que podem levar um homem a se corromper, talvez ela tenha virado aliada dele, é apenas uma hipótese” - disse Maisha. 


“Sábias palavras” - ele assentiu fazendo com que ela sorrisse de volta - “Eu nunca passei tanto tempo conversando com uma garota.” ele riu. 


“Então não conheceu nenhuma interessante o suficiente para prender a sua atenção” - ela jogou de volta. 


“HA” - ele gritou assustando ela com o grito- “Claramente, ninguém tão secreta assim caindo no meio da noite em troncos de árvore, xingando sozinha e que usa uma kunai tão bem” - ele riu fazendo com que ela risse de volta. 


“Evidentemente eu também nunca passei tanto tempo conversando com um garoto” - revidou ela - “Tirando o Akira é claro” - ela sorriu ao lembrar dele. 


“HA” - ele gritou animado novamente - “Então você não conheceu ninguém tão lindo, misterioso e interessante quanto eu” - ele se exibiu. 


“Evidentemente também é um babaca assim como os meninos da academia”, ela pensou enquanto revirou os olhos com o comentário. 


“Se achando demais” - ela disse, 


“Se eu não me achar por mim, quem vai?” - brincou ele. 


“Alguém que goste de você. Exibicionismo corrompe a alma viu?!” - alertou ela. 


“E quem é esse tal de Akira com quem você passa tanto tempo conversando?” - questionou sorrateiramente. 


“Ele é meu melhor amigo! Ele é um ano mais velho que eu, crescemos literalmente grudados. O pai dele, Satoru,  é meu padrinho e conselheiro do meu pai que é Hokage, então crescer juntos foi meio que inevitável. Por sorte de Hashirama a gente se dá muito bem, diria que ele é meu irmão até, ele vive pegando no meu pé, sempre preocupado e atencioso. Mas acho que é coisa de irmão mais velho, tipo isso” - comentou ela. 


“OU, ele gosta de você e faz essas coisas justamente por esse motivo” - ponderou ele. 


“Pode até ser, mas eu não gosto dele dessa forma” - ela sorriu de volta. 


“Mas me conte mais de você. Estou curioso” - ele disse. 


“Só se você tirar essa máscara. A curiosidade também me aflige”. 


“Sinto muito, mas isso é impossível” - ele disse cabisbaixo. 


E assim, passaram algumas horas conversando sobre Konoha e Kakusareta e sobre as coisas que os dois gostavam, algumas em comum e outras nem tanto. Ela se sentia confortável com ele apesar da recepção nada calorosa e ele compartilhou algumas experiências de luta com ela e deu algumas dicas para que ela melhorasse seu desempenho. Ambos estavam tão conectados e distraídos que esqueceram o mundo ao seu redor. 


Poderiam ficar horas a fio conversando juntos que nem veriam os ponteiros do relógio mudarem de lugar, tudo era tão natural quanto a luz do dia. 


“MAISHAAAA, ONDE VOCÊ ESTÁ?” - Maisha escutou o grito de Osamu ecoando na floresta. Ela deu um pulo fazendo com que Tenzō ficasse perdido. 


“Devo me preocupar?” - ele pegou a kunai olhando para a floresta. Ela pousou sua mão sobre a kunai dele abaixando ela. 


“Não, não deve. É apenas um dos meus companheiros de patrulha, aparentemente meu turno acabou e eu não percebi” - ela sorriu levemente. Estar andar pela floresta e conversar com o rapaz misterioso fizeram o tempo passar rápido demais. “Eu-eu preciso ir Tenzō”. - ela disse entristecida. 


“Entendo” - ela sentiu a mudança no humor para apreensão e tristeza. 


“MAISHAAAAAAA????” - os gritos ecoavam pela floresta. 


Maisha se colocou na frente de Tenzō encarando fixamente a máscara, ela deu um beijo na bochecha da máscara fazendo ele ficar sem reação. 


“Eu sinto muito Tenzō, mas preciso fazer isso. Você sabe coisas do meu clã que ninguém pode saber, e isso é extremamente perigoso para nós. Apesar de Konoha ser aliada do nosso clã e saber da nossa existência, por isso a gente parou aqui perto e ” - ela falou correndo entre as palavras. 


“Fazer o que Maisha?” - ele se afastou. 


“Eu-eu sinto muito, de verdade. Espero que consiga se lembrar do que eu disse: não se sabe os caminhos que corrompem a alma de um homem. Eu sinto a sua alma por causa do meu astral, espero que um dia a gente se encontre e que você continue tão puro de alma quanto agora apesar do apesares, e do que você fez, faz e irá fazer no seu futuro. Mas continue puro que a luz te tirará dessa escuridão que você carrega na alma Tenzō, eu sinto isso. E essas mudanças de humor e sentimento... e” - ele parou ela. 


“Sua forma astral é mais interessante do que eu pensava, pena que não consigo te ver na forma astral ou saber os jutsus que usa. Isso seria interessante” - ele ponderou receoso por não conseguir esconder seus sentimentos dela - “Mas fazer o que Maisha? O que você ia fazer?” 


