Fanfics Brasil - Kalel Dia 03 C.I.F.D (+16, +18) Criminal Holmes III Parte I

Fanfic: C.I.F.D (+16, +18) Criminal Holmes III Parte I | Tema: Drama, Suspense, Romance, Policial


Capítulo: Kalel Dia 03

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Case 01               Criminal Profile


C.I.F.D 


ÚLTIMO NOME :  Carranza


PRIMEIRO NOME : Estibaliz


 


Holger 


Nada era esperado para a primeira recepção do dia, cumprimentos e diálogos interrompidos ela mantinha desde a noite passada com o arqueio inconsciente e continuo dele na mesa. A estratégia ainda mais homicida para a direção até o produto dentro da loja, com a utilização enfim da gasolina, brechas de janelas e portas foram inúteis em ocultar o fumo, tão resoluta da abertura da porta da sacada sendo mesmo uma péssima sugestão para o encobrimento, a visita dos bombeiros já era antecipada. Para a conversação não existiu outro motivo tão convicente do que o assado queimado. Obtendo resultado mesmo na sedução, a decisão para o disfarce mais seguro para ele sobressaltou com as técnicas laboriosas das divisões das carnes.


 


Manfred


Nenhum consenso foi atribuído para a discussão, o fim mesmo indeciso e o arreio tão necessitado do homem na cama, apresentou-lhe ainda mais perturbação na alma com as primeiras automações do ressono ruidoso. Mais uma vez, a decisiva audácia se deu para o tateamento modesto em baixo do colchão, a recolhida furtiva da arma. Sobre as considerações do adormecido, nada existiria para o estrondo, realmente tendo o acerto imediato na consciência, não testemunhando nem ao menos a carnificina do desmembramento. 


 


Kalel 


A primeira impressão não deveria de ser com a expectação, embora, a minha mente ainda frutificasse pensamentos de inocência para os dois baldes. O porão da sorveteria para o local de despache, inicialmente dando certo para o depósito do corpo de Holger, o estado da putrefação avançada, sendo o considerado por Aidan na averiguação de membros, joelhos e falanges. A princípio, a distribuição de aromatizadores por entre os cantos do sótão foi o que trouxe a intuição fresca para ele. Estipulando o período de uma semana e meio para a acomodação do mais novo homicídio, desta vez, o balde maior contendo os recortes uniformes de Manfred. Certamente, a má sorte recairia para a escolha da segurança do cômodo apertado e de paredes inacabadas de reboco, miserável em iluminação pela lâmpada visivelmente insegura do sustento no teto e desbotada de força, tudo servindo para o livramento do crime. Sendo mesmo um plano frustrado com a aparição do encanador, a abertura na porta errada trazendo agora a descoberta maravilhosa para peritos carniceiros.


Eu não tive nenhuma disposição de olhar novamente para os baldes, minha fuga explicativa para o trabalho continuou no térreo da sorveteria. Tudo remetendo ao século passado, a disposição de cores claras e o rosa mais chamativo dos utensílios era a preferência e o mimo da proprietária. A saída mais recente de Estibaliz, me aduziu a primeira suspeita. Tendo o conhecimento da descoberta do encanador, a fuga desprendida de risos e nenhum conhecimento, foi o mais estranho para a garçonete tendo um avental cor de vinho tão ultrapassado com o avanço da moda. Entendi ao certo de que seria somente a única informação para a verdadeira entrega ao encargo. 


Não havia mais fluxo contínuo na rua, o interditamento sobre as ordens do Paschoal - ainda em análises dos recortes no porão - não teve especificações claras. A vigia com retesadas de pescoços seria o mais esperado juntamente com a equipe de reportagem nas imediações das viaturas. Tempo tão benificente de chuva não houve para a dispersão. Eu reconheci o mexerico de passos e pernas em alvoroço atrás de mim, a saída mais precisa de Aidan com a prancheta e a realocação do encantado de coque volteado foi o meu último alcance, até a evacuação da equipe das perícias com as provas carnais. 


No retorno para a C.I.F.D, a pausa foi a menos resolvida, o enxotamento dos baldes para o laboratório e as buscas nos registros gerais, tendo os detalhes de uma ocorrência feita por Estibaliz pelo desaparecimento de Manfred. Enfim, o meu período de êxtase de concentração trabalhou perfeitamente na lógica para a busca incansável da família de Manfred. Antes mesmo, Holger e Estibaliz não eram naturais da Sérvia, conhecidos na Espanha, ninguém se lembrara do alarde para o desaparecimento de Holger, ainda desconhecido. Ao contrário de Manfred de verdadeira naturalidade. Nada mais foi acrescentado, em interrupção da minha fisiologia, o meu estômago soube protestar no horário definitivo do meio dia. A boca se encarregou da refeição, enquanto o meu cérebro optou pelo trabalho constante. A aceitação do convite de Aidan serviria mais como um reforço para o trajeto aprendido recentemente. 


- Eu conheço Vlasotince. - Minha pausa cortês no garfo foi a primeira interrupção dos meus dentes. 


