Fanfics Brasil - Tasha Segunda Semana C.I.F.D (+16, +18) Criminal Holmes III Parte I

Fanfic: C.I.F.D (+16, +18) Criminal Holmes III Parte I | Tema: Drama, Suspense, Romance, Policial


Capítulo: Tasha Segunda Semana

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Tasha Segunda Semana


Basicamente, eu fiz um péssimo carregamento de energia, a madrugada insone para o alerta de cada expectoração. A diminuição da pança começava a me preocupar mais no Pepper, ainda sem indícios do esvaziamento adiposo, a incapacidade do fastio para a lactação tornava-se difícil haver tentativas. A piora do resfriado não nos trouxe mais descanso, ultrapassando a madrugada como principiantes de sanguessugas imortais, ao menos soubemos fazer parceria. Eu tive mais consideração em aceitar a assistência de Aidan em uma noite passada com a asfixia do Pepper. Eu não entendi inicialmente as borbulhas no beiço, e então, a aflição com a contínua aspiração do produto das mamas, meu impetuoso vozerio indeciso para o alcance na sala foi a sorte, a agitação sem modos na escada e o arranque do menino das minhas mãos, resumiu-se aos primeiros socorros. 


Eu tentei ministrar a dieta por conta própria desde então, sem asfixias e golfadas, manteve-se o benefício, porém, nada poderia prolongar com tanta harmonia, a amamentação ainda continuava num debate acirrado entre nós. Me atentei inteiramente a passada dentro do quarto, as solas dos sapatos sinalizaram imediatamente como sendo sociais. 


- Deixei o dinheiro no seu quarto pra comprar os remédios do Pepper quando sair da consulta. - A fragrância florestal tornou-se um vício para ele. 


- Eu disse que cuidava disso. - Roçei a fralda no muco das narinas do Pepper. 


- Não deu pra entender, eu pensava que a minha ararinha somente grasnava. 


Eu fiz uma menção do meu sangue dentro de um caldeirão fervente. 


- Ela pode bicar você também. - Já se tornava difícil de amolecer o cimento das minhas bochechas. 


- Acredite, é bem fácil de amansar essa fera. 


- Vai me prender numa gaiola? - Minha falha única em desviar da preparação para encontrar o olhar dele propício e com malandrice. 


- Eu empresto o meu corpo pra você se empoleirar. 


- Prefiro um galho duro. - Possivelmente, eu conseguiria estraçalhar um espelho com o meu reflexo de endiabrura. 


- Muita vezes na mata cai a árvore. - Na miséria de contestação, vivenciei a humilhação. - É, definitivamente me dei bem. 


- Definitivamente, você somente se dá bem fora da realidade. - Não me importou o levantamento do sorriso de ironia. 


- Posso tentar na realidade também, já estou entendendo como você funciona. - A objeção do indicador após a saída, preparou os meus nervos para a luta. 


Poderia não existir mais uma semente, as raízes em adaptação de arbustos de ódio, o mais considerado para o meu jardim. Na tecnia do bom afago sucedido, a transferência vagarosa para o meu quarto me antecipou com as notas inchadas dos euros no colchoado azul, a minha predisposição foi mais precisa no recolhimento do celular. A disposição de Nanah novamente reforçada sobre o cuidado com a Kya e somente mais um lembrete para a minha antecipação das quatorze horas. Determinando o bom horário para a organização, na chegada da condução, o carregamento dos dois bebês conforto expulsou o motorista do veículo. A discreta fonfonada em frente da mais nova residência mais que natural da Nanah, ainda nos prolongou num atraso para a procura das chaves da casa. Para a recolhida do meu brioche fino e quase engolido por agasalhos teve um lembrete de regras, e a disposição da mamadeira com o leite puro do pomo ainda me preocupava sobre o insaciável. 