E sem que pudesse ver Maisha usou um jutsu que vinha treinando com Takahiro, aliado ao Kurame, um jutsu de esquecimento. Ela não sabia se funcionava perfeitamente porque eram apenas testes e então em sua forma astral, segurou a cabeça de Tenzō por trás e seu espirito sussurrou no ouvido dele: Bōkyaku Jutsu. 


Ele arfou, caindo de joelhos no chão. O corpo dele se moveu de um lado para o outro levemente por alguns segundos e então suas costas atingiram o chão. Os olhos ficaram pesados e foram se fechando, ela parou do lado dele enquanto ele ia perdendo a consciência de tempo e espaço, e como uma última imagem ele guardou o sorriso dela antes que perdesse completamente a consciência. 


Maisha correu floresta adentro deixando Tenzō com o corpo estirado e inconsciente para trás, indo de encontro a Osamu. 


“ESTOU AQUIIIII” - gritou ela de volta. 


“Eu preciso de uma desculpa” - ela pensou desesperada enquanto ia de encontro com ele. “Hashirama, o que eu falo?” 


“Onde você estava?” - ele brigou com ela - “Nosso turno de patrulha acabou tem dez minutos. O bônus que a gente ia ter pra dormir um pouco a mais será descontado por sua causa por que tivemos que te procurar”. 


“Já sei!” - ela pensou animada. 


“Por Hashirama onde você estava? Takahiro gritou de volta, com Kazuki ao lado de braços cruzados. Akira correu de encontro a ela preocupado e apalpou a capa rasgada, ele viu que a calça também havia se rasgado e um corte profundo tinha se formado no joelho. 


“Você quer mesmo fazer isso? Essa é a sua desculpinha esfarrapada para a sua diversão e curiosidade temporária Maisha?” - a voz de Kurame ecoou dentro dela. 


“Você tem outra ideia?” - ela retrucou de volta em si mesma. Então o silêncio se instalou novamente dentro dela. 


Ela deixou o chacra ficar alaranjado, Takahiro olhou assustado porque ainda não tinha certeza da extensão do controle do chacra. 


“Mas que merda você está fazendo?” - perguntou Akira nervoso. 


E então para surpresa de todos o olho esquerdo de Maisha também se alaranjou, formando um sharingan único. 


“UM SHARINGAN DA RAPOSA? COMO? COMO ISSO ACONTECEU?” - Takahiro gritou maravilhado com o trunfo. Ela sabia que ia escutar do pai por que era para usar em situações de extremo perigo, e só ele no e Satoru sabiam que ela portava o sharingan. Akira se afastou dela, triste e ela sabia o motivo – porque ela não tinha contado para ele. 


“Eu não sabia ativar Akira, eu estava treinando na aldeia mas não tinha conseguido. Fora da aldeia num lugar sossegado na floresta eu treinei e consegui ativar, fora da aldeia consigo usar meus jutsus melhor. E o chacra se expande melhor, talvez por eu eu não sinta a pressão que sinto lá dentro. Mas eu só descobri isso agora enquanto treinava em umas árvores com o chacra do Kurame” - mentiu ela. Ele ficou visivelmente aliviado por saber disso, mal sabia ele que era mentira. 


“Treinando?” - perguntou Kazuki maravilhado - “Núcleo 1, aproveitem o exemplo da colega de missão de vocês e treinem durante a patrulha também. Os dois ao mesmo tempo, que beleza. Ninjas formidáveis sairão daqui hein Takahiro, ótimo trabalho você está fazendo!” 


Ainda bobo com a descoberta do sharingan, como se realmente ela estivesse treinando ele concordou com o que Kazuki falou. “Núcleo 2, ponham-se a descansar em suas tendas. Depois do descanso vocês irão se banhar assim como o núcleo 1 e se alimentar. Núcleo 1, patrulhar agora”. 


Maisha se jogou no colchonete da barraca que dividia com Akira que não parava de olhar pra ela. Ela se enrolou no cobertor e virou de costas para ele. Os pensamentos estavam distantes, na floresta.  


“Eu ainda não sei quem ele é”, ela pensou entorpecida pelo sono. “Como será?”, seus últimos pensamentos estavam fixados em Tenzō e repentinamente derrotada pelo cansaço dos três dias que ela havia esquecido ela adormeceu rapidamente. 


DEPOIS DE DESCANSAR....


“Maisha” - algo estava chacoalhando ela - “Acorda, o revezamento de descanso acabou” - Akira disse. 


“Hmmmm” - arfou ela enquanto se espreguiçava no colchonete. 


“Vamos, Tahakiro e Kazuki estão preparando as comidas pros dois núcleos. A gente tem uma hora pra tomar banho, comer e descansar mais um pouco antes de seguir pra Kiri”. 


Maisha saiu da barraca com cara de sono, passando a mão pelos olhos.  


“Todos, ao oeste em 500 metros tem uma cachoeira. Direito pra lá para um banho rápido” - disse Takahiro. 


“Só se for no seu sonho essa história de todos” - disse Maisha sonolenta. 