Basicamente, eu me intitulava de expert de terras rurais. A infância em aprendizagem de lavroura e pasto, até a aragem da terra, tudo sendo vivenciado pelos os meus braços. A obrigatoriedade de um pedaço de terra da família escolhida para Vlasotince foi a última disponibilidade do meu avô. A genética do sangue de comércio natural, e friamente, eu decidi recorrer a uma hemodiálise para segregar-me da genética. A saída aos dezoito anos para a cidade, me integrando num mundo de cobiças por corpo ideal e moda. Inicialmente, quitando os custos da faculdade de direito, sendo tão impassível com o auge dos pódios e passarelas, a traição da noite para o dia, perdidamente para a advocacia foi a minha definitiva aposentadoria para os flashs. 


Eu resolvi me ocupar com a bebida, o touchscreen seguia primordial para Aidan.


- Eu acho que o Paschoal não vai se atentar para a minha falta agora a tarde. 


Meu interesse único de retorno de sucesso sem cabeças de gado volteadas na noite, o término agilizado para mim da refeição sobre a iniciativa de outra e mais importante Investigação. A abertura do caso da morte inesperada de Lennon, tendo a primeira opção de depoimentos da ex mulher. Aidan guardou detalhadamente o trajeto após a saída da casa e a entrega pessoal da chave em Vlasotince. Tão distante da noite e o gado já enfileirado e disperso na grama, a estrada de terra entre as cercanias solitárias de casas sem afligimento para mim. A velocidade moderada, sem ser o motivo verídico para tanta corrente de ar, arribar um pouco a janela do veículo esteve em hipóteses para o reparo no espelho retrovisor sobre a atrapalhação da minha franja. Eu ainda estava em um processo lento de me libertar dessa frescurice de ordenação da aparência. 


Eu já desci com uma indiscrição na batida da porta do carro, tanta desconsideração com o tapete grosso estendido nas cercas grossas da varanda, o sol completara o trabalho a muito tempo. O meu preparo para a batida na porta, sendo tão constrangedor para a espiada da velha na janela, primeiramente, levando a falência os meus sentidos e me humilhando com os tremores nas pernas. Me esforcei para a segunda batida, a demora como sempre me incentivou a dedilhar a janela de vidro, sem necessidade quando o soalho do destravamento da porta obteve êxito. 


A recepção da mulher jovem e loira sendo Julie. Inicialmente, a continuidade em frente a porta não significou absolutamente nada. O afastamento decidido da velha na janela com a ordenação mais branda de Julie, então, eu pude finalmente explicar a minha eloquência. 


- Não tenho muito para dizer. - O recurso ágil para o escondimento das mãos nos bolsos da calça jeans, seguiu mais confortável para ela. 


- Mora mais alguém além das suas tias? 


Na pensativa em construção, recuou um suspiro das narinas dela.


- Marlon não está mais aqui. 


Angulei a minha boca em vão, a explicativa imediata para a saída do irmão a muito tempo. Enfim, minhas considerações finalizadas. 


Sendo um alívio a partida do carro, o travamento obrigatório da porta retornara ao isolamento do início. A inocência da velha acomodada ao sofá sem o entendimento ao certo para o refúgio dela ao quarto. Mais sufocante esteve a agilidade para o alcance do cômodo, a exigência para o bom sucesso esquecida com a estrutura dele em assentamento na cama, sobretudo pelo reparo recreativo do menino no tapete sem a lucidez do engatilho da arma.



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Autor(a): merophe

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Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 20



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  • teleteti Postado em 24/06/2022 - 23:47:50

    tem que dar na cara dele

  • rebeccatwonty Postado em 24/06/2022 - 23:15:59

    Estou na UTI........... Depois disso........ Por causa do man dos meus sonhos.

  • tigremisma Postado em 24/06/2022 - 22:34:36

    Não confio mais em Aidan. Simples assim.

  • abacatiminha Postado em 20/06/2022 - 01:07:12

    Aidan não pode ser propriamente um filho da mãe, gente! Pelo amorr. É sacanagem. Tem que ser coisa da tua cabeça menina!

  • teleteti Postado em 20/06/2022 - 01:02:04

    Eu tô começando a entender que no fim isso tudo vai ter semelhanças com o narrador não confiável, quase a mesma pegada.

  • teleteti Postado em 20/06/2022 - 00:57:23

    Ótimo, se eu escrever assim só faço cagada na história.

  • tigremisma Postado em 20/06/2022 - 00:51:57

    Ei, juro que eu tô bugando agora com essa narrativa. É cada situação que quebra as minhas teorias toda vez. Afinal de contas, ela arranhou ou não arranhou E ESSE TELEFONE DESLIGADO!!!!!!!! O que está acontecendo nessa narrativa. LOOOOLLLLL.

    • teleteti Postado em 20/06/2022 - 00:59:30

      Sabe qual é o problema é que não apareceu as cenas anteriores do capítulo anterior, já começou no fim do pimba pimba deles, e assim não tem como provar nada, mas fica no ar que ela arranhou ou não.

  • rebeccatwonty Postado em 20/06/2022 - 00:42:52

    Sinceramente eu tô com medo, não sei o que dizer. Tô com medo de ter uma expectativa e no fim ser destruída igual o japa TT (lágrimas nítidas, só assim)

  • tigremisma Postado em 17/06/2022 - 01:34:51

    Ahh não, tava tão lindo antes Absurdo.

  • teleteti Postado em 17/06/2022 - 01:26:20

    Isso foi demais. Ferrou tudo.


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