Fanfics Brasil - Reunião Emergencial (4) Kakashi Hatake e Maisha Inoki (ou s/n), uma história de amor.

Fanfic: Kakashi Hatake e Maisha Inoki (ou s/n), uma história de amor. | Tema: Naruto


Capítulo: Reunião Emergencial (4)

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Notas do Autor


 


Entre o último capítulo e esse temos um lapso temporal de 3 anos na história.
Para se situarem, quando Kurama atacou Konoha:
Kakashi tinha 16 anos.
Maisha tinha 14.
Akira tinha 15.

No encontro de Maisha com Kakashi como membro da anbu, na época:
Kakashi tinha 13.
Maisha 11.
Akira 12.


NOTA: a foto é apenas para ilustrar a reunião emergencial no palácio de Kakusareta, não foquem muito no Hokage pq o Itadori é diferente. Posteriormente farei alguns capítulos ONE SHOT, explicando quem é cada um e uma foto que lembre o que tenho em mente para aquele personagem. Exceto aos que são originais de Naruto que todos já conhecem e exceto alguns personagens que aparecem aqui mas que são irrelevantes para o seguir nos outros caps.

 


Capítulo 4 - Reunião Emergencial (4)


 


Fanfic / Fanfiction Kakashi Hatake e Maisha Inoki (ou sn), uma história de amor - Capítulo 4 - Reunião Emergencial (4)

 



REUNIÃO EMERGENCIAL! (4)  


“HOKAGE-SAMA!” - acordei assustado com Itadori entrando aos prantos em meu quarto - “HOGAKE-SAMA! KIRI NOS ENVIOU UM SINAL VERMELHO, ELE COMEÇOU A PISCAR NO RÁDIO DE COMUNICAÇÃO DA SUA SALA HOKAGE-SAMA!” 


“Sinal vermelho? Como assim?”, pensei. Ainda estou muito sonolento para processar as informações que Satoru estava repassando. Demorei uns 10 segundos para compreender melhor, eu ainda estava deitado com os olhos semicerrados olhando para a imagem borrada de Satoru quando me dei conta do que estava acontecendo. 


“SINAL VERMELHO DE KIRI?” - dei um pulo da cama – “O QUE VOCÊ QUER DIZER COM ISSO?” - questionei apreensivo. 


“NÃO SABEMOS AINDA ITADORI, O SINAL SÓ PISCOU NÃO SABEMOS O QUE ESTÁ ACONTECENDO. JÁ PEDI PARA QUE OS ESTAGIÁRIOS ACORDASSEM OS MEMBROS DO CONSELHO PARA QUE TODOS SE REUNAM NA SUA SALA, NÃO TEMOS TEMPO A PERDER ITADORI” - Satoru estava apreensivo. Isso era visivelmente claro, não é todo dia que recebemos um sinal vermelho de uma nação aliada. Poucas são as nações que sabem da nossa existência e mais raro ainda são os eventos em que recebemos um sinal de gravidade extrema como esse. 


“KIRI, VOCÊ DISSE KIRI?” - perguntei ainda perdido.  


“VAMOS HOKAGE-SAMA!” - Satoru me puxou pelo braço enquanto pegava meu manto branco, atravessamos o corredor da minha casa em uma rapidez inacreditável. 


“Calma Satoru, vai acordar a Maisha!” - sussurrei. 


“Des-desculpe Itadori, estou apreensivo” - assenti. 


O caminho até o escritório era longo, Kakusareta era uma aldeia enorme mas não tão longo quanto de Konoha que o tamanho era o dobro de nossa aldeia. Subimos rapidamente os cinco andares do palácio oficial até chegarmos no meu escritório, alguns membros já estavam ali presentes em volta do rádio de comunicação. Outros membros chegaram logo em seguida todos muito assustados e sem entender nada. 