“COMO É QUE É SRTA. MAISHA?” - ele gritou nervoso. 


“Escuta aqui, o fato de eu ser a única mulher nessa missão caso não tenha reparado não dá o direito dos outros tomarem banho comigo e me verem pelada porque caso você não tenha percebido SÓ TEM HOMENS AQUI!” - retrucou Maisha. Takahiro olhou assustado porque claramente ainda não tinha percebido. Poucas mulheres optavam por ir em missões fora da aldeia, elas preferiam proteger o clã de dentro e não sair de Kakusareta. Maisha claramente era uma exceção. Takahiro não tinha percebido por que ele nunca tinha levado outras mulheres em missões, Maisha era a primeira. 


Assim como era a primeira missão de Maisha, também haviam outros “primeiros fatos” para outras pessoas ali. 


“Que babaca, pensar que eu ia tomar banho com vários homens. E alguns mais velhos, bando de pervertidos”, ela pensou consigo enquanto chegava na cachoeira. 


O sol ainda iria nascer, eram apenas quatro da manhã ainda. Maisha ainda estava tão cansada que só uma água gelada de cachoeira para repor suas energias. A luz da lua iluminava as águas cristalinas da cachoeira, bem mais iluminada do que a noite anterior. O céu não tinha mais nuvens carregadas, a chuva tinha acabado enquanto ela dormia então o brilho do luar era mais forte. 


Ela se jogou com tudo dentro da cachoeira, tomou seu banho e lavou o cabelo. Enquanto nadava mais um pouco antes de voltar para a tenda central percebeu uma movimentação na água do outro lado da margem que não era tão longa. 


O coração dela disparou. Era Tenzō meio perturbado ainda, meio desconcertado. “Será que ele se lembra?”, ela pensou lembrando do jutso teste que fez nele. Ele se despiu do outro lado da margem, ficando só de cueca para entrar na cachoeira. Ela foi nadando de costas até a margem dela onde estava suas roupas quando ele percebeu ela. 


Ele entrou na cachoeira e foi nadando até ela, que aumentou o ritmo para chegar nas suas roupas. Ela não tinha tempo, precisava sair dali correndo. Apesar de querer saber se o jutsu tinha funcionado ela não podia se colocar em risco. 


Ela saiu da cachoeira, pegou suas roupas correndo e correu para dentro da mata ainda sem roupa. Ao se afastar da cachoeira ela olhou para ele, que estava apoiado na margem apenas observando ela. Ele afastou um pouco a máscara. 


“Droga”, ela pensou. Estava curiosa afinal. 


Apenas uma parte do rosto dele ela conseguia ver, já que ele só tinha afastado um pouco a máscara e não tirado completamente. 


A luz do luar revelou uma cicatriz enorme em seu olho, em forma vertical como se alguém tivesse torturado ele. Ela arfou assustada caindo novamente no chão de costas para a mata e de frente para ele, colocou a roupa como se tentasse proteger seu corpo ainda olhando fixamente para ele: ele tinha um sharingan vermelho que estava ativo olhando para ela. Ele fez menção de sair da água, mas rapidamente ela se levantou. 


“Quem sabe Tenzō, a gente não se encontre novamente um dia. Lembre-se de carregar a pureza na alma” - gritou ela entrando na floresta deixando-o para trás, enquanto se vestia entre as árvores. Ela suspirou triste em partir. Queria ter visto o rosto por completo, mas a segurança vinha em primeiro lugar como seu pai já havia discutido. 


Assim, seguiu de volta para o clã para que os demais pudessem tomar banho e comerem juntos depois onde prosseguiriam para uma longa jornada trilhada até a embarcação que os levaria a Kiri enquanto pensava no sharingan vermelho. Era incrivelmente assustador, carregando essa lembrança ela acompanha os colegas enquanto todos comiam para enfim, continuarem sua missão.



 


Notas Finais


 


hmmmmmmmm, Maisha conheceu o misterioso Tenzō da Anbu.
Será que o justu de esquecimento dela funcionou mesmo ou será que ele lembra de todos os detalhes de Kakusareta que ela deu enquanto eles conversavam na copa da árvore? shippo total
Eu fiz uma edição das imagens para vcs aqui dessa vez pq queria mais fotos na história. A primeira é do encontro, a cachoeira do final, a árvore é onde eles se encontraram e ele mostrando o sharingan é o final. Quem leeeu sabeeeeee



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Autor(a): srahatakecarol

Esta é a unica Fanfic escrita por este autor(a).

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Notas do Autor   Entre o último capítulo e esse temos um lapso temporal de 3 anos na história.Para se situarem, quando Kurama atacou Konoha:Kakashi tinha 16 anos.Maisha tinha 14.Akira tinha 15.No encontro de Maisha com Kakashi como membro da anbu, na época:Kakashi tinha 13.Maisha 11.Akira 12.NOTA: a foto é apenas para ilustrar a reun ...


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Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 2



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  • therankboost Postado em 11/10/2021 - 03:40:48

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  • therankboost Postado em 11/10/2021 - 03:40:37

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