Nem mais delonga existiu para o percurso da clínica, o descarrego mais resolvido de balbucios atarantados até a emissão do espirro pegajoso na recepção. A contenda tornou-se mais em uma brincadeira para o Pepper, com a retraída dos punhos com luvas no nariz. Nem mais precisaria intensificar a perda do meu juízo, unicamente da vibração da bolsa retornou o processo de fervura do meu sangue. 


- Você pegou o dinheiro?


- Não foi pra isso que você me ligou. 


- Eu queria te chamar de novo de ararinha. 


- Você está começando a piorar as coisas entre nós. 


- Existia alguma coisa? 


A maldosa desconexão. E inesperadamente, o sinal de mais uma perturbação. A perseguição e a contenda modificada para as mensagens. 


- Eu preciso receber um pouco de educação, pelo menos. 


Tive certeza de que a tentativa dele ainda prosseguiria para me persuadir a interagir além das visualizações em azul. Quase inaudível a vocalização, seguimos recepcionados pela mulher, a privacidade desde então, não foi condizente com o clamor do Pepper. E novamente, eu visualizei o processo num balcão de preparo de receitas, com técnicas de medição, temperatura e pesagem, e o procedimento de desnudar a pança já era protestado muito antes de estagná-lo na maca. Com a benfeitoria da pequena receita, o caminho da farmácia menos longo do centro necessário para o encargo dos meus pés. O ar cortante não estava sendo tão piedoso com o Pepper, a disposição da farmacêutica mais velha incentivando os murmúrios e a esticada de boca banguela, foi o processo mais dinâmico para a entrega dos remédios e da receita. O benefício do sombreamento seria o mais apropriado, no mais veloz me retirei para extremidade da farmácia e sem ser iniciativa de delírio, o horror conhecido do fumo me incomodou com o vexame das narinas, e somente com uma investigação analítica para o estacionamento, eu descobri a fonte produtora de tabaco, tornando-se já em uma característica única nos dois irmãos. 


Analisei planos mais rápidos e possíveis de fuga com a projeção mais que vagarosa dele ao meu lado. Especialmente, o meu dia deveria ser marcado por desastres. 


- Deu fim no outro? 


- Não tem o que você saber. - Realmente, a minha fúria foi uma repreensão contra a fumaça do cigarro espalhada no meu oxigênio. 


No silêncio, eu já fazia especulações sobre a expressão de imbecil com que ele me analisava. O mais anormal que eu pude perceber no Anton, esteve na sacola plástica segurada com má vontade na mão dele. 


- Se não fosse por esses seus filhos, até pensaria em voltar pra você. 


- Você não estava com a Julie? 


- Não vou ser responsável por filho de ninguém. - Esgotar os pulmões com expirações era a única habilidade que ele tinha em aprimorar. - Fora isso, você nunca tem sorte no golpe. 


A liberação do meu suspiro serviu para a remediação de uma questão pendente.


- Por que ligou para o Aidan? - Mantive uma certeza para a mente dele ser recordadora do dia do acidente. 


- Está achando ruim?


- Nunca faz as coisas com bondade. 


- Talvez, eu esteja querendo mudar agora. 


A misericórdia para o meu escape da conversação, saiu exclusivamente da boca do Pepper, a babação pegajosa fez a imundície na luva esverdeada. 


- Estou percebendo uma coisa muito estranha em você por falar do Aidan. 


- Fico mais estranha quando você está perto de mim. 


- Não seria a mesma coisa. 


Inicialmente, o meu recurso preferível pela má educação pôde ter até um sucesso efêmero, mas sobre o sobressalto dos meus olhos, eu preferi manter o sigilo da surpresa dificultosa dentro de mim.


- É o que ele anda espalhando na C.I.F.D. 



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Autor(a): merophe

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Comentários do Capítulo:

Comentários da Fanfic 2



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  • teleteti Postado em 18/05/2022 - 01:39:40

    Estou vivendo melhor com o luto do japinha. Aidan é um crushhãoo.

  • mariandyn Postado em 18/05/2022 - 01:33:38

    Kkkkkkk esses caras são uma resenha.


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