O pior eram os estagiários ali presentes: sempre ficavam com aquela cara de espanto com qualquer coisinha que acontecia em Kakusareta. Lembro-me de uma vez que entrei em luta corporal com Satoru que desafiou minhas habilidades e o estagiário presente ficou em estado de choque extremamente assustado em ver algumas gotas de sangue. Satoru insistia que era bom ter estagiários no palácio oficial: aqueles que não queriam virar ninjas ou os que não passaram no teste por serem fracos demais para propagar o poder do nosso clã serviam para os trabalhos administrativos. Assim como aqueles que preferiam seguir áreas médicas, de cultivo ou até pequenos artesãos da nossa aldeia. 


“Hokage-sama” - os membros do conselho assentiram quando me viram e abriram espaço para que eu pudesse chegar perto do rádio de comunicação.  


“Estagiários, dispensados!” - disse. 


“Hai Hokage-sama" - então eles se foram com os olhares mais aliviados por claramente não ter que participar da reunião de urgência. 


“Akira, pode ir também” - disse já que ele não foi com os outros. 


“Eu não sou estagiário para ir com os demais Itadori” - ele era sempre calmo e atrevido, mantinha-se frio mesmo ante as adversidades. “Ele tem um grande potencial”, pensei. 


“Itadori, meu filho faz parte do conselho assim como nós que estamos aqui. Mesmo no nível júnior, ainda sim é do conselho. Ele fica.” - ponderei sobre o comentário de Yui. Assenti, antes que eu pudesse responder fui interrompido por uma comunicação que vinha do rádio. 


“Itadori, consegue me escutar?” - reconheci a voz feminina. 


“Mei Terumi, estou aqui” - ela era a quinta mizukage de Kiri, como se fosse o posto de hokage, mas no país da água o nome do governador era diferente. “Faz pouco tempo que ela virou mizukage e muito tempo que não a vejo”, pensei. 


“Konoha está sendo atacada, eles mandaram um sinal pelo rádio. Falei com o próprio Minato-sama" - nesse momento senti cada parte do meu corpo gelar, não sentia mais minhas pernas. Meus olhos arregalaram. 


“Pe-perdão Mizukage-sama, o que a senhora disse?” - Satoru perguntou antes que eu pudesse fazer o mesmo questionamento. 


“Satoru, é bom ouvir sua voz” - eu conseguia sentir o sorriso de Mei pelo rádio - “É isso mesmo Sato, Konoha está sob ataque”. 


“Ataque de quem Mei?” 


“Konaha está sob o ataque de Kurama.” - todos na sala arfaram - “Itadori, conversei com Minato. Expliquei para ele que conheço um clã que selou uma bijuu, ele pediu para que eu revelasse o tipo de selo usado mas disse a ele que não sabia mas que o clã tinha habilidades de expansão astral e como era um de meus aliados poderiam ajudar a eles talvez”. - ela comentou piedosa. 


“Mei, você sabe muito bem que Konoha também é nossa alida. Por outros motivos, nós apenas prestamos missões de alta complexidade quando solicitado por Konoha por conta do Hiruzen. Você sabe mais que ninguém que eu conheci Hiruzen em Kiri e ficamos amigos” - arfei apreensivo - “KONOHA NÃO SABE QUE TEMOS A MAISHA, ELES NÃO SABEM QUE NÓS TEMOS UMA BIJUU SELADA!” - gritei de volta para o rádio. 


“Itadori, a situação pede calma. Eu sei que eles não sabem desse fato, como você vai explicar para Minato eu não sei. Mas eles precisam da sua ajuda nesse momento. Eu preciso que você faça uma expansão astral para Konoha e converse pessoalmente com ele e mostre o selo que você usou” - ela pediu. 


“Não há possibilidades de eu fazer isso Mei, mesmo que sejam nossos aliados não posso revelar a existência da nossa jinchuuriki! Você apenas sabe disso por que você que nos revelou a existência do Killer Bee para treinar a Maisha, por que você já tinha visto como um portador experiente de bijuu se portava, você sabe como reconhecer o chacra de um portador de bijuu! Quando você conheceu a Maisha você soube na hora que ela era uma jinchuuriki, mas o fato de você saber isso não significa que possa prometer coisas a outras vilas que fogem do seu poder de decisão Mei. Não iremos ajudar Konoha!” - falei firmemente. 


“Você vai ajudar, e vai ajudar porque Minato me contou que membros da Anbu estavam analisando para uma missão um perímetro ao extremo oeste de Konoha capturaram um membro da Akatsuki que afirmou ser o responsável por ter solto a bijuu aos arredores de Konoha e que ele tinha capacidade de controla-lá. Ele afirmou que sabia da existência da irmã gemêa de Kurama, que havia sido selada nos arredores de Iwa e que ele tinha conhecimento que ela havia sido controlada pela jinchuuriki portadora, no caso a Maisha. Ele disse que sabe existência de Kakusareta e afirmou que irá invadir o local caso você não ajude Konoha a selar a bijuu.” - era muita coisa para processar, muita informação sendo despejada rapidamente. 


“Os Akatuski envolvidos com as bijuus?” - disse um dos membros do conselho. 


“Como ele controla ela?” - perguntou outro apavorado. 


“Como ele sabe da existência de Kakusareta? E como ele sabe que temos a bijuu?” - perguntou Satoru. 


“Pelo que Minato disse, o membro de Akatsuki capturado afirmou que foi uma informação de recebeu diretamente de Kumogakure” - ela quase sussurrou a cidade. 


“KUMO? KUMOGAKURE É A ALDEIA OCULTA DA NUVEM, É A ALDEIA DO KILLER BEE!” - gritei de volta. 


“Itadori, estou na comunicação do rádio também. Eu deixei a Mei falar por que ela me contatou antes por causa dessa informação. Pode ter certeza que eu como Raikage nunca trairia Kakusareta, mas lhe dou a nossa palavra de que iremos investigar quem revelou esses fatos que constavam apenas no dossiê secreto do treinamento de Maisha” - isso me lembrou que parte do treinamento dela foi lá também. Eu conhecia essa voz, era o próprio Killer Bee. 


“Como, como ele sabe?” - questionei. 


“Não sei, sinceramente não sei” - Killer Bee respondeu. 


“E por que se não ajudarmos Konoha a selar a bijuu ele irá invadir nossa aldeia? Qual a ligação disso?” - questionei e vi alguns membros do conselho estremecerem sob a minha pergunta. Eles estavam questionando a mesma coisa internamente. 


“Esse membro da Akatsuki, disse que eles precisam de uma jinchuuriki. Ele disse que se você não ajudar Konoha a selar uma bijuu e criar uma jinchuuriki ele irá invadir Kakusareta para capturar a jinchuuriki já existente. Os anbus perguntaram por que ele não invadia Kakusareta de uma vez ao invés de criar uma nova jinchuuriki e ele afirmou ter poucos membros afiliados para o plano deles mas que com uma jinchuuriki em mãos ele teria mais aliados para o que eles tinham em mente”. 


“MERDA!” - gritei revoltado. 


“HOKAGE-SAMA, VOCÊ PRECISA FAZER ALGO. NÃO POSSO PERDER A MAISHA, KAKUSARETA NÃO PRECISA SER EXPOSTA DESSA FORMA. VAMOS ATÉ KONOHA EM EXPANSÃO ASTRAL!” - gritou Akira. 


“Itadori, você sabe que não tem saída” - Mei ajudou reforçando o comentário de Akira. 


“O fato é Mei, como vou explicar para meu aliado que escondi a existência de uma jinchuuriki em nossa aldeia?” - perguntei. 


“Nós daremos um jeito, me leve com você que pensarei em algo” - Akira interrompeu antes que Mei pudesse responder. 


Respirei fundo, era uma situação de extrema complexidade. Muitas perguntas se formavam na cabeça de todos ali presentes ante ao ocorrido. Já podia ver algumas sendo formuladas sem a necessidade dos membros do conselho as formularem perante a mim: como esses caras da Akatuski sabiam da nossa existência? Como Kiri e quem de Kiri deixou vazar a informação da existência da nossa jinchuuriki? Estávamos em apuros. Por que eles queriam uma jinchuuriki? Respirei fundo novamente. 


“Mei, entendi porque você falou comigo no rádio sem Minato. Ele ficaria irritado em saber que não contamos todos os fatos da nossa aldeia para os Hokages anteriores e nem para ele. Obrigado por dizer que você conhecia um clã de expansão astral e não Kakusareta. Afinal, sabemos que Amegakure também tem a capacidade de realizar projeções astrais como nós” - afirmei. 


“A vila oculta do país da chuva?” - questionou Akira franzindo o cenho. Assenti que sim. 


“Mei, avise Minato que o clã astral fará a projeção e que em 10 minutos ela chega em Konoha. O ponto de projeção será o escritório do Hokage.” - afirmei. 


“Certo, Itadori. Obrigada e desculpa te pressionar assim” - ela afirmou ressentida. 


“Não se preocupe Mei, afinal você é uma das poucas pessoas que conheço que se esforçam para terem relações diplomáticas de qualidade e de paz com as nações ninjas, por conta do passado de Kiri” - disse. 


“Obrigada novamente, Itadori. Satoru.” - ela disse. 


“Não se preocupe Itadori, não medirei esforços em Kiri para sabermos quem vazou a informação. Mataremos do nosso próprio povo se for necessário para reestabelecermos a ordem e saber quem foi” - afirmou Killer Bee. E então o rádio se desligou e o tumulto no escritório deu início. 


Vários membros do conselho falavam ao mesmo tempo, alguns gritavam e andavam nervosamente pelo escritório. O barulho era infernal ante ao caos ali instalado. 


“SILÊNCIO!” - gritei com força. Ante a minha posição de Hokage todos pararam instantaneamente. 


“Akira, vá para a minha casa. Acorde Maisha e a traga para cá, confio em você para contar com todos os detalhes o que ocorreu em Konoha enquanto vocês retornam para o palácio oficial” - ordenei e ele assentiu - “Enquanto você faz isso, deliberarei com os demais membros nossas opções para explicar a nossa aliada que nós somos o clã que selou a bijuu e tem uma jinchuuriki controlada”. 


Akira correu para fora do escritório numa velocidade incrível, de fato ele não tardaria em regressar ao palácio com Maisha. Nós tínhamos pouco tempo para pensar em uma estratégia diplomata que não causasse impactos na relação com a nossa aliada, Konoha, tendo em vista que escondemos um segredo que não constava nos dossiês oficiais de Konoha e de nenhuma outra nação que sabia da nossa existência, com exceção de Kumo. 


“Confio em Killer Bee para investigar o traidor de Kumo que vazou uma informação tão secreta e bem protegida”, suspirei enquanto os outros conselheiros deliberavam na gritaria novamente sobre como explicaríamos o caso para Minato. 


Eu nem havia percebido que alguns minutos já haviam se passado, só me deparei com isso quando vi Maisha sendo empurrada para dentro do escritório por Akira. Ela estava visivelmente irritada com a situação. “Ele deve ter acordado ela bruscamente, ela odeia ser acordada no meio da noite”, pensei. 


“CALEM A BOCA, POR HASHIRAMA. VOCÊS SÓ GRITAM” - Maisha gritou estressada para os membros do conselho. Todos ficaram quietos olhando com os olhos arregalados para ela. 


“MAISHA INOKI, TENHA RESPEITO PELO CONSELHO!” - olhei furiosamente para ela, mas no fundo ela tinha razão. Eles só gritavam mesmo.  


“Vamos logo com isso papai, já que temos que ir para Konoha em forma astral vamos o mais rápido possível ajuda-lós” - ela disse toda diplomática. 


“Ainda não acertamos como contaremos a Konoha sobre....” - ela me interrompeu gélida. 


“N-Ã-O I-M-P-O-R-T-A C-O-M-O!” - retrucou de volta - “Enquanto estivermos em expansão antes de atingirmos Konoha pensamos em algo”, ela sempre era sensata como Mihato era.  


“MA-MAISHA!” - gritou Satoru. Ela já não estava mais ali, falando na forma astral. O corpo já estava sentado no chão, com as pernas cruzadas formando o sinal da borboleta. Suas mãos já formavam o símbolo de expansão astral do nosso clã. Nem precisávamos realizar um jutsu para isso, apenas a união dos dedos na posição correta das mãos com a concentração de níveis necessários de chacra já nos permitia a expansão sem precisar de um jutsu. Algo que era passado de geração para geração em nosso clã, de certa forma para que todos compartilhassem essa possibilidade o DNA havia sido repassado diversas e diversas vezes ao longo das gerações. Por mais que não fossemos parentes de nosso vizinho por exemplo, nosso DNA que era milenar de alguma forma estava conectado. Por isso todos da aldeia conseguiam realizar essa expansão. 


“Satoru, Akira - vocês vêm comigo para Konoha” - eles assentiram e sentaram ao lado de Maisha para concentrar os níveis de chacra. “Vocês fiquem ainda no escritório, chamem algum estagiário de plantão e peça para ele avisar os postos de vigia que a partir de agora por segurança Kakusareta está no nível 2 de emergência enquanto a situação em Konoha não for controlada” - um dos membros do conselho assentiu enquanto saia da sala para procurar um estagiário plantonista. 


Me sentei ao lado de Satoru e Akira que já estavam concentrados para me unir astralmente a eles no caminho a Konoha, provavelmente a essa altura Maisha já estaria na metade do caminho já que na forma astral só não vencíamos a velocidade da luz, mas ficávamos apenas um pouco pra trás na nossa velocidade astral. Podíamos percorrer nações em questão de segundos por causa da nossa linhagem, isso era bom e ruim. Bom por que nós permitíamos ter uma visão inteira de qualquer território em questão de segundos sem mesmo precisar ir até eles fisicamente. Ruim por que se qualquer pessoa do nosso clã fosse capturada pelo inimigo a situação poderia ser diferente e qualquer ninja aliado poderia ser usado como uma arma expiatória para aqueles que desejam a guerra. Por isso o recado era simples: todos aqueles do nosso clã que fossem capturados e que não tivessem a possibilidade de resgate ou de sair daquela situação deveriam se matar pelo bem de Kakusareta. 


“Uma portadora de jinchuuriki com linhagem astral, será que eles querem mesmo criar uma jinchuuriki nova para captura-la ou apenas querem saber quem Maisha é para sequestra-la no futuro?”, pensei comigo. 


Tínhamos que correr, Minato não podia esperar. Lembro-me vividamente da força de Kurame e a destruição que ela causou aos arredores de Iwa quando selei ela em Maisha. Se a força de seu irmão fosse igual, Konoha seria destruída em questão de segundos sem o selo. 



 


Notas Finais


 


COMO SERÁ QUE ITADORI VAI EXPLICAR SUA JINCHUURIKI PARA MINATO?
E AKIRA, COM TODO RESPEITO "NÃO POSSO PERDER A MAISHA?" TU TÁ PENSANDO O QUE GAROOOOTO?
Uma das melhores ninjas de Kakusareta que te vê apenas como irmão e você ainda não se deu conta?
AAAA, para vai.


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Autor(a): srahatakecarol

Esta é a unica Fanfic escrita por este autor(a).




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Comentários do Capítulo:

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  • therankboost Postado em 11/10/2021 - 03:40:48

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  • therankboost Postado em 11/10/2021 - 03:40:37